Notas iniciais
Aiiiin então... não acabem comigo, mas tbm espero q não chorem HUSAHUSA

Na manhã do dia seguinte, pelas ruas de Telmar passavam montados em cavalos e com roupas reais, os Pervensie e agora os reis Caspian e Delayne. O povo celebrava jogando pétalas sobre suas cabeças e na rua, toda Telmar sorridente, sabiam que agora, viveriam uma vida sem maiores impostos e escravidão.

Aquela noite, Caspian X e Princesa Delayne foram coroados pelos próprios reis do passado. Havia um grande banquete, devo dizer que Danielle, a pagem da Rainha Delayne ficou muito, mais muito mesmo feliz de encontrá-la, e ficou feliz também, de conhecer Edmundo (cujo ela ficava vermelha como pimenta ao vê-lo). A moça estava pegando uma bandeja, pesada.

-Oh, deixa que cuido disto para você. – Disse Edmundo tomando-lhe a bandeja.

-Obrigada. – Ela tentando ser “mandona”, mas não deixou de ter um som doce em sua voz.

Edmundo levou a bandeja á grande mesa, onde aviam muitas pessoas, afastou a cadeira ao seu lado para Danielle se sentar.

-Obrigada... – a moça com um tom leve se sentando na cadeira.

E, claro, agora depois de tudo, Caspian e Susana estavam mais próximos, conversando aqui e acolá, mas ninguém sabia o que era.

Um pouco menos de uma hora depois, todos estavam sorrindo e conversando, menos Delayne, que perdeu sua felicidade ao olhar para Pedro, o mesmo olhou para ela, quando ela estava com o olhar baixo e triste. O Grande estava com um sorriso, mas o perdeu quando a moça rejeitou a festa. Ela se levantou da mesa e foi para a sacada.

-Com licença... – O Magnífico se levantando da mesa seguindo a moça.

Quando chegou lá, viu ela olhando para baixo, com lágrimas nos olhos.

-O que houve? – Pedro preocupado.

-Nada... – Layne limpando as lágrimas

-Pode me dizer... É por causa do seu pai?

-Não, ou melhor, também.

-Pode me falar?

-Não sei, acho que não está a fim de escutar essa Rainha chata falando não é? Tem uma festa lá dentro, vá aproveitar, logo terá de ir embora mesmo...

Pedro percebeu Delayne não queria que nem ele e nem seus irmãos fossem embora, gosta da presença deles, mas para ela, a que mais a marcou foi a de Pedro.

-Delayne, eu...

-Não, vai eu vou ficar bem... –Ela fingindo um sorriso

-Não, não vai.

-Pedro... – Respondeu ela com voz de resposta, mas ainda com tom triste

-Sabe tanto quanto eu... que a amo.

A moça entrou em choque, ele sabia de seu sentimento, mas ela nem imaginava que ele sentia o mesmo. Ela o encarou.

-Você o que?

-Nem eu sei o que tenho feito desde que te conheci e... Compreendo que vai sofrer quando eu partir tanto quanto eu.

-Claro... Tem feito coisas imbecís como se sacrificar por mim...

-E...! Por Nárnia.

A princesa sorriu.

-Vou sentir sua falta. Desse jeito cabeça-dura. –Disse a moça

-Olha quem fala! –Pedro retribuindo o sorriso.

O Magnífico começou a se aproximar da então rainha, assim que ele ia beijá-la a mesma virou o rosto depois dizendo:

-Pedro...

O mesmo se afastou, meio envergonhado.

-Se fizesse isto sentiria ainda mais saudades de você. – Layne tentando diminuir a “vergonha”.

Caspian apareceu na porta da sacada.

-Delayne...? –Então, percebeu um “clima”- Espero não estar interrompendo nada.

-Não... –Responderam os dois ao mesmo tempo.

-Ah.. Tá, venham, vamos fazer um brinde...

-Já vamos...– Pedro

Caspian se retirou.

-Promete que vai voltar? – Delayne

-Prometo. – Pedro a abraçando, a rainha retribuiu.

Depois os dois entraram e se sentaram em seus lugares. O brinde foi para a coroação e ao grande Leão Aslam, que ainda estava lá.