A Proposta

15 Capítulo 14


Notas iniciais
Olá amores♥ Mais m cap da fic, espero que gostem! Obs: Pov rapidinho do stefan.... Boa leitura...

Stefan

Isso me parece estranho, Elena.

Continuo parado em frente à sua casa, o que ela disse sobre não ser a Katherine foi só para me atingir e pra deixar bem claro que ela não vai ser uma substituta.

Elli entrou em casa e bateu a porta, segui até lá para tentar conversar com ela mas antes que pudesse tocar a campainha eu ouvi ela discutir com sua mãe e sei lá quem.

Eu tenho pena dela, me parece que ela sempre falou a verdade quando dizia ser sozinha. Mas e aquele tal ex-namorado?

Estou cansado mas eu tive que vir, ou era eu ou era o Damon e como ele é um descontrolado impulsivo eu vim, não só por isso mas também porque precisava ter certeza que Elli estava bem.

Meu celular toca, ligação do meu irmão, claro.
—------------

Oi Damon.

— E então?

— Ah ela está aqui sim. Não está bem mas está aqui.

— Como assim não está bem?

— Aconteceu alguma coisa e ela não está das pessoas mais simpáticas. E olha, ela já se relacionou sim com um outro cara, matei sua curiosidade?

— Como soube?

— Quando eu cheguei na casa dela ela estava aos beijos com um carinha lá.

— Maravilha, já ganhei um belo par de chifres.

— Ah cala a boca, você dormiu ontem com a Rebecah. Aliás cadê a Mel?

— Está dormindo. E olha, fica de olho nessa fugitiva porque se alguma coisa acontecer com ela eu te mato Stefan.

— Pra quem não estava apaixonado você está bem preocupado em.

— Meu visto pro resto da vida depende disso.

Damon, é sério... ela tem muitos problemas familiares. Eu acabei de presenciar um.

— Como assim?

— Damon! Ela fugiu de casa, ela sofre. Não seja... Damon ela é uma garota cheia de problemas, é madura, durona mas é sensível, tenho certeza. Não estraga ela

— ele fica em silêncio.

— Não fala assim irmão. Você sabe melhor do que ninguém que eu não quero fazer mal à ela.

— Eu espero que não.
—---------------

Desligo o celular e jogo na cama. Logo me deito e coloco as mãos na cabeça.

— Damon, Damon... Não acredito que é você que vai ficar com a garota de novo. Primeiro a Katherine, agora a Elli. O que eu não faço pra tentar te transformar em alguém melhor.

+++

Elli

Abro os olhos e vejo pela janela que já escureceu, encaro minhas malas perto da porta.

Eu não sou obrigada a ir, casamento é pra vida toda e talvez eu possa recomeçar uma vida aqui, terminar os estudos, entrar pra universidade... Eu posso ficar.

Mas eu não quero ficar, me sinto na obrigação de voltar pra lá, em Mystic Falls eu já tenho um emprego, tenho minha distração e eu me sinto satisfeita com isso.

Levanto e vou até o banheiro tomar um banho, mas a porta está fechada então espero alguns minutos até Isobel aparecer enrolada na toalha.

— Oi filha! — diz sorridente — Eu pedi pizza pra gente, sei que você gosta e daqui a pouco está chegando.

— Tá — digo normal. Talvez eu tenha que ser um pouco gentil nessa última noite que estarei aqui.

Entro no banheiro e tranco a porta. Tiro a roupa e ligo o chuveiro em uma temperatura bem quente, fico por lá durante uns dez minutos.

Desligo o chuveiro e saio enrolada na toalha, vou para o quarto me visto e então penteio meu cabelo, logo passo um rímel e um lápis de olho. Olho no relógio e são quase onze da noite.

Desço as escadas e vou para a sala de jantar, Jeremy está sorrindo com o pai e Isobel está cortando as pizzas.

— Marguerita, sua favorita — ela diz sorrindo e então consigo dar um pequeno sorriso. Sento-me ao lado de Jeremy de frente pra ela e então começamos a comer as pizzas acompanhada de uma Coca bem gelada.

— Porque está tão arrumada? — pergunta Jeremy com a boca cheia.

— Não posso perder o vôo então já me arrumei.

— Você vai mesmo voltar pra Virginia? — pergunta Isobel com um sorriso morto na cara.

— Sim. Preciso voltar, construí uma vida nova lá.

— Claro — diz Jeremy irônico e eu o ignoro.

Olho no relógio e já é quase onze e meia, já terminei de comer e me sinto satisfeita porém continuo na mesa

— Eu posso te levar filha?

— Não precisa, eu já chamei um táxi — dou um sorriso.

— Tem certeza? Eu e sua mãe podemos te levar lá.

— Não, obrigada. É, eu vou subir pra ver se está tudo Okay.

Subo as escadas e vou para o quarto. Fecho a porta e fico encostada nela. Poxa, ela é minha mãe, dói tanto fazer isso. Mas eu não posso pensar em desistir de ir embora, não posso.

Alguns minutos se passam e então ouço batidas na porta. Destranco e abro.

