A Princesa e O Conde
10 Capítulo X
Notas iniciais
Tudo bom com vocês? Espero que sim.
Bom, depois de tempos sem postar decentemente, tenho uma boa notícia: Estou de férias! o/
Portanto, isso significa (eu acho/espero) mais de uma postagem por semana (=O). Sim, se choquem.
Enfim, aqui está o capítulo. Aproveitem.
Ah! Enquete nas notas finais. Votem!
ATENÇÃO! CONTÉM HENTAI.
Oh, céus... Eu o desejo. Profundamente. Ele está maravilhosamente, gloriosamente, perfeitamente parado na minha frente só de camisa. Onde está o ar quando se precisa dele?! Tudo o que eu queria fazer agora era me jogar em seus braços...
- Zero, nós... – ele me calou com um beijo. Sua língua entrava fundo na minha boca, me deixando zonza.
Ele aos poucos ia avançando comigo para dentro da cama até estarmos no meio dela e eu ficar completamente deitada com ele em cima de mim. Zero respirava fundo, parecia ansioso ou até nervoso. Eu estava começando a ficar sem ar, mas não queria parar. Nós queríamos continuar com aquilo. Zero foi passando a mão pela minha cintura levantando minha blusa até a altura dos seios. Abriu o zíper da minha bermuda e a puxou levemente para baixo. Ele parou de beijar os meus lábios e foi descendo dando leves mordiscadas e beijos por todo o meu colo até chegar à barriga. Ele beijou toda a extensão dela, de ponta a ponta. Agarrei seus cabelos o puxei novamente para beijar meus lábios. Coloquei as mãos em seus ombros e os arranhei sem querer fazendo-o gemer em minha boca.
Logo tomei coragem para descer minhas mãos até a sua calça jeans. Já conseguia sentir seu tamanho e isso me deixou ansiosa... E excitada. Tentei puxar rapidamente a calça dele para baixo, mas não consegui. Foi ele quem ajudou e por fim acabou chutando a calça para algum canto do quarto. Enfim liberado de sua calça, ele se pressionou contra mim, fazendo-me senti-lo bem na minha entrada. Soltei um gemido alto e ele sorriu.
- Yuuki... Você é... Perfeita. – ele disse pausadamente devido a falta de ar.
Voltou a me beijar mais avidamente causando em mim várias ondas de excitação. Zero era, sem sombra de dúvida, um excelente amante. Ele soltou o fecho do meu sutiã e o jogou em algum canto. Em seguida foi passando a mão por toda a minha cintura até chegar à lateral da minha calcinha. Eu estava ficando cada minuto mais nervosa. Minha respiração estava acelerada e meu coração a mil por hora.
- Meu amor, calma. Respire. Não vou lhe machucar... – ele deu um beijo rápido na minha garganta.
Não conseguia responder a ele. Tudo em que eu conseguia pensar era em nós dois nus na minha cama prestes a fazer sexo antes do casamento. O que é um mero detalhe, diga-se de passagem. Novamente sinto-o pressionando seu membro na minha coxa. Desta vez arqueio as costas como um convite e ouço-o rir. De repente sinto algo quente em meu seio esquerdo e logo percebo que é sua boca. Nossa...! Zero é intenso demais. Mal consigo acompanhá-lo. Mal consigo aguentar essa tortura!
- Ze-zero... – tento encontrar minha voz. – Por favor...
- Você não precisa implorar. Nunca. – ele me dá um beijo rápido e puxa minha calcinha para baixo.
Agora estou completamente nua na frente dele e morrendo de vergonha. Não vou tentar me tampar, pois sei que ele não gostara dessa reação, por isso estou me concentrando em sua cueca. Imaginando o que me espera... Hum...
- Yuuki. – tento focar minha atenção em seu rosto. – Você tem certeza? – aceno com a cabeça para poupar tempo. Não quero discutir isso com ele justo agora!
