A Second Change For Us

33 E o truque era...?


Notas iniciais
E 1,2 Tcha-cha-cha! Como vão, pessoal? Enfim, eu estou na bad pq acabo de entender que falta apenas alguns dias pra começar minhas aulas T-T lembrando que pra mim é dia 1 de agosto! Esse capítulo demorou pra ser terminado pq sinceramente depois q eu pensei que tinha acabado notei q algo a mais precisava ser acrescentado e pra quem acertar o porquê real do capitulo, vou divulgar a fic no próximo capitulo! YAAAYY!! O que acham? Esse continua com o POV da Pipes e garanto que os feels de vcs ficaraão destruídos então leiam perto de um hospital, ta? Aproveitem!! LEIAM AS NOTAS FINAIS!!

– Pipes? – sua voz me chamou cansada.

– Oi. Pode entrar.

Eu não havia gaguejado e me orgulhava mentalmente por isso, mas ao ver Jason em minha frente fiquei mais orgulhosa de mim mesma por não deixar escapar o grito entalado na minha garganta.

Ele parecia destruído. Seus cabelos loiros quase platinados estavam mais rebeldes que o normal e a jaqueta inseparável – mesmo no clima quente da Califórnia – não estava protegendo seu corpo. Ele tinha bolsas escuras embaixo dos olhos cristalinos e o nariz estava vermelho. Quando Leo disse que ele tinha ficado a noite inteira no hospital não havia imaginado que ele estaria nessa situação.

– Você me deu um susto. – Ele falou se sentando na minha cama.

– Dei? – ele assentiu. E então eu vi uma lágrima brotar de seu olho esquerdo.

– O que...?

– Desculpa. – ele sussurrou pra mim me deixando embasbacada.

Pedi silenciosamente para que ele se aproximasse de mim e assim que o fez tratei de secar àquela e a outra lágrima que escorriam pelas suas bochechas, meu toque foi tão delicado e gracioso ali que até eu mesma me assustei, porém a surpresa no rosto de Jason escondia seu sorriso satisfeito e discreto. Ele já sabia que eu estava entregue a ele.

– Pelo o que você está se desculpando? – perguntei sussurrando. Não estava crendo que conseguiria falar com a voz estável num tom mais alto do que aquele.

– Você sabe que a culpa de você estar aqui é minha, Pipes.

“Pipes”, pela primeira vez em meses aquele apelido soou extremamente merecedor do meu carinho e eu não iria corrigi-lo por isso mais uma vez, nem mesmo olha-lo com raiva. Eu gostei de ouvir aquela derivação do meu nome.

– Você está se culpando por eu ter aceitado ir ao boliche com você, por eu ter ficado com fome e pedido comida, por eu ter feito uma troca com o Leo e comer o molho misterioso e assim vindo parar aqui com um a crise alérgica porque EU não te perguntei do que era feito? – explicitei ainda mais o pronome ‘eu’ em todas as situações.

– Por que eu fui te pedir pra sair comigo? Eu poderia ter evitado toda essa situação. – replicou.

– Porque você queria ter meu brilho por perto, caro Grace, — ri comigo mesma – e também porque você não é vidente.

– Leo falou a mesma coisa. – falou rindo.

– Ele também falou como fazer o truque do strike?

– Ainda não desistiu disso?

– Ei! Eu não vim parar aqui pra nada! Agora é questão de honra.

Jason riu do meu jeito determinado e fez com que meu coração batesse mais acelerado. Ele estava rindo de mim, e não, comigo. Como eu queria me martirizar por estar fazendo exatamente o que eu não devia estar fazendo na frente do cara que eu gosto, mas só de pensar que eu era a causadora do sorriso posterior a sua preocupação, algo em mim gritava que eu fizera a coisa certa.

– Já parou de zombar de mim? – provoquei.

– A culpa não é minha se você é engraçada, McLean.

Ele me acha engraçada, anotei mentalmente, mas cadê o “Pipes” de antes? Agora que eu tinha gostado ele não usaria mais? Oh sim! Minha sorte estava sendo legal demais para durar mais que meu 3G.

– O que vejo é ilusão ou realidade? Piper McLean está corando? – zombou de mim – Quando disse que me daria uma chance novamente não pensei que falava tão sério.

– Olha, eu posso estar no hospital, mas ainda desisto de você se quiser e dessa vez definitivo. Sem terceira chance. – falei olhando em seus olhos ao mesmo tempo que o calafrio de focar em suas orbes azuis glaciais passava por meu corpo.

