A Saga E - A pirâmide Colossal

8 Anukel excita Virgem - Esta e a nova saga das 12 casas


Notas iniciais
A identidade do grande mestre é revelada O primeiro ataque acontece.

O sol estava a pino. Um grande exército estava reunido no coliseu. Cavaleiros de bronze e de prata esperavam as próximas ordens que viriam do grande Papa. O mesmo descia as escadas que levariam a primeira casa – a casa de Aries.

Todos os cavaleiros se ajoelharam diante do representante de Athena. O Grande Mestre tinha uma cosmo energia serena e calma. Todos pareciam ser atraídos por aquela energia pura.

—-- Meus filhos e irmãos! Sinto retirá-los de suas vidas pacíficas, mas devo informá-los que Athena precisa que mais uma vez, vocês lutem por este mundo, protegendo o amor e a justiça. Queria muito poder saldar os oitenta e oito cavaleiros que compõe esse nobre exército, mas antes que pudéssemos entender a dimensão desse novo perigo, alguns de nossos irmãos de várias patentes tiveram suas vidas ceifadas. Esta madrugada Athena foi visitada por Rá...

Um grande burburinho começou. Todos se entreolhavam, alguns ameaçaram levantar-se, mas o tossir do grande mestre os trouxe de volta na sua atenção.

—-- Não se preocupem, ele veio em espírito ou em “Bá” como preferirem... Tudo que importa é que podemos ter o santuário sendo invadido a qualquer momento pelos deuses egípcios e seus guerreiros, preciso que estejam todos atentos. Eu convoquei a todos os cavaleiros de ouro que voltassem e assumissem as suas casas, todos devem estar preparados para o pior....

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Anukel estava sentada de pernas cruzadas de longe, observando o discurso do Grande Mestre. A Deusa da Sexualidade parecia entediada. Foi quando um sorriso nefasto surgiu em seu rosto e com um estalar de dedos, uma passagem para o Duat abriu acima de sua cabeça.

—-- Está na hora de deixarmos a coisas bem mais interessantes! – disse ela pausadamente como que quisesse seduzir alguém. – Quero ver como esses cavaleiros se saem contra o meu brinquedinho...

Ele enfiou o seu braço direito pela passagem e retirou um objeto de lá. Ele era rosado e felpudo. Era um leque enorme que poderia tapar o seu tronco. Ela o abriu e cortou o ar, que se encheu de um pó rosado que era da mesma cor do leque.

—-- Se rendam a maravilhosa Anukel, meus patéticos cavaleiros! – disse ela abrindo o leque e empurrando uma grande quantidade de ar para frente.

Um Riso triunfante surgiu no rosto da deusa quando viu uma nuvem rosada ir na direção do conglomerado de homens reunidos alí. O Grande Mestre continuou o seu discurso quando de repente sentiu a cosmo energia.

—-- Já chegaram... – bradou ele.

Os cavaleiros olharam para trás e viram que a nuvem já pairava sobre suas cabeças. O Papa viu que os guerreiros que estava debaixo da mesma, começaram a entrar em transe. Pior, vestiam suas armaduras sem qualquer permissão.

—-- Não se deixem ser controlados! Saiam debaixo dessa nuvem! – gritou o mestre.

Mas era tarde de mais. Os cavaleiros controlados, já começavam a atacar os seus parceiros e irmãos de exército. O Grande Mestre ainda ameaçou saltar para acabar com a verdadeira guerra que começara entre os santos de Athena, mas a nuvem estava a sua frente, e se ele fosse controlado, aí sim teríamos um grande problema.

O Papa começou a elevar a sua cosmo energia. Os guerreiros controlados e os que não estavam, pararam para ver o Santo Homem que nunca havia entrado numa batalha.

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—-- Hm? – disse Saori quando sentiu a cosmo energia.

O sol não estava tão quente no santuário de Athena. A mulher de cabelos roxeados aproveitava a brisa fresca da tarde. Ela podia ver o pilar que a energia cósmica que possuía um tom rubro, se erguer como um pilar no início das doze casas.

—-- Faz 12 anos desde a última vez que queimou o seu cosmo... E ainda possuí um brilho forte e puro... Ninguém seria mais indicado ao cargo de Grande Mestre, mas eu quero que você sobreviva... Oh santo de Virgem.

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O Grande Mestre queimou o seu cosmo ao máximo e logo correntes de ar o circulavam. O Vento segurou o avançar da nuvem e o mesma dissipou-se com as correntes de ar que fluíam do cosmo dele. Mas mesmo de máscara, poderíamos presumir sua expressão de dúvida quando viu que a batalha continuou.

—-- Por que eles continuam a digladiar-se? É essa a pergunta que você iria fazer?— disse alguém atrás dele.

