A Saga de Íris

8 A Terrível Ave de Estínfalo!


Notas iniciais
O combate entre os cavaleiros de Prata e Paloma, de Ave de Estínfalo, parece inevitável. Mas a sede por vingança pode ser uma faca de dois gumes. No Santuário, Ikki desvenda o mistério por trás da personalidade de Tatsuya aos cavaleiros de bronze.

Mansão Kido

Ao longe, pode-se ver uma floresta rodeando a bela mansão, sob a fraca luz do luar. Mas, um cosmo surge em meio à escuridão, iluminando o lugar.

Percebe-se nos jardins da mansão Kido, que cinco cavaleiros de prata estão com seus cosmos elevados, enquanto que Paloma, a guardiã de Íris, os observa.

Tatsuya, com sua escama de Caríbidis, observa tudo atentamente.

Paloma— então vocês vieram vingar aqueles dois fracotes que Silena derrotou? Não me façam rir....

Cruzzer— o quê? Como ousa falar assim dos nossos companheiros?

Paloma— vocês terão o mesmo fim deles, se ousarem continuar em meu caminho.

Barrabás — deixem isso comigo! — dando alguns passos à frente.

Paloma— você foi quem leu meus pensamentos, certo? Talvez por isso, ache que tem alguma vantagem.

Barrabás— pelo jeito, você planeja lançar rapidamente as penas perfurantes em meu coração, antes que eu a atinja, seria isso? — começando a elevar o cosmo.

Paloma— estou surpresa que tenha visto isso. É exatamente assim que farei!

Barrabás— vamos ver se consegue então? — elevando mais ainda o cosmo surgem em todos os lugares, dezenas de imagens de cães caçadores rodeando Paloma.

Paloma— que interessante!

Barrabás MATILHA SANGUINÁRIA! — os cães avançam vindos de todos os lados, saltando ferozmente com suas mandíbulas abertas!

Pascoal— ele conseguiu!!!

Barrabás— não adianta defender esse...mas...como?

Os cães rapidamente vão sendo eliminados, como se estivessem sendo cortados por lâminas afiadas, espalhando sangue e sumindo no cosmo.

Paloma— eu vou fazer exatamente o que você leu em minha mente! Lançarei as penas da Ave de Estínfalo no seu peito, acertando o seu coração.

Os olhos de Barrabás ficam trêmulos. Paloma acabara de deixar a mente totalmente aberta e parece quase ter falado com ele por telepatia sobre o seu próximo passo.

Barrabás— basta que me defensa do seu golpe ou me esquive!

Paloma— ah é? Então, aí vou eu! — emanando brevemente um leve cosmo.

Cruzzer— Barrabás, tenha cuidado!

Em um rápido movimento, Barrabás salta para trás, mas já era tarde.

Pascoal— essa não! Barrabás!

Os cavaleiros veem Barrabás caindo de joelhos no gramado, também atingido por uma pena no peito.

Barrabás— apesar de ler seus pensamentos, não consegui acompanhar a sua....velocidade...argh! — cuspindo sangue, e tombando logo em seguida.

Pascoal— droga! PONTO GRAVITACIONAL!

O cavaleiro ataca sem nenhum aviso. Quando Paloma percebe, está no meio de um triângulo vermelho, que emite feixes que se unem sobre ela, formando um imenso feixe de luz laranja que desce diretamente sobre a guerreira. O triângulo no chão também vai se fechando, pressionando-a por todos os lados.

Cruzzer— você a pegou!

Tatsuya— parece que ele conseguiu!

A guardiã se agacha, submetendo-se à pressão vinda por todos os lados. Parece dominada pelo golpe.

Paloma— mas que ousadia, você nem me avisou que entraria em combate. É uma ataque bem diferente, mas...

Pascoal— não...não há como resistir a toda essa gravidade? Impossível!

O cavaleiro vê Paloma se erguendo facilmente, e seu cosmo brilha rapidamente, explodindo uma ventania que dissipa todo o ataque.

Tatsuya— essa não!

Pascoal— além de eliminar o meu ataque, ainda conseguiu me...atacar...

