A Professora do Amor
22 Não Aja Como Se Não Soubesse Meus Motivos
Notas iniciais
POV Cebola
Sebastian, filho de uma puta! Ele tinha me prometido voltar para roubar o que eu mais amo e ele já sabe o que vai tentar: Mônica e Magali.
Eu roubei sua namorada e por isso ele me prometeu vingança. Mas eu já sei quem vou chamar pra me ajudar, a sua ex-namorada Clarissa ou como a gosto de chamar: Lilith.
Pego meu celular e ligo para a mesma.
Telefone ON
Lilith_ Olá Cebola. – fala com seu típico veneno de cobra.
Cebola_ Clarissa, me escuta. Quer saber onde o caralho do seu ex está? Pois é, ele está na minha casa tentando roubar minha namorada. – Falo sibilando. Será que essa puta vai entender ou eu vou ter que desenhar.
Lilith_ Só 1 minuto. – Ela fala como tivesse recebido a noticia que ganhou 1 milhão de reais.
Cebola_ Venha para cá. Eu sei que ainda fala com a Mô. – Ela desliga. Ela vem tenho certeza.
Telefone Off
Vou a sala e encontro Magali, Mônica , Cascão e Sebastian sentados vendo Cinquenta Tons de Cinza.
Puta!
Olho para a Mônica e ela está ao lado do Sebastian rindo. Ela está louca, só pode. Assitir Cinquenta Tons de Cinza quando se está com raiva e sua namorada está ao lado de outro com um pijama que mostra metade da bunda dela e a porra de uma blusa bem curta que se chama croped, sei lá como se chama essa porra!
Sento no sofá e a Mônica senta ao meu lado deixando no chão, Sebastian e o casal fofo.
Ela me olha, mas eu não retribuo o olhar eu to puto de raiva. Acho que meus olhos estão negros, pegando fogo lentamente.
A Campainha toca. Que bom! Clarissa finalmente chegou.
Mônica abre a porta e Clarissa chora. Falsa!
Clarissa_ Mô, fui roubada aqui perto. Não tinha pra onde vir e vim pra cá. Posso ficar? – Ela falou soluçando.
Mônica_ Entra Clary. – Ela abraçou a “amiga” e entrou com ela. – Como foi isso? Pode falar? – Ela sentou e pediu a Magali para pausar o filme e pegar um copo de água. E Sebastian me olhou com raiva imaginando e eu lhe dei um sorriso sarcástico. Idiota!
Clary_ Estava no aeroporto aqui pertinho e quando entrei no taxi era um daqueles taxis falsos. Eles roubaram todo meu dinheiro, cartão e tals. Só não roubou meu celular por que eu deixei na mala que também não foi roubada por muita insistência minha. – Ela apontou pra pequena malinha.
Mônica_ Dorme aqui hoje e amanhã vamos ver o que dá, Ok? – Ela assentiu e olhou para mim que estava com uma calça de moletom cinza e sem camisa.
Cascão_ Vamos ver o filme? – Tentou quebrar o clima que se instalou aqui.
Sebastian_ Vamos galera? Oi Clary. – sorriu falso e ela retribuiu como uma garotinha apaixonada.
Sentamos no sofá e Mônica logo falou.
Mônica_ Galera, estou com sono. A divisão de quartos vai ser. Clary e Sebs no de hospedes, Magali e Cas no deles, Eu e o Cê no quarto dele. Se alguém quiser ir pro meu... Beleza. – Ela está com raiva, dá pra perceber.
Sobe para o quarto e eu digo o mesmo e também subo.
Entro no meu quarto, bato a porta com força e tranco ela colocando a chave na prateleira mais alta do meu guarda roupa, onde Mônica não alcança. Ninguém mandou ser baixinha.
Mônica_ Abre a porra da porta, Cebolacio Menezes Junior. – Ela fica na minha frente em pé.
Cebola_ Você vai me escutar. – Eu apenas falo isso e ela fica me encarando com os olhos negros também, não sei se é de ódio pois vejo um divertimento nos seus olhos castanhos que adquiriram um desejoso tom de chocolate escuro de ódio.