Logo ele retira sua cueca e finalmente tenho um vislumbre de seu membro. É grande e grosso. Agora estou ansiosa para o que vem a seguir. Zero volta a se deitar em cima de mim, mas nesse momento nada nos está separando. As peças de roupas estão pelo chão e só nos impede de prosseguirmos é um impulso dele. Literalmente. Sinto-o levantar o quadril e ajeitar as minhas pernas na posição desejada. Ai, meu Deus... E de repente sinto um fisgada em meu interior.
Não consigo evitar o grito que eu solto. Não foi de dor, mas sim susto. Imaginava que ele fosse ir devagar, mas ele meteu fundo de uma vez. Graças a Deus ele não está se movimentando...
- Está tudo bem? – ele me olhava realmente preocupado. – Doeu muito?
- Não... Só susto... – ele sorriu novamente.
Então ele começou a se mover. Movimentos inicialmente lentos e profundos, quase como uma tortura, mas que depois passaram a ser rápidos. Tive que me segurar no lençol para não acabar andando pela cama. Zero agarrava meu quadril e me movimentava conforme sua vontade. O ritmo frenético estava me deixando cada vez mais excitada. Soltei o lençol e agarrei os braços dele puxando-o para um beijo. Ele gemia em minha boca fazendo-me gemer também. Ainda bem que ninguém podia ouvir do outro lado da porta...
- Ah! – eu já estava começando a sentir as primeiras ondas do orgasmo vindo. – Zero...
Ele diminuiu um pouco a velocidade das estocadas e me reposicionou na cama. Agora eu estava com as pernas abertas em cima de seus ombros. Meu Deus... Eu comecei a sentir mais profundamente as estocadas. Que crueldade! Eu precisava de alívio urgentemente. O orgasmo estava ficando cada vez maior dentro de mim. A necessidade era tanta que eu estava quase chorando.
- Zero... Por favor... Zero! – eu choramingava.
- Só mais um pouquinho, minha princesa. – ele disse rouco de excitação.
- Não...! Ah! – quanto tempo mais eu tenho que esperar?!
De repente ele desceu novamente os meus joelhos e voltou a estocar rápido. Com a volta desse ritmo meu orgasmo finalmente feio. Foi intenso e muito forte. Fiquei com o corpo parecendo gelatina. Zero continuou com as estocadas, mas não por muito tempo. Logo senti sua liberação vindo forte dentro de mim. Ele caiu ofegante em cima de mim.
Ficamos algum tempo assim com cada um tentando acalmar sua própria respiração. Zero estava lindo brilhando com a pequena luz do sol que entrava pela varanda devido a fina camada de suor em seu corpo. Ele tinha os braços jogados ao lado de meu corpo, mas com nossas mãos entrelaçadas. Pouco tempo depois ele levantou a cabeça para me olhar. Seu sorriso foi o melhor presente que eu poderia receber naquele momento. Sorri de volta.
- Como você está? – ele beijou o meu colo. – Eu machuquei você?
- Estou muito bem. E você não me machucou. – falei ainda com um sorriso idiota na cara.
- Devo estar pesa... – ele parou de falar de repente. – Merda! – levei um susto.
- Que foi?! – ai meu Deus, será que eu fiz alguma coisa errada?
- Esqueci da camisinha. – ambos coramos. – Eu... Er... Desculpa, amor. Se quiser peço ao Ichiru para buscar em alguma farmácia próxima a pílu... – eu o interrompi.
- Primeiro: não estou no meu período fértil, portanto fique tranquilo. Segundo: nem se atreva a se mexer. Estou muito confortável nessa posição. – falei mexendo propositalmente meu quadril e sentindo-o ainda dentro de mim. Ele sorriu de volta.
- Ora, ora... Essa é novidade: A Princesa Yuuki é uma assanhada! – ele desceu seus lábios para o meu e nos beijamos intensamente.
Ele passava as mãos pelos meus seios e eu por suas costas e ia descendo até chegar a sua bunda apertando-a. Logo pude senti-lo crescendo dentro de mim novamente. Reposicionei meu quadril de modo a acomodá-lo melhor. Zero já começava com pequenos movimentos de vai e vem. Como meu marido é insaciável...
- Segundo round, amor? – ele sorriu marotamente.
