A Rosa do Espinho
1 Capítulo 1 - O começo - Para o papai e para mamãe!
28/07/1999 casa dos Sherwood, Toronto, Canadá.
— Mikhail? Onde você estar querido? Temos que ir! _ dizia a mulher de olhos acinzentados e de madeixas longas e lisas, de um azul bem escuro. Com passos largos, Roseli Sherwood, chama pelo filho ainda pequeno, a mulher anda com pressa pela casa com a bolsa em suas mãos, sobe os degrau da enorme escada de madeira branca, já no terceiro andar ela observa a porta do quarto do menino fechada e como a luz ainda estava acesa, ela colocou a mão na maçaneta e ouviu a voz do filho.
— Mãe! Pode entrar. _ Mikhail virou seu corpo sentado sobre o acento da cadeira giratória, um sorriso maroto estava em seu rosto, ele se levantou pegou a mochila preta, e colocou ama da alça em seu braço esquerdo e caminhando ate a porta para encontrar a mãe.
— Como você sabia que era eu? _ Seu sorriso foi de orelha a orelha com o reconhecimento rápido do filho.
— Ora essa mãe. Quem e que vem toda vez, em todas as viagens me dar pressa? Você! _ O menino de sete anos ria com sigo mesmo, a mãe olhava para o rosto do filho com ternura, carinho e amor. — Nossa, que foi mãe? Ficou seria de repente, algum problema? _ o menino ficou em silencio esperando uma resposta da mãe. Mas nada teve em troca, houvesse uma voz ressoando do primeiro anda, bem na reta da escada, era o Max, era o papai.
— Vamos pessoal, temos que ir, já vai anoitecer, e vocês sabem que a noite eu não gosto de viagem, sem falar na neve, que esta cobrindo todo o solo eu quero identificar o que e estrada e calçada. Vamos, vamos! _ era uma verdade e tanto Max detestava viajar de carro à noite, e a neve o preocupava, era para a família já ter viajado, mas ouve problemas na empresa e dificultou, porem Max faz o que pode para a família, Alex avia o convencido a passar o inverno com a família toda, Marília avia de gostar sentia muita falta do filho mais novo. Max subiu ate o quarto do menino queria saber qual era o motivo da demora. — Vamos gente!
— Claro, seu pai estar certo Mikhail! E não foi nada, e que você estar crescendo e eu... Ha eu fico comovida. Pronto, agora vamos.
— Graças a Deus! Viu Mikhail não foi nada. Quero todo mundo dentro da que Le carro em 3 minutos.
Mikhail assentiu com um movimento do rosto, ressuscitou seu sorriso malando e junto com os pais saiu de porta a fora, os três saíram correndo pelo corredor e dizendo as escadas rumo ao carro. Já dentro dele Mikhail colocou o fone no ouvido já plugado em seu Ipod, e seus pais o cinto de segurança assim como ele uns minutos depois. Seis horas em ponto, eles já avião passado pela entrada da cidade pelos trevos, pontos de paradas. O plano era Vancouver, o de sempre, mas seu tio e sua avó estavam com saudades então iriam para casa deles em Montreal. Mikhail olhou de relance para o para-brisa do carro, avistando de imediato um homem sobrecarregado de roupas, um, sobretudo largo e botas pretas, ele segurava uma arma em mãos, Max avistou também, franzindo a tesa ele segurou o volante com mais firmeza, apertou o botão bem no painel do carro, ha segunda tela do painel se levantou. O homem atirou, mas Max desviou fazendo o carro virar para reta da rua ao lado, Max não queria desviar de caminho, mas precisava.
— Roseli! Assuma o controlo de segurança em quanto eu dirijo. Mikhail ouça bem! _ Mikhail não entendeu o que estava havendo, mas prestou bem atenção em seu pai. — Se eu e sua mãe não conseguirmos sobreviver...
— Como assim? Não sobreviver, o que estar acontecendo?
— Ouve seu pai Mikhail! _ Roseli colocou a palma da Mao sobre a tela e sua digital foi reconhecida, uma voz eletrônica pode ser ouvida.
— Senhora Roseli! Em que posso ser último?
— Hélio, o carro esta sendo bombardeado, feche os vidros do carro e abra o compartimento de trás. _ O carro dos Sherwood estava sendo atacado novamente, não era qualquer carro, com a vida que Max e Roseli levavam ele precisavam de algo protetor, sendo assim o carro não ia ser facilmente danificado. Três carros esta os seguindo e atirando neles.
— Sim senhora, vidros fechados e compartimento aberto. Deseja ativo o armamento, para sua proteção?
— Sim Hélio. Quero que feche as portas secretas da empresa, de todas elas! E apague todo reconhecimento de voz, digital e visual de todos autorizados menos do Mikhail. Apenas ele pode abrir.
