A Rebelião
5 Raphael- Libertados
Notas iniciais
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Um ursinho alaranjado.
–Raphael.
Dois novos sobreviventes.
–Alex...
–Viih
Uma nova história.
–Eu conheço esse ursinho.
* * *
Uma pessoa estava tentando se esconder atrás de um sofá caído. Mesmo assim, curiosa, olhou e não viu nada, mais mesmo assim, sacou suas 2 pistolas negras, em detalhes prateados brilhantes.
A porta se abriu e ela se agachou se encolhendo atrás do sofá:
–Alguém?- Uma voz de homem meia rouca, mais forte e mandona.
–Nate eu vi uma menina.- Agora a voz já era precisa e fraca, uma garota.
Ela se agachou mais.
–Espere, vi uma movimentação atrás do sofá.
Os dois que acabaram de entrar sacaram armas, um 2 sabres e um cajado.
–Ei não vamos machuca-lá.- O garoto da voz rouca tentou empurrar o sofá.
Ainda sim, ela subiu e falou:
–Quem são vocês?-A voz da outra menina do lado oposto deles era fraca, mais calma e sua beleza perfeita.
–Eu me chamo Luna, e esse é Nate.
–Caçadores- acrescentou Nate.
–Okay, uma coisinha.
Ela atirou no braço de Nate, e ele caiu aos braços de Luna.
–Eu trabalho sozinha.
–Qual seu nome?
–Anne.
Fez um silêncio.
–Anne Ross...
* * *
–Quem é Raphael, Drake?- Yuu resmungou como um sussurro.
–Um antigo amigo meu.- Fez uma pausa na sala.- Ele tinha esse ursinho, mais não sei como colocou aqui na sala. Ele morreu antes de chegar.
Ralf passou pela Yuu.
–Raphael? Aquele...?
–Ele mesmo.
–Quem é Raphael?- Agora era Yuna irritada.
–Caçador, segundo ele. Tinha esse ursinho alaranjado. Eu próprio matei ele, atirei na sua perna, e ele morreu no ácido.-Ralf retrucou.
–Hum...-Viih responsdeu.
Viih tinha cabelos roxo escuros e cabelos claros, quase um tom azul mar. Estava com uma saia rodada e uma camisa branca com uma gravata roxa que sempre flutuava com grandes ventanias, um pequeno colete preto e sua roupa era a mais chamativa, combinava com a do Drake, gravatas. Estava com 2 esferas presas á mão e pulsos cortados, facas na saia. dava pra perceber que às vezes era fria pelo seu olhar, mas também se percebia que era doce, revelava-se uma bipolar.
Alex tinha cabelos azuis e olhos negros mais pretos que tudo que possa imaginar. Pele levemente bronzeada, forte e atraente. Calça jeans e camisas brancas de botão, mesmo que prefira ficar sem camisa, sente-se preso por elas, que posa sufoca-ló, poderia ter sido uma infância. Ele estava com os punhos sem nada, mas tinha uma espada preta na suas costas. percebia-se de longe que era confiante e determinado.
Viih olhou pra Alex.
–O Raphael pode estar vivo.
–Mais teria me procurado.
–Ás vezes á pessoas, não sabem o sentido que é perder um amigo, mais depois que passa por uma coisa dessas, ninguém nunca mais quereria ti ver.- Viih aborreceu as feições de Ralf.
–Ralf- estendeu o braço-Ralf Grimm.
Viih e Alex cumprimentaram ele.
Drica, Yuna, Yuu se apresentaram, menos Drake, ainda estava pasmo.
–Drake?
Era a voz delicada de Yuu.
–Yuu?
A voz entrestecida de Drake.
–Quero conversar com você, pode ser la encima?
–Tá.
Os dois subiram, Drica e Yuna foram se acomodar no quarto, na verdade só foi Drica, Yuna só botou à na cama e correu. Ralf estava sozinho, enquanto Viih e Alex retrucavam palavras de Dretur.
–Viih?
–Sim?
Ralf saiu e foi pra cozinha.
–A bastante tempo quero lhe dizer uma coisa.
–Pode falar.
–Eu tenho me interessado por você.
–Não entendi.
–Tenho gostado de você.
–Mentira?
–Sério.
–Você é muito rude pra gostar de mim.
–Ás vezes, penso mais sei que gosto de você.
As bochechas de Viih ficaram escarlates.
–Alex?
–Solte.
Viih aproximou-se e deu um selinho em Alex.
–Tolinho- Viih retrucou saindo da sala.
Alex sorriu.
* * *
Yuu e Drake estavam sozinhos no quarto e Drake não largava o ursinho:
–Drake?
–Yes?
–YES?
–É porque?
–Okay.
–Drake?
–No?
–Da pra parar?
–Not.
–Okay,
–Thank.
–Então...
Yuu começou.
–Quem é Raphael?
–Eu já falei.
–Eu quero ouvir os seus sentimentos.
–Okay.
–Conte-me.
–Raphael e eu nós encontramos quando eu saia da cidade de Los Angeles, voltamos pra cá e vimos tudo destruído, mas ainda sim, tivemos esperança de encontrar alguém, então depois de alguns dias, encontramos. Ralf. No mesmo dia tivemos que fugir do ácido, mais Raphael morreu, na verdade Ralf atirou na sua perna e o ácido ficou estraçalhando seu corpo, até perde sua pele, o ursinho dele, era a marca dele.
