A Segunda Vida De Bree
1 Prólogo
Notas iniciais
Prólogo
- Cuide disso, Felix — disse Jane indiferente, apontando para mim com um movimento de cabeça — Quero ir para casa.
- Não olhe — sussurrou o leitor de mentes para a humana.
Eu fechei os olhos. Pude sentir o vampiro que se chamava Felix se aproximar.
- Espere — disse em voz alta o que lia pensamentos. – Você disse que não dá segundas chances, mais porque não matou Riley e Victória quando teve a chance?
O sorriso de Jane desapareceu como se alguém o tivesse apagado.
- O que está querendo dizer com isso? – ela disse.
- Riley antes de morrer, me disse que vocês deram uma chance a eles. – Ele estava mentindo, leu meus pensamentos e agora os estava usando para me salvar, não conseguia parar de pensar o porquê de ele fazer isso. — Fico imaginando porque os deixou vivo, é claro que não sabiam que eles tinham a intenção de nos atacar, se não teria os impedidos, estou certo?
- Certíssimo! – Disse Jane indiferente.
- E vocês chegaram perto. É uma pena que não tenham chegado meia hora atrás. Talvez pudessem cumprir seus objetivos aqui.
— Aonde quer chegar Edward? – Disse Jane olhando fixamente para o leitor de mentes, Edward.
- Acho que deveria deixar Bree conosco, como um... Pedido de desculpas. Acho que Aro iria querer que fizessem isso, afinal de contas poderíamos ter morrido nessa luta. – Edward disse com um sorriso torto se formando em seu rosto?
— O que? – Disse Jane com ódio.
- Eu assumiria total responsabilidade por ela, vou lhe ensinar as regras e a viver como nós. – Disse Carlisle.
Jane abriu um sorriso. E por um estante temi pelos vampiros de olhos amarelos.
— Acredita mesmo Carlisle que um vampiro selvagem aceitaria por muito tempo a dieta de vocês? – Ela disse com um sorriso.
— Sim. – Ele disse sem hesitar.
— Espero que esteja pronto para se decepcionar. – Jane disse indiferente. – Você! – ela olhou para mim com um sorriso irônico. – Vou estar de olho em você, se você quebrar alguma regra outra vez, não terá nenhuma chance. – Ela olhou para o vampiro grandalhão que ainda me segurava pelo pescoço — Vamos Felix.
O vampiro Felix me jogou no chão e desapareceu na floresta com os outros de manto negro.
Pensei em tudo oque estava acontecendo, eu estava viva, meu bando perdera e meus inimigos venceram. Mas o bando morto fora formado por muitas pessoas que teriam adorado me ver queimar, e meus inimigos me salvaram e mostraram bondade, quando não tinham nenhum motivo para ser generosos. Mais ainda: eu me sentia mais segura com aqueles estranhos de olhos amarelos, do que jamais me sentira com Riley, ele mentira para mim sobre tudo. Diego nunca estivera ali, e se ele não esteve ali, então já deveria estar morto. Desde o momento em que Diego não seguira Riley pela porta do porão. Ele já tinha nos deixado. Diego estava morto. Eu teria que superar essa realidade. Riley o matou. Diego não saía da minha cabeça, e eu não conseguia deixar de imaginar como ele havia morrido. Na minha mente, conseguia ver o rosto de Riley de novo – aquela expressão fria, suave, quando ele ameaçou punir qualquer um de nós que não se comportasse. Ouvi novamente a descrição detalhada e macabra – quando eu os levar até ela, vou segurá-los enquanto ela arranca suas pernas e depois, lentamente, muito lentamente, queima seus dedos, orelhas, lábios, língua e todos os outros apêndices supérfluos, um a um. Percebi então que tinha ouvido a descrição da morte de Diego. Cheguei a essa conclusão com tanta facilidade porque provavelmente devia pressentir a verdade havia algum tempo Fiquei pensando em quanta dor Diego sentira. Pensei em Fred, ele estava sozinho em Seattle, sem saber a verdade, ele entraria quase totalmente às cegas naquele mundo cheio de regras perigosas, policiais sujos e bandos misteriosos. Eu tinha que falar com Fred, tinha que avisá-lo, mais não sabia o que seria de mim agora.
Eu ainda estava encolhida na grama, inerte em pensamentos quando Carlisle se aproximou, ele se ajoelhou e olhei em seus olhos amarelos.
- Não se preocupe criança, tudo vai ficar bem agora. – Ele estendeu a mão para mim. E eu a segurei para levantar-me — Nós vamos cuidar de você.
Notas finais
=D
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