Notas iniciais
Por favor cometem e se gostarem recomendem! Eu preciso muitooo da opinião de vocês.
Se quiserem farei o bônus com o encontro deles, mas não pretendo que vire fic pq eu não tenho tempo por enquanto para escrever mais outras história, mais.... se tipo, tiver muitaa gente gostando eu tiro tempo (Deus sabe de onde) pra tentar faze-los feliz.
Bom eu escrevi a fic pq fui ao protesto aqui na minha cidade (Manaus) e por obra do destino conheci um policial (Deus Grego), quando cheguei em casaa imaginei como seria se ele fosse o Edward e logo o enredo surgiu e eu pôs no papel (ou melhor, no Word). Espero que gostem dessa aventura louca da minha cabeça.

Bjs
nos vemos lá embaixo
Boa Leitura

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Gente me perdoem se algo não estiver certo, eu não moro no Rio de Janeiro não sei o nome das ruas direito e nem como é o Complexo do Alemão, tudo o que se foi por pesquisas que fiz para escrever a historia da melhor forma possivel. Me perdoem se algo não estivar correto, e me ajudem, se encontrarem um erro digam-me onde está.

One-Short


A protestante.



Eram três horas da tarde e Isabella já estava aposto. Sua cara estava pintada por completo, dividida em três cores da sua amada bandeira.

Para alguns poderia ser considerada uma simples rebelde, mas ela não ligava esses “riquinhos metidos a besta não sabem o que é sofrer, acordar as cinco da manhã para pegar ônibus lotado e caindo aos pedaços, porque tem seus próprios carros. não sabem o que é se matar estudando para passar no vestibular, pois podem pagar sua faculdade”. Eram as próprias palavras da jovem estudante de medicina.

Isabella tem 19 anos e é estudante universitária bolsista. Ela ficará super empolgada com a onda de manifestações que vinha ocorrendo em seu país no ultimo mês. Como moradora de morro, Bella sempre sofrerá com preconceito, e condições de vida precárias. Desde cedo Isabella lutou para vencer na vida. Foi abandonada pela mãe quando ainda tinha horas de vida e foi encontrada por seu anjo salvador. Esme era uma mulher de honra que deu sua vida para criar suas filhas longe das más influências do morro.

Alice Swan é filha biológica de Esme, é dois anos mais nova que Bella mais sempre fora mais espevitada e explosiva. Mas assim como a irmã, era esforçada e buscava sempre crescer para dar uma boa vida a sua guerreira mãe.

Esme sempre fora uma mulher guerreira e trabalhadora que teve de criar sozinha as duas filhas depois que viu seu pobre marido Charlie Swan ser assassinado a sangue frio em seus braços. Charlie havia feito um empréstimo com um traficante do morro para ajudar na criação de Isabella logo quando Esme a achou, a garota estava correndo sérios riscos de vida e com o pouco by Text-Enhance\">dinheiro que ganhava como vendedor de dvd pirata ele não podia cuidar da criança que fazia os olhos da sua amada esposa brilhar. Então como alternativa ele fez essa divida que infelizmente não pode ser quitada pelo motivo de que logo após Isabella completar dois anos Esme ficou gravida de Alice e as dividas aumentaram. Um dia sem mais nem menos Félix, capanga do traficante de quem Charlie havia pedido dinheiro entrou em sua humilde casa pegando Isabella do colo de Esme.


Flash Back on


– O que pensa que está fazendo? – Charlie perguntou á Félix.

– Seguindo ordens. – O homem alto e musculoso levou a pequena criança chorosa para fora da casa enquanto uma Esme desesperada gritava.

– Pare por favor. – A mulher em pânico clamava.

– O que está fazendo Félix? – Charlie começava a entrar em desespero ao ver sua pequena nas mãos daquele homem.

Em alto e bom som Félix pôs-se a gritar as ordens de seu chefe, o traficante do morro. Vários moradores pararam aflitos para ver o que aquele homem faria com a pobre criança dos Swans.