O papa se virou e viu uma bela mulher. Ela estava sentada sobre uma rocha com uma das pernas flexionadas, com o seu corpo inclinado para frente, e ela lançava um olhar puro na direção do mestre.

—-- Quem é você ?

—-- A Deusa da Sexualidade: Anukel.

—-- E presumo que você não veio sozinha, certo?

—-- O que importa, senhor Papa ? Você vai morrer nas minhas mão mesmo!

O Mestre calou-se quando a mulher mandou-lhe um beijo provocativo. Anukel, rapidamente saltou e mais uma vez golpeou o ar com seu leque e uma massa de energia cósmica veio na direção do mestre que não se moveu.

Uma grande explosão ocorreu, mais uma vez chamando a atenção de todos. Anukel viu que a area ficou completamente destruída e deu uma gargalhada muito alta, mas quando olhou novamente viu que um brilho dourado estava no meio da cortina de poeira.

—-- Parece que confia muito no poder de seu sex appel, senhorita deusa! – disse o grande mestre intacto.

—-- Mas, isso é... – disse ela quando a cortina dissipou-se.

O Grande Mestre voltou a emanar sua cosmo energia e o céu começou a ser tomado de nuvens negras e relâmpagos cortavam o céu. O vento terminou de dissipar o restante da poeira e ficou claro o que estava diante dele. Uma armadura. Ela era dourada e tinha o formato de uma mulher com asas, numa posição de oração. A armadura de Virgem.

—-- Não ouse zombar de mim, Papa ! Sabe que seus poderes como cavaleiro nem chegam aos pés de nós, deuses!

—-- Eu sou um homem que é contra qualquer tipo de violência! Estava extremamente feliz por não ter mais que lutar, mas infelizmente, meu destino voltou para me assombrar! – disse ele arrancando a máscara avermelhada.

A máscara caiu no chão e o Grande Mestre se revelou num homem de cabelos esverdeados que iam um pouco abaixo do ombro. Seus olhos que tinham um tom verde mais claro, transmitiam irritabilidade.

—-- Nossa como você é bonito! Parece que é um jovem garoto!

—-- Agradeço o elogio... Mas infelizmente, não poderei pegar leve com você , senhorita deusa...

—-- Aé? Por quê?

—-- Por que minha estrela guardiã não e virgem! Este foi o último presente me dado por seu antigo cavaleiro – Shaka. Minha verdadeira constelação guardiã também se sacrificou pelo bem de um povo. Meu destino como cavaleiro não está em guiar ou dar ordens. Está em me sacrificar pelo bem de todos.

—-- Que coisa chata... – disse Anukel colocando-se em guarda. – E qual seria está constelação?

—-- Andrômeda! Meu nome é Shun , sou o atual mestre do santuário e cavaleiro de virgem, mas para sempre serei : Andrômeda.

E ao terminar seu relato, automaticamente a armadura despedaçou-se e começou a vestir o Grande Mestre. Anukel sorriu e partiu para cima dele com seu leque aberto.

—-- Eu juro que você será meu, Shun de Virgem ou Shun de Andrômeda! VENTO DO AMOR!...

—-- O quê?! – disse Shun quando viu o ar girar.

Anukel produziu um verdadeiro tornado rosado e o mesmo engoliu o cavaleiro de Virgem, jogando-o para o ar. A Deusa sorriu, mas viu que uma outra corrente de ar envolvia o cavaleiro. Shun habilmente desceu com várias acrobacias e caiu sobre um pé só, diante da sua inimiga.

—-- Mas como? – disse ela. – Era para você estar sobre o meu poder... Ou pelo menos sua armadura ter se tornado pó....

—-- Corrente Nebulosa! – disse Shun com o ar rosado a sua volta. – Esse é um dos poderes mais fortes de Andrômeda. Seus ventos são fortes, mas não podem contra minhas nebulosas...

—-- Não me subestime... Não me diga o que eu posso ou não fazer!... AHHHH!!!!...

Shun arregalou os olhos quando viu o pilar de energia tocar os céus. A deusa da sexualidade tinha uma cosmo energia incrível. O Cavaleiro de Virgem assistiu mais uma vez o vento girar.

—-- Sinto muito, mas eu não quero mais me aproveitar de você! Você me irritou de verdade, e meu próximo ataque irá partir este santuário ao meio ! – disse ela girando o seu leque.

—-- Parece que eu terei que lutar sério! – disse ele.

—-- MORRAAAA !!! – gritou ela.

Um tornado gigantesco se formou no leque de Anukel. Conforme ela o girava o tornado engolia tudo ao seu redor. logo o tornado foi para cima de Shun.

—-- COSMO! QUEIME ATÉ OS CÉUS !!!! CORRENTES QUE NUNCA ME ABANDONARAM, ME EMPRESTEM O SEU PODER MAIS UMA VEZ!!! – gritou o cavaleiro de virgem.

