A Proposta

12 Capitulo 11 - Nos conhecendo melhor?


Notas iniciais
AAAH desculpa! ~desviando das facas e canivetes~gente desculpa mesmo. nao tenho o que falar pra explicar o que me aconteceu, só que eu tive uma diarreia mental, só saia merda. desculpa? esse capitulo talvez vai se dividir me 4 parte, ainda nao sei direito. e desculpa se eu falai que o capitulo do pov ed era nessa na verdade sera um pensamento, nao sei ainda onde colocar, e proximo capitulo de certeza chegaremos em Londres. AAAH! NÃO VOU ME ESQUECER DAS MINHA LEITORAS QUE AGUENTAM ESSA PESSIA ESCRITORA QUE QUER MATA-LA DO CORAÇÃO NAO É.

A Proposta– Capitulo 11 : Nos conhecendo melhor? . Escrito por DayFerreira.

"Deve-se temer mais o amor de uma mulher, do que o ódio de um homem. — Sócrates"


Pov. Bella.


— Mãe a senhora tem certeza que esta tudo bem? – perguntei pela milésima vez, desde que o motorista particular dos Cullens parou em frente a minha casa.

Não estava confiante com essa viagem, passei a ultima semana pensando e refletindo em alguma maneira de não ir para Londres com os Cullens, mas não conseguir pensar em nada, não tinha saída, tinha que ir, por isso, infelizmente, Angela me ajudou a comprar alguns agasalhos, pelo que eu soube lá era frio, e não queria morre de hipotermia, Angela na verdade piorou e gritou para Deus e o mundo que eu era muito sortuda. Como dinheiro não era um luxo que eu tinha, comprei coisas simples e algumas malas. E nesse meu momento de dondoca, eu tinha ate esquecido o meu ridículo medo de voar avião, sim, por que sei lá, acho que viajei de avião umas seis vezes para Forks, lugar onde meu tio mora com minha tia, o lugar, coincidentemente é frio pra caramba, lá raramente fazia sol, e quando digo raramente, foi por que eu só vi sol em Forks um vez nessas minhas seis viajes, mas isso faz muito tempo, eu tinha apenas dezesseis anos.

— Isabella, por favor, você não esta indo a forca e muito menos eu e Anne. – ironizou minha mãe quando o motorista terminou de colocar as malas no porta malas do luxuoso carro, diga-se de passagem. Família rica é a peste.- riu Bellinha, hoje a peste estava com um lingerie verde, e por cima um casaco de coro, serio, minha imaginação é muito bizarra.

— Eu sei. – murmurei a contra gosto.

— Então deixe de besteira e venha dá um abraço em sua mãe. – falou ela rindo e abrindo os braços, na qual me aninhei e suspirei pesadamente.

— Sentirei saudades dona Renée. – suspirei entre seus cabelos.

— Oh, minha linda também sentirei. – sorriu ela, segurando meus ombros e me afastando delicadamente para me ver. — Ora Bella, não será tanto tempo assim.

— Sim. – suspirei me afastando dela e indo em direção a Anne, que estava linda com um vestidinho vermelho e seus longos cabelos castanhos presos em um rabo de cavalo levantado, sua boca esta em um “O” perfeito olhando encantada carro preto a sua frente.

— Anne. – sussurrei no seu ouvindo, tirando ela do seu transe.

— Oh Bellinha, você me deu um susto. – reclamou. Reprimir o gemido de reprovação ao ouvi o demônio do “nome” da depravada na minha mente.

— Desculpa. – sorri apertando suas rosadas bochechas, a abracei. — Se cuida viu, e da sem noção da mamãe também. – falei fazendo cosquinha nela, que riu e me agarrou mais apertado.

— Certo. – sussurrou ela.

— Senhorita Swan? – chamou o motorista. — Podemos ir, o senhor Cullen acabou de ligar dizendo que já esta a caminho. – disse se retirando.

Respirei fundo, peguei a mão de Anne e levei ate o carro, coloquei o cinto, me despedi mais uma vez, e o carro se foi.