– Aro me mandou buscar a criança para provar que não importa quão nobre seja a causa. Ninguém passa a perna nele, e nem fica devendo uma divida. Principalmente uma divida tão grande quanto a sua Charlie. Essa princesinha aqui vai comigo e o chefe decidirá o que fará com ela. – Félix sorriu maquiavélico para a criança que chorava calada com sua chupeta cor da rosa na boca.

– Não por favor. Me leve, faça-me o que for para castigar-me mais deixe minha menina. Ela não tem culpa de nada. É apenas um bebê inocente. Por tudo que é mais sagrado deixe-a. – Charlie chorava e gritava, os moradores se penalizavam com a cena mais todos tinham pavor de Aro Volturi então não poderiam ajuda-lo.

– Quer ir no lugar dela Charlie? – Félix sorriu cruelmente. Coisas maléficas se passavam em sua mente deturpada. – Pegue a criança! – Ele gritou para Esme.

A mulher seguiu calada e chorando até o homem. Nada poderia fazer para salvar seu marido. Ele estava entregando a própria vida para salvar sua filha.

Charlie olhou para Esme e sussurrou um “eu te amo” antes de ir em direção a Félix.

Mas antes de terminar de dar o primeiro passo um tiro ensurdecedor, só deu tempo de ver Charlie se ajoelhar e tombar para trás. O alto e imponente Aro Volturi estava em pé ao lado de um carro preto com uma arma na mão. Ele entrou no carro esperando Félix e partiu. Deixando para trás um homem trabalhador e pai de família agonizando. Esme correu até seu marido gritando. Uma vizinha pegou a bebê do colo daquela mãe desesperada enquanto alguém chamava a ambulância, mas já era tarde. Charlie olhou para sua esposa e tentou sussurrar um fraco eu te amo, mais foi interrompido pelo forte golfo de sangue que saiu de seus lábios. Esme chorava e pedia para ele ser forte e aguentar. Mas Charlie sabia que sua missão na terra havia terminado. Ele estava ali única e exclusivamente para fazer sua mulher feliz e salvar aquele pequeno anjo de cabelos cacheados e olhos cor de chocolate. Ele olhava sua pequena, que retribuía seu olhar. A chupeta de Isabella caiu de seus lábios e um fraco papa saiu de seus lábios. Uma lágrima escorreu pelo rosto enrugado de Charlie e um sorriso brotou em seus lábios enquanto dava seu ultimo suspiro.


Fim do Flash Back.


Alice estava a seu lado com a cara pintada de azul e branco as cores da bandeira do Estado do Rio de Janeiro enquanto Isabela estava pintada de verde e amarelo, as cores da bandeira do Brasil.

A marcha começou e todos começaram a andar cantando o hino do Brasil.

Isabella e Alice gritavam e pulavam.

Já eram cinco horas da tarde e eles seguiam em caminho ao maracanã onde seria o ponto de encontro final da manifestação. Para evitar de andar caminho desnecessários. Isabella e Alice seguiram por uma rua acima do viaduto. Chegando a uma rua larga mais nada pacifica. Vários garotos pichavam as paredes e chutavam as portas dos comércios.

– Vamos sair agora daqui Alice! – Isabella sussurrou para não chamar atenção dos vândalos.

Mais antes que pudessem mexer um único musculo sirenes altas se fizeram presentes e a correria começou.

– Agora! – Bella gritou para irmã mais nova. Mas quando virou-se para seguir correndo viu a irmã ser puxada para um beco.

Em desespero. Bella correu atrás da irmã e viu um policial empunhar uma arma. Sem pensar, Bella pulou sobre as costas do policial e puxou-lhe a arma. O homem loiro gritou de susto e soltou a arma. Bella foi arrancada das costas do policial por alguém muito forte.

– Precisa de ajuda Jasper? – O policial que segurava Bella por trás perguntou ao policial loiro que puxou Alice também.

– Valeu Emmett. Vou levar essa pequena para o camburão. – Ao ouvir isso Isabella agiu por impulso e jogou sua cabeça para trás atingindo em cheio o nariz do policial que a segurava. Ela correu em direção ao policial loiro mais antes de chegar a ele alguém lhe imobilizava pelos braços. Uma dor aguda se estabeleceu nos ombros de Isabella. Ela gritou de dor.

