A Saga do Egito

12 Um Encontro Maligno


Seth: Após passar horas reunido com os deuses, estou caminhando em direção ao meu templo, chego nele e me senta no meu trono, começo a pensar em tudo que foi dito, em um momento começo a pensar na deusa da discórdia, mas como estava bastante cansado vou deitar no meus aposentos.

No dia seguinte ao raiar do sol, me levanto e vou para o salão principal do meu templo onde faço as minhas refeições, de longe ele vejo duas sinuetas femininas, ao se aproximar vejo que é a Isis sua irmã e a Néftis, as duas deusas percebem que estou próximo e me comprimentam.

Ísis: Bom dia Seth.

Néftis: Bom dia Seth.

Seth: Bom dia Isis, bom dia Néftis o que devo as presenças ilustres das duas no meu templo das trevas?

Ísis: Vim saber quando você fará o planejamento das tropas mistas. Aqui está o meu cronograma dos horários dos treinamentos dos meus guerreiros e os outros deuses me mandaram entregar também os cronogramas deles, espero que você resolva isso o mais rápido possível e que logo o possamos colocar em prática, foi só isso que eu vim fazer aqui, tenha um bom dia.

Seth: Vi Ísis saindo do meu templo me deixando com Néftis, só que ainda não entendi a visita dela, já que ela não faz parte das tropas de ataque aos deuses do Olimpo, Néftis se aproximou de mim dizendo que está bastante preocupada com essa guerra e não deseja que me machuque, digo que ela não precisa se preocupar com nada, sinto que a deusa estava falando de um jeitinho meio romântico, antes que a deusa falasse novamente, digo que percebi que ela só está interessada em mim e que deve tirar isso da cabeça, pois não rolará já que estou interessado em outra deusa.

Néftis saiu sem dizer nada, e fui tomar meu café sem me importar com o sentimento de Néftis, estou pensando muito na Éris, possuo um lado feroz que me impede de sentir qualquer tipo de remorso, depois de tomar o meu café, vou ver o minha melhor guerreira Bagé que é a única mulher do meu exército, ela que é responsável por treinar os seus guerreiros na minha ausência.

Chamo a minha comandante Bagé para me acompanhar a uma visita a uma deusa grega, sem demorar saímos do Egito atrás da Éris.

Enquanto isso em algum lugar do Olimpo

Éris: Estava treinando um pouco com o seus cavaleiros, estou lutando e manuseando o chicote tão bem que nem preciso de usar os meus poderes de deusa, diferente da falsa da Atena, sei manusear muito bem armas tipo espadas, foices, tridentes e chicotes, treino várias vezes sozinha, antes mesmo de me juntar as tropas do exército de Ares e lá fazer manobras incríveis com essas armas em mãos.

Seth: Estou cada vez mais próximo da área onde Éris estava treinando com seus cavaleiros, sei onde é porque sinto de longe o cosmo maligno dela.

Éris: Estava usando seu tridente para atacar o deimon e o mesmo me atacava a deusa com muita ferocidade, o que me fez cair no chão, me levanto com um olhar maligno como se tivesse gostando daquela luta.

Seth: Vejo Eris lutando contra todos os seus cavaleiros, ela usava um chicote em uma mão e o tridente na outra, enquanto ela lutava me sinto atraído como se fosse um Imã de Desordem, que tudo de ruim atraí ou é atraída, chego no local onde Éris está na mesma hora que a deusa e seus cavaleiros sentem a presença de um cosmo maligno e desconhecido perto dela.

Éris: Apareça, saía de onde estiver, não poderá se esconder de mim e nem dos meus demônios.

Seth: Saio de onde estava, elevo meu cosmo, mas isso não intimidou nem um pouco a deusa que elevou seu cosmo maligno ao máximo, ela dá uma risada malefíca e seu olhar da discórdia me faz ficar paralisado por um tempo, com o mesmo olhar Éris fez seus cavaleiros cercarem a minha comandante.

Éris: Tenho um nível de inteligência muito alto, semelhante da minha odiada irmã Atena, mas eu o uso para o mal e não para me fazer de coitadinha, logo percebo que essa comandante de Seth tem o poder de ler mentes, mas o que essa comandante não sabe e que nem tudo o que eu penso é verdade, isso se tratando de meu inimigo está próximo de mim.

Seth: Sorrio encantado com as habilidades da deusa da discórdia e falo.

Vamos, você tem a oportunidade de me matar estou imobilizado, é a sua chance de me derrotar, o deus da guerra, do deserto Seth, o deus egípcio.

Éris: Desculpa, dá para repetir de novo você chama pet?

Seth: Você é bem debochada, mas tenho que admitir, gostei de você, mas eu vou falar mais uma vez, é sua chance de me matar enquanto ainda estou imobilizado, deusa grega.

Éris: Eu não sou corvade, se fosse a inútil da minha meia irmã Atena com certeza ela já teria matado você, já que ela adora atacar pelas costas, mas eu não, adoro atacar meus inimigos de frente sem precisar usar meus poderes paralisantes, na mesma hora que disse isso Seth pode se mover.

Seth: Em um movimento rápido estou frente a frente com a Éris, digo que ela é uma deusa de coragem e se estivesse realmente em uma luta Éris já estaria morta porque estou com uma adaga no pescoço dela, mas não percebi que ele estava apontando a adaga para uma ilusão que ela criou minutos antes dele me aproximar, quando percebo que é uma ilusão, se desfaz em meus olhos e sorrio bastante como se estivesse feliz por ela ter escapado do meu ataque, escuto a voz da Éris ecoando, a mesma diz.

Éris: Oh deus egípcio, eu sou Éris a deusa da discórdia, não será tão fácil assim você me derrotar deus pet.

Uso uma voz hipnotizante que manda Seth de volta para o Egito.

Seth: Eu e minha comandante voltamos para o Egito com a certeza de que em breve me encontrarei novamente com a deusa da discórdia.