O cavaleiro leva a mão ao peito, e tomba no gramado, tingindo-o de vermelho com seu sangue.

Cruzzer— miserável! Morra!!! FURACÃO DAS TREVAS!!!

Com um leve tapa da guerreira, todo o cosmo do ataque é dissipado. E logo, Cruzzer sente o sangue jorrar pelo seu pescoço.

Tatsuya— como ela é rápida! O acertou sem precisar fazer muito esforço!

Cruzzer— aghr...

Cruzzer tenta deter a hemorragia, mas tomba no chão, sucumbindo logo em seguida.

Paloma — vocês não percebem... — sua fala é interrompida por um cosmo.

Pétalas enormes da flor de lótus a envolvem, saindo do chão, e a aprisionam dentro do botão.

Sivan, que estava meditando, eleva o cosmo abruptamente, e o botão da flor começar a brilhar, explodindo violentamente.

Tatsuya chega a ser arrastado para trás pelo deslocamento de cosmo causado pela explosão.

Tatsuya— que ataque terrível!

Sivan, ainda de olhos fechados e em sua posição de meditação, sente um leve calafrio e um vento passando ao seu lado, perdendo a concentração.

Sivan— essa não...nem a minha EXPLOSÃO DE LÓTUS surtiu efeito! — sentindo o sangue escorrer pelo pescoço.

Tatsuya— mas...

Percebendo um pouco tarde que Paloma havia se deslocado mesmo dentro da explosão, e já estava atrás de Sivan, limpando o sangue de uma das penas da armadura.

Paloma— se tivessem um pouco mais de cosmo, até que seriam um entretenimento interessante...mas... — voltando o olhar para Tatsuya — é isso mesmo? Só sobrou você?

Apenas consegue-se ver a sombra da cabeça de Sivan caindo ao chão, e seu corpo tombando em seguida.

Tatsuya, um pouco assustado, se posiciona. A escama reflete as luzes artificiais vindas dos postes do jardim.

Tatsuya— qualquer bobeira e eu estou morto! Preciso evitar a sua velocidade! — refletindo, enquanto um gota de suor escorre pelo seu rosto. Seu cosmo, agora cinzento, vai se elevando aos poucos.

Paloma— foi muita ousadia sua nos atacar daquele jeito na Grécia. Parece que tens uma obstinação diferenciada, mas o seu cosmo não é semelhante ao dos cavaleiros de Prata, Ouro ou Bronze. Quem é você afinal?

Tatsuya— não sei do que você está falando! — surgem rochedos por toda a área do jardim, rodeando Tatsuya, e até mesmo Paloma. Ouve-se o impacto de ondas contra os rochedos.

Paloma— vou te mostrar uma coisa!

Tatsuya— antes, é aminha vez! IMPACTO DAS ONDAS!

Erguendo os braços e logo os direcionando novamente para Paloma, surgem ondas imensas por todos os lados, arrebentando os rochedos e cercando a guardiã, destruindo tudo pela frente.

Paloma— hum...

O cosmo da guardiã se eleva, e surge uma imensa ave metálica, que faz um rasante cortando as ondas imensas e os rochedos, indo em direção à Tatsuya, que é surpreendido. A ave passa por ele como um vento cortante, deixando o som de vários riscados.

Tatsuya— eu....consegui defender o seu ataque! Estava observando a sua luta, e vi os seus ataques!

Paloma estava atrás dele, de costas. Ela abaixa o cosmo.

Paloma— você tem certeza disso?

Tatsuya— mas é... — virando-se para a guardiã, e percebendo um pedaço da ombreira de sua escama cair ao chão.

Paloma— o fato de você ter conseguido se proteger, não interfere no efeito do meu ataque. Não há como escapar das consequências do ataque da Ave de Estínfalo.

Tatsuya— a escama de Caríbidis, que consegui no templo submarino! Não pode ser! Não!!! — a armadura vai trincando e caindo aos pedaços, picotada como se fosse papelão.

Paloma— agora sim...me diga, quem é você?

Tatsuya — já disse que não sei do que está falando!