– Ai, seu idiota. Está me machucando. Me solta! – A morena gritava e esperneava.

– Eu não estaria te machucando se não estivesse fazendo algazarra. – O homem sussurrou com uma voz rouca em seu ouvido. Fazendo os pelos da nuca de Isabella se eriçarem e sua calcinha ficar levemente molhada.

– Eu não estou fazendo bagunça seu idiota. – Isabella se defendeu.

– Olha que você pode ser presa por desacato a autoridade. – Ele riu em seu ouvido.

– Jasper, leve essa baixinha para o carro. Edward reviste essa arruaceira para ver se ela não tem nenhuma arma ou entorpecente. – O policial grandão no qual Bella havia dado a cabeçada mandou. O nariz dele ainda sangrava enquanto ele tentava parar o sangramento.

– Tudo bem Emm, vai cuidar desse nariz. – O homem que segurava Bella recomendou.

O policial loiro, que agora Bella sabia que se chamava Jasper, levou Alice para o carro da policia.

Bella suspirou e soprou a franja que cai em sua cara.

– Pode me soltar agora? – Bella perguntou ao policial quando se viram sozinhos no beco.

– É claro que não. – Bella ouvi um clique e tentou puxar as mãos mas sentiu o metal frio apertar sua pele.

– Mais o que…? – Bella não terminou a pergunta. Sabia muito bem que ele a havia algemado.

– Acha mesmo que eu seria idiota o suficiente para deixa-la livre pra me dar uma cabeçada? Que tipo de policial você acha que eu sou? – Ele perguntou rindo ironicamente enquanto encostava seu corpo ao dela e tateava a jaqueta da garota.

– O tipo de policial que se aproxima de mim e deixa minha mão roça em sua arma? – Bella perguntou irônica e ácida.

Edward deu um pulo para trás e verificou seu cinto. Sua arma se encontrava no mesmo lugar. Respirou aliviado.

– Relaxa mano. Eu não pegaria sua arma. Não sou uma vândala. Eu minha irmã queríamos cortar caminho da marcha e acabamos nos perdemos e paramos aqui justamente na hora em que a policia abordava os marginais. – Bella tentava explicar.

– A é mesmo? E quer que eu acredite nisso? – Edward riu.

– Mas é a verdade. – Bella o olhou abismada.

– Claro, claro. Todos estavam aqui por acaso. Ninguém nessa rua é marginal, só se perderam. Conta outra, essa já ta manjada. – Edward a virou para a parede e soltou-lhe a algema. Fazendo apoia-se na parede para ser revistada.

– Tudo bem então seu policial – Bella desdenhou. – Se não acredita em mim, o que irá fazer? Me bater com cassetete?

– Isso seria uma ótima ideia. – Edward sussurrou rouco na orelha da morena.

O Deus, tem algo grande e duro encostando em meu bumbum, e tenho certeza que não é o cassetete desse policial. Bella pensou com os olhos arregalados. Ou talvez seja. Seu lado devassa gritava querendo levar uma surra desse policial e seu potente cassetete.

Edward passou a percorrer o corpo da garota com as mãos procurando armas ou drogas.

Ele aproveitava para dar umas apalpadas em certas “partes” do corpo da jovem.

Bella se arrepiava ao sentir a perna do policial separar as suas enquanto as mãos dele subiam por sua coxa até quase chegar na “sua bichinha”... eu disse quase.

Bella suspirou frustrada quando as mãos de Edward saíram de seu corpo fazendo o policial soltar uma rizada abafada.

No fim da espessam Edward achou um celular do estilo tijolam todo arranhado que lhe parecia ser mais velho que seu avô, uma carteirinha de estudante, dez reais em dinheiro e um pacotinho de chicletes de menta.

– Bom moça...

– Bella! – a garota o corrigiu.

– Bom Bella, você terá de ir a delegacia comigo. – Bella assentiu a contra gosto. Estava ferrada. Sua mãe arrancaria suas orelhas, já não bastava ter de penar para que sua mãe a deixasse ir com sua irmã ainda teria de busca-las na delegacia. Esme Swan viraria uma fera. – Aquela garota que estava com Jasper é sua irmã? – Edward pergunto enquanto algemava Bella novamente.