- Ora... Porque não? – devolvi o sorriso.
Levei um susto quando Zero agarrou meu corpo e o levantou da cama. Jesus, para onde estávamos indo?! Zero atravessou o quarto e foi para... a escrivaninha? O olhei intrigada e ele me respondeu com um levantar de ombros. Em momento algum nos desconectamos do corpo um do outro. Ele me sentou na mesa e se manteve de pé. Iríamos fazer nessa posição? Hum...
Ele foi diferente dessa vez. Sua atenção estava toda voltada para meus seios, que ele lambia e mordia várias e várias vezes. Eu estava bastante sensível do orgasmo anterior então o próximo não demorou a aparecer. Apoiei minhas mãos na mesa da escrivaninha e inclinei meu corpo para trás. Com isso pude sentir melhor as estocadas de Zero que estavam rápidas r profundas. Foquei meu olhar nele e percebi o quanto eu o amava. De verdade. Não sei o que eu faria sem ele caso não nos casássemos. Ainda bem que o casamento é daqui a duas semanas.
- Ah! – finalmente gozei e deixei meu corpo mole e saciado cair na mesa. Zero gozou logo em seguida, deixando cair seu corpo novamente em cima do meu. Afaguei seu cabelo enquanto recuperávamos nossas respirações.
- Eu te amo. – eu disse de repente fazendo Zero levantar a cabeça com um olhar de espanto na cara. Seria te engraçado se não fosse pela situação séria. – Eu só queria que soubesse disso antes do casamento. – coloquei seu rosto entre as minhas mãos. – Você me fisgou. – e o beijei.
- Eu também te amo, minha princesa. – ele levantou o corpo e me levou junto. Voltei a ficar sentada na mesa. Ele se retirou de dentro de mim senti um vazio. – Hum... – ele mordeu o lábio e ficou com aquele olhar felino.
Olhei intrigada para ele. Não sabia o motivo do ‘hum’, mas ele não tirava os olhos de entre as minhas pernas. Então fui olhar também e... Oh! Corei um pouco com a cena: o gozo dele estava escorrendo pela minha coxa. Muito, muito excitante.
- Vamos tomar banho? – eu disse morrendo de vergonha e evitando o olhar dele. – Acho que preciso de um...
- Não fique com vergonha. Jamais. Você está perfeita assim. – ele disse me ajudando a levantar. Minhas pernas estavam bambas e parece que meu equilíbrio tirou umas férias. – Consegue andar sozinha? – eu pude sentir um leve tom de divertimento em sua voz.
- Acho que sim. – tentei dar um passo e vi que conseguia. YEY! – Vai tomar banho também?
- Vou. Vamos. – ele foi comigo para dentro do banheiro.
Tomamos um banho demorado e muito bom. Zero lavou meus cabelos e eu ensaboei suas costas. Ainda tinhas as marcas dos meus arranhões nelas. Saímos do banho e começamos a procurar nossas roupas espalhadas pelo quarto. Separei e as coloquei para lavar.
Estava quase na hora do jantar então fui colocar uma roupa nova. Nesse momento Zero disse que tinha que ir para seu quarto separar umas roupas, mas que não demoraria. Como não podia impedi-lo de ir, assenti e fui me vestir. Coloquei um vestido rosa bebê que ia até abaixo do joelho e uma sandália com um pequeno salto.
Assim que terminei, Zero entrou vestido com uma calça jeans clara, uma blusa em gola ‘V’ azul bebê e um sapato cinza. Estava muito lindo em minha opinião, mas eu sou suspeita para falar. Para mim ele sempre está lindo.
- Pronta? Está linda, minha querida. – ele me perguntou caminhando até a penteadeira.
- Sim, estou. Obrigada. Você também está maravilhoso.
- Obrigado, mas devo dizer que prefiro nós dois deitados naquela cama não vestindo absolutamente nada. – ele me lançou aquele bendito olhar. Senti-me aquecer por dentro.
- Para! Acabamos de fazer. Duas vezes, caso não esteja lembrado. – soltei um risinho tímido.