Paloma— não estou falando com você! — olhando para as partes da armadura no chão.

Tatsuya— esse cosmo...?!

Todos se surpreendem com um riso macabro de mulher, que ecoa vindo da Escama.

Voz— hahahah! Que esperta! Mas, é tarde demais! Hahahahah!

Uma sombra com asas de morcego sai dos destroços da escama, e vai se deslocando pelo chão, sumindo na escuridão.

Paloma— espere! — lançando algumas penas em direção à escuridão, mas nada acontece.

Tatsuya— o que era aquilo?

Paloma— então, no final vocês estavam certos. Houve um engano. Preciso avisar à Íris rapidamente, para evitarmos essa guerra!

Tatsuya— eu não estou entendendo nada! Pode me explicar o que está havendo afinal? Argh! — sentindo os cortes pelo corpo.

Paloma— me perdoem, corajosos cavaleiros de prata!

A guardiã caminha olhando para os corpos dos cavaleiros de prata. Logo em seguida, adentra pelas sombras, se retirando.

Tatsuya— argh... — se reerguendo, assustado com tudo aquilo. — Espere, aonde vai?

Paloma já sumira nas sombras. Um latido se aproxima, e Tatsuya percebe Hayate correndo em sua direção, todo animado.

Tatsuya— hahhh Hayate! Como você cresceu! — afagando o cão, que lhe lambe o rosto — levarei você comigo!

Tatsuya olha desolado para a Escama destruída por um momento.

Mas, trazendo Hayate, eleva o cosmo, criando um buraco negro que parece um redemoinho. Hayate mesmo assustado entra carregado pelo rapaz, que dá uma última olhada nos corpos dos cavaleiros de Prata. O redemoinho se fecha.

Em outro local, correndo pela floresta, Makoto parece um pouco perdido. Ele para e olha para os lados. Porém, uma presença o faz ficar alerta. Ele fixa o olhar para a escuridão na mata.

Makoto— quem está aí!?

Apesar da pouca luz do luar, um brilho vai surgindo, reluzindo uma armadura dourada.

Shiryu— ainda por aqui, Makoto? — saindo das sombras.

Makoto— Shiryu! Você está bem? — reparando que havia algo diferente.

Shiryu— estou me sentindo diferente após o contato com o cosmo de Íris. Parece que algo foi retirado de mim.

Makoto— você precisa se recuperar. Vamos logo para o Santuário.

Do meio da escuridão das árvores, um vento estranho começa a soprar, fazendo com que as folhas do chão criem um redemoinho.

Shiryu— esse cosmo...

Saindo do redemoinho, surge Hayate correndo em direção aos dois cavaleiros, pulando em Makoto.

Makoto— ora, ora, e aí garotão?!Como chegou até aqui?!

Shiryu— Tatsuya!?

O jovem rapaz sai do meio do vendaval, que cessa logo em seguida. Ele revela seu corpo cheio de cortes, alguns profundos.

Makoto— Tatsuya! O que você...(desconfiado)

Tatsuya— os cavaleiros de prata....todos eles foram derrotados facilmente. Não conseguimos fazer nada contra aquela guardiã. Porém...

Shiryu— diga, Makoto!

Tatsuya— precisamos falar com Atena! Acho que nossa inimiga não é a deusa Íris!

Makoto— do que você está falando?

Tatsuya— lembram quando contei que havia conseguido a Escama de Carídbis no templo de Poseidon?

Shiryu— claro, só não nos contou como, já que havíamos destruído aquele lugar. Levarão séculos para que alguém possa voltar lá.

Tatsuya— pois é...não foi bem assim que consegui aquela Escama.

Makoto— mas, o que isso importa?

Tatsuya— isso fez toda a diferença... Após o encontro com o grande mestre, as coisas ficaram mais claras na minha mente.

Shiryu— se você recebeu o GOLPE FANTASMA do Ikki, e está vivo, saiba que ele buscou te ajudar de alguma forma.

Tatsuya— agora eu pude entender o que ele viu! Confiem em mim, vamos para o Santuário. Explicarei tudo pelo caminho. — elevando o cosmo e criando um novo redemoinho de água, com um buraco negro no centro.