–O que o ursinho faz?
–Ele nunca me disse, mas eu já vi.
–O quê?-Yuu exclamou
* * *
Yuna e Ralf estavam preparando sopas, quando Viih aparece,
–Ajuda?
–Claro- Repetiu ao mesmo tempo Yuna.
–Indo pra sala.- Apontou Ralf.
Ralf chegou na sala.
Alex estava pensativo.
–Alex?
–Ralf- Alex Bufou- Pensei que era pessoa importante.
–Eu sou importante.
–...- Bufou de novo- Creio que não.
–Ei acha que pode chegar mandadno aqui?
–Relaxa.
–Nunca, com você aqui não dá.
–Okay.
–Que tal lutarmos no fundo da casa, pra ver quem é importante.
–Desafio aceito- Alex disse se levantando e os dois seguiram silenciosamente pro fundos.
Ralf puxou seu sabre com escudo e Alex levantou os punhos.
–Vai ser fácil.- Ralf resmungou pra si mesmo.
Alex desapareceu da vista de Ralf
–Nunca de as costas.
Com movimentos rápidos e uma velocidade absoluta, Alex espancava Ralf, que não tinha reação, a não ser aceita, golpes e mais golpes, socos, pontapés, chutes, tudo que se via era Ralf caindo de pouquinho, até não aguentar mais e corta Alex, que de imediato parou:
–Okay Ralf, vamos brincar.
Alex pulou e desapareceu, Ralf virou e viu ele, mas na visão real não era ele, era um dos dons de Alex transforma coisas em outras, Ralf batia ferozmente, até percebe que não tinha nenhum ferimento e que só era uma árvore.
Alex caiu na risada, mas também não percebeu que Ralf vinha correndo a começou uma sequência de golpes com sua sabre e seu escudo, fazendo Alex para de rir e ter que desaparecer pra fugir.
–Opa.
–Que foi? Medinho?
–Okay.
Uma espada preta saiu da mão de Alex ex começou à desmontar Ralf em partes.
Yuna percebeu a demora e foi lá pra fora:
–QUE MERDA DE COISA VOCÊS ESTÃO FAZENDO?-Gritou.
–Brigando.
–Aff,- Alex entrou.
Ralf entrou aos berros de Yuna no seu ouvido.
Terminaram de preparar a sopa, todos comeram, e Ralf ainda ouvindo berros e mais berros de Yuna no seu ouvido.
E ouviram um grito. Drica
* * *
–Yuu?
–Fala Drake.
–Isso me trás lembranças ruins, que não gostaria de ter que pensar agora.
–Drake, só assim posso te ajudar.
–Te conto outro dia pode ser?
–Tá.
Ela deu um beijo no cantinho da boca dele e o deixou sozinho pensativo, mergulhando nos seus pensamentos.
"Raphael, estará vivo"
"Como?"
"O que será que ele é?"
"O que ele quer de nós"
Seus pensamentos se mergulhavam no ursinho que apertava a cada minuto com mais força. Não gostava de lembrar de Raphael, foi uma pessoa que ele admirou, mesmo mais novo que ele. Os olhos de Raphael, sua expressão de riso, sua amizade, tudo.
"Ursinho"
"Londres"
"Pocket"
"Batalha"
Drake puxou uma folha e rabiscou as seguintes palavras, depois tentou junta-las. Tirando uma letra de cada.
Londres= R
Batalha= A
Pocket= P
Ursinho= H
Batalha- A
Londres= E
Londres= L
Era possível? As 4 palavras foram achadas no ursinho, ajuntando deu Raphael. Algo? Conhecidência? Drake sabia que não, novamente mergulhou em seus pensamentos e flutuo sobre ele, quando foi interrompido pelo grito de Drixca do outro quarto, ele correu.
* * *
Todos correram até o quarto, mais não era nada, só uma barata andando o teto, mais levaram o maior susto. Mais quando viram, Drica não conseguia falar e Drake percebeu ,uma bota passando pela janela. A bota de Raphael.
Ele afundou nos pensamentos e chamou Yuu pra conversarem.
–Yuu, estou pronto pra falar.
–Fale.
Ele contou tudo a ela, menos a janela.
– E tem mais uma coisa.
–Fala.
–Vi a bota dele na janela de Drica,
–AAAH.
–Precisamos ter certeza, antes de atacar.
–Claro.
–O que você acha?
–Precisamos destruir Pocket.
* * *
Uma voz ecoou pela sala, uma voz comum e normal dizendo pra Pocket e uma porta:
–Libera eles?
–Claro-Pocket resmungou.
–Liberem Os Irmãos.
Saiu dois irmãos.
–Pocket, lhe apresento... Felipe e Gabriela Hiruki.
Pocket sorriu.
–Ataquem os caçadores, matem eles.
–Sim senhor.
Eles foram até a porta e saíram.
Ouviu outro estrondo e foi a voz de Pocket pro rapaz:
–Bom trabalho, Raphael.
–Obrigado senhor.
E um riso falso soltou sde seus lábios, e seus olhos escuros revelaram o verdadeiro ursinho laranja.
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