– Eu desistiria de você também só pra não ficar sozinho. – ele afirmou, mas soou mais como uma pergunta pra si mesmo.

– Talvez. – murmurei, então limpei a garganta – E o truque? O que era o truque? Você fica me enrolando para não falar.

– Cinco minutos conversando e você nunca para de perguntar isso.

– Não. – confirmei.

– E não vai parar enquanto eu não disser, não é?

– Garoto esperto. – pisquei pra ele.

– Já disse que é constrangedor.

– E eu já falei que quero saber. – insisti.

Ele riu de leve e olhou em meus olhos segurando com força meus pulsos impedindo qualquer movimento vindo dali. O que ele estava fazendo?

– Quando eu estava jogando boliche ontem, eu sabia que ia pagar o maior mico porque nós dois sabemos o quanto eu sou uma merda nesse jogo. – e riu de lado.

– Com certeza. – confirmei.

– Leo também sabia que eu era horrível, só que pensava que eu estava mentindo, até me ver errar aquele strike, que segundo ele, era quase como cometer um pecado. E então ele me falou que eu só precisava focar em algo que eu realmente queria no lugar dos pinos e se caíssem iriam se realizar.

– Só isso?

– Só isso. – finalizou.

– Mentira! Cadê a parte constrangedora? – arqueei minha sobrancelhas.

– A parte de eu ter te convidado pra jogar boliche sem saber. – falou olhando pra baixo. Ele estava mentindo novamente.

– Grace, para de tentar me passar a perna, você não consegue mentir pra mim. Toda vez que faz isso fica desviando o olhar, então fala.

Ele suspirou derrotado e apertou mais forte meus pulsos.

– Ele disse que o mais fácil de imaginar era ver você, só que... Bem, eu tinha que ver você sem, hm, roupas.

Meu rosto entrou em chamas e minha cara foi ao chão. O que eu falaria depois disso? O que se fala pra alguém que te imaginou nua?

– Você quis dizer me ver nua? – sussurrei.

– Olha, desculpa. Juro que eu não sou um tarado, tá? Merda! Eu perdi minha segunda chance, não foi?

Ele havia perdido a segunda chance? Eu não sabia dizer. Não sabia mesmo. Não queria que tivesse perdido porque o queria por perto e porque já me declarava trouxa por ele há certo tempo.

– Eu... Eu acho que não.

– Sério?! – ele praticamente gritou e então se tocou disso – Eu quero dizer, nossa, valeu. Eu queria te convidar pra tomar um sorvete depois que saísse daqui, mas acho que você ficou traumatizada com o boliche.

Contanto que seja você a me trazer pro hospital todas as vezes eu não me importo. Pensei comigo mesma.

– Claro que não. Talvez só de nachos.

– Sem nachos. – prometeu.

– Então, que dia?

– Amanhã? – perguntou.

– Só saio daqui segunda-feira.

– Terça? – perguntou de novo e eu ri.

Sem planejamentos grudei meus lábios nos dele. Oh sim! Eu realmente queria ter calado a boca dele assim há muito tempo. Não aguentava mais encarar aquela cicatriz sem poder abusar daquela marca.

– Terça. – sussurrei contra seus lábios.

– Pips? – a voz grossa de meu pai me chamou abrindo a porta e encarando eu e Jason sentados na cama, perto demais para sermos amigos.

Tudo o que passou na minha mente naquele instante foi que pais não deveriam ver a cena de sua filha caçula em um pós-beijo e tão perto de seu ex-namorado. Apostaria todos os meus livros preferidos como ele provavelmente estava imaginando o truque do strike se realizando naquele quarto de hospital.

E o truque era a visão erótica do seu parceiro. Okay, eu estava ferrada.

– Eu tenho que ir, só pode ficar uma pessoa no quarto com você. – ele disse e limpando a garganta complementou – Regras do hospital.

Agradeci aos céus pela primeira vez se tocar de algo rápido e sem ajuda. Não tinha certeza se meu pai lembrava de Jason e ainda tentava me decidir se isso era bom ou ruim. Se lembrasse dele, então Jason era um garoto morto, e se não, então o loiro viveria por mais algum tempo.

– Pai. – falei pela primeira vez. Papai caminhou até mim e se sentou onde Jason estava minutos atrás – Pensei que estava do outro lado do país gravando aquele longa inglês.

– Quase acertou, mas eu estava só do outro lado do país, Pips.

– Também de assustei?

