A Procura do Destino
2 O Mundo Real Colide
Notas iniciais
Todos nós ganhamos, certo?
Pois me faz feliz e te faz mais feliz ainda SAHASHUUHSA
Lúcia atravessava rapidamente a rua atrás de Pedro, que se encontrava do outro lado, vendo as revistas de carro na banca de jornal. “Acho que é hora de pensar em garotas” pensou ele. Pedro era o único garoto que com 18 anos ainda pensava em “carrinhos”, admirava as garotas, mas não era igual a carros, achava que não encontrava ainda a garota certa.
-Pedro! Pedro! –gritava Lúcia
Pedro vira-se a ela assustado e diz:
-O que foi Lú?
-Venha correndo! – Lúcia puxando a mão do jovem.
Como não mencionado, Pedro era um rapaz muito atraente para as meninas, mas o único problema era a sua vergonha.
Lú, o levou para dentro da estação do metrô, descendo uma escada, estava Suzana chorando pegando seus materiais escolares do chão.
Pedro se agachou para ajudar sua irmã.
-O que houve Suzana? – ele preocupado
-Pergunte para o Edmundo! –Ela com um tom raivoso.
-O quê... – Pedro se virando, viu Ed com uma marca de soco no rosto.
-Ed!O que houve? –Lúcia.
-Entrei na briga errada, Suzana tentou me impedir, mas os garotos a empurraram para o lado e voltaram a me bater.
-Ed, quantas vezes eu... -Pedro
-Você tem que ser o certinho? Você nem sabe o motivo!
-Então conte!
-Me chamaram de baixinha! E essa não é a primeira vez! – Lúcia
Pedro encarou Lú e perguntou:
-É verdade?
Lúcia respondeu que sim com a cabeça.
-Ótimo, vamos logo ou perdemos o trem. –Susana
Susana se levantou limpando as lágrimas dos olhos.
Seguiram até a linha do metrô, Susana e Lúcia se sentaram, Edmundo ficou vendo Pedro andar de um lado para o outro com uma impaciência que depois percebeu:
-Eu poderia ter acabado com eles! – Ed
-Ed! Você não entende!? Podemos evitar entrar em brigas pelo menos um dia? – Pedro irritado
-Pare de querer mandar em mim! Tenho idade para tomar conta da minha vida!
-Parece que não teve “idade” para ganhar uma luta em Nárnia!
-Do que você está falando? – Edmundo sendo irônico.
-Você sabe muito bem o que eu estou querendo dizer!
Edmundo levantou sua mão em punho, mas antes de completar a ação Susana entra na frente deles e diz:
-Por que vocês têm que brigar sempre! Ajam como garotos civilizados uma vez na vida!
Lúcia levanta também e diz:
-Para que brigar?
-Pergunte para o zangão aí! – Pedro se referindo a Ed.
-Olha seu...
Antes de Edmundo terminar a fala, vinha um vento muito forte do túnel do trem.
-O que é isso? –Lúcia
-O trem gênio! – Edmundo com tom desprezível
-Ed!- Pedro
-Parem!-Susana -Não é o trem!
Todos se olharam assustados.
-Segurem as mãos! – Susana
-Assim...? — Edmundo segurando sua própria mão ¬¬ que idiota!
-Não idiota! Assim... –Suzana segurando a mão de Lúcia.
-Eu não vou segurar a mão do Pedro! –Edmundo
-Ed! – Exclamou Pedro
Edmundo viu que o vento ficava mais forte, o trem passou em uma velocidade incrivelmente rápida, ele viu que o tempo havia parado, apenas eles é que estavam em tempo real, ficou assustado, então segurou na mão de Pedro. Olharam para os lados e viram que os azulejos das paredes estavam saindo juntamente com os cartazes, olharam para frente, entre as janelas do metrô ia surgindo uma paisagem, quase que aparecendo uma espécie de praia. O acontecimento foi rápido, as paredes se distelhaçaram e logo, os Pervensie olharam para baixo e havia areia, e olharam para frente e viram que estavam em uma espécie de final de um túnel, saíram e deram de cara com a tal praia. Estavam em Nárnia.
-Mas o quê...!? –Ed
-Acho que sentiram a nossa falta! –Lúcia sendo irônica
-Pode até ser! – Suzana com um sorriso olhando para ela com isso as duas garotas foram correndo para a água e começaram a brincar na água cristalina.
Pedro olhou para Edmundo com um sorriso e disse:
-Quem chegar por último leva uma surra!
E então os garotos também correram para a água. A diversão era muita, os irmãos nunca estiveram tão unidos como naquele dia, mas de repente Edmundo parou de brincar e olhou sério para os montes.
-O que foi Ed? –Susana
-Onde estamos? –respondeu
-Ora, não é óbvio? –Pedro
-Eu sei, mas eu não me lembro de ruínas em Nárnia.
Todos acompanharam o olhar de Ed, havia realmente ruínas em Nárnia.
Subiram o grande monte até chegar ao tal lugar das antigas construções. Começaram a andar analisar o local, ver se aquele era o local aonde eles tinham passado os 18 anos de suas vidas.
Lúcia estava comento uma maçã que havia encontrado em uma árvore, ela apreciava e tentava lembrar-se de alguma lembrança do passado-futuro, mas nada até olhar para várias colunas estilhaçadas e algumas em forma de cadeiras de pedra.
-Olhem! –Lú saindo correndo até o local especificado.
-Lúcia! –Susana indo atrás dela, Pedro e Edmundo fizeram o mesmo.
Quando chegaram lá, Lúcia reconheceu o local, e enquanto colocava seus irmãos em seus “lugares” dizia:
-Imaginem colunas, imaginem ouro pelas paredes e mármore também imagine animais mágicos, o teto de vidro!
Seus irmãos ficaram perplexos, realmente aquela era Nárnia.
-Cair Parável! – Pedro reconhecendo o lugar. O lugar em que eles foram coroados e que foram abençoados com o dom de ter salvado Nárnia, e em si, várias espécies de animais mitológicos e épicos.
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