A Rebelião
7 A Invasão- Parte 2
Notas iniciais
Bye
No Capítulo Anterior:
Descobertas:
–Raphael...Lupus...Elena...
Vilões:
–Irmãos
Thanathos
Vulcanus
Vairne
Novas Propostas:
–Chester, Rexion, Sirioth....
Uma Nova Escolha: Invadir à Cidade do México... * * *
Apavoração? Dava pra ver nas faces dos integrantes do grupo. Ninguém conseguia deixar a boca fechada, respiração afagada pelo medo. Os corações batendo mais forte, que a marchar de "mascotes" que vinha fazendo um barulho estrondoso. Drica sendo abafada, quase sem respiração, os olhos ainda preto das olheiras, expressões vazias, mais parecia um tanto animada, feliz, sei lá, mais ainda estava vazia.
Os mascotes de um lado, junto do Vairne, mais do outro lado, um homem avermelhado, com cabelos enloirados, tamanho normal, olhos verde-água. Vulcanus pegando fogo, mais em pedaços de rochas laranjas e pretos, e sua "cabeça" era totalmente fogo. Os mascotes por outro lado, tinha um gato que comandava todos roxeado, com um chapéu, Chester, do seu lado um dragão preto amarronzado, com partes um pouco avermelhadas, atrás deles Sirioth e Cérbero, um cachorro e outro felino, um preto e o outro vermelho.
Olhos atentos até ouvir a voz de Drica. -Se baixem... Todos se abaixaram e veio uma rajada de fogo, Vulcanus. Yuna levantou correndo pulando no exército de Vulcanus com sua foice da morte, costurando caminho entre eles, sacerdotes, cavaleiros, tudo que possa imaginar soltavam fogos e fogos.
Viih virou de costas, pra frente de Thanathos e atacava seus aliados com suas esferas rápidas de gelo e fogo. Drake chamou Alex e Ralf:
-Alex, mascotes, Ralf e tu, Vairne Já.
Todos seguiram pra onde foram ordenados mais se não foram ordenados também foram. Yuu com Drica, que pedia pra deixar ela ali, depois voltavam, ela precisava ajudar eles. Yuu aceitou e foi com Viih soltando suas katanas avermelhadas de sangue e cortando, mas esses bichos eram um tanto diferente, não morriam fáceis, tinha que acerta várias vezes, as coisas estavam sérias.
Ralf mesmo ainda um pouco longe de Vairne, soltou seu rifle, e começou à disparar balas alto projetadas de ferro, claro que, foram certeiros, mais tivera que atirar umas 4 vezes no mesmo bicho pra matá-lo.
Drake estava com suas correntes que ficaram maiores, quando ele estava atacando de longe ainda, as correntes em fogo puro, Vairne atrás de vários lobisomens, atacava pinos afiados neles, mais eles tentavam desviar e quase sempre conseguiam. Alex do outro lado estava com seus punhos em chamas pra arrebentar algumas cabeças.
Yuna ainda com sede de sangue, cortava rapidamente o corpo daquelas coisas, ninguém percebeu, mas Drica se levantava da cadeira normalmente, e começou a andar, ainda mancando mais ela sacou as adagas e correu pra Alex que riu quando á viu... -Acho que ver você vir aqui, animo um pouco? -Estava cheia-Ela socou um bicho- da cadeira... -Hm -Que não estaria? -Sei lá. -Então sente e fique mais de 2 semanas.
A aparência de Drica estava ainda um pouco preta, mais ela estava subitamente normal, estava feliz, mais alegre, mais viva, mais todos perderam a cor, quando voltaram pra trás numa explosão, e Ralf estava caído,. aparentemente morto. * * *
Pocket ria alto. Todos estavam morrendo e não precisava se preocupar, Raphael do seu lado, com seus olhos avermelhados observava as câmeras, cada pulo, movimento, toque. Raphael olhava cada movimentação de Pocket também, estava planejando algo, algo muito ruim, porque seus olhos brilhavam.
Trinc!Trinc!Trinc!
Fez silêncio na sala.
Trinc!Trinc!Trinc!
Todos olharam pras portas de vidros escurecidas na entrada do palácio.
Flinc!Flinc!THUA!
Os vidros se quebraram. Raphael logo soltou uma espada, uma faca e seus cabelos mudaram pra cor amarronzado clara. olhar preciso pra robôs que entravam, correu até eles cortando todos, facilmente, a general, que tinha apenas uma arma comum, matou vários robôs atrás de Raphael é claro que se agilizava na velocidade e força, cortando e massacrando alguns até.
Pocket observava, em poucos segundos não tinha sobrado nenhum pra contar história, e ele teve que aplaudia pra eles.
-Muito bem, Raphael e General.
