A Saga de Íris

11 Reúnam os Sete Círculos Celestiais!


Notas iniciais
Os cavaleiros de ouro partem na missão de selar a deusa Nix. No templo de Íris, os cavaleiros de Bronze e Prata adentram pelo primeiro arco de luz azul, deparando com a confiante guardiã Níbia, de Lírio.

Santuário de Atena



Salão do Grande Mestre, onde os cavaleiros de ouro Chastor de Gêmeos e Sargas de Escorpião, aguardavam as ordens do Grande Mestre. Atena, com o cosmo elevado, procurava por alguns rastro de cosmo de Nix.

Ikki— Atena...alguma novidade?

Atena— eu não consigo fazer nada, pois os cosmos vindos do templo de Íris desviam a minha atenção. Mas, eu acho mais provável que ela esteja aguardando uma brecha para agir.

Chastor— então, ela estaria pelas redondezas do templo de Íris.

Sargas — bem, agora que detenho o selo, podemos além de derrotar as forças de Íris, selar Nix em seguida.

Ikki— se Íris souber da presença de cavaleiros de ouro perto do seu templo, ela romperá o prazo prometido.

Atena— eu confio na bondade de Íris. Eu também confio em meus cavaleiros.

Sargas— você estará sacrificando vidas para proteger a sua filha!?

Atena— do que você está falando? — surpresa.

Ikki— Sargas, mas que ousadia!

Sargas— mas é verdade! Já sabemos que Íris é a sua filha! Por isso enviou os pobres cavaleiros para morrerem diante de seus olhos, para que ela desperte!

Chastor— mas que absurdo, Sargas. Atena jamais agiria dessa forma!

Nesse momento, o cosmo de Atena se amansa, e ela muda seu semblante, fechando a expressão. Ela encara Sargas por alguns segundos.

Ikki— Sargas, Chastor! A missão de vocês é selar Nix. Apenas vocês dois não dariam conta de passar pela guarda de Íris. E não podemos ter mais perdas, pois a prioridade é a proteção de Atena.

Sargas— se Libra e Peixes tiveram dificuldades com aquelas guardiãs, imaginem esses cavaleiros de cosmo inferior!

Atena— vocês subestimam o poder de seus companheiros!

Sargas— como é?

Atena— isso mesmo. Compreendam que Makoto e os outros estão dispostos a sacrificarem suas vidas...

Sargas— pela sua filha!?

Todos ficam em silêncio. Chastor olha para a ânfora que deixara no chão, distraindo-se.

Ikki— nós também já passamos por isso um dia, e nos orgulhamos. Dar a vida por aqueles que protegemos e confiamos é a nossa missão.

Chastor— veja, Sargas. O que eles querem dizer, é que se lutarmos contra as forças e Íris, podemos deixar brechas e expor o Santuário, e além disso, serão lutas desgastantes e mortais. O foco é selar Nix.

Atena— a missão não era lutar contra as forças de Íris! Será que vocês não compreendem?

Sargas— foi um acidente de percurso? Então...que eles se virem!?

Chastor— mas esse é o momento deles, Sargas!

Sargas— como?

Chastor— eles precisarão elevar os seus cosmos ao máximo nessas batalhas. Só dependerão deles mesmos pra isso. Temos que confiar neles. Há cavaleiros de prata nessa missão com um cosmo tão forte quanto o nosso!

Ikki— assim que selarem Nix, vocês poderão intervir. Se não conseguirem isso até o prazo dado por Ártemis, não haverá como impedir o confronto.

Atena— aí então, eu devolverei a minha vida à Íris...

Chastor— como é?

Atena— Íris não é uma deusa má...tudo isso é por minha culpa. E, eu pagarei o preço.

Sargas— certo, Atena. Compreendo a preocupação com a sua filha. Não vamos interferir. Buscaremos Nix pelos arredores do templo de Íris, discretamente. Com a distração das batalhas, não vão nos perceber. Com licença! — levantando-se e caminhando para o portão.

Atena, agora com os olhos marejados, busca se controlar para não derramar lágrimas.

Ikki— não falhem na missão, ou teremos uma derrota dupla.

Chastor— não falharemos! Nix será selada em uma dimensão da qual jamais escapará! — pegando a ânfora e erguendo-se, ele logo se retira, seguindo Sargas.

