A Seleção

4 4º Capítulo: Príncipe Niklaus


Notas iniciais
Espero que gostem acho que esse ficou menor do os outros domingo eu fico cansada!

4º Capítulo: Príncipe Niklaus

"Quem está livre de cruzar com um cafajeste e, pior, se apaixonar por ele?"

P.V.O Caroline

Bem cada selecionada tinha um quarto, o meu era no segundo andar, onde as selecionadas ficavam, somente um andar me separava da família real, eu tinha três criadas, Rose, Carrie e Annabeth. Elas eram ótimas, Annabeth era ágil fazia tudo com rapidez e delicadeza, Carrie tinha 13 anos ainda era loira, era mais de dar sua opinião sobre as coisas. Já Rose a mais velha bem, se focava no trabalho, era profissional, era a mais velha dentre todas com mais ou menos a idade da minha mãe. Elas arrumaram tudo e eu sempre insistindo para que eu as ajude, nunca tive nada na mão, sempre tive que fazer as coisas sozinha e batalhar por elas, levando tombos mas sempre voltando a me levantar.

Adormeci na cama de com lençóis dourados e macios com alguns fios de ouro misturados. Meu travesseiro macio feito com penas de ganso, me fizeram cair profundamente no mundo do sonhos, onde eu vi. O sonho que me atormentava desde criança, por causa dele eu passava noites a fio em claro, pensando o porque disso ter acontecido comigo. E eu me vi nos meus quatro anos, meu pai subia em cima de mim e coloca seu membro ereto grosseiramente dentro de mim, senti a dor, explodir, o sofá ensopado de sangue o meu sangue! E vi a figura negra e sombria de meu pai desaparecer, e com um grito meu eu acordo. As lágrimas despencam do meu rosto e sinto um vazio em meu coração nunca fui amada por ele, sempre fui a filinha dele para a Seis inteira, mas isso tudo era uma psicótica mentira que ele adorava manter. Meu corpo estava suado, sai pela varanda tentando tomar um vento, mas oque havia ali era apenas uma fraca corrente de ar nula, a mesma coisa que a do quarto.

As escadas de mármore do palácio eram frias como gelo, eu estava agora sentindo uma falta de ar imensa meus pulmões estavam murchando aos poucos, enquanto eu corria soltava o ar que me restava, esbarrei em alguém ou em algo, e vi os olhos verdes e silenciosos, cabelos loiros e um terno preto com calça social, e sapatos negros e totalmente limpos.

– Oque faz aqui a essa hora da noite pode ser demitida! — Disse Niklaus me olhando de cima a baixo. — Você está bonita demais e bem vestida para uma criada! Bem faremos um acordo você, eu, cama e ninguém fica sabendo de nada! — Meus olhos nem meus ouvidos acreditavam no que viam e ouviam, esse era o príncipe! Ele me beijou e pegou em minha cintura.

– Eu sou uma selecionada! Me solta! — Eu disse exasperada esquivando dos beijos daquele príncipe cafajeste.

– Propriedade de Ilhéa, minha propriedade, vem cá! — Disse ele me pegando com mais força, seus braços fortes me faziam me sentir pior.

– Eu não estou bem, por favor... — Cai desfalecida no chão, o oxigênio me faltava. Ele apenas me apoiou em seu colo. — Lá fora... — Ele me levou, me sentou no banco de pedra do jardim real. Respirei com dificuldade, o ar voltava aos poucos aos meus pulmões.

– Me desculpe. — Disse olhando para a grama verde e bem aparada.

– Pensei que você fosse gentil e educado! Mas não passa de um cafajeste! — Eu disse a medida que o ar me voltava.

– Ei, ei, ei, cafajeste não! Eu apenas sou homem. — Disse ele se defendendo.

– Agora tenho quase certeza que todos os homens são assim... — Sussurrei fraco.

– Oque você sabe de homens, devia ser entregada a mim totalmente pura sem corrompimentos. — Disse ele meio sarcástico.

– Meu pai era assim, um imbecíl com a minha mãe! Ainda bem que morreu, antes de eu entrar na seleção.