-Obrigado Senhor- Repetiu General
-Agradecido Pocket.- Raphael se curvou.
-Não precisa se curva. -Uma referência Senhor.
-Não, acho isso velho, isso não é Monarquia.
-Mas, no final o começo de tudo volta, Senhor.
-Como assim?
-Que no final, os caçadores vão se levantar denovo, como alguns sucessores seus.
-Tem razão.
-Precisa mudar isso, Senhor.
-Como?
-Você inovou o Mundo já, não tem um país que não aceite matar todos.
-Não, tem um ainda.
-Qual?
-China e Japão. Eles não querem aceitar.
-Você precisa domina-los e mudar tudo.
-Tem razão.
-Senhor, se me permite, inove, mais do que você fez até agora.
-Hm.
-Inove, mude, faça.
-Três palavrinhas mágicas.
-Senhor, mágicas não, destruídoras.
-Raphael, você me surpreende.
-Nada, Senhor, nada por você.
-Eu sei.
-Diga-me o que pensa, Senhor.
-Primeiro: Construiria um novo país no qual viveriam os traidores.
Raphael engoliu em seco.
-Segundo: Dominaria o Mundo.
-O Senhor já faz isso.
-Terceiro: Criaria um exército em cada país. -E último:Construiria, meus próprios Caçadores.
Raphael sorriu nervoso.
* * *
-N-N-NATEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE!!!!!!!!!!!
Nate levantou correndo, com seus cabelos negros e olhos vermelhos fogo, sedentos em sangue, os cabelos si misturando, deixando uma expressão de medo no rosto com sua pele branca neve. Calça jeans esfolada negra, com uma regata azul, jaqueta de couro escura forte, com um all stars xadrez nós pés...
Anne um pouco assustada ainda da pra ver seus cabelos cintilantes azuis longos no escuro brilhando igual as estrelas, seguindo seu rumo, olhos azuis mar, pele clara e bastante sensual, sempre ajeitadinha. Vestidos e roupas não tantos vulgares, mas que realça seu corpo e a deixa bem provocante, deixando qualquer um meio endoidado.
-Que foi Anne?
-O Velho.
-Cade? -
LUNAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA.
Ela levantou correndo lá pra cima, mais o velho não estava no quarto dela, mais ainda viu seus cabelos loiros claros bem longos jogados pra fora da cama, os olhos roxeados tentando achar Anne na escuridão, e sua pele branca veludo. Uma capa preta longa até seus pés, com botas altas pretas e meia calça azulada, um vestido num tom rosa-bege, todo remendado e desenhado com flores e outras coisas a mais. Luna levantou seguindo Anne pelos cômodos da casa, nenhum
Velho e lugar nenhum só faltava a porta do banheiro, ela abriu e não viu nada, só um papel flutuando, Luna cansada desceu e encontrou Nate aos fundos da cozinha com a luz acesa bebendo um copo d´água . Anne pegou o papel flutuante e leu pra si mesma, a folha amarela-branca:
"Quando todos olham pro lado errado, eles estão caindo, quando olham pro certo estão vivos, quando a rebelião começa não tem como termina, quando a lua vermelha clarea o dia, os países sofrem, quando o maligno é despertado, está na hora de fugir."
Ela não entendeu muito bem, mais quando ia reler, o papel se queimou sozinho, virando cinzas no chão, e quando ela olhou pro chão, viu um ursinho alaranjado, com uma gravatinha preta, atrás estava escrito:
-Londres
-Batalha
-Ursinho
Ela tentou pensar, porque tinha aquilo. Propaganda? Talvez. Mas sabia que o Velho poderia ser perigoso. Luna e Nate riam alto, enquanto ele contava histórias pra ela, que chorava de rir, mas o riso parou quando humanos poderosos invadiram a casa em bando, com O Velho lá fora observando eles e rindo falso.
* * *
Uma poça de sangue e metal estava envolta de Ralf, todos observavam calientes e inquietos, bocas abertas e respiração quente, ouvia só a batida do coração forte, o sangue pulsando nas veias grossas e saltitantes, as mãos suando, o corpo gelado, expressões vazias, uma longa pausa de olhares acabou, quando foram atacados pelos bichos, mas ainda estavam observativos, só Drake ouvia ele falar:
-Continuem, continuem...
Todos tentavam não se distrair, mas seus pulsantes corpos olhavam à tosa hora pra ele, pra ver se mexia, olhava, gritasse, se movesse, qualquer coisa, todos estavam olhando, e até alguns do próprio exército distraia a atenção, Vulcanus e Thanathos ria muito alto, e Vairne só ri falso, e por fala em falso, ele ria muito bem, dava pra perceber que tudo que ele fazia era rir em tom maligno e bastante falso.
