A Proposta
2 Capitulo 1 - Estou enlouquecendo !
Notas iniciais
A Proposta — Capitulo 1 : Estou enlouquecendo. Escrito por Sunshine.
"Há sempre alguma loucura no amor. Mas há sempre um pouco de razão na loucura."– Friedrich Nietzsche
Pov. Bella
– AAAAAAAAH como eu odeio ele! – bati a porta com força e sair gritando.
– O que foi mulher!? – perguntou Ângela, minha colega de trabalho.
– O que foi? Aquele... Aquele... Aquele... Argh!- gemi.
– Aquele tesudo do nosso patrão? É isso Bella? – perguntou ela, com cara de malicia.
– É, é isso mesmo Ange, como pode um homem tão lindo e ao mesmo tempo tão idiota!? – perguntei com raiva.
– Não sei, mais não ligaria se todos os dias eu tivesse um idiota daquele na minha cama. — disse ela com cara de sonhadora.
– Pois eu tenho muita pena da infeliz que um dia se casar com aquele idiota. Já disse que o odeio? – perguntei revisando de novo a papelada que mandei para meu querido chefe, Edward Cullen, meu pesadelo particular, o idiota teve a coragem de dizer que a papelada toda que escreve em seis horas estava errada, em SEIS HORAS, mais eu mato aquele desgraçado.
– Já sim, hoje você disse isso pelo menos uns trezes vezes. – disse Ângela olhando para tela do seu computador.
Bom, vou contar o que esta acontecendo, me chamo Isabella Swan, Bella, 20 anos, trabalho para a empresa Cullen & Cia, a maior e mais famosa empresa de moda do mundo, trabalho como contabilidade na empresa, meu chefe o maldito e gato Edward, o cara é o maior idiota, imbecil, mulherengo, amolfadinha, exibido, safado e tarado que eu conheço, e eu simplesmente o odeio, e ele me odeia da mesma forma, vocês devem estar se perguntando, então por que você ainda trabalha para ele? Simples, eu necessito do dinheiro, minha família não é rica, e estamos passando por algumas dificuldades financeiras depois da morte do meu pai, tenho que sustentar minha mãe e minha irmã mais nova, mas se ele me odeia também, por que ele então não se livra de mim? Vocês devem estar querendo saber disso também, simplesmente por eu ser uma das melhores funcionaria, e como seu pai gostava muito de mim, e sempre elogio meu trabalho na empresa, ele não tem nada que reclamar mais nunca nos damos bem, nunca mesmo. Edward é o tipo de homem, lindo, sim o cara é o maior gato, além de ser rico e famoso, seu trabalho na empresa como presidente, também não há o que reclamar, mulherengo ate o ultimo fio de cabelo, sempre aparece em alguma revista de fofoca com alguma modelo, poderá trabalha no ramo da moda, resumindo é o sonho de consumo de todas as mulheres, um famoso molha calcinha, mais comigo ele não passa de um idiota que se acha. Bem, não sou aquela garota que onde passa chama a atenção, não gosto de me vestir como essas mulheres por ai, não gosto de maquiagem e muito menos de cabelereiro, então você já imaginou a minha aparecia, meus cabelos são longos, bate nas minhas costas, meus olhos são castanhos, uso óculos bem fundo de garrafa, com certeza não sou do tipo que chama atenção.
Pov. Edward
– O QUE? – gritei para eu advogado.
– Isso o que senhor ouviu, hoje faz dois anos que o senhor tomou a presidência das Cullen & Cia, mas falta um simples detalhe para tornar essa posição sua definitivamente, uma clausula que o senhor fez questão de ignorar, a do casamento. — disse Dr. James, meu advogando, há dois anos eu assinei aquele maldito contrato que meu pai me obrigou, na época ele estava preocupado comigo, bem, digamos que não era um cara muito responsável, poderá tinha apenas 23 anos, mas papai queria se aposentar, e ele não queria dá o cargo para Alice, que na época só tinha 18 anos, ele então resolveu me dar a presidência dos Cullen & Cia, na época estava acabando de me forma em admistração, mais minha permanência na presidência tinha uma condição, casamento, como ele disse sou muito mulherengo, me fez assinar um contrato com essa maldita clausula.