– Jasper? Que Jasper? – Bella se fez de desentendida.

– o policial que você avançou sobre as costas e tentou tirar-lhe a arma. – Edward responde irritado.

Pela primeira vez Bella parava para olhar aquele policial. Tinha olhos verdes, pele branca e os cabelos... ah, os cabelos. Eram de um tom acobreado e rebeldes. Além do mais, ele era forte, não como o cara que Bella havia quebrado o nariz, mas era sarado. Dava pra ver as ondas que seus músculos formavam por baixo da farda de policial.

O policial limpou a garganta para obter a atenção da jovem.

– Sim... – Bella gritou, assustando a si mesma e ao policial. Ela não perceberá que sua voz sairia tão alto. – Quer dizer é minha irmã... quer dizer... a garota não o policial. Bom é claro que seria a garota, até por que...

– Ta bom já chaga. Eu já entendi. – Edward fez uma cara de irritado mais por dentro rolava de rir do jeito desengonçado da garota.

Droga, pensou Bella. Ele deve achar que sou uma retardada, no mínimo uma idiota. Aff Isabella por que está se preocupando com esse otário? Bella guerreava consigo mesma.

Eles seguiram para o carro. Como o camburão estava lotado de marginais Edward e Jasper preferiram levar Bella e Alice dentro do carro com eles.

Os dois policiais riam observando as irmãs brigar para saber quem iria no colo de quem.

Por fim Edward foi em uma janela com Bella sentada no meio e Alice em seu colo e Jasper do outro lado. Na frente um policial dirigia enquanto Emmett apertava um lenço contra o nariz.

Chegaram a delegacia e levaram todas para uma cela.

Edward se sentiu estranho ao por Isabella dentro daquela cela junto com os outros vanda-los da manifestação mais nada pode fazer. Eram ordens.

De longe Edward e Jasper vigiavam as duas moças dentro da cela. Alice chorava copiosamente enquanto Bella a amparava. Com dó da moça Jasper levou um copo de água para ver se a mesma se acalmava.

Depois de Esme ter sido avisada que suas filhas estavam presas seguiu “voando” para a delegacia.

Alice foi levada para prestar depoimento e logo após sair Bella entrou.

Dentro da sala estavam os policiais Jasper e Edward, o delegado e um escrivão.

– Então senhorita Swan. Primeiro queremos uns dados seus. – o delegado barrigudo pediu.

– Sim senhor. – Bella afirmou um pouco nervosa.

– Seu nome todo por favor. – O delegado seu as perguntas em uma prancheta.

– Isabella Marie Swan! – Bella respondeu.

Edward se deleitou ao ouvir o nome da jovem. Isabella. Ele admirava no fundo do seu ser, mais ficou tão encantado com a birrenta desengonçada que esqueceu até de perguntar seu nome.


– Quantos anos tem? – o delegado perguntou sem olha-la.

– 19 anos senhor. – Bella respondeu nervosa. Sabia bem qual seria a próxima pergunta.

– Onde mora? – Ele a olhou.

– No complexo do Alemão. – Bella abaixou a cabeça. Podi ouvir o assobio de desaprovação de alguém quando levantou a cabeça Edward sai de sala batendo a porta.

A garota nunca se sentiu tão envergonhada por ser moradora do morro como agora.

– Bem, e você estuda? Trabalha ou tem alguma ocupação? – Ele pergunta, mas sua cara era obvia de quem pensava “é claro que não, deve ser mais uma mulher de malandro, ou drogada que se aproveitou desse movimento para roubar e depredar bens privados e públicos”. Velho nojento, pensou Bella.

– Sim, eu sou bolsista em medicina na faculdade federal do Rio, trabalho aos finais de semana no projeto escola aberta dos colégios do morro. – bella encheu seu peito para falar suas qualidades.

Viu o delegado abrir a boca em um O e ouviu um arfa atrás de si. Olhou para ver quem era e viu Edward com um copo de água na mão e um brilho estranho no olhar.

Toma essa policialzinho de merda. Bella virou a cara de volta para o delegado.

– Pois bem Isabella. Conte-me como foi parar no meio daqueles vândalos. – O delegado pediu.