O céu pra todos eles estava vermelho, porque tudo que vinham desde que começou foi sangue mais sangue, Yuna acabou caindo e os bichos a cercaram, Alex chegou na hora H, pra salva-lá. Drake tinha levado uma sequência de golpes de Thanathos que se teleportava toda hora, não tinha coragem de enfrentar frente à frente, tinha medo de morrer, ou sei lá o que, ele pensa.
Mas quanto mais eles ficam ali, mas eles vão sofrer e bem feio, precisavam continuar rumo à Cidade do México, precisavam abrir rumo entre os bichos e foi isso que Drake gritou, enquanto os bichos tentava prende-los sem espaço no centro da rua paralela.
-Todos, abram caminho, pra outros, nós encontramos na entrada de OfBur, tomem cuidado, esperaremos até 00:00. Ok? Todos confirmaram. Yuna sozinha passou pro lado de Viih e Yuu, mais as duas foram pela calçada correndo e não precisaram abrir caminho, corriam intensamente até a entrada de OfBur, no caminho mais exército, mais elas davam conta.
Drica e Alex se olhavam até que, Drica girou abrindo caminho na multidão, Alex se surpreendeu, mais correu passando por lá, ficaram observando de longe um pouco Drake abrir caminho e puxar com as correntes Ralf e depois recoloca-lo no seu ombro esquerdo e correr.
Cada passo das três meninas agora eram precisos, Yuu e Viih estavam na frente, matando bichos que aparecessem na sua frente, enquanto Yuna matava algumas que estavam nas suas costas, corriam até a entrada, mais cada vem mais as ruas tinham bichos e cada vez mais se perdiam, viravam nas ruas descontroladas, atrás de alguém, mais não aparência.
Drica e Alex corriam intensamente, enquanto Drica guiava ele no meio da multidão, saindo dela, foi gritaria mais alguns ainda estavam na sua frente, e como eles só tinham, que correr, foram o que fizeram, tentando não ser acertado por eles, mas a entrada estava mais longe deles do que Alex pensava, Drica sabia onde estavam bem no final de OfBur, precisava correr pra chegar viva e também no horário. Mas Alex começou á ter ideias e puxou um carro velho avermelhado e todo manchado de sangue da rua e foram correndo.
Drake ainda puxando e levando Ralf, que gemia de dor no caminho, entro num Beco e passo pra outra rua,m onde os bichos estavam mortos, corria o mais rápido, mais o peso de Ralf era grande, cortava nas ruas, passando por becos e vielas, até trombar com as meninas e eles continuarem juntos.
Depois de um tempo correndo eles chegaram e não tinha sinal de Alex, nem Drica, só tinha um carro vindo correndo parando nas suas frentes, dizendo:
-Ainda chegamos atrasados?
-Não.
-Hm que bom.
Eles saíram do carro, sem gasolina já, e começaram a correr um pouco, tinham mochilas nas costas e Alex e Drake combinaram de revezar com Alex e as meninas falaram pra ir trocando a roupa no caminho.
* * *
-Seus próprios Caçadores?
-Mas o que?
-Pocket olhou a câmera e não viu nada de caçador, nem bichos.
-Morreram?
-Cadê eles?
-Quem?
-Caçadores?
-Senhor, creio eu, que fugiram.
-Tem razão
-Hm
-Como será?
-Abriram caminho entre eles, Senhor. Pode ter sido um dos modos.
-Verdade -
E?
-Precisaremos matá-los.
-Claro.
-Liberem, a rebelião das Mascotes.
Todos mascotes possíveis saíram rumo á porta.
-E os irmãos, Raphael?
-Estão em OfBur, Senhor. Não, Senhor, pera, eles entraram em Prenty, na cidade dos caçadores das sombras, e estão matando todos, nenhum estará vivo.
-Ótimo.
-Mas Senhor...
-O que?
-Os irmãos não podem destruir Prenty.
-Por que?
-Por que lá está seu pai, Senhor.
Um silêncio na sala.
-Eu não tenho pai.
-Tudo bem.
Um estrondo de porta abrindo veio do centro do palácio, algo com uma roupa e capa vermelho e dourados, com uma espada longa e um elmo protegendo a boca e a cabeça. Ele viu que Pocket gritava com Raphael:
-Raphael, eu próprio irei te matar.
-Não.
-Hm, agora fico com medo.
-Nunca tive medo de você, seu imundo.
Raphael saco a faca e quando ia cortar, o homem apareceu na sua frente o interrompendo:
-Raphael não mate-o.
-Mas..
Pocket chutou o cara que se virou, Pocket o observou bem de cima a baixo e viu logo na hora:
-Astaroth.
-O próprio. Com um simples sinal, Pocket olhou pro Raphael que ria dizendo:
-Mas Raphael, quer dizer Lupus é meu.