Sentei em cima de um enorme tronco que havia ali e esperei, meia hora depois avistei um carro enorme prata chegando perto, estranhei, quando o carro estacionou ao lado da minha casa eu me levantei.

— BELLAAA! – ouvi o tão conhecido grito de Alice, que descia pulando e vinha saltitante ao meu encontro.

— Alice. – suspirei, e logo depois fui apertada pela pequena mulher, que estava linda com um jeans escuro apertado e uma blusa soltinha verde. Putz, como um ser pequeno tem tanta força. – grunhiu Bellinha. E tive que concordada, Alice me apertava tanto que nem respirar eu conseguia.

— Ora Alice, largue Bella, deixe minha nora respirar. – Esme, que ria ao lado de Rose, pediu. Esme estava deslumbrante em um vestido branco com flores amarelas e um salto amarelo não muito alto e seu cabelo cor de mel em um coque bem feito, Rose linda com sempre, eu aposto, estava vestida com uma saia cintura alta azul e uma blusa branca por baixo junto ao casaco jeans pequeno e um salto enorme branco com seus longos cabelos loiros soltos e cachados nas pontas, linda! Senti-me um pouco mal, afinal, elas era perfeitas e deslumbrante enquanto eu sou esse traste com óculos, estava vestindo um vestido branco e azul folgado junto com uma sapatilha e meu óculos, meu cabelo estava preso em um coque bem feito, estava mediana, mas perto delas me sentia um patinho feio.

— Mas mãe. – choramingou Alice, me largando.

— Ora me deixe vê-la também crianças. – ouvi a voz musical da vó Elizabeth, que estava assim como as outras linda, em um vestido azul agua e seus cabelos soltos, sim, ate a vó tava me humilhando.

Depois que abracei as personificações da beleza feminina, foi à vez dos homens, que meu deus do céu, que era aquilo, Carlisle foi o primeiro, o homem tava lindo em um jeans preto com uma camisa amarela, seus cabelos loiros estava penteados para trás, Emmett e Jasper foram logo depois lindo de morre também, Jas – como pediu pra eu chama-lo estava de bermuda jeans clara com camisa amarela de longas mangas. — Emmett – estava com uma bermuda marrom e uma camisa sem maga azul claro. Vovô Edward estava lindo com uma calça social azul e uma camisa branca, seus cabelos estavam uma desordem completa. – o que me lembrava de muito Edward. Que, puta que pariu Senhor todo poderoso daime forças. Edward estava encostado no carro lindo de morre, com uma bermuda jeans escura, regata branca com uma jaqueta também jeans escura, seus olhos brilhavam lindamente sobe o pouco sol de manha, seus cabelos cor de cobre estava uma bagunça sexy e bela, usava um tênis preto, deixando sua perna musculosa e firme a mostra, hiperventilei com a visão. Ô Deus abençoe esse homem, quanta saúde. – falou Bellinha se abanando.

— Bom Dia Bella. – meu coração se acelerou e minhas mãos soaram ao ouvir meu apelido, naquela voz rouca e suave, aposto que estava com uma cara de boba olhando para que homem lindo a minha frente. Isso vinha ocorrendo na ultima semana, simplesmente só de ouvir seu nome, meu corpo tremia, e não era de ódio, não entendo que merda esta acontecendo comigo, eu simplesmente o odeio, não é mesmo? Ô MULHER ILUDIDA! – murmurou Bellinha revirando os olhos. – Responde ele criatura! – acrescentou ela exasperada.

Antes que eu pudesse pensar em responder ele, minha atenção foi direcionada ao um pequeno ser abaixo de mim, puxando meu vestido. Joseph estava lindo com uma bermuda jeans, tênis e uma camisa vermelha com um casaco por cima, seu cabelo estava bagunçado e seus olhinhos pequeninhos, segurava um paninho na outra mão.

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(N/A: imaginem ele com olhos azuis sim *-*)

— Joseph! – falou Rose, chegando perto de nós. — Você não estava dormindo filhote. – falou ela carinhosa.

— Não to mais, mamãe. – murmurou ele como se fosse obvio, revirando os olhos. Edward sorriu torto e o pegou no colo.