Após a saída dos cavaleiros de ouro, algumas lágrimas rolam pela face de Saori. Mesmo com toda a frieza, Ikki percebe que naquele momento, seria inconveniente tecer qualquer comentário.


Templo de Íris

Makoto de Raposa, Arjal de Unicórnio, Yukan de Golfinho, Tunai de Tucano, Garibalde de Cefeu, Carvani de Corvo, Ektor de Órion, Vega de Lira e Marin de Águia observavam templo da deusa Íris. Eles estavam averiguando como passar pela barreira de luzes que protegia todo o templo.

Arjal— precisamos avançar, mas...será que há algum risco em entrar por essa barreira? — chegando a mão bem perto da redoma.

Yukan— espera aí, Arjal. Deixa eu ver se consigo algo!

Arjal se detêm, e observa Yukan elevando o cosmo, de onde surge um golfinho em sua constelação.

YukanBORBULHAR ABISSAL!!! — Desferindo um soco, centenas de bolhas são lançadas em alta velocidade em direção à redoma e algumas vão explodindo com o impacto. Porém...

Marin— tem algo estranho!

Yukan— sim, tem mesmo! Olhem isso! — amansando o cosmo.

Na região atingida, a camada azul fica mais intensa, e logo se dissipa pela barreira.

Makoto— o que aconteceu?

Marin— parece que o cosmo foi absorvido.

Ektor— essa camada absorve o cosmo daquilo que toca?

Carvani— vamos ver...fiiiiiuuuhhh — assobiando.

Logo, surgem alguns corvos saindo dos arredores da mata escura, e avançam para a barreira.

Makoto— eles entraram!

Carvani — fiiiuhh! — assobiando, os corvos respondem ao chamado, e retornam. Mas, logo caem fadigados.

Arjal— e agora, o que houve?

Marin— eles perderam as forças ao entrarem pela barreira.

Carvani, cuidando dos corvos, sente pelas aves.

Carvani— não...eles perderam quando saíram da barreira. Parece que sentiram por terem passado duas vezes por ela.

Makoto— mas, eles entraram. Logo, basta não atacarmos a barreira e passar.

Marin - então, vamos entrar!

Marin se põe à frente, e logo toca na barreira. Após sua mão passar, seu braço, antebraço e logo, seu corpo passariam. Vega segue Marin com os outros cavaleiros de prata, e Tunai vai junto, seguido dos demais cavaleiros de bronze.

Yukan— estão todos bem? Mas, o que é isso?

Todos estão cautelosos, deslumbrando um imenso jardim de lírios brancos, com uma leve brisa perfumada pelo aroma das flores.

Ektor— não se afobem...isso tudo não é real!

Makoto— como não é real? Consigo até sentir essas plantas e tudo mais!

Marin— se eu fosse você me afastaria das flores!

Voz— elas realmente são muito delicadas! Sejam gentis!

Todos olham e se surpreendem com uma bela moça, de pele morena clara e cabelos castanhos até a metade das costas, com seus olhos castanhos semicerrados, sendo um deles coberto pela franja que descia pela testa. Ela trajava uma armadura verde com traços vermelhos, que cobriam uma boa parte do seu corpo. Seu elmo era bem simples, lembrando uma coroa de folhas. Seu brinco em argola pendurado em sua orelha esquerda tinha a cor azul, a mesma da primeira camada da redoma. Ela estava ajoelhada, mexendo em algumas flores.

Marin— você é uma das guardiãs de Íris, pelo jeito.

Níbia— isso...sou Níbia, guardiã de Lírio! Eu os aconselharia a retornarem daqui, mas agora, não será possível.

Arjal— como assim?

Níbia— vocês só têm o direito de ir e vir por essas camadas com os círculos celestiais! — dando um leve toque na argola em sua orelha com o dedo.

Garibalde— ah, não me venha com essa! Pois, saiba que nada aconteceu ao passarmos pela barreira!

Níbia— sim. Vocês só podem passar por estas camadas sem os círculos uma vez. Logo, não podem voltar ou avançar por essas camadas sem terem o meu círculo azul.

Carvani — então, por isso os corvos conseguiram entrar, mas sofreram as consequências ao sair.

Yukan— então, já que todos passamos juntos pela primeira barreira, apenas um de nós conseguirá passar pela próxima, que é aquela ali, a laranja? — apontando para a barreira ao fundo.