– Mais Dr, ele não tem o que reclamar da minha posição na empresa.
– Sim, ele não tem mesmo, mais os escândalos que o senhor esteve presente esta sujando o nome da empresa, e casamento é a melhor forma, segundo ele, de te colocar no eixo. – disse ele se levantando ação que também fiz.
– Quanto tempo eu tenho? – perguntei aflito.
– Menos de um mês, seus pais voltam de Paris nesse tempo, e é pedido do Senhor Carlisle, conhecer sua noiva, e aconselho que seja do agrado dele, senhor Edward, tchau. – disse ele se retirando.
Sentei em minha cadeira, furioso, não podia perder a presidência, antes de pensar em algum modo de sair dessa furada, entra em minha sala, Victoria minha secretaria, linda e gostosa, é, ela também é uma das muitas mulheres que pego, ela entrou então com seu sorriso safado, e se sentou em meu colo, segurei suas coxas e ergui um pouco de sua saia que não era nem um pouco longa, e comecei acariciar o local.
– O que foi chefinho? – disse ela massageando meus cabelos.
– Tenho um problema. – disse fechando os olhos, ela ficou em silencio esperando que eu continue. – preciso me casar. – disse depois de um tempo, e ouvi-la arfa parando sua massagem em meus cabelos abriu meus olhos e encontrei um Vitoria sorridente, franzi a testa.
– Quando ira me pedir então Eddie?- ergui a sobrancelha sem entender.
– O que disse Victoria? Pedir-te o que?
– Oras Edward, não seja palhaço, em casamento é claro! – disse sorrindo e me abraçando, na qual logo me larguei, e comecei a ri, não, a gargalhar. – Qual é a graça? – perguntou vermelha de raiva.
– Você Victoria! – disse, ela me olhou confusa e se levantou do meu colo.
– O que disse que é tão engraçado?
– Victoria nunca que iria me casar com você. – disse rindo, e ela me olhou furiosa.
– E por que não? – pare de ri, e a olhei, agora serio.
– Primeiro esse casamento precisa ser de fachada, um casamento de um ano mais ou menos, para depois eu me separa, e é obvio que você nunca iria me dar o divorcio, e não estou a fim de passar por aquela merda toda para se divorcia, segundo precisa ser alguém que meu pai goste, e você e eu sabemos muito bem que ele não gosta de você, e você é minha secretaria querida, ele iria sacar que estou enganando ele, precisa ser alguém que me odeie, e ele sabe que você tem uma queda por mim. – revirei os olhos com a ultima palavra, como se eu fosse ficar com uma vagabunda que nem a Victoria.
–Então querido, tenho uma noticia ruim para te dar. – disse ela sorrindo.
– E qual seria?
– Todas as mulheres te querem, não conheço uma que não queria você meu amor. – disse ela entre dentes.
– É isso é um problema. – fechei meus olhos, quando escuto o barulho de alguém batendo na porta. – Entre. – então, Isabella, a contadora da empresa entrou, com toda sua feiura e caretice, trazia nos seus braços a papelada que mandei refazer, que estava perfeita diga de passagem, mas só por ter me respondido resolvi dar um castigozinho, ela me olhava com ódio, espera... ODIO! Como não pensei nisso antes... Isabella... Papai a adora é por esse motivo que ainda não demitir essa mal criada, papai a considera uma filha, se eu me casar com ela, mas... Olhe pra ela, é horrível... Mas vale apena pela minha presidência.
– Edward! – gritou ela.
– O que foi Isabella? – perguntei, depois de bolar todo meu plano.
– O que foi? Estou aqui a tempo falando com você, e você me olhando com essa cara de idiota. – disse ela com deboche, revirei os olhos, vai ser mais difícil do que pensei. – Olha, já acabou meu expediente, estou indo embora, esta aqui a maldita papelada. – disse ela, já se direcionando para a porta, antes que eu pudesse falar algo ela se foi, fechando a porta com força. Victoria veio em minha direção, com o semblante curioso.