-Não sou o Lupus.
-Então, Senhor?-Era a general- Precisa fugir , isso vai explodir.
Raphael e Astaroth desapareceram e Pocket fugiu pra fora. Quando a General saia da casa, tirou uma peruca e sua roupa, matou algumas robôs ainda vivos, e depois se olhou no espelho, dizendo:
-Como é bom estar de volta!- E tudo explodiu nas suas costas.
A General era o Lupus.
* * *
Nate e Luna fizeram o possível pra tentar esperar Anne, e conseguiram, fugiram dali, rumo à OfBur, talvez alguns do silêncio estivesse vivos, talvez, mas eles acharam que não, mas mesmo assim foram, saindo de lá na entrada, passaram a noite e o velho retornou a cabeça de Anne e o próprio apareceu na sua frente rindo, ninguém o via, mais ele entregou outro Ursinho:
-Londres
-Ursinho
Faltava batalha, mais quando ele olhou pra ela, sussurrou:
-Já começou. E ela se afundou na sua cabeça á noite toda.
* * *
Rumo à Cidade do México, todos cansados passando pelas fronteiras, nenhum feliz, mas tinham que fazer isso, antes que piorasse as coisas, e iam piorar de qualquer jeito, ainda mais matando e destruindo a Cidade do México, eles precisavam se proteger e precisavam viver, Ralf ainda estava vivo, quase sem sangue, vivendo de blusa em blusa nas partes que sangravam, mais a calça jeans do Alex ficou mais de de 1 dia nele, pois estancava muito mais sangue do que todos, Ralf nunca comia, estava morrendo a cada segundo.
A qualquer momento ele ia cair duro no chão até Drica grita:
-Tive uma ideia, já que ele é robô, podemos implantar nas partes arrancadas ou quebradas e colocar metálica.
-Acho que não daria certo- Resmungou Alex.
-Por que?
-Ele precisa de suas partes humanas também.
-Eu sei.
-Então?
-Poderíamos pegar de cor....
Foi interrompida por Yuu e Yuna que faziam não com a cabeça, que ele não ia conseguir viver.
Estavam num matagal e avistavam cidades ao longe, foi quando todos menos Yuna ficaram observando o sol se pôr e Yuna ir conversar com Ralf:
-Yuna?
-Fala querido.
-Eu sinto que não conseguirei viver.
-Não repita isso.
-Cada um sabe quando não aguenta mais.Acho que não aguento
-Não fale isso.
-Por favor, me escuta até o final.
-Claro.
-Eu acho que, quando morrer eu, vou perder minhas partes humanas, quero que guarde as partes robôs.
-Tá
-E que você sobrevivam.
-Claro, sobreviverei por você.
Ele entrelaçou o braço no pescoço dela e a beijo, os lábios frios e os dela quente se juntaram, ela aceitou, mais quando voltou, ele deu um risinho e falou:
-Gostoso.
Ela riu e corou.
-Eu, não te esquecerei.
-Nem eu.
-Eternamente- ele olhou nos fundo dos olhos dela.
Quando ela ia repetir Eternamente, ele suspirou pela última vez, e ela começou à chorar intensamente, depois mais tarde, fizeram uma cerimônia, enterraram ele e tudo mais.
Yuna com a sala de robôs.
Drake triste.
Yuu e Viih chorando. Alex fora dali.
Drica entrestecida.
Todos no final da cerimônia olharam pra cidade e Alex faliu:
-Rumo ao México. Todos olharam rindo falso, menos Yuna ainda sofrendo.
-Rumo- Repetiu todos. E eles começaram a andar até a Cidade, sem nada pra falar, só observa o exército de cosias pretas, sabendo que ali era o lugar que tinham que atacar, sabendo que ali tinha duas coisas pequenas, a morte e a batalha. Foi quando Drake percebeu e olhou o ursinho: Viu que não tinha a palavra batalha e imagino, imagino e no final pensou nas primeiras palavras de Raphael:
"Batalha, Astaroth, Thanathos, Pocket, Londres, Ursinho, Morte"
Drake percebeu na hora que as palavras significavam que o ursinho era morte na batalha contra Astaroth, Thanathos e Pocket em Londres. Raphael não era Lupus. Não era reencarnação, Raphael era o Deus da Sabedoria, Raphael era o último sobrevivente, Raphael foi o que libertou Atón, Raphael é leal á Astaroth, Raphael é filho do Dragão se Berkas( Na forma humana) com Nemophila. Raphael era o Herdeiro do Trono do Fogo, o Herdeiro da da lua vermelha, o Herdeiro do maligno, ele é o ursinho, ele é um dos três deuses, e ele pode matar todos com seu ursinho.
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