Níbia— eu vou explicar, só para matar a sua curiosidade e também, para que se empenhem em me divertir. Se vocês conseguirem essa minha argola azul, poderão usá-la para passar pela próxima barreira. Vocês precisarão juntar as sete argolas para acabar com a barreira final do templo!

Marin— só poderemos passar se derrotarmos você, então?

Níbia— Exatamente...Espero que isso sirva para pelo menos me entreterem um pouco. Essa argola é na verdade um círculo celestial das nossas vestimentas. Se tomarem ela de mim, e encostarem na próxima camada, conseguirão passar adiante. — falando calmamente, com um leve sorriso no canto dos lábios.

Yukan— mas, essa é uma luta desnecessária! Você precisa nos ouvir antes!

Níbia— como é?

Makoto— a deusa Íris está sendo enganada! Há um plano para que tanto ela como Atena, caiam pelas mãos de Nix, a deusa da noite!

Marin— precisamos alertá-la! Níbia, se você quer protegê-la, você mesma pode alertá-la!

Níbia— vocês estão tentando confundir a mente da pessoa errada!

Makoto— estamos falando a verdade!

Níbia— vocês ainda não entenderam...

Arjal— o que você quer dizer?

Níbia— vocês precisam reunir os sete círculos celestiais para chegarem até Íris! Sem eles, não conseguirão abrir acesso pela última barreira, que possui as sete cores reunidas!

Ektor— então, nos passe o seu, para que possamos passar!

Carvani— ou, teremos que pegá-lo à força! Ainda que você seja uma mulher!

Níbia— ah, é mesmo...?

Níbia fecha os olhos, e os lírios brancos começam a emitir um cosmo claro.

Marin— jamais subestime uma mulher! Aprenda isso!

Garibalde— mas essas são...são... crianças?

Surgem pelo jardim dezenas de crianças correndo, felizes e pulando, cercando todos os cavaleiros.

Makoto— ...esse sou eu! — vendo uma criança se aproximando e pedindo o seu abraço.

Todos passam pela mesma experiência, vendo suas versões mais jovens diante dos olhos.

Níbia— isso...fiquem no passado. Retornem de onde vieram, e fiquem em paz.

Os cavaleiros vão sendo arrastados pelas crianças para a barreira, sem perceberem o perigo.

Porém, Vega de Lira reage, elevando o cosmo, fechando os olhos para buscar se concentrar. Ele começa a dedilhar as cordas, e um belo som vai ecoando pelo local.

Níbia — o que ele está fazendo? Esse cosmo....

Vega ACORDE NOTURNO!

Com uma mudança de notas, todo o jardim é afetado. Todas as flores sofrem um impacto destruidor de cosmo com as ondas sonoras alteradas por Vega, voando pelo ares, juntamente com Níbia. Toda a ilusão é desfeita.

Níbia — ele destruiu o meu jardim facilmente...- sendo lançada para o alto pelo cosmo, caindo logo em seguida sobre o solo.

Carvani— ué, mas onde estão aqueles fedelhos?

Makoto— aqueles fedelhos éramos nós!

Garibalde— o moleque tem razão. Aquelas crianças eram nossas imagens projetadas da infância. Estavam nos arrastando para a morte! — Olhando para a barreira bem próxima.

Marin— vocês estão bem?

Vega— ela conseguiu acessar o nosso subconsciente de uma maneira tão fácil. Me pergunto o quão forte deve ser essa garota!

Apesar das ilusões terem cessado, as pétalas brancas dos lírios continuam caindo pelo piso, circulando pelo espaço fechado onde se encontram. Níbia busca se recuperar do impacto, reerguendo-se lentamente.

Carvani— o tempo está passando, e estamos parados aqui! Vou pegar esse tal círculo de uma vez! — avançando alguns passos, e elevando o cosmo.

Níbia— argh...não me subestimem!

Garibalde — Carvani, espere!

Carvani— Sinta o pavor da...PLUMA NEGRA!!!

O cosmo de Carvani se eleva, e surge um imenso corvo, que ataca a guardiã, transformando-se em um imenso turbilhão de penas.

Arjal — foi atingida em cheio!!!

Makoto— ele conseguiu!

A guardiã é atingida por um imenso turbilhão de penas, porém...as penas que eram negras ficam brancas e sedosas, voando ao redor de Níbia.