— Esse menino ta cada vez mais parecido com você Edward, pare de ensinar essa coisas pra ele. – brigou Rose.

— Eu não estou fazendo nada Rose. – falou o Cullen com cara de inocente. — Não é mesmo Joph? – perguntou ele beijando as bochechas rosadas do menino que se afastou dele rapidamente.

— Não faz isso tio, eu sou um home. – brigou ele. Rose olhou atômica pra ele, e Edward apenas revirou os olhos.

— Então você quer ser beijada por quem, homenzinho? – perguntou Emmett se aproximando de nos.

— Pela Bebel. – falou ele apontando pra mim. Serio, é possível você se envergonhar com uma criança? Bem, se não, eu acabei de fazê-lo.

— Mas meu garotão é um Cullen mesmo. – falou Emmett todo orgulhoso pegando Joseph no colo.

— Desculpa ai rapazinho, mas a “Bebel” é mim, procura a tua. – falou o Cullen vindo em minha direção e me abraçando pela cintura, seus lábios tocaram minha orelha e ele sussurrou “precisamos conversar” não vou dizer que me arrepiei por inteira, por sorte ninguém ouviu ou viu. Assentir lentamente, ainda pasma com sua proximidade. POSSUA-ME DEUS GREGO! – gritou Bellinha balançando o quadril e chacoalhando as mãos. Concentra-se Bella é só uma encenação. Repetir como um mantra na minha cabeça, deixando de lado o ataque da Bellinha Safada!

— Vamos. – chamou o Sr. Cullen pai do Edward, e todos entramos no carro, que milagrosamente, coe todos, Carlisle e Esme foram à frente. Os outros se revisaram com seus pares, o que consequentemente me fez ficar ao lado do Cullen na parte traseira do carro, todos começaram a falar ao mesmo tempo, sentir o Cullen se aproximar mais de mim, e meu corpo por inteiro ficou tenso.

— Estive pensando. – sussurrou ele, perto do meu ouvido, quem visse, acharia que ele estava beijando meu pescoço, respirei pesadamente, merda, ele tinha que cheirar tão bem?

— Humm. – murmurei apenas, com medo que minha voz falasse ou que eu gaguejasse.

— Não sei muito sobre você. – falou ele. Minha pele se arrepiou e meu pescoço queimou, pois ele tinha acabado de beijar o local.

— Por- Porque esta fazendo isso? – perguntei, me amaldiçoando por ter gaguejado. Ô senhor me segura senão eu ataco. – ameaçou Bellinha.

— Minha vó esta de olho em nós, sinto que ela esta desconfiada. – explicou ele, e não sei o porquê mais me sentir mal com a resposta.

— Você pode não me conhecer, mas eu te conheço muito bem. – respondi respirando pesadamente, ele se afastou e com a sobrancelha erguida me olhou, seu rosto era pura confusão.

— É mesmo? – perguntou ele, apenas assentir. — O que sabe de mim? – perguntou ele curioso.

Respirei fundo, para me acalmar, minha situação não tava tão boa assim.

— Sei que você é um mulherengo de marca maior, que já se envolveu com varias modelos, atrizes e o diabo a quatro, sei que é um homem ganancioso e considerado o quarto homem mais rico no mercado da moda, entre outras coisas que acho melhor não comentar perto de sua família. – falei em um só folego. Ele me olhou por um momento e depois sorriu torto.

— Terceiro. – disse ele depois de um tempo nos olhando.

— O que? – perguntei.

— Sou considerado o terceiro homem mais rico no mercado da moda. – falou ele debochado, revirei os olhos, e antes que eu pudesse falar algo ele continuou: — Porem, o que você sabe de mim, é o que todos em Nova York e o resto do mundo que compra revista de fofoca sabe, estou dizendo, precisamos nos conhecer bem... Intimamente. – ele disse isso me olhando divertido, abre e fechei a boca varias vezes. Pode vim quente delicia, que eu tô fervendo! – disse Bellinha lambendo os lábios vermelhos.

— Não! Não, não, não. – repetir varias vezes. — isso não ta no contrato. – falei rapidamente.