Anukel estranhou quando Shun abriu os braços e das asas atrás da armaduras um par de correntes, saiu. Elas eram douradas como a armadura, mas cada ponta era diferente. A da direita era pontiaguda e triangular, já a outra tinha uma espécie de esfera dourada como ponta.

—-- Voe até o infinito e persiga o inimigo! – disse Shun sentindo o vento balançar seus cabelos. – ONDA TROVÃO!!!

Shun estendeu o braço direito e a corrente dourada cortou o ar e abriu caminho no tornado de Anukel. A deusa assustou-se e saltou esquivando-se, mesmo com a corrente perseguindo-a como uma serpente venenosa.

—-- Como é que pode? Essa corrente parece que tem vida própria... – pensou a deusa. – Quero ver até onde poderá me seguir!

Anukel girou o seu braço e abriu uma passagem para o Duat às suas costas. Ela adentrou e a corrente pareceu meio confusa. Sua gargalhada ecoou pelo céu e Shun parecia não ligar para a sua inimiga ter sumido.

—-- Agora você não pode me pegar, senhor mestre do santuário! – disse ela ironicamente.

—-- Você está condenada, Anukel! – disse Shun tristonho.

A corrente pareceu decidir-se e de repente investiu contra o céu e desapareceu. Passou poucos segundos e ela se recolheu e Shun sorriu quando viu Anukel amarrada a mesma e chocando-se com violência contra o chão.

—-- Não é possível... – disse ela encarando-o assustada. – Que corrente é essa? Ela me seguiu até as camadas mais profundas do Duat...

—-- Anukel, você se orgulha muito das suas ventanias e do poder do seu leque... Eu gostaria de mostrar a você, o meu maior dom!

Anukel assustou-se ao ver um vento mais poderoso e violento que o dela, girar. Os cavaleiros que digladiavam-se no coliseu, tiveram de se proteger pois tudo naquela região estava vindo a baixo. Kiki do alto da casa de Áries estava surpreso com a quantidade de vento que emergia daquele lugar.

Anukel começou a deixar o chão quando o vento começou a girar. Shun a encarava seriamente e parecia despedir-se dela com o olhar.

—-- Por favor, não faça isso... Eu sou a deusa da sexualidade, posso satisfazer-lhe em qualquer sentido, por favor, só não me mande de volta para o Duat, não por favor... – disse ela em prantos.

—-- Eu sinto muito... – disse Shun levantando o braço direito. – TEMPESTADE NEBULOSA!!!..

—-- AHHHHH!!! – gritou Anukel quando vou levada ao céu pelos cometas nebulosos daquele tornado. – Mestre Seth.... Eu cumpri minha missão... Mas tome cuidado... Os cavaleiros de Athena são verdadeiros demônios mandados por Apófis...

A Deusa fechou os seus olhos e foi desfazendo-se no ar. Shun a encarou com tristeza e depois olhou o morro do outro lado do coliseu. De lá, Seth e seus servos encaravam o cavaleiro de virgem com ódio.

—-- O.k cavaleiro de Athena! Se é assim que quer, assim será! – praguejou o Lord vermelho. – Afinal, o meu fiel servo já fora se divertir mesmo... He,He,He....

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Enquanto isso num vilarejo próximo do santuário, um cavaleiro andava pelas ruas calmamente. Sua armadura era vermelha e lembravam vários tipos de animais. O cavaleiro possuía cabelos castanhos, quase musgos e olhos azuis irônicos, ele observava o povo daquele vilarejo pacato nas suas atividades diárias e ele sorria malignamente.

—-- Hum! Mal sabem do perigo que estão correndo... – disse ele. – Eu, Ismael de Animal os levarei ao mais profundo desespero!....Hm?

Ismael viu uma luz muito pura as suas costas e saltou. Ele viu quando uma rajada de meteoros atingiu o local aonde estava. As pessoas correram quando viram o estrondo do golpe atingindo o chão terroso. Ismael trincou os dentes de raiva quando viu um jovem cavaleiro trajando uma armadura prateada.

—-- Quem é você inseto?

—-- Eu sou Kouga! O cavaleiro de bronze de Pégasus!...

—-- Um cavaleiro de Bronze? Hum! – disse Ismael com nojo.

—-- Eu quero ver se você vai continuar dizendo isso quando sentir o gosto do meu ataque! – disse Kouga elevando o seu cosmo. – PEGASUS RYUUSEIKEN !!!...

Ismael nem fez questão de encarar os meteoros liberados por Kouga. O cavaleiro de Animal, simplesmente estendeu seu braço direito e bloqueiou os ataques levantando uma parede de areia.

—-- Está vendo? Seu ataque não é nada perante mim! Mas veja o que meu ataque pode fazer com você ! – disse Ismael elevando um pouco seu cosmo.