Carvani — mas...o que aconteceu?!

Todos se surpreendem ao verem Níbia com o cosmo elevado sutilmente, com a mão estendida, após transformar um ataque terrível em algo leve. Ela enxuga um pouco do sangue que escorria pela sua narina esquerda como consequência do ataque anterior.

NíbiaPURIFICAÇÃO!

Arjal — ela anulou o ataque!

Níbia— aqui é um ambiente de paz e de coisas bonitas. Qualquer ataque ou agressão será purificado.

Vega— Carvani!?!

Gotas de sangue começam a tingir as pétalas brancas no solo, que vão secando. Porém, novos lírios vermelhos vão nascendo ao redor de Carvani.

Garibalde— o que está acontecendo?! Carvani!

O cavaleiro de Prata de Corvo está parado, tremendo, enquanto o sangue desce pela sua boca, nariz, olhos e ouvidos. Logo em seguida, ele tomba no chão.

Carvani— aghr...

Arjal— precisamos ajudá-lo!

Marin— não se aproximem! — detendo os cavaleiros.

Makoto— mas, precisamos ajudá-lo!

Ektor— como ele foi atacado?

Níbia— ele foi apenas vítima da PÉTALA DA VIDA!

Marin — PÉTALA DA VIDA? O que isso significa?!

Níbia— quando acabaram com meu jardim de lírios brancos, a última pétala branca que secasse, seria uma vida por um vida. Como ele estava em meio às pétalas...

Garibalde— então, Carvani...?

Yukan — isso significa que se acabarmos com esse jardim de lírios vermelhos, um de nós também perderá a vida? — cerrando os punhos, vendo o jardim de lírios retomar, mas agora, coberto por lírios vermelhos.

Níbia dá um leve sorriso, enquanto agora, são os Lírios Vermelhos que começam a brilhar.

Garibalde— o jeito é atacá-la diretamente agora!!! — elevando o cosmo e manipulando a corrente, girando-a rapidamente para atacar, enquanto surge a sua constelação ao redor.

A corrente é lançada à uma velocidade imperceptível aos olhos dos cavaleiros de bronze. Aquele cosmo certamente se equiparava ao dos cavaleiros de ouro! Mas, no lugar de Níbia, surge alguém familiar, e Garibalde detêm rapidamente sua corrente, o que fere a sua mão, que começa a sangrar.

Garibalde— não! Não pode ser! Argh!

Marin— o que houve?! Por que deteve seu ataque?

Apenas Garibalde consegue ver a imagem de uma criança com os cabelos loiros e olhos azuis, com as mãos juntas como que realizando uma prece.

Garibalde— minha irmã!

Arjal— irmã?!

Vega— você não disse que perdeu sua irmã quando era menor!

Arjal— deixem que eu cuido disso!!! — elevando o cosmo, onde surge um imponente Unicórnio, ele salta sobre a guardiã. - GALOPE DO UNICÓRNIO!!!

O potente ataque com um chute poderoso desce sobre Níbia, mas nesse momento, é atacado pelo próprio Garibalde, com sua corrente, detendo-o.

Garibalde— Não!!!

Arjal— argh....por que fez isso? — caindo sobre os lírios vermelhos, levantando algumas pétalas.

Garibalde— é minha irmã!

Vega— essas flores vermelhas estão emanando um leve cosmo. Deve ser isso! — dando alguns passos à frente.

Makoto— mas, se acabar com elas, você...

Vega— não cairei nessa novamente!

O cavaleiro de prata, que havia herdado a armadura de Lira, outrora trajada pelo lendário cavaleiro Orphee no submundo, começava a dedilhar uma melodia harmônica e suave, que ecoava pelo lugar, tocando a todos. Seu cosmo se eleva suavemente.

Marin— essa melodia...

Nisso, Garibalde, que estava iludido por Níbia, fica sonolento.

Níbia— de novo esse cosmo...meus olhos estão pesados...droga! — tombando gentilmente aonde estava, logo cai em um sono profundo.

As flores começam a fechar, e até mesmo os cavaleiros e Marin ficam sonolentos, quase adormecidos.

Makoto— que sono...aahhhhw!!! — bocejando.

Nisso, Marin cutuca Makoto, buscando deixá-lo acordado.

Marin— se não quiser dormir eternamente, é melhor não dormir!