Makoto— eu não vou entrar aí!

Shiryu— não nos resta opção, Makoto. — saltando e entrando no buraco.

Tatsuya — meu amigo, Makoto. Pode confiar em mim novamente?

Makoto— Tatsuya...- olhos de ambos brilham, trazendo à memória a amizade que nunca deveria ter se esfriado — vamos Hayate, confie em mim! — pegando o cachorro no colo, e saltando também. O buraco se fecha, e todos somem.


Lago do Dragão Timfy, Grécia


Ao lado de um imenso paredão rochoso formado pela cordilheira de mesmo nome, o lago Timfy, um dos lendários lagos-dragão da Grécia, está cercado por pequenos arco-íris que iluminam o lugar. Sobre o lago, há cinco arco-íris maiores, criando uma espécie de cúpula. A superfície do lago é tomada por uma película colorida, que forma a base do templo, de onde se erguem pilares rochosos, que parecem feitos com a própria areia do fundo do lago.

Um templo simples, colorido e cheio de luz, em um dos pontos mais altos da Grécia. A entrada leva à margem do lago, sendo que é necessário atravessar uma ponte bem instável de madeira.

Erguendo-se das águas surge mais um pilar, enquanto observa-se em uma das margens Íris com suas guardiãs e Seiya, aguardando que o templo fique totalmente pronto.

Íris, queimando o cosmo e fazendo movimentos leves com as mãos, vai construindo seu próprio templo naquele local lendário, utilizando-se apenas de seu cosmo e da natureza ao redor.

Emma— que beleza de lugar, senhorita Íris.

Íris— além de ser próximo ao Santuário, ainda temos o privilégio de retirarmos toda a energia possível dos cristais dessas cordilheiras. Caso Atena não colabore, começarei a sugar a energia vital dos humanos.

Seiya— o que é aquilo!? — abismado.

Silena/Saori — nós deuses precisamos de um refúgio apropriado, Seiya. Esse será o nosso lar, até que Íris tenha cuidado de tudo.

Seiya— Saori, você então realmente é Atena?!

Silena/Saori — sim, e juntas faremos um mundo melhor para nós! Podemos contar com a sua proteção, certo Seiya?

Seiya— farei de tudo para proteger a minha família!

Os olhos vidrados de Seiya denunciam que ele está sob o domínio do cosmo de Silena. Ele enxerga e escuta Saori enquanto conversa com Silena.

Todos entram no templo, acompanhando Íris. Ela se dirige para um trono ao fundo, e se assenta logo em seguida, olhando tudo ao redor, e dando um leve sorriso.

Íris— aqui começa uma nova era!

Láquis — senhorita Íris, precisamos buscar mantimentos. Parece que há um vilarejo aqui próximo.

Íris— tudo bem. Aproveitem o contato com o povo local, mas voltem logo, pois aqueles insolentes logo saberão aonde estamos.

Damaris— sim, senhorita. Vamos, Láquis!?

Emma— posso ir com vocês?!

Láquis— isso não é um passeio, deixem que irei sozinha!

Áclama — tudo bem, ficaremos aqui guardando no templo. — eleva o cosmo rapidamente, retirando a vestimenta de Corça de Cerínia. — você irá com a sua armadura para lá?

Láquis — é verdade...

Láquis retira a armadura, e as outras seguem o exemplo. Todas elas ficam montadas em frente ao trono de Íris.

Láquis — bem, então vou indo...logo voltarei.

A guardiã parte, observada pelas outras. O olhar de Áclama parece expressar certo estranhamento, talvez desconfiando do comportamento da companheira.

Próximo ao lago, um feixe de luz anil desce entre os rochedos e o vilarejo. Era Paloma, que acabara de chegar. Ela observa algumas pessoas do vilarejo assustadas, apontando os lindo arco-íris que surgiram naquela noite.

Aldeão— esse evento em plena noite só pode ser obra de forças malignas! Vamos até lá ver o quê está acontecendo!

Todos— vamos!

Paloma intervêm, surgindo diante da multidão.