Bella vai chegar a hora de você se deslacra fia, nada melhor com esse deus grego. – debochou Bellinha.

Ele riu abertamente.

— Não seja absurda. Estou falando de coisas que casais – falou fazendo careta. — bem, casais normais sabem um do outro.

Agora foi minha vez de ri.

— Bem, não somos o tipo de casal que se possa chamar de normal não é mesmo? – debochei.

Edward revirou os olhos.

— Mas acho que é uma boa ideia, tipo coisa fúteis que ninguém saiba, não é? – disse pra tentar amenizar a careta que ele fez, ele assentiu.

— No avião falamos mais, chegamos. – disse ele, quando o carro começou a entrar em uma área onde só se via aviões e jatinhos.

Serio que eu ainda pensava que eles iam pra Londres em um avião “normal” como qualquer mortal, bem eu sempre penso besteira, estávamos agora entrando em seu jatinho particular, o avião não era grande mais era luxo puro, brando e na lateral da assa direita havia o brasão dos Cullen, que tantas vezes vi no Cullen & Cia.

Eu já disse que morro de medo de voar avião? Sim, eu morro, já estava sentindo minhas pernas bambas, e dei graças a deus por já esta sentada na luxuosa poltrona cor creme, Edward estava ao meu lado, e parecia alheio ao meu estresse, ouvi o piloto falar alguma coisa mais não prestei atenção, estava preocupada em respirar, então sentir um toque na minha mão que nem tinha percebido que apertava o assento, quase o rasgando.

— Bella respire calmamente. – ouvi Edward dizer baixo e começou a cantarolar um musica calma e misteriosamente sentir minha mão afrouxar o aperto no assento.

Eu devia ter ficado pasma com essa boa ação, mas estava tão absorvida na voz calma dele, a melodia era lenta e sua voz rouca e doce era perfeita, minha respiração foi se acalmando e eu somente sentir a maldita pressão que faz quando o avião começa a decolar e depois, nada mais sentir.

— Se senti melhor? – perguntou ele, depois de certificar que eu não tinha morrido.

— O-Obrigada. – agradeci.

— Não por isso. – disse ele sorrindo torto. Perdi-me naquele maldito sorriso, e agora tão perto dele, percebi perfeita covinha que forma quando ele faz esse ato e como sua bochecha é rosada e sua pele branca, Deus ele é perfeito. Alguém esta apaixonada. – cantarolou Bellinha. Essa constatação me pegou de surpresa. É possível? Eu? Isabella Swan, apaixonada por ele, mas eu o odeio!

— Como você fez isso? – perguntei depois de me questionar mentalmente, sobre meus verdadeiros sentimentos sobre ele, não era possível, eu só estava agradecida, só isso! Iludida!- cantarolou Bellinha revirando os olhos.

— Quando tínhamos que viajar, Alice sempre morria de medo de voar, em um dia eu fiz isso e ela se acalmou, ela tinha uns 15 anos, bem agora ela não tem medo. – falou dando de ombros. Esse lado do Edward, um lado família, era um lado tão lindo de se ver. Fiquei encantada.

— Sim. – murmurei. — São quantas horas de voou? – perguntei depois de constatar que eu não fazia ideia disso.

Ele deu de ombros.

— Na maioria das vezes demora em torno de seis horas e cinquenta minutos. (N/A: gente nao vai por mim nao, nao sei se é verdade)– respondeu ele. — Tempo suficiente para nos conhecermos melhor, temos um banheiro lá no fundo. – acrescento sorrindo debochadamente olhei mortalmente para ele.

Para o avião que eu quero descer, tipo assim, quase sete horas de voou, eu e Edward junto, conversando? Vamos nos matar! Essa viajem promete! – falou Bellinha pulando.


n/a: ~VAMOS FANTASMAS ME MANDEM REVIEWS SIM? E AS RECOMENDAÇOES? HÁ GENTE EU MEREÇO ESSA MALDADE, MAS ISSO É MEU COMBUSTIVEL~



Notas finais
vamos pessoal, me deem combustível! reviews sempre bem vindas!
RECOMENDAÇÕES ! AAAAAAAAAAAH