A Procurada
9 Chapter IX
Notas iniciais
bom mais um capitulo de A Procurada, a cada dia que passa a minha imaginaçao vai alem e eu somente escrevo e sai cada capitulo maravilhoso *--*.
Espero que vocês gostem...
bjos e boa leitura ♥
Eu e Carter pegamos a Sadie, a mesma estava ardendo em febre e estava desacordada no meio do caminho eu ouvia os soluços do Carter e eu percebi de imediato que o mesmo estava chorando pelo o ocorrido da irmã, fiquei uma meia hora pensando no que falar e por fim eu disse.
–Vai ficar tudo bem, Carter! -digo olhando de lado para o mesmo-
–Ela não pode me deixar, eu...
Ele soluçou novamente e não continuou a falar, eu também não quis força-lo a falar, depois e andarmos muito e já anoiteceu e a floresta fica difícil de enxergar a noite, pegamos as nossas lanternas e começamos a olhar para todos os lado em busca de civilização ou alguma ajuda para a Sadie.
Andamos mais, meu braço já estava ficando dormente por que a Sadie é extremamente pesada, ela pode até ser magra, mais é muito pesada. Carter parou de chorar, agora ele estava desesperado por que a febre da Sadie estava piorando. A cada minuto que passa, a vida da Sadie fica por um fio.
Tentei em pensar coisas positivas e começo a fazer piada -que não é muito o meu forte- mais Carter sorria as vezes, mais na maiorias das minhas piadas ele ficava calado. Isso dificultava um pouco o meu senso de humor por que eu gosto das pessoas sorrindo nas horas mais difíceis e Carter é o tipo de pessoa que não sossega quando ver a outra pessoa bem, no caso a irmã dele.
Eu já estava pensando que nós estávamos andando em círculos, por que tudo que a gente via era mato e muito barulho. Me lembrei numa certa vez que eu estava dizendo para o Robert que eu detestava floresta, por que tudo que eu via era verde e animais selvagens, sinceramente eu paguei a minha língua, agora eu estou na floresta com uma garota entre a vida e a morte e um garoto desesperado por ajuda.
Eu pedi para o Carter trocássemos de braço, por que eu não estava sentindo meu braço nem por um decreto, quando trocamos de braço Sadie gemeu de dor. Eu e Carter olhamos um para o outro e resolvemos apressar os nosso passos, por que pelos meus cálculos isso não era um bom sinal.
Começamos a gritar na floresta pedindo ajuda, passamos meia hora ou duas horas correndo, gritando e acenando as nossas lanternas. Carter começou a chorar novamente e ele começou a dizer para mim.
–A minha irmã não pode morrer, ela tem que sobreviver ela não pode me deixar eu não aquentarei outra partida de uma pessoa que eu amo. -ele falou tão desesperado e sentimentos a flor da pele que tive pena do mesmo-
–Carter, tudo vai se resolver vamos achar alguém que cure a Sadie você vai ver. -digo com alta confiança que até eu mesmo se espantei-
Voltamos a gritar novamente, eu já estava ficando rouco, com a garganta doendo, com fome e morrendo de sede. Se passar mais alguns minutinhos quem vai precisar de medico sou eu, mais eu espirei fundo e gritei constantemente não só eu mais Carter era o que gritava mais alto que ele podia.
–Alguém precisa de ajuda? -ouvimos uns gritos vindo do norte da floresta-
–nós olhamos um para o outro e eu disse -Sim, por favor nos ajude vou direcionar a lanterna para o norte.
–Temos uma pessoa gravemente ferida. -Carter diz desesperado-
–Okey! Ligue a lanterna. -disse a voz vindo do norte-
Liguei a minha lanterna e direcionei para o norte, pela primeira vez na vida nunca estive tão feliz por encontrar alguma pessoa, mais eu queria que Sadie sobrevivesse por que ela salvou a minha vida e eu estou em dívida com ela e também ela é muito bonitinha para morrer.
–Achei vocês! -diz um homem com jaqueta preta, blusa preta, calça preta, bota preta.-
–Nossa cara, muito obrigada por nos acharmos. -eu digo quase sem folego-
–Me dê a garota, ela está muito mal precisa de ajuda. -ele diz tirando Sadie do meu braço e do braço do Carter. -
–Você tem primeiros socorros no seu carro? -diz Carter curioso e preocupado-
–Tenho primeiro socorros na minha casa. Venham lá vocês tomam algo enquanto eu cuida da bela moça. -ele diz andando em direção ao norte-
Eu e Carter nos entreolhamos e seguimos o ‘cara de preto’ mal conheci o cara e já dei um apelido para ele, mais também eu não sei o seu nome e ele foi a primeira pessoa a nos ajudar, então não é melhor reclamar.
Chegamos na casa do ‘cara de preto’ e simplesmente é luxuosa e simples ao mesmo tempo. Entramos e o ‘cara de preto’ subiu as escadas e nós acompanhamos também, entramos numa sala que era a cara de uma quarto de um hospital.
O ‘cara de preto’ colocou Sadie na maca e se virou para nos dizendo;
–Vocês tem que sair daqui, esse lugar não pode pegar bactéria e eu vou cuidar do ferimento dela, que por sinal já está cheia de bactéria por isso que ela está sentindo dor e febre.