– Essa garota é ridícula, sem educação, feia e...
– Vai ser minha noiva. – a cortei, olhei em sua direção, ela estava com a boca aberta e os olhos arregalados, como se tivesse acabado de ver um fantasma. – O que foi?
– VOCÊ ENLOQUECEU? – gritou ela, com sua voz enjoada.
– Primeiro, abaixe a voz, e segundo não, não enlouqueci. – disse frio.
– Como não, como você pretende se casar com aquela coisa? – perguntou com cara de nojo.
– Casando Victoria, use esse cérebro e pense um pouquinho, ela me odeia, eu a odeio, meu pai a adora, iria aceitar isso facilmente, e pronto, nos casamos por um ano e bam! A presidência é minha. — disse sorrindo vitorioso.
– Você é quem sabe. – disse ela com desdém, às vezes Victoria consegue ser tão irritante.
Mais nada iria me impedir de ter a presidência para mim, nem mesmo essa merda de casamento, nem que pra isso tivesse que me casar com Isabella Swan.
POV. Bella
Sai da empresa com vontade de matar um... Um não, minha vitima já tem nome e sobrenome, me fazer rever aquela maldita papelada. Idiota, mil vezes idiotas. Mais é um idiota lindo e gostoso. Minha mente gritou. Isso é verdade! Responde não sei pra quem, afinal eu estava falando com minha mente, Ô droga, aquele maldito esta me levando a loucura, literalmente.
Fui ate o ponto de ônibus, graças aos céus não perde o único ônibus que passa perto da minha casa, subi, fui direto ao fundo do veiculo, coloquei meus fones de ouvido e fechei meus olhos, ao som de Muse, rapidamente cheguei a casa, um lugar escuro e estranho, mais apenas isso eu conseguia pagar, minha mãe não trabalhava, depois da morte de papai ela entrou em uma depressão tão profunda, mas não deixava que eu e minha irmãzinha percebêssemos mais eu sempre percebia.
– Oi mãe.
– Oi Bella, como foi o dia?
– Estressante.
– E quando não é? – disse ela divertida.
– Cadê Anee?
– No quarto, hoje ela não se sentiu bem, e foi dormi.
– Mas agora ela esta melhor? – perguntei nervosa.
– Sim, só com uma dor de cabeça, mas já dei um remédio, já passa não se preocupe. – disse Renée calmamente.
– Okey então. – disse mais calma, Anee é minha irmã mais nova, só tem 5 aninhos e já passou por tanta coisa, a morte de nosso pai, Charles que ela nem teve a chance de conhecer, pois papai morreu quando ela ainda estava na barriga de nossa mãe, acabou nascendo prematura, a mudança repentina do nosso estado financeiro, nunca fomos ricos, e nem queríamos, mais vivíamos bem, tiamos uma casa linda, nem grande nem pequena, agradável, e agora moramos em uma casa 4x4, com apenas três cômodos, cozinha/sala, banheiro e o quarto que dividimos juntas, por isso que ainda aquento aquele monstro, preciso do dinheiro.
No dia seguinte me levantei as quatro da manha, como de costume, a empresa era muito distante daqui de casa, e infelizmente só passa um único ônibus de duas em duas horas. Não precisava me arrumar muito, coloquei meu moletom de cor marrom, minha calça jeans boca de sino, meus óculos de grau, fiz um coque mal feito mesmo, estava lá para trabalhar e não para um desfile de moda, que nem Victoria, “secretaria” do Edward, sei muito bem o que aquela mulher é dele, seu trabalho lá é entreter Edward, afinal ela não é capacitada nem para ser secretaria, sua futilidade é tão grande e suas ilusões também, lembro-me de semana passada que ela Gritou, sim ela gritou, para Jane, que o Edward era dela, e de mais ninguém, simplesmente por que o próprio cafajeste estar paquerando ela, foi uma cena hilária, eu e Ange morremos de ri, e o cafajeste ainda ria da cena, idiota, se acha tão irresistível, Mais ele é! Gritou a traidora da minha mente. Sim, é mais não precisava se achar tanto, responde, já duvidando da minha sanidade mental, onde já se viu discute com sua própria cabeça, só eu mesma.