— Oi, filha — disse sereno.

— John... — dou as costas e me sento na cama, ele faz o mesmo e fica ao meu lado. Logo segura minha mão e ficamos em silêncio por um tempo.

— Soube que você vai voltar pra Virgínia e eu não poderia deixar de vir me despedir de você, mesmo detestando a ideia de te ter tão longe.

— Pai... — Ele me olhou quando o chamei assim — eu sempre estive aqui e você nunca veio me ver, se eu for de novo você nem vai ligar — senti minha garganta se encher de nó.

— É, você tem razão na parte que disse que eu não vim te ver. Mas quando eu soube que você se foi eu perdi meu chão, eu percebi o quanto eu fui estúpido e eu não parei de te procurar, não tinha um dia em que eu ia dormir tranquilamente sem pensar em você. Quando você ligou, foi bem difícil rastrear seu paradeiro mas assim que descobrimos eu peguei o primeiro vôo e fui atrás de você. E eu não estou disposto a te perder de novo Elena, por favor não abandona a gente — olho para a porta e vejo Isobel nos olhando. Viro meu rosto para outro lado para não olhar pra eles e acabar chorando como uma criança. Isso dói.

— Quero ficar sozinha. Por favor.

Eles saem do quarto e fecham a porta.

Olho no relógio e faltam três minutos para a meia noite.

Dou um última olhada no quarto e vou até o criado mudo, encaro as duas fotos, uma com meu pai e outra com minha mãe. Tiro as duas do porta retrato e coloco dentro da minha bolsa, pego minhas malas e saio do quarto. Fecho a porta devagar, não a mais tempo de me arrepender.

Desço as escadas e vejo o relógio, já são meia noite. Ouço o táxi buzinar, Isobel e John me esperam na porta ao lado deles estão Jeremy e o meu padrasto eles me olham.

Abraço meu padrasto

— Fica bem garotinha — ele cochicha e então eu abraço Jeremy.

— Não queria que você fosse mas se você quer assim, eu não vou te impedir, você tem todo o direito de seguir sua vida — olho em seus olhos e dou um sorriso.

Logo volto meus olhos para os meus pais.

— Você disse que não queria nenhuma comemoração então respeitamos sua vontade, mas não poderíamos deixar de te presentear — Isobel ergue uma caixa Vermelha e John abre ela. Ele pega uma correntinha dourada com um passarinho com as asas abertas e pendura no meu pescoço.

— É de Ouro, você não vai precisar tirar e enquanto você estiver com ela estará protegida — diz John. Olho para eles e dou um sorriso

— Obrigada — abraço os dois de uma só vez e sinto um conforto enorme tomar conta de mim e depois de longos segundos ouço a buzina no táxi novamente, me desprendo deles — Adeus — digo com um nó na garganta. Droga, que vontade de chorar.

John e Isobel me ajudam a levar as malas para o táxi e então eu entro no carro, vejo os dois emocionados quando o motorista dá a partida e então eu vou embora segurando minhas lágrimas.
+++

Cheguei no aeroporto e recebi uma mensagem de Stefan que dizia " Te pego amanhã às sete da manhã pra gente voltar pra Virgínia", esperei meia hira para responder e então disse " Já estou no caminho". Minhas passagens já estavam compradas e em menos de duas horas eu embarquei. Foram quatro horas de viagem, quando desembarquei já era seis e pouca da manhã.

Peguei minhas malas e pensei em ligar para Damon, ou para Bonnie mas eu me senti envergonhada e desconfortável. Comecei a andar em direção a saída, logo vi ele é é evitei os olhos.

— Olá Medn, como foi a viagem? — pergunta com aquele sorriso safado na cara.

— Foi uma droga pra ser sincera.

— Ah, quase ia me esquecendo...- ele se aproxima de mim — Feliz aniversário — Senti um frio constrangedor quando ele encostou a boca na minha me dando um selinho e eu não tive reação — comprei isso pra você — Damon me entrega uma caixa azul com um laço Preto. Ele me olha nos olhos e exibe um sorriso — Espero que goste, me deixe ajudar com as malas — ele começa a carregar o carrinho com minhas malas.

— Qual é a sua? — pergunto ainda sem entender.

— Olha vou te poupar da bronca só porque hoje é seu aniversário, mas eu posso mudar de ideia então não abusa da minha bondade — ele deu um sorriso.

— Não tenho mais dezessete anos pra você achar que manda em mim, Damon Salvatore — ele me olhou de lado ao me ouvir pronunciar seu nome completo.

— Não mando em você, mas as vezes parece que você implora pra alguém mandar em você. Tenho muitas razões pra querer contratar um segurança particular pra seguir os seus passos.

— Não ouse! — brigo com ele que começa a colocar as malas no carro — Ou eu nem me caso com você.

— Não ouse você a fazer isso... Mas falando nisso, adiei nosso... casamento. Vai ser amanhã.

Quê!?

Notas finais
Como assim, DAMON SALVATORE??? Há, o que acharam meninas??? Espero que tenham gostado! Comentem, comentem, quero saber o que estão achando da fic! bEIJUSSS♥