– Mais do que isso, Jane está furiosa cancelando toda a minha lista de compromissos desde hoje de manhã e eu só não cheguei aqui ontem à noite porque um contrato me impediu de conseguir avião para San Francisco antes das três da manhã. Me desculpe.

– Pelo o quê? Todos resolveram me pedir desculpa sem motivo agora?

– Eu nunca estou por perto quando coisas ruins acontecem com as pessoas que eu amo. Deixei sua mãe morrer, Silena torcer o mão um dia antes da competição de clarinete e teve também toda aquela barbaridade que fizeram cm você. Você e Silena são minha única família agora e eu amo vocês duas mais que tudo. – ele me abraçava forte, lágrimas ensopavam nossos rostos.

– Eu também te amo muito, papai.

– Você ainda usa seu Twitter, Pips?

– Não? – respondi tentado entender o porquê daquela pergunta aleatória.

– Bom, meus fãs souberem desse acidente com você, todos eles mandaram mensagens de melhoras pra você e arrumaram fotos suas da escola. Não acha que deveria agradecer?

– Eles fizeram mesmo tudo isso?

– Sim, Pips. – ele falou rindo – Amam você tanto quanto me amam. Dê apenas um obrigado e tem mais.

– Mais? Eles alugaram um iate pra eu me sentir melhor? – perguntei rindo.

– Não, eu só queria passar o dia com você na segunda.

Meus olhos arregalaram no mesmo instante. Eu mal me lembrava mais quando fora a última vez que havíamos saído apenas papai, Silena e eu, sem problemas com imprensa ou pendências atrapalhando na melhor parte.

– Eu, você e a Si? – perguntei temerosa. Meu pai sempre tivera senso de humor, então eu quis ter certeza que não estava sendo cobaia de um programa de pegadinhas da TV.

– Claro, e que tal se pedirmos pizza e comprarmos sorvete? – acrescentou – Eu estou hospedado num hotel aqui perto, daí na segunda iríamos à praia e de tarde até a noite fazer a maratona de series de TV ao estilo McLean como fazemos nas vésperas de feriado.

– E a Reyna? Eu divido o quarto com ela na academia, somos melhores amigas.

– Ela pode vir também! Silena me falou muito dela quando eu perguntava de você, parece ser alguém que você admira.

– Ela foi a primeira amiga que eu fiz desde você-sabe-o-quê, é filha da melhor amiga da mamãe.

– É mesmo? – questionou brincalhão tentando amenizar qualquer clima tenso que iniciasse – Então faça o convite, Pips. Tenho que ir agora, mas eu te amo muito mocinha e a ordem de restrição a avelãs está sendo escrita pelo meu advogado agora, ok?

Ri do jeito super protetor do meu pai, eu sentira falta daquilo. Ele beijou minha testa e minha bochecha direita antes de andar a saída e fechar a porta dando o breve aviso de que voltaria em outra hora.

– Piper Anne McLean, como ousa me dar este susto? – Rey falou entrando e me apertando.

Putz! Será que ninguém mais batia na porta antes de entrar?

– Que susto? – perguntei.

– Não vai me dizer que é verdade que veio parar aqui só por causa de uma troca com o Leo.

– Talvez. – enrolei.

– E tudo para saber qual era o truque que eu ensinei à ele. Pelo menos descobriu o que era?

– Sempre, mas você inventou esse truque só pra pensar no Leo? – perguntei começando a sentir um leve nojo. Era como me imaginar procurando por fotos do meu pai sem camisa como a maioria das garotas adolescentes.

– E pra quem então?

– O truque era pra visualizar Justin Timberlake em seu melhor ângulo, como você faz com o Jay. – ela falou piscando.

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atenção! A SURPRESA SERÁ MANDADA EM LINK PARA CÁ NO ÚLTIMO CAPITULO DA FIC, OU SEJA, SE ACABA NO CAP 34 E O EPILOGO NO 35 SUGIRO QUE DEIXEM SUGESTÕES, PERGUNATS E DESAFIOS NO MEU ASK!

tHANKS!

FANFIC INDICADA DO CAPÍTULO é a minha nova oneshort Harmione (mesmo eu sendo Romione shipper) com a minha miga — é um hentai — escrita por mim e pela Geh

Notas finais
espero que tenham gostado! Laísm atrasada para a missa de sábado a noite!! P.s. OBG PELOS COMENTARIOS E PELOS FAVS... EU AINDA NÃO RESPONDI MAS VOU RESPONDER! AMO VCS! P.s.s. Vcs gostaram da minha nova assinatura? Ou eu devo deixar a antiga?