A Revolta das Divindades Aquáticas
1 O começo
Notas iniciais
CAPÍTULO 1
ten ten ten te... soco o meu despertador, esse som é tão chato, como a maioria das pessoas podem acordar felizes, quando tem esse som horrível na sua orelha para poder te acordar está alem da minha compreensão.
mais hoje é um dia especial, eu e minha família estamos indo buscar minha meia-irmã caçula no reformatório, Melisende. Ela sempre foi uma criança difícil, sempre durona, procurando encrenca em todo lugar, ela foi para o reformatório apenas com 13 anos, agora depois de 3 longos anos estamos indo buscá-la, ninguém nunca mais viu minha irmã desde que ela foi para o reforma, nem minha família, ela ficou revoltada por ir ao reformatório, e disse que não queria nenhum de nós indo lá para visitá-la, claro que não a ouvimos, fomos lá na próxima semana, mais ela nem sequer saiu do seu quarto, sempre tentamos falar com ela, mais ela sempre consegue nos evitar. nunca fomos próximas mais isso não quer dizer que eu não me importo ou que eu não a amo, ela não querer ver nenhum de nós, isso machucou, e como.
Depois que estou pronta, com uma calça cargo verde escura, e uma camiseta simples de decote V, e meu velho amigo All Star, desço para cozinha, não somos ricos, mais somos bem de vida, nossa casa tem 3 andares, e é imensa, chego na cozinha e vejo Liv, minha madrasta fazendo ovos para o café da manhã, meu pai, John, está sentado na mesa, mexendo no computador parecendo nervoso.
— Bom dia — eu digo.
— Olá querida — responde papai. Liv vem na minha direção e lasca um beijo na minha bochecha.
— Bom dia, linda — ela me cumprimenta me dando um largo sorriso
Liv é a melhor madrasta que alguém pode ter, ela odeia que eu a chamo de madrasta, ela diz que parece que ela fosse malvada, então eu a chamo de boadrasta, ela também não é mãe de Melisende, papai a conheceu quando eu tinha 10 anos e Melisende 8, eu tinha gostado dela logo de cara, devia ser porque eu queria uma mãe, já que a minha tinha morrido quando eu nasci, eu estava carente daquela época, todas as minha poucas amigas contavam histórias divertidas sobre seus passeios com as suas mães, e eu tinha nada disso. Melisende já foi outra história, ela nem sequer olhou para cara de Liv, desde que Melisende tinha 5 anos ela tinha uma personalidade forte, eu e papai não ficamos surpresos por ela não gostar de Liv, ela dizia que a mãe dela iria voltar para ficar conosco e que Liv não iria roubar o lugar de direito de sua mãe, os anos se passaram papai casou com Liv, a mãe de melisende que tinha largado ela com nosso pai só com 5 meses nunca voltou, e assim que foi a entrada de Liv para a nossa família, e eu a admiro, não são muitas mulheres que se casam com homens que tem 2 filhas e muito menos uma delas que prometeu que iria odiá-la para o resto de sua vida.
— Suas coisas estão arrumadas Trinity ? — papai pergunta.
— Estão — eu digo, enquanto me sento, e Liv coloca o prato de ovos, e um suco de laranja na minha frente.
Nós moramos em Los Angeles, minha irmã está em Atlanta, por isso vai ser uma longa viagem de carro, Melisende estava no reformatório de Los Angeles, mais ela vivia escapulindo do reforma, então o pessoal do reformatório decidiu mudar ela para o Reformatório de Atlanta, esperando acalmá-la de fugir, já que iria para o outro lado do país, mais eles estavam errado, ela fazia a mesma coisa lá, até que eles ligaram para nós, pedindo permissão para colocar um pulseira de localização, caso ela fugisse e não voltasse para o reformatório, papai permitiu, e ela parou de fugir.
Depois que todos nós terminamos de comer, colocamos nossas poucas coisas no porta-malas, e entramos no carro, pesquei meu celular, e coloquei a música lenta de Ella Mae Bowen, enquanto eu via as árvores passando na velocidade da luz
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