A Revolta das Máquinas
4 04 - Completo Caos
Marcus escutou o estalo de um tiro ao longe. O som ecoou pela sala de conforto como se fosse um zumbido de uma abelha próximo ao seu ouvido.
— Aquilo não me pareceu um som muito agradável — Marcus eatremeceu, mas não mostrou fraqueza.
— Se não quiser escutar algo semelhante... corra.
Falou o general puxando-o a tirando-o do local de segurança.
Não demorou muito para que atingissem o nível baixo. A porta estava próxima era como se eles estivessem próximo de entrarem no céu. A porta abriu-se rapidamente, mas não se via o céu. O caos havia se instalado... ou melhor os C.A.O.S.
A parede magnética havia se dissipado e quebrado como se fosse vidro e uma onda robótica metálica havia invadido à cidade. Clarões de luzes e bombas estouravam por todos os lados. Os robôs eliminavam algumas pessoas enquanto outras fugiam dali.
— Realmente filho...
— O que?
O general pareceu continuar, mas seus lábios fecharam-se e entrou em silêncio.
— Está acontecendo o mais temíamos... — Ele continuou.
— Os robos atacaram, não foi? — Marcus queria não acreditar naquelas palavras.
— Temos poucas chances de sobreviver a partir de agora. — O homem gritou para que sua voz pudesse passar por cima dos sons das explosões.
Alguns soldados puseram-se a frente e apontaram suas armas para a massa metálica que havia invadido à cidade.
— Atenção soldados! — gritou o general — perdemos muitos homens nos túneis. Quero que vocês os vinguém. Lembre-se deles quando atirarem na cara de lata desses robôs. — ele analisou o rosto de casa soldado — Que a força seja longa! — saldou.
Todos os soldados, agora totalmente arrumados em linha reta e prontos para atirar ao comando do general, não pareciam muito confiantes em sua vitória, de alguma maneira eles sentiam que iriam morrer naquele dia.
Marcus lembrou de seu irmão.
Dan não poderia ter sobrevivido aos destroços. E além do mais, também existia a probabilidade dele ter sido morto pelos rebeldes. Só aquilo explicaria o barulho do tiro que havia escutado.
— Atirem! — gritou o general.
Uma salva de tiros e bombas tomava conta dos céus. Mísseis e lasers eclodiam e formavam um espetáculo de cores no céu junto a trilha sonora dos gritos das pessoas apavoradas.
O garoto foi arrancado de seu esconderijo pelas bordas da sua camisa. O general levou o sorriso aos cantos da boca de um modo quase impossível.
— Temos que sair daqui? — ele entrou em um pequeno compartimento e levou o garoto consigo. — Melas já pode ser considerado um distrito morto.
Com certeza o distrito de Melas havia sucumbido ao caos.
— E outra coisa... bem vindo A FORÇA, filho. — o homem colocou a mão no pescoço onde se localizava seu pequeno chip — Você será o primeiro de me novo exercito de soldados imunes.
Eles pularam no esconderijo em forma de buraco que dava direto a um lugar nada bom.
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