— Porta trancada ser for excluído á autorização de todos, isso incluirá a do senhor Max e de sua, Roseli, deseja continuar?
— Sim Hélio, isso e uma ordem.
— Sim senhora, realizando procedimentos.
— Pai! O que significa isso?
— Continuando. Se eu e sua mãe não sobrevivermos você ira para casa de seu tio em um dia, não vá diretamente, pegue um taxi, estar vendo a mochila, ai atrás, pegue ela agora. _ Mikhail fez o que o pai manda, quando ele estava prestes a tocar na mochila viu um saco preto do tamanho e largura de seu corpo, Mikhail ficou intrigado, então pergunto.
— Que saco preto e esse?
— E uma imitação de seu corpo, preste atenção Mikhail você ira pegar essa mochila e vai se esconder ate amanha de manha, nada de hotel ou pousadas se esconda na mata, dentro da mochila tem suprimentos roupas e dinheiro... _ O tal do Hélio fez o que Roseli pediu, armas foram postas dos lados e de traz do carro, então uma rajada de tiros de alto calibre foi diretamente para os carros que viam atrás. — Mikhail, essa viagem não foi à toa, ou o ataque deles foi conhecidíssima, nos já sabíamos que eles viriam, o corpo ai atrás e para substituirá o seu, claro que eles depois descobriram que não e você, pelo material genético, mais, isso te Dara tempo. Não fala com estranhos, Mikhail não confie em ninguém! Dentro da mochila tem um GPS pegue ele siga as instruções, o GPS já estar configurado com a rota. _ Max olhava para Mikhail pelo retrovisor interno, o olhar do filho era de puro espanto, mas ele tinha que saber, Max tinha pouco tempo, então só contou o essencial. Ele pegou uma foto do fundo falso da carteira. — Mikhail, ela menina você ira ha conhecer um dia seu nome Rachel, não tenho tempo para entrar em detalhes, mas, deve confiar nela.
— Filho, escute a mamãe, irar chegar uma hora, em que pessoas, vão falar coisas para você...
— Que tipo de coisas?
— De todo o tipo, mas escute Mikhail! Eu e seu pai não iremos ficar chateados se você sentir raiva ou ódio de nos de todos nos, eu fiz de tudo que o que estava no meu alcance para você ter uma vida normal, você vai ter, eu prometo, mas preciso contar com você, uma hora você vai ter que assumir a empresa, essa menina ira te ajudar _ O carro foi atingido varias vezes e a segurança estava ficando comprometida. Hélio informou sobre os danos, Max e Roseli estavam sem tempo. O adeus já estava chegando. – Mikhail. Eu quero que você ponha em pratica todos os ensinamentos de artes marciais que você aprendeu, se alguém te atacar ou você precisar, seja ardiloso filho, não cometa idiotices, não se ponha em perigo, ou fuja do seu caminho, Mikhail vai ser difícil, mas você terá que ter forças, e encarar as dificuldades... _ A traseira do veiculo foi atingida letal mente. Chegou à hora!
— Querida nos dois precisamos dizer adeus. _ Max pegou na mão da esposa, transmitindo todo conforto, ela assentiu, mas lagrimas rolaram. Mikhail não entendia, mas sabia que era serio, e sentia que seus pais iriam morrer, e ele ia ficar sozinho. Max pegou o corpo e Rosa li colocou em cima do banco tirou de dentro do plástico, o cadáver se parecia muito com Mikhail, Rosa li pegou a mochila e a deu para o menino.
— seja forte meu anjo!
— Mikhail eu vou fazer com que o carro de rape, eu quer que pule mata adentro, Ok? Nosso tempo chegou ao fim. Mas o seu ainda continua.
— Hélio! Quero que programe sua segunda versão para se alto ativar e ajudar o Mikhail da que dezenove anos. Depois se destrua. _ Rosa li parou e respirou fundo, Hélio foi à maior criação dela. — Foi um prazer ter feito você.
— Verdade Hélio, Rosa li tem razão, e um prazer afundar no barco com você.
— O prazer e meu. Max e Rosa li... E claro o pequeno Mikhail. È e foi uma honra ser parte dessa família.
Max abriu um de seus inúmeros sorrisos então, foi e isso, o pensou. Max derrapou o carro, Hélio seu amigo honesto, já se foi. Max olhou para Mikhail, ele sabia que seu filho precisava de mais.
Respostas Explicação.
Mas seu pai não poderia. Max olhou para o filho de soslaio, mexendo a boca como um sinal, transmitindo pra o filho as palavras que ele tinha que sentir.
Eu sempre vou te amar!
Mikhail por fim abriu a porta.
Um segundo.
Dois segundos.
...
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