Isabella começou a relatar desde o começo como ela e sua irmã foram parar ali.

– Bom pelo que vimos você realmente pararam lá por engano. Desculpe o constrangimento. – O delegado se desculpou.

– Tudo bem, e desculpem pela algazarra que fiz na hora de vocês nos prenderem. É que fiquei nervosa ao ver o policial arrastar minha irmã para um beco. Só quis defende-la. – Bella se desculpou corando enquanto olhava para Jasper.

Ele sussurrou um simples tudo bem.

– Bom está dispensada jovem. Agora vamos interrogar os outros marginais. – O delegado suspirou cansado.

Bella saiu da sala e encontrou o policial do nariz quebrado encostado no balcão.

Ela seguiu até ele sendo acompanhada por Edward e Jasper.

– Ei cara, e desculpa pelo seu nariz ok? – Emmett a olhou de esguelha e depois olhou para Edward e Jasper. – Eu fiquei nervosa em ver um homem arrastar minha irmã mais nova para um beco, eu fui socorre-la, ai um armário como você me agarra por trás eu só me defendi... – Bella desembestou a falar nervosa.

– Calma gata. – Emmett pediu abrindo um largo sorriso mostrando suas covinhas. – Te desculpo. Afinal, a culpa também foi minha, cheguei por trás te assustando com o meu tamanho. Foi mal. – Bella corou fazendo Emmett gargalhar e Edward bufar.

– Sabe nem foi seu tamanho que me assustou. Foi a falta dele que me deixou cucada. – Bella soltou.

Emmett esbugalhou os olhos e Edward e Jasper caíram na gargalhada.

Do nada Bella sente uma forte dor na orelha direita, como se alguém quisesse arranca-la. Mas não é como se estivesse errada pois essa era a intenção de Esme.

– Isabella Marie Swan. Tem titica de galinha nessa sua cabeça garota. – Esme bradou em pleno hall da delegacia.

Jasper e Emmett se seguravam para não rir. Já Edward sentia uma sensação horrível, queria avançar em cima daquela senhora que machucava sua morena. Sua morena. A qual é, já to dizendo que a garota é minha. Edward exclamou em pensamento.

– Ain, mãe me solta. Eu já entendi. – Bella quase chorava, mas não se sabia se era de dor ou de vergonha pelo mico que pagava na frente do policial gostoso.

– Mãe solta a Belinha, a culpa foi minha. Eu levei ela pelo atalho. A culpa foi minha. – Ao ver o olhar da mãe Alice se arrependeu de querer defender a irmã. Sem tempo pra fugir Alice foi pega pela mão esquerda da mãe. Agora as duas irmãs resmungavam e choramingavam. Esme ia arrastando as duas filhas para fora da delegacia pela orelha.

– Senhora. – Jasper a chamou.

– O que é seu policial? – Esme perguntou menos brava agora, mais ainda segurando as filhas pela orelha.

– Suas filhas precisam pegar seus pertences. – Jasper explicou.

– Ah é claro. – Esme as soltou corando um pouco. – Vão buscar suas coisas eu vou espera-las aqui.

– Tudo bem mãe. – Ambas beijaram a cada lado da bochecha da mãe deixando a todos que assistiam a cena abismados. Elas haviam acabado de “apanha” da mãe na frente de todos e logo depois a beijavam com carinho. Mas as meninas não ligavam, sempre foram assim. Graças a esse temperamento da mãe foram criadas no lado do bem. Agradeciam a isso. Sua mãe fora uma mulher guerreira que lutará para criar bem suas filhas no lugar onde virar mulher de um bandido seria mais fácil e mais produtivo. E se apanhar ou ser repreendido na frente de todos era o preço a se pagar que fosse.

Elas seguiram Edward até a frente de uma sala.

– Eu vou pegar seus pertences. – Edward as barrou na porta e deixou-as esperando do lado de fora.

Bella bufava de raiva pela espera quando Edward saiu da sala com um sorriso um tanto presunçoso nos lábios.

– Aqui está seus pertences. – Ele entregou o celular das moças, as chaves o dinheiro e ainda retirou um chiclete do pacotinho de tridentes de Bella.