Paloma— esperem, lá é muito perigoso! Deixem que eu cuido disso, e voltem para as suas casas.

Aldeã— vejam, é uma amazona de Atena!

Algumas crianças se aproximam, tocando sua armadura, deslumbradas.

Menina— eu disse que quando crescer, quero ser uma amazona de Atena!

Paloma olha nos olhos negros da menina, e sente o calor humano do amor e sinceridade naquela criança. Também olha para as outras ao redor extasiadas com a sua presença ali. Ela reflete e prefere não comentar sobre não ser uma amazona de Atena.

Aldeão— você pode nos ajudar?

Paloma— sim, eu farei isso. Mas por favor, voltem para as suas casas e durmam tranquilas.

Aldeã— tudo bem, vamos crianças!

Paloma olha para as crianças voltando para as suas famílias, mas a menina continua perto dela.

Paloma— ei, o que foi?

Menina— me deixa ir com você? Eu tô com medo...

Paloma— eu não posso, lá pode ser muito perigoso pra você. Deixe que eu resolvo isso, tá bem?

Menina— tá....- cabisbaixa

Paloma— você é muito corajosa...volte para os seus pais.

Nesse momento, a guardiã sente uma presença se aproximando. Descendo a planície mais ao longe, percebe-se uma jovem de pele morena escura, com os cabelos negros até a cintura, trajando vestimentas verde-claras, e com um brinco verde em sua orelha esquerda.

Paloma— foi um prazer conhecê-la, viu mocinha. Vá logo! — dando dois tapinhas carinhosos em suas costas.

Menina— tá bem! — correndo para as casas do vilarejo.

Correndo rapidamente ao encontro de Láquis, Paloma levanta algumas pétalas amarelas pelo campo, iluminadas pelo brilho dos arco-íris.

Láquis — olá, Paloma. O que houve? — desconfiada.

Paloma— o que faz aqui?

Láquis— vim atrás de comida. Certamente há algo aqui nesse vilarejo. Você demorou, teve algum problema com os cavaleiros de Atena?

Paloma— não, correu tudo bem. Eles não estão ao nosso nível. Preciso falar com Íris!

Láquis— mas, aconteceu alguma coisa? Você parece apressada...

Paloma— talvez a nossa inimiga não seja Atena. Acho que sei quem está por trás disso.

Láquis — então, quem seria o nosso inimigo?! Alguma surpresa!?

Paloma— o que aconteceu na Grécia...certamente foi por influência de um cosmo maligno. Precisamos evitar que uma guerra inútil comece, e que inocentes paguem por isso. Íris tem poder suficiente para drenar toda a energia vital. Não há como Atena e seus cavaleiros a deterem!

Láquis— mas, você tem certeza disso?

Paloma tenta continuar, mas a guardiã parece não facilitar a sua passagem. Ela se surpreende, e uma gota de suor desce pelo seu rosto.

Paloma— Láquis...?

Láquis— seria melhor deixar esse assunto entre nós! — falando no ouvido de Paloma, que se surpreende, dando dois passos para trás.

Paloma— Láquis?! O que você sabe?

As duas se encaram, surgindo um impasse entre as guardiãs.

No Santuário, Tatsuya, Makoto e Shiryu sobem para o Templo de Atena, apressados. Mais acima, Atena observa ao longe o brilho colorido emitido pelo templo de Íris.

Atena— Seiya...Tália...

Qual será o mistério envolvendo a sombra que surgiu após a intervenção de Paloma?

Vamos Atena, reerga os seus cavaleiros e resista às forças do mal.

Notas finais
Alguém está tirando proveito da chegada de Íris, e iniciando uma nova guerra. Cabe aos cavaleiros de Atena evitar que o Santuário caia pelas mãos de Íris. No Santuário, o Grande Mestre revela aos cavaleiros de bronze o mistério envolvendo o comportamento de Tatsuya. Láquis revela à Paloma que a real ameaça ainda estaria por vir! Não percam o próximo capítulo de Saint Seiya: A Saga de Íris! A AMEAÇA DA ESCURIDÃO!