- Meu amor, estou longe de me saciar de você. – ele se aproximou de mim. – Na verdade acho que nunca me saciarei de você. – ele me puxou para perto e me deu um beijo. Em seguida segurou minha bunda e me suspendeu até minhas pernas enlaçarem sua cintura.
- Daqui a pouco e hora do jantar. – eu disse entre o beijo.
- Estou jantando agora mesmo. – ele levantou (não sei como) o meu vestido até a cintura e passou a mão pela fenda da minha calcinha. Soltei um gemido. – Hum... Ah, Yuuki. Espero que esse jantar não demore nada. – e voltou a me colocar no chão. Senti minhas pernas bambas novamente, mas ainda bem que a cadeira estava muito próxima. – Quero te entregar isso. – ora! Ele estava corando?
- O que é? – o vi tirar uma caixinha de dentro do bolso traseiro da calça. É o que eu estou pensando que é? Meu Deus...
- Eu queria te dar isso antes, quando nosso noivado foi anunciado, mas como você não me amava na época, – quase que eu me amaldiçoei agora. Como não me apaixonei por ele logo de cara?! Que burrice! – fiquei com medo de você não querer ficar com ele. – ele se ajoelhou na minha frente e abriu a caixinha. Ai pai... – Yuuki Kuran, você gostaria de se casar comigo?
- Claro. – eu falei baixinho. – É claro que sim! – disse pulando em cima dele e fazendo nós dois cairmos no chão. – Lógico que eu quero me casar com você, Zero. – dei-lhe um beijo.
- Uau. – ele respirou profundamente. – Ainda bem... – ele deu um sorriso. – Deixe-me colocar isso no seu dedo agora. – ele pegou meu... polegar? Olhei intrigada para ele. – Esse anel é um pouco diferente. Imaginei que já que somos jovens, poderíamos ter um anel mais jovial. E eu sei que você adora colocar anéis no polegar. Espero que você não se incomode de não ser um anel de dedo anelar. – e o colocou no meu dedo. Era dourado e grosso com diversas linhas onduladas em torno dele. É um anel lindo. – E então? Gostou?
- Eu adorei. Só você mesmo para pensar em algo tão diferente. E obrigada por lembrar em qual dedo eu ponho meus anéis. – dei-lhe outro beijo. – É lindo mesmo. – fiquei olhando para o anel durante algum tempo. Só percebi que ainda estava em cima do Zero quando o senti passando as mãos pelas minhas coxas.
- Espero receber uma gratificação mais tarde. – aquele olhar de novo! – Espero, na verdade, juntar a sobremesa do jantar com essa gratificação.
- Hum... Veremos. – disse passando as mãos pelo seu peitoral por cima da camisa. – Se for assim, também espero receber a minha sobremesa. Ah! – ele pressionou sua ereção bem na minha entrada. – Zero, por favor, controle-se. – disse risonha.
- Se você não sair de cima de mim nesse momento, não sei se chegaremos a tempo do jantar. Ou da sobremesa. – hum... que oferta tentadora. No entanto, saí de cima dele e fomos jantar.
Enquanto descíamos a escada, encontrei com Yori e Ichiru conversando animadamente no hall. Pelo visto as coisas se acertaram entre eles. Ficamos conversando um pouco até sermos chamados para o jantar. Qual a minha surpresa ao ver que Yagari também estava presente na mesa de jantar. Assim que Zero o viu, me puxou para mais perto e me obrigou a sentar bem longe dele. Ai, ai... Zero e o seu ciúmes. Quando meus pais apareceram, porém, me obrigaram a ir cumprimentá-lo. Não que eu não quisesse fazer isso antes, mas Zero provavelmente teria tido um ataque. Fui até ele, conversamos um pouco sobre coisas bobas e pude sentir o olhar de Zero sobre mim o tempo todo. Logo que voltei para perto dele o senti relaxar.