Makoto— ahn? o quê? — assustado.

Nisso, Vega caminha até Níbia, aproximando-se confiante.

Vega — isso mesmo! Se entrarem na SERENATA DA VIAGEM DA MORTE, terão uma morte lenta e tranquila.

Garibalde — o quê...aconteceu? — pesado, buscando não dormir, agora enxergando Níbia.

Ektor— Vega conseguiu!

Vega— vamos pegar essa argola!

Suavemente, Vega procura retirar a argola da orelha de Níbia. Porém, os lírios vermelhos começam a murchar, e as pétalas vão caindo rapidamente.

Marin— Vega! Garibalde! Saiam daí!

Os cavaleiros de Prata olham ao redor, e veem todas as flores vermelhas morrendo. Eles percebem que estão tocando no jardim de lírios vermelhos de Níbia.

Garibalde— tire logo essa argola dela!

Quando Vega decide puxar bruscamente a argola da guardiã, sua mão fica paralisada, e seu corpo começa a tremer. Garibalde percebe que suas vidas logo se extinguiriam em meio às pétalas vermelhas dos lírios.

Ektor— Preciso ajudar!

Marin— não! Se for, também morrerá! — detendo o cavaleiro.

Yukan— essa não!

Todos observam Garibalde e Vega tombarem em meio às pétalas vermelhas, que começam a secar no solo.

Com o apagar do cosmo de Vega, Níbia recobra a consciência e vai voltando aos poucos do sono.

Yukan— temos que aproveitar agora, pois não há mais lírios!

Avançando em alta velocidade para surpreender Níbia...porém.

Makoto— Yukan!!!

Apenas ouve-se uma estrondosa explosão de cosmo, lançando longe o cavaleiro de bronze, que quase toca a redoma.

Yukan— argggh!!! — chocando-se contra o solo, após cair de uma grande altura.

Ektor— ele pisou....naquele lírio azul!

Níbia— foi uma tentativa muito inteligente, me fazer dormir para passar pelo meu jardim...mas...ainda que tentem, os lírios me protegem! Estou completamente conectada com eles! Agora, esse LÍRIO AZUL me permite sabercada passo de vocês dentro do jardim! Então, posso atacá-los com o meuCLARÃO DIVINAL!

Marin— ainda que inconsciente, ela conseguiria atacar! — vendo agora um jardim de Lírios Azuis surgindo.

Voz— vocês cavaleiros de Prata possuem um poder incrível, mas não funcionará com ela.

Ektor— mas...quem está falando?

Voz— suas técnicas não darão conta de detê-la. Deixem comigo!

Nisso, todos olham o jovem cavaleiro de bronze, Tunai, dando alguns passos á frente.

Ektor— pensei que fosse mudo!

Makoto— sim, Tunai se comunica por telepatia! Ele perdeu a fala durante o treinamento.

Ektor— então, foi esse o cavaleiro de bronze que treinou com Shun de Virgem?

Níbia observa o jovem cavaleiro de bronze tomar a frente de todos ali. Ela percebe que o seu cosmo não era intimidador, mas percebe grande confiança nele. Ambos se encaram, surgindo em seus cosmos a imagem de Lírios e de um Tucano, confrontando.

Qual será o desfecho desse confronto? Qual será a estratégia de Tunai para vencer Níbia?

Em seu templo, Íris parece insegura, lembrando do olhar de Paloma.

Íris— Paloma...o que você queria me dizer? — refletindo.

Lá fora, Sargas e Chastor espreitam ao redor, buscando rastros que levem à Nix, mas se deparam com Mambara de Serpente, que carregava Shina nos braços.

Sargas— o que aconteceu com ela!?

Chastor e Sargas se aproximam rapidamente, buscando ajudar.

As horas correm. Vamos, cavaleiros de Atena! Lutem para que a Terra não cai em mãos erradas! Avante, cavaleiros!

Notas finais
Tunai e Níbia travam um combate calculista, no qual o cavaleiro de bronze precisa superar os seus limites. Tália busca resistir ao despertar completo de Íris, enquanto Seiya recebe uma nova armadura. Os cavaleiros de ouro correm contra o tempo para encontrarem pistas de Nix. Não percam o próximo capítulo de Saint Seiya: A Saga de Íris O CAMINHO PARA O SÉTIMO SENTIDO!