–Quem são esses? -diz uma voz feminina bem atrás de nós-
–Leve eles para a cozinha e de comida para eles, roupas, quartos enquanto eu cuido da menina. -Ela olha para nós e prossegue-pode confiar na gente, nós somos do bem.
Eu assenti, mais Carter ficou imóvel e queria por que queria ficar com a irmã, o ‘cara de preto’ deixou ele ficar, então como eu estava morrendo de fome fui acompanha a menina até a cozinha. Me sentei na mesa e a garota colocou todos os tipos de comida, mais primeiro ela me deu agua e era disso que eu estava precisando.
–Quanto tempo você mora aqui? -digo como ninguém quer nada-
–Moro deste criança aqui. -Ela diz colocando o bolo na mesa-
–Qual é o seu nome? -digo bebendo um gole da minha agua-
–Meu nome é Bianca Di Ângelo o seu? -ela diz sentando na mesa de frente para mim-
–Meu nome é Percy Jackson, e quem é aquele? -digo cortando um pedaço do bolo-
–Prazer em conhece-lo e aquele é o meu irmão Nico Di Ângelo. -Ela diz gentilmente-
–Então você são os famosos Di Angelos- diz Carter atrás de mim-
–Sim, somos! -diz o Nico do lado do Carter-
–Annabeth falava muito em vocês. -Carter se senta na mesa-
–Anns, como eu sinto falta dela. -Bianca diz com uma cara triste-
–Não é só você, todos nos sentimos. -diz Carter pegando um pão-
–Pera ae, vocês conhecem a Annabeth Chase também? -eu digo bismado-
–Sim, conhecemos. Por que a pergunta? -diz Nico sentando do lado da sua irmã-
–Ele é um...-eu interrompo Carter rapidamente-
–Eu sou um amigo distante da Annabeth, ela não me falou de vocês. -eu digo comendo um pedaço do bolo enquanto Carter olhava para mim com uma cara de que não entendeu nada-
–Annabeth era a minha melhor amiga. -Bianca diz tomando café-
–Era? -eu digo pegando outro pedaço do bolo-
–Sim, mais nós nos desentendemos. -Bianca fala com remorso-
–Por que vocês se desentenderam? -eu digo me interessando no assunto-
–Eu...eu... Não quero falar sobre isso. -Bianca se levanta-Boa Noite a todos.
A mesma sai da cozinha muito estranha deixando somente eu, Nico e Carter. Nico balança a cabeça e olha para nos dizendo.
–Deste quando Annabeth desapareceu, ela está muito estranha.
–Ela pode está estranha por que se desentendeu com a Anns! -diz Carter comendo pão com queijo-
–Ou ela fez alguma coisa de errado. -eu digo baixinho comigo mesmo-
–Bom, meu nome é Nico e eu gostaria de levar vocês ao quarto. -diz o mesmo se levantando e indo até a escada-
Nós acompanhamos o mesmo e entramos dentro do quarto, tinha duas camas de solteiros tinha também banheiros e uma vista belíssima. Nós agradecemos o Nico e demos boa noite para o mesmo.
Carter foi tomar um banho, enquanto eu fui olhar a floresta na janela. Quando o mesmo saio do banheiro com roupas novas, depois foi a minha vez de fazer a minha higiene, percebi que tinha roupas novas e eu os vesti. Sai do banheiro e vi Carter em pé na varando, fui até o encontro dele e fiquei do lado do mesmo.
–Ela vai ficar bem, Carter! -eu digo pegando no seu ombro-
–Eu sei que ela vai ficar bem, o meu problema é ela querer voltar lá. -ele diz com o pensamento longe-
–Por que ela queria volta para lá? -eu diga me sentando na cadeira-
–Sadie, colocou na cabeça que quer encontrar Walt...-o mesmo se sentou em outra cadeira-
–Quem é esse Walt? -digo curioso-
–Ele é o melhor amigo da Sadie, quer dizer, amigo colorido da Sadie. Eles são muito ligados um ao outro e Walt quis procurar a Annabeth um dia depois da mesma sumir e nunca mais voltou...-eu interrompo Carter-
–Esse tal de Walt conhece a Annabeth? -eu digo me endireitando na cadeira-
–Não, ele viu o sofrimento da Sadie e prometeu a minha irmã que acharia a Anns, e ele partiu de madrugada e deixou uma carta para a minha irmã. Por que Sadie não concordou com a ideia de ele ir procurar Anns, por que é perigoso demais, mais ele foi mesmo assim e até hoje ele não deu notícias. -Carter diz triste-
–Hum...Carter tudo vai se resolver, Okey! -digo otimista-
O mesmo sorri e se levanta olha para a lua e sorri e diz para mim que vai dormir por que estava muito cansado, dei boa noite para o mesmo e fiquei sentado uma meia hora.
Quando eu percebi que o mesmo já estava dormindo, peguei a minha bolsa e me sentei no mesmo canto que eu estava tirei da minha bolsa a caixa que eu tinha pegado na casa abandonada, respirei fundo e abri a caixa, quando abri a mesma por completo me assustei o no que vi....
Notas finais
Deixe a seu comentario,vai deixar eu e a Anyele super feliz,okey :)
e fantasminhas camaradas aparecem a faça nos escritoras felizes.
bjos e ate a proxima :D
Fale com o autor