– Nossa que ódio mortal! — Disse ele rindo, parecia se divertir comigo. — Que falta de educação quem é você

– Caroline Forbes, Seis.

– Amor, combina com amor... — Diz ele pensativo.

– Não combina! Não mesmo! — Digo rindo junto com ele. — Vem cá vossa alteza, você dorme de terno.

– Não estava numa reunião, combinando os detalhes para encontrar as selecionadas, e peço que você não conte a ninguém que me conheceu antes, pois pode-se entender que você tem uma espécie de vantagem.

– E eu não tenho vantagem. — Afirmei duvidosa.

– Se tivesse dormido comigo teria mais vantagem! — Diz ele sarcástico.

– Se eu tivesse dormido com você eu seria mais uma e eu quero fazer a diferença! — Disse, me despedi daquele príncipe cafajeste e subi as escadas muito renovada pelo ar que meus pulmões haviam recuperado, assim eu pude dormir em paz, acordei com Rose me chamando calmamente, eram mais ou menos três horas antes do café vesti um vestido floral, vermelho, amarelo e laranja. Deixei meus cabelos soltos, passei um corretivo e um gloss. Desci as escadas rapidamente, o chão de mármore silencioso reluzia a luz do sol, andei calmamente pelos corredores a entrada da sala onde nos preparamos agora tinha outro nome Salão das Mulheres onde nós as selecionada poderemos ficar a maior parte do tempo. Estava com as portas fechadas esperei Bonnie que estava acompanhada por Elena Gilbert a irmã da Katherine, as duas eram iguais em termos de rosto e corpo, mas de personalidade são totalmente diferente Elena é simpática, gentil e totalmente educada, diferente de Katherine que é mal-educada, antipática e grosseira. O Salão das Mulheres foi aberto, estavam 35 poltronas em formato U, sentamos na curvinha esquerda, eu no meio das duas. Minutos depois chegaram as demais, pude ver Hayley e Katherine sentando lado a lado e apontando para nós. Bem um falatório reinava naquele lugar. Do nada ele entra, Niklaus, ouso gritos de todas Bonnie principalmente. Eu e Elena nos olhamos e rimos.

– Olá queridas, selecionadas, eu sou o Príncipe Niklaus, bem... Primeiramente são todas belas donzelas, cuja eu pretendo cortejar, aquelas cadeiras á fundo. — Disse ele apontando para duas cadeiras ao fundo do Salão das Mulheres, que ninguém havia dado tanta atenção. — Onde eu chamarei cada selecionada para conversar, e conhecer melhor selecionada por selecionada. — E assim se sucedeu em ordem pela parte esquerda ele foi chamando uma por uma, e quando terminavam saiam do Salão das Mulheres. Bonnie foi chamada e saiu sorridente, logo era a minha vez me levantei calmamente e fui ao encontro do príncipe. Me sentei desconfortavelmente.

– Amor como passou a noite sonhou comigo? — Perguntou ele a mim, sarcástico.

– Niklaus você continua achando que isso combina com meu nome! — Dei uma leve risada.

– Por favor para os íntimos me chame de Klaus! — Disse ele.

– Parece até que disse isso para todas as garotas. — Eu disse risonha. — Klaus... Hum gostei, sempre achei que Niklaus fosse um nome horrível bem coisa de rei! — Eu disse rindo.

– Meu pai que escolheu o meu nome e o de Elaijah. — Disse ele meio ressentido. — Nosso tempo está acabando, mas acho que podemos continuar essa conversa durante a tarde, sei que você tem aula mas eu mando te chamar aula de história de Ilhéa é um pouco entediante vou te dar a chance de matar aula na minha ilustre companhia! — Disse ele com um ar superior. Nos despedimos com um beijo na bochecha coisa que ele não havia feito com nenhuma, as outras ele havia apenas dado um aperto de mão. Sai dali sem nenhuma expressão somente pensando que menos de 24 horas já havia sido chamada pelo príncipe para ter um particular.

CONTINUA...

Notas finais
Obrigado espero que tenham gostado! Comments!