A Prostituta do Rei
26 Epílogo/ + bônus!
Notas iniciais
Eu vivi o inferno sem você. — Ele Sussurrou — Bella, não ouse me deixar nunca mais.
— Você quem desistiu de mim. — Rebateu. — Não tinha muito que eu pudesse fazer.
— Você poderia ter ficado! — Rugiu. Bella revirou os olhos.
— Talvez se tivesse ficado, não estaria com você aqui agora! — Disse simplesmente dando de ombros. — Majestade...
Edward parou. Seus pensamentos começaram a funcionar direito. No fundo, ela tinha razão. Que garantia ele tinha que ela ficaria com ele se tivesse ficado no palácio?
— Talvez... — Murmurou sem dar o braço a torcer. Bella sorriu, mas lembrou-se de algo e parou de rir.
Edward percebeu e foi de encontro a ela que estava sentada na cama de seu quarto.
— O que há... — Sussurrou — Se ainda está assim pela discussão que houve com o rei da França, eu já disse que está tudo resolvido. Eloise não queria se casar, o pai dela aceitou isso. Estamos bem, fora de perigo. Não vou perder a coroa.
— Não é isso. — Murmurou — Se você ficasse pobre eu ainda amaria você Edward.
— Então me diga, o que foi meu amor. Vamos ficar juntos agora.
— Preciso mostrar-te algo. — Murmurou calmamente. Edward assentiu e ficou encarando-a. — Sente-se.
Edward sentou-se em sua cama, olhos atentos a mulher a sua frente. Isabella levou os dedos até os botões do vestido acizentado que vestia. Edward não entendeu nada, mas gostou de vê-la se despindo para ele.
Quando Isabella deixou os seios desnudos viu o homem a sua frente quase pular encima de si. Mas um movimento com a mão o impediu. Edward grunhiu ferozmente se controlando para não fazer nenhuma besteira.
O vestido caiu aos seus pés, e Edward pôde ver do que se tratava. Seus olhos arregalados estudava do o monte delicado e bonito que tinha ao pé do barriga de Isabella.
— Você está grávida?! — Indagou tentando não soar grosseiro. Bella deu de ombros.
— Parece não é.. — Sussurrou. Edward ergueu-se da cama. Dedos cumpridos passando nervosamente pelos cabelos.
— Ia embora com um filho meu no ventre?
— Sim.
— Você ficou doida?
— Não.
— Deus do céu! — Rosnou feito um animal — Não sei se lhe dou boas palmadas ou se beijo-lhe de felicidade até morrer sem ar!
— Se eu puder escolher, prefiro morrer sem ar beijando-lhe. — Edward riu presunçoso.
— Minha menina da boca esperta... — Sussurrou antes de tomá-la completamente.
— Um doce pelos seus pensamentos?
Ergueu o olhar que foi diretamente ao homem lindo que seu marido era.
— Majestade, eu não gosto muito de doces. Fique com eles o senhor. — Murmurou gentilmente e ironicamente. Edward sorriu sentando ao lado da esposa.
— Minha rainha fica cada vez mais atrevida... — Fingiu pensar — O que eu faço com você ?
— Não faça nada. — Deu de ombros — Sou tão boazinha. Mas já que meu rei está merecendo, eu vou dizer.
Edward sorriu e beijou-lhe os lábios levemente.
— Estava lembrando-me quando contei-lhe sobre Aurora.
Edward bufou.
— Uma lembrança um tanto controvérsia para mim, ouso dizer.
— Porque meu rei, posso saber?
— Fiquei feliz, extremamente feliz. Mas também, com raiva. Muita raiva. Você ia embora com minha filha no ventre, isto não se faz!
— Você não deveria ter aceitado se casar, talvez eu não teria ido embora! — Rebateu Isabella.
— Cale a boca. — Rosnou entredentes e tomou-lhe os lábios fazendo-a rir. — Confesso que odeio o modo como fica linda quando está irritada.
— Confesso que o amo mais que o mundo. — Sussurrou. Edward sorriu.
— Você é meu mundo majestade. — Ele respondeu a ela.
— Onde está meu filho? — Indagou afastando-se dele alguns centímetros.
— Nosso filho está cuidando de alguns afins políticos. Ele vai ser um belo rei.
— Enzo sempre levou jeito para coisa. — Isabella murmurou — Meu menino da rua, rei! Olha como isso é unicamente diferente?
— Você também era uma simples camponesa. — Edward disse. Bella bufou.
— Diga a palavra marido, prostituta. — Edward Grunhiu. Não gostava quando ela se referia a ela assim.
— Nunca foi. — Ele rebateu. — É o amor da minha vida. Sempre foi, e sempre, mais sempre vai ser.
— Quanto mais velho, mais galanteador barato. — Isabella Zombou. Edward riu.
— Você me ama menos por isso minha rainha?
Isabella ergueu-se da poltrona onde estava, sentou-se no colo do marido e beijou-lhe os lábios castamente.
— Eu nunca vou amá-lo menos meu rei. — Sussurrou — Porque o senhor está completamente em mim.
— Como você em mim meu amor. — Sussurrou — Que tal um comemoração tórrida de amor agora?
Isabella gargalhou.