Cheguei à empresa por volta das 6:30, como sempre ninguém ainda havia chegado, o expediente só começa aparte das 7, com exceção de Jacob Black, o segurança, Jake é um dos poucos amigos que tenho aqui na empresa, com seus quase dois metros e meio de altura ele intimida qualquer um, sua pele é avermelhada e seus cabelos são de um negro belíssimo, seus músculos gigantescos ficam lindos no terno azul marinho que ele usa, mais não tão perfeito quanto um terno negro em um certo idiota, com sua pele branca, seus músculos não tão desenvolvido se comparado a Jake, seus cabelos cor de bronze totalmente selvagens, e seus olhos verdes, duas belíssimas esmeraldas, bem, não é atoa que ele consegue todas as mulher que quer, quer dizer, quase todas, afinal eu não ligo para ele, Bella, quem você quer enganar !? Gritou minha mente. Cale a boca! Balancei minha cabeça tentando afasta esses pensamentos idiotas.
– Hey Jake. – acenei assim que entrei.
– Oi Bells, caiu da cama? – perguntou ele rindo.
– Como sempre né Jack. – disse erguendo a sobrancelha, ele apenas assentiu e sorriu.
– Okey, vou volta ao meu posto agora. — ele disse meio nervoso.
–Oh, sim, tchau. – quando ia me virar para sair, ele segurou meu cotovelo e me virou. – O que foi Jack?
– Bem... Eu queria saber se você não iria querer almoçar comigo em um restaurante aqui perto? – O.K aquilo me pegou de surpresa.
– Oh! Não sei... – disse em duvida.
– Oras Bells, vamos lá! Vai ser divertido. – disse ele de novo nervoso, eu apenas assenti e ele sorriu lindamente, se aproximando e deixou um beijo na minha bochecha, me saltou e voltou ao seu lugar, me deixando no local confusa.
Peguei o elevador de serviço, ainda confusa, entrei no escritório e paralisei, na minha mesa, sentado na minha cadeira estava nada mais nada menos que o idiota do Edward, ele estava belíssimo, como sempre, com um terno negro bem desenhado, aposto que é italiano, seus cabelos continuavam selvagens, seu rosto impecável, principalmente com aquele óculo escuro, que o deixava com um ar de mistério. Mais que diabo Bella, pare de babar por seu patrão tesudo. Fui andando calmamente ate minha mesa, parando em frente a ele, e limpei a garganta, para chamar sua atenção, ele calmamente levantou a cabeça, e me olhou, primeiro ele tirou seu óculo, e devo admitir, ate fazendo esse simples movimento ficava sexy, ele exala sexo e masculinidade. Affz Isabella, para com esses pensamentos! Ele ficou parado me analisando, e tenho quase certeza que ele fez uma careta, mais depois sorrio para mim, o que me assustou e me encantou, o idiota é lindo sorrindo.
– Olá Bella. – disse ele com sua voz rouca e ao mesmo tempo doce.
– Isabella. – corrigir, não queria nenhum tipo de intimidade com esse sujeito, Tem certeza Bella, intimidade e Edward são palavras lindas juntas. Gritou a minha mente, tenho quase certeza que estou possuída, esses pensamentos não pode ter vindo de mim. Edward ergueu a sobrancelhas, mas não disse nada.
– Enfim, senhorita Isabella. – disse ele, dando ênfase ao meu nome. – Quero convida-la para almoçar comigo. — disse ele calmamente. Tenho certeza absoluta que meu queixo foi parar no chão, e meus olhos estavam quase indo para fora, o que diabos ele disse. Yes! Festejou a parte da minha mente possuída.
– O que disse Senhor? – tentei falar alto, mais o choque foi tão grande que a pergunta saiu apenas como um sussurro.