Mônica_ Fala... Ah, melhor. Deixa eu chamar a Clary pra ouvir também suas palavras, Cê. – Ela falou com desdém.
Cebola_ E o “Sebs”. Quer que eu o chame também? – Eu reviro os olhos.
Mônica_ O Sebastian é só um amigo não é essa a questão. A questão é... – Ela fala raivosa, mas eu a interrompo jogando ela na parede.
A aperto na parede colocando seus braços para cima da cabeça. Hoje ela veria o meu lado Grey.
Mônica_ Tá louco! – Ela vai ver como eu estou louco. – Se eu tivesse...
A corto novamente a beijando. Ela o retribui. Sua boca tem um gosto de morango, sua respiração subia e descia rapidamente fazendo seus seios cobertos pelo sutiã e pela blusa encostarem-se a meu tórax sem camisa.
Cebola_ Não aja como se não soubesse meus motivos. Não aja como se não soubesse os efeitos que eu causo em você. – Falei com minha voz rouca pela excitação. Ela gemeu. – Eu sou o único que pode te beijar. – A beijei demoradamente. – Te tocar. – Levei minhas mãos soltando-as as suas e segui um caminho do rosto até o quadril onde as prendi. – Lhe fazer sua. Por que você é só minha, e eu espero que não esqueça.
Ela gemeu e eu a soltei e ordenei com voz rouca... Porra Mônica! Só gemendo você já me deixa de pau duro.
Cebola_ Tira a blusa e o short. – Eu me afastei e ela tirou.
Eu fiquei parado por um momento admirando a deliciosa vista a minha frente. Seios grandes e fartos, cintura fina, quadris largos, bunda empinada e coxas torneadas. E somente minha.
Eu me aproximei novamente dela e a beijei fazendo-a perder o folego. E dei impulso para que subisse em meu colo e assim o fez.
Ela rebolou em meu colo aumentando ainda mais a minha já presente ereção.
Eu a levei para a cama e retirei todas as suas roupas me deixando separado dela apenas por uma boxer branca.
Eu logo caio de boca naqueles seios fartos e suculentos me deliciando ao ouvir seus gemidos e a cada gemido ficava mais duro. Pude sentir também que ela mais molhada ficava. Eu to impaciente a porra das preliminares é legal, mas agora eu gostaria mesmo que ela cavalgasse no meu pau.
Eu subi novamente e dei um beijo na sua testa e falei.
Cebola_ Mônica, eu quero você agora cavalgando em mim. – Ela sorriu safada e retirou a minha boxer.
Eu levantei meu membro e ela sentou lentamente quase como tortura. Uma tortura lenta e deliciosa.
Senti cada vez mais fundo quando ela levantava e sentava denovo. Sentia meu pênis atingir seu útero e voltar. Oh, porra! Seu corpo era quente e pecaminoso e eu amava isso.
Puta! Eu estava quase gozando quando me passou uma ideia pela minha cabeça.
Cebola_ Se toca pra mim, baby? — Ela corou e assentiu.
Ela saiu de dentro de mim e sentou na cama de frente para mim e começou a friccionar seu clitóris forte enquanto fechava seus olhos e gemia meu nome e então começou a se penetrar com um dedo. Oh, puta inveja desse dedo. Ela logo começou a beliscar seu clitóris enquanto gemia palavras desconexas e meu nome saia em grande parte delas e quando me olhei estava sentado me tocando também. Porra! Não aguento mais.
Fui em direção a ela e a coloquei de quatro e investi fundo dentro dela.
Ela colocou suas mãos na cabeceira da cama para não cair com a força das estocadas, colocava toda minha extensão dentro dela e saia e entrava denovo fazendo meu saco bater na sua bunda e sair.
Mônica_ Porra Cebola. Estou quase lá...Oh. Oh — Ela ficava linda gemendo. – Cebola.
Cebola_ Mônica... – Gozamos juntos.
Saio de dentro dela e nos limpamos e ela levanta eu deito na cama e abro o cobertor. Ela deita também e coloca sua cabeça no meu tórax.
E realmente percebo que Deus me deu uma das mais lindas coisas que poderia ter: Mônica e o amor que sinto por ela. Eu sou o homem que tem uma fodida sorte de ter ela ao meu lado.
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