Kouga arregalou os olhos quando um jato de areia veio na sua direção. O cavaleiro de Pégasus seria soterrado e quem sabe enterrado vivo depois daquele ataque. Mas de repente ele viu algo se colocando na sua frente e muro de água bloquear o ataque com dificuldade.

—-- Mekyou Shisui ( Espelho Brilhante: Agua Cristalina)! – gritou alguém.

—-- Ryuho? – disse o cavaleiro de Pégasus surpreso por ver o filho de Shiryu alí protegendo-o.

—-- Desculpe Kouga-kun pelo atraso! – disse o pequeno dragão com seu sorriso simpático de sempre. – Mas em compensação, eu não vim só!

—-- Hm? – disse Ismael olhando para trás.

—-- DIVINE TORNADO!!! – gritou outra pessoa atrás do guerreiro.

O cavaleiro de Animal estendeu o outro braço na outra direção e levantou mais uma parede de terra e continuou atacando Ryuho e Kouga. Nem o tornado de pernas de Yuna fora capaz de passar pela defesa do egípcio. Porém enquanto o inimigo sorria, ele tentou olhar para suas costas acima do ombro e trincou os dentes de ódio.

—-- GALOPE DO UNICÓRNIO!!! – bradou Seihim atacando-o pelas costas com uma poderosa joelhada. – Hm?

—-- Há,Há,Há!!! – gargalhou Ismael quando bloqueou o ataque do cavaleiro usando apenas a sola do pé. – Desistam cavaleiros, não poderão me derrotar...

—-- Será mesmo? – disse alguém camuflado.

Ismael surpreendeu-se quando viu a figura de Haruto saindo de debaixo de um disfarce da parede. O cavaleiro de lobo uniu seus dedos indicadores e começou a elevar o seu cosmo. Atrás de Seihim, estava Souma que também queimava o seu cosmo.

—-- Uma armadilha? – concluiu o egípcio.

—-- Tarde de mais, meu caro... – riu Haruto. – SOUGA HOROUCHI ( GARRAS DO ESPÍRITO DO GRANDE LOBO)

—-- E eu também estou nessa!... LIONET BURNING FIREEE!!! – gritou Souma.

Seihim e Yuna saíram da frente quando o chão debaixo dos pés de Ismael se partiu e se ergueu na forma de um lobo de terra. O ataque engoliu o cavaleiro de Animal e não satisfeito a rajada de fogo, ainda engoliu o englobado de terra , fazendo- o explodir. Os cavaleiros de Bronze recuaram orgulhosos e comemoravam.

—-- Conseguimos! – disse Kouga. – Hm?...

No meio das chamas, eles viram uma silhueta. Logo, a cosmo energia monstruosa que ele liberava, dissipou o caminho de chamas e produziu uma poderosa tempestade de areia que cegou os seis cavaleiros de bronze. Logo, Ismael entendeu o braço direito e começou a elevar o seu cosmo no limite.

—-- Hm? – disse Animal quando sentiu uma mão contê-lo. – O que quer aqui, Ammit?

—-- O QUÊ?! – disseram Kouga e Seihim quando viram Ágora ao lado de Ismael.

—-- Eu lembro dos cosmos de vocês! Também estavam lá em Asgard, quando eu e o mestre Anúbis, seqüestramos Hilda... – disse Ágora com um sorriso maligno. – Terei a chance de enterrá-los novamente!..

—-- Suma daqui, Ágora, á buscar seus próprios brinquedos pra se divertir!..

—-- Não se esqueça que mestre Seth lhe deu uma outra missão! Deixe que eu destrua esses estorvos, siga o seu caminho!... A não ser que queira desobedecer o seu mestre, não é?

Ismael trincou os seus dentes de raiva, e cessou a estimulação do seu cosmo. Ele se virou e seguiu. Quando os cavaleiros de bronze ameaçaram correr em sua direção, Ammit os interceptou e elevando o seu cosmo, os obrigou a montar a sua guarda.

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Enquanto isso o Grande Mestre despido de suas vestes sacerdotais, voltava a sua casa guardiã. De lá de cima, ele via os cosmos do deuses egípcios se aproximando da entrada das Doze Casas. Shun matinha um olhar inexpressivo e receoso.

Lá em baixo. Kiki olhava atentamente aquele pequeno exército de deuses que mais se pareciam humanos marchando em direção a sua casa. O Jovem cavaleiro de Áries os contemplou sério. Seth e Hórus vinham na frente dos outros deuses. Eram oito no total. E todos encaravam o cavaleiro de ouro, como um petisco que serviria como entrada de um grande banquete que estava por vir.

Começou a nova saga das 12 casas.

Notas finais
Curtiram o Shun de novo mestre e vestindo o manto de Virgem?