– Ei isso é meu. – Ela resmungou. Edward só fez rir e encher uma bola de ar de chiclete estourando-o quase na cara da mesma. – Seu nojento.

Bella sussurrou e Edward ficou meio sem jeito.

A garota saiu pisando duro do corredor e seguiu até a mãe.

Alice ainda teve a audácia de se despedir de Jasper.

Seguiram de ônibus para sua casa. Subiram uma alta escadaria até chegar em sua pequena casa.

Ao anoitecer. Bella deitou na sua cama – um beliche que dividia com sua irmã Alice. – Olhava para os estrados da cama da sua irmã enquanto pensava no policial folgado e gostoso que lhe abordou esta tarde.

Ela se remexeu na cama e suspirou.

– Está pensando nele não está? – Alice sussurrou fazendo Bella dar um pulo na cama ficando sentada imediatamente, quase batendo a cabeça na cama acima da sua.

– Alice, que susto. Do que está falando? – Bella se fez de desentendida.

Alice pois a cabeça para fora de sua cama, aparecendo de cabeça para baixo na cama da irmã. Assustando mais uma vez Isabella.

– Ora, Ora Isabella Swan. Não se faça de desentendia. Estou falando do policial gostoso que te abordou hoje. – Alice foi direta rindo da cara da irmã.

– Do que está falando Alice? Pirou? – Bella perguntou tentando disfarça.

Alice pulou de sua cama para o chão, ignorando a escada do beliche.

Alice sentou-se na cama da irmã e a olhou.

– Eu te conheço Bella. Sei quando fica mexida com alguém. A ultima vez que gosto de alguém foi o idiota do Jacob, e desencanou dele porque ele foi preso. – Alice desembuchou.

– não gosto que lembre do Jake Alice. Sabe que me sinto mal. – Bella virou de costas para a irmã. Não queria que ela visse seu rosto triste. Jacob e Bella cresceram juntos. Foi um baque para Bella descobrir que Jake era envolvido com o trafico justo no dia em que ouve a guerra entre a policia pacificadora e os traficantes do Complexo do Alemão. Jacob foi preciso naquele dia, sem chance de dar uma explicação a sua Bella.

– Me desculpe mana. – Alice ficou em silencio por um bom tempo. Bella sentiu o colchão afundar ao seu lado. – Eu gostei dele.

Bella virou-se bruscamente de frente para a irmã.

– Não. Eu não quis dizer do Edward. Eu quis dizer que gostei do Jasper. – Bella suspirou aliviada e a irmã riu ao ver que a irmã havia se entregado. Bella estava caidinha pelo policial de olhos verdes.

– Não me olhe assim. Isso não quer dizer nada. Eu só achei ele bonito. Só isso– Bella tentava se convencer de que era somente isso.

– Tudo bem, tudo bem. Eu já entendi. Você não vai admitir. – Alice suspirou. – Eu queria velo de novo – ela sussurrou.

– Não viaje Alice, isso é impossível. Bella riu amarga mais viu os olhos da irmã encher-se de água. Se arrependeu na hora, as vezes sua maneira de ser realista magoava Alice, que sempre fora sonhadora. – não Alice, não chore eu não quis dizer isso é só que...

– Não Bella você está certa. Eu não posso sonhar assim. – Alice limpou as lágrimas e fungou. – Como eu sou ingênua. Eu sou pobre, ele jamais iria se interessar por alguém como eu. Viu o celular dele? Ele com certeza deve ser rico. Senti tanta vergonha quando ele viu meu celular. Ele pode não ser rico mais deve ter uma condição bem melhor que a nossa. – Alice choramingava deixando Bella irritada. A culpa não era delas.

– Alice pare de desdenhar do que Deus lhe deu. Se um dia esse tal Jasper desprezasse você só por causa da sua condição social significa que ele seria idiota o suficiente para despachar sua pessoa linda, perfeita e de bom coração só por causa da sua conta bancaria. – Bella lhe repreendeu.

– Você tem razão mais uma vez Bella. Me desculpe – Alice a abraçou e chorou mais um pouquinho.