Ele revirou os olhos e bufou. – Te convidei para almoçar Isabella. – disse ele se levantando.
– E por qual motivo? – perguntei já me estressando.
– Quero conversar com você. – disse se direcionando para sua sala, mas parou.
– Desculpe Senhor Cullen, mais não poderei, já tenho compromisso no horário do almoço. — disse simplesmente já me sentando na minha cadeira, ele se virou para mim com suas sobrancelhas erguidas.
– Posso saber com quem?
– É claro que não, não vejo onde isso tenha haver com o senhor. – ele bufou e se aproximou de mim.
– Oras Isabella, isso tudo só para não ir almoçar comigo? – perguntou ele sedutoramente.
– Não senhor, primeiro, se eu não quisesse almoçar com você teria dito não e...
– Então a senhorita esta me dizendo que quer almoçar comigo. – disse ele sorrindo.
– Oh! Não foi o que disse. – disse rapidamente, eu disse isso?
– Sim Isabella, foi exatamente o que disse, mas continue, estou curioso para saber o motivo de não aceitar meu pedido. – disse ele se aproximando mais de mim, seu hálito batendo em meu rosto, o que me deixou extasiada, seu cheiro era muito bom, uma mistura de colônia francesa, eu acho, e seu próprio cheiro másculo. Sua proximidade teve efeitos desconhecido em meu corpo. Lindo, tesão, me come gostosão! Gritou a devassa da minha mente possuída.
– Já tenho convite para o almoço. – disse ainda grogue com sua presença.
– Oh, e com quem é?
– Jake, meu amigo. — respondi, e me amaldiçoei depois, eu não precisava responder essa pergunta.
– Ah! Tenho certeza que ele irar entender, que seu chefe tem preferencias. – disse ele se afastando de mim, ação que por algum motivo me deixou triste.
– Não tem! – disse depois de um tempo, ele apenas sorriu e foi a sua sala, minha raiva subiu, o que ele pensa que é, só por ser meu chefe, Ah, mais ele vai ver, preferencia? NUNCA! Pensei determinada. SEMPRE QUE ELE QUISER! Gritou a possuída, o que me fez bufar.
– Wow, já estressada? – dei um pulo da cadeira ao ouvi a voz de Ângela atrás de mim.
– Ange, se você não fosse minha amiga, pensaria que esta tentando me matar. – disse divertida, afastando os malditos pensamentos da minha cabeça.
– Você estava ai, parada sem se mover, eu pensei que tinha morrido só que depois você bufou e fez uma cara de mal. – e riu.
– Estou furiosa por que o maldito do nosso chefe me chamou para almoçar, mais eu já fui convidada pelo Jacob, só que ele disse que tem preferência, o que não é verdade, estou quase indo naquela sala, cometer um assassinato. – disse em um folego só.
– PARA TUDO! –ela gritou, o que fez alguns dos funcionários que estavam acabando de chegar aos olha, abaixei minha cabeça envergonhada e ela apenas riu, e abaixou a voz. – Você foi convidada para almoçar por dois pedaços de caminho?- apenas assenti. — E como você pode ficar estressada com isso, eu estaria pulando de felicidade. – disse ela sonhadora.
– Mais eu não estou primeiro, é muito suspeito esse convite do Edward. – ela apenas concordou e fez sinal para que eu continuasse. – e segundo, eu vou almoçar com Jake.
– Bem... Se fosse eu, eu escolheria o Edward, o Jake é lindo, gostoso e tudo mais, mais Edward Anthony Cullen, é a perfeição, a tesão, é o paraíso em pessoa. – disse ela com cara de malicia, o que me fez lembrar uma coisa.
– Ângela? – me virei para ela, pensando se perguntava ou não.
– Sim? – disse ela voltando a realidade.
– Bem... Err... – gaguejei.
– Cuspa logo mulher! – disse ela rindo.
– É possível, uma parte da sua mente ser possuída? – perguntei nervosa, ela apenas me olhou em choque e começou a ri, O.K, confirmado, estou louca!
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