— Comemorar o quê exatamente meu rei?
— O amor? — Indagou fingindo de inocente.
Isabella riu.
— Leve-me para sua cama majestade... — Sussurrou baixo. Edward ergueu-se com Isabella no colo e colocou na cama espaçosa deitando-se rapidamente sobre ela.
Seus lábios engoliram os delas rapidamente antes de irem em direção ao seu ouvido.
— Submeta-se ao seu rei... — Ele Sussurrou — E será altamente recompensada.
Fim
Bônus
Edward Cullen, rei da Inglaterra, ainda depois de anos não conseguia distinguir o tamanho do amor que ele sentia pela mulher que ele agora observa. Isabella estava sentada em sua poltrona, olhos cor de chocolate focados na paisagem do lado de fora.
Ainda não sabiam o nome da doença, mas ela a tinha. Seus lapsos de memória vinham e iam, apesar de triste, Edward Cullen, com seus quase setenta anos a fazia se apaixonar por ele, todos os dias.
— Bela manhã não acha? — Ele murmura. Isabella o olha, as rugas do tempo não impedindo sua beleza.
— Sim de fato. — Respondeu — Quem és tu, posso saber afinal?
— Minha coroa não diz nada a ti senhorita?
Ela sorriu levemente.
— Não me chame assim. Olhe só para essas rugas — Murmura observando as mãos — Estou velha.
— Não menos linda. — Retrucou.
— Ainda não disseste quem sois — Mudou de assunto. Edward sorriu sentando-se ao seu lado.
— Pode me chamar de majestade. — Deu de ombros — Ou de marido, se preferir.
Isabela arregalou os olhos.
— Edward ?
— Oi meu amor. — sorriu. Isabela ergueu-se rapidamente jogando-se no colo do marido.
— Por quanto tempo estive fora?
— Apenas pela manhã.
Isabella suspirou.
— Sinto muito. Eu odeio ter que ser assim.
— Não é sua culpa minha rainha. — Beijou-lhe as têmporas. — Você me ama?
— É claro que eu te amo! — Exclamou agarrando-se a ele. — Porque?
— Então eu convivo com o resto.
— Enzo como está ?
— Se preparando para ser o melhor rei que a Inglaterra já viu.
— Mais do que o pai ? — Sorriu.
— Eu acredito que sim.
— Diga-me algo que eu nunca vou esquecer Edward, tenho medo, medo de que eu não volte ou fique fora tempo demais. Diga-me por favor!
— Bella... — Tocou-lhe a face — Eu amo você, isso você nunca vai esquecer.
— Como pode ter tanta certeza ?
— Porque eu acredito.
— E se isso que eu tenho me fizer deixar de amar você?
— Não vai acontecer!
— Como sabe?
— Porque eu te amo. — Disse firmemente — E mantenha em mente, que, enquanto eu amar você, você vai me amar.
Isabella sorriu.
— Submeta-se a sua rainha... — Murmura — E será para sempre amado.
Não foi preciso dizer mais nada.
¥¥¥
— VOCÊ NÃO TA FALTANDO SÉRIO NÃO É?
— Posso saber porque você está gritando?
— Enzo! Por favor!
— Aurora, não! Foste ousada demasiada vindo aqui, sem sua segurança pessoal, e se o papai souber, você vai ficar presa dentro da torre no máximo oitenta anos!
— Mas você não vai contar, e eles não me reconheceram!
— E tu queres um prêmio por isso?
— Por favor!
— Não!
— Você é um péssimo irmão!
— Você me ama menos por isso ?
— Cale a boca! — Rosnou caminhando atrás do irmão.
Saíram do local onde estavam, que por sinal era uma biblioteca pública o centro da cidade.
— Porque você vem aqui se você tem uma biblioteca em tamanho real?
— Porque eu quero me sentir menos princesa e mais pessoa.
— Nossa, tu por acaso é um animal?
— Eu já não disse para que calasse a boca?
— Chatinh...
A frase não fora terminada, seu corpo grande foi barrado por um ser magro de olhos azuis piscinas.
— Ei cara, você não olha por onde anda?
Enzo desceu céu olhar para a pessoa. Baixa, loira e com olhos azuis piscinas. Era completamente e irrevogavelmente linda.
— Eu não a vi, e acho que foste tu que esbarrou em mim!
— Sem essa! — Fingiu-se irritação. — Mas a partir de agora, preste atenção! Tenho que ir!
— Espera... — Segurou-lhe o pulso. — Eu...
— ALI! ALI! SUA LADRAZINHA!
A mulher virou-se irritada e derrotada.
— Obrigado por atrasar minha fuga, seu grande paspalho!
— O quê? — Enzo murmurou chocado enquanto uma Aurora ria sem parar.
— Oh Deus! — Falaram os homens que vinham correndo — Perdoe-me alteza! Essa mulher é uma trambiqueira, afaste-se dela meu senhor!
— Alteza? — Indagou a mulher devagar olhando-o. Enzo deu de ombros e sorriu.
— Me chamam muito assim — Sorriu — Mas paspalho é novo.
Ele não conteve o sorriso quando a expressão de vergonha se instalou no rosto da linda loira a sua frente.
Bom, seria um reinado interessante... Isso, com toda certeza.
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