Elas cochilaram abraçadas. Mas logo Bella acordou ao sentir algo vibrar em baixo de suas costas.

Ela tateou o colchão e achou seu celular.

Olhou no identificador e lhe ligavam de um numero desconhecido.

A garota resolveu atender.

– Alo. – Ela responde com a voz grogue.

Uma risada rouca veio do outro lado.

– Te acordei. – Ele perguntou.

– Oh Deus. – Bella gritou ao reconhecer a voz de Edward.

Alice resmungou e se virou para o outro lado.

Bella saiu do quarto e seguiu até a cozinha da sua pequenina casa.

– Edward como conseguiu meu numero? – Bella quis parecer irritada mais um grande sorriso surgia em seus lábios.

– Eu peguei quando fui buscar seus pertences antes de você sair. – Edward confessou. – Não podia deixar você escapar.

Bella corou.

– Por que está me ligando a essa hora? – Edward ficou mudo do outro lado da linha.

– É que... bom, eu to de patrulha esta noite e não tem nada pra fazer então eu fiquei tentado a te ligar pra pergunta se... é que... – Edward tentava falar mais sempre engasgava. Parecia está nervosa.

– Fala logo idiota! – Alguém gritou do outro lado e logo em seguida ouve um choramingo. Emmett.

– Cala a boca. – Edward falou para a pessoa que estava lá com ele. – Desculpe Bella, bom eu liguei pra perguntar se... se você não quer sair comigo amanhã? – Edward falou tão rápido que quase Bella não entendi.

A garota riu do nervosismo dele.

– tipo um encontro? – Ela perguntou.

– É tipo um encontro... mas se você não quiser não precisa ser um encontro. Basta sairmos como amigo, talvez um cinema ou... – Edward desembestou a falar nervoso.

– Um encontro me parece uma boa ideia. – Bella sussurrou. Do outro lado da linha Edward sorria feito um idiota.

– Que bom. Amanhã as sete pode ser? – Ele perguntou inseguro.

– Pra mim está ótimo! – Bella afirmou sorrindo.

– Então me da o seu endereço pra mim ir te buscar? – Ele pediu ansioso.

Bella retesou ao pedido.

– Acho melhor nos encontrarmos lá – A garota sugeriu.

– Por que? – O rosto feliz de Edward se desmanchou um pouco.

– Você pode se sentir meio mal em vim aqui no morro e... – Edward a interrompeu.

– Não seja boba Bella. Eu não vou me sentir mal. Eu vou ai e peço permissão da sua mãe para leva-la pra sair. Não quero ser o culpado por sua mãe arrancar suas orelhas. – Ambos riram.

– Tudo bem. – Bella passou o endereço para Edward que ria feito idiota entusiasmado. Eles conversaram mais um pouco e logo se despediram.

– Boa noite Bella. Não quero mais te encher, você deve está cansada. Depois de toda essa confusão. – Ele riu lembrando o dia agitado de hoje.

– Na verdade eu estou sim. – Ela bocejou e Edward riu do outro lado.

– boa noite Bella tenha bons sonhos. – Ele desejou com a voz rouca.

– Boa noite e boa noite também, durma bem e... quer dizer... Bom trabalho já que não vai dormir agora... enfim. – Ambos riram com a enrolação da jovem.

– Passo pra te pegar amanhã então. Até amanhã minha protestante! – Edward desligou.

Bella sentia-se toda arrepiada. Amanhã seria um novo dia.

Como para todo brasileiro. O sol raiaria e uma nova batalha começaria. Unas para sobreviver, outros somente para manter suas regalias. Mas todos no fim buscam uma coisa. Sua felicidade. Não importa se é passageiro ou eterno.

Isabella sentia que finalmente encontrou o que sempre buscou. Sua felicidade chegará. De uma forma meio distorcida mais chegará.


Foi-se deitar com um único pensamento em mente. O que será amanhã?



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Notas finais
Iai gostaram??
roendo as unhas pra saber a opinião de vocês! Bom se alguém souber fazer capa pra fic e quiser me dar uma de presente eu to aceitando.
kkkkkkkkkkk
Bjs e boa noite.
Espero realmente que tenham gostado.

XoXo
Lelê