O jantar correu bem tranquilo. Kaname conversando com meu pai sobre o reino junto com Yagari, minha mãe conversando comigo, com Yori e com a namorada de meu irmão, Agatha, sobre os últimos detalhes do casamento, e Zero e Ichiru ficaram conversando sobre os pais deles. Ouvi alguma coisa sobre eles precisarem ir lá ver algumas coisas durante a semana, mas preferi não interromper a conversa naquele momento. Caso for necessário, perguntarei ao Zero depois do jantar.
Assim que terminou, todos se despediram de Yagari e seguiram para seus afazeres. Yori e Ichiru foram lá para o quarto para conversarmos. Acho que o Zero não ficou muito feliz com isso, pois ele ficou resmungando alguma coisa sobre ‘lá se vai minha sobremesa’ ou alguma coisa assim. Conversa indo e vindo, Ichiru comunicou que precisaria visitar seus pais durante a semana, pois segundo sua mãe o pai deles estava um pouco doente.
- Zero, você não precisa ir se não quiser. – ele disse para o irmão.
- Não. – eu disse firme. – Zero, vá visitar seu pai. Se fosse o contrário, eu gostaria muito e visitá-lo. Sentirei sua falta, mas seu pai é mais importante.
- Se minha querida futura esposa deseja que eu vá, – ele deu um sorrinho. – irei.
- Não demoraremos muito, Yuuki. – me garantiu Ichiru. – Só uns dois ou três dias. Só para nos certificarmos que o cabeça dura de nosso pai está bem.
- Claro. Sem problemas. – já estou me preparando psicologicamente para ter o Zero longe de mim durante três dias. Oh, vida...
- Caso seja necessário ficar mais dias eu voltarei antes, amor. – ele disse no meu ouvido, causando-me arrepios. – E você me deve uma sobremesa com gratificação. – e mordeu meu lóbulo da orelha.
- Ei! – resmungou Yori. – Não façam isso na minha frente... – ela riu. Em seguida Ichiru chegou perto dela e sussurrou algo para ela que a fez ficar vermelha. HA!
Ficamos conversando mais um pouco. Zero e Ichiru acharam melhor ir logo amanhã, pois quanto mais cedo forem mais cedo voltam. Por volta de umas onze horas da noite eles foram embora deixando eu e Zero sozinhos no quarto. Para ser sincera eu estava morrendo de sono, mas sei que o Zero estava aceso feito uma lâmpada de 220V. Ele já estava tirando as roupas e ficando só de cueca. Ai que vontade de ficar com ele de novo, mas também que vontade de dormir...
- Yuuki. – ele se deitou ao meu lado da cama. – Você vai dormir com esse vestido?
- Hã? Ah, não... Vou tirá-lo. Só um minuto. – me levantei da cama, puxei o vestido para fora do meu corpo e voltei a me deitar na cama. Zero logo veio se aninhando para perto de mim. – Por favor, não fique chateado, mas será que só podemos dormir? Estou com muito sono.
- Claro que podemos. – ele me pareceu indignado. – Não quero obrigá-la a fazer sexo comigo, Yuuki. – ele beijou o meu ombro. – Quero você sempre faça comigo por vontade e não por obrigação.
- Não pense assim. Eu quero muito, mas estou morrendo de sono. – me virei para me aninhar em seu peito. Que cheiro bom...
Pouco tempo depois eu estava dormindo profundamente.
Notas finais
Para quem leu 'Toda Sua' da Sylvia Day, sabe que uma cena em especial da fic saiu de lá. Será que sabem qual é? Hum... Tentem adivinhar... Quem acertar terá seu voto na enquete duplicado.
Vamos à enquete:
Antes mais nada, irei explicar como funciona o meu método de escrever. Eu não obrigo os personagens a fazerem as coisas. São eles que aparecem na minha cabeça de forma aleatória e me mostram o que bem querem. Entendem isso?
Então, entendido essa parte, vamos à pergunta: Os personagens me mostraram diferentes maneiras de seguir com a história: maneira #1, maneira #2 e maneira #3. Qual maneira vocês gostariam de fosse?
Óbvio que não direi o que acontecerá em cada maneira. Não sou tão boazinha assim...
A maneira vencedora será dita no próximo capítulo.
Beijos!
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