A Princesa de Nova Orleans- Hope Mikaelson

6 Capitulo 6- Se é guerra que elas querem... É guerra que terão


Notas iniciais
Esse capitulo é sobre o que aconteceu com os nossos (amados e gostosos) Mikaelson's enquanto a Hope tava lá vivendo a vida selvagem e talz. Eu tentei por tudo aqui, mas ñ deu. Os três próximos serão sobre os Mikaelson na ausência da Hope. PS: Desculpe a demora.

Hayley

Fui ver o quarto da Hope. Estava com saudades dela, minha pobre filha, claro que eu percebera que ela estava sufocada ali. Vinha ficando irritada de mais, chateada, fazendo ameaças, se esforçando pra ficar sozinha, se achando invencível... Ficando igual ao pai!

Agora, ela ficara livre no Canada, e eu aqui, morrendo de saudades, fui ver seu quarto, achando que isso poderia me ajudar a matar saudades, mas assim que entrei e olhei para a parede onde ficavam seus quadros não pude conter um grito.

Hope pintava dezenas de quadros, a maioria com cores sombrias... Mas o que eu vi... Nas paredes, era pior, pois ali, pintado em sangue estava escrito

''A chamam de Esperança, mas ela será a morte de vocês.

Seguidoras de Esther.''

Elijah subiu e veio ver o que houvera ele congelou ao ver a parede. Depois, chamou Davina, Kol e Klaus, Klaus apenas olhou a imagem e disse:

– Limpem isso.- depois saiu. Fiquei boquiaberta, que merda tá acontecendo? Klaus normalmente teria mandado matarmos cada bruxa de Nova Orleans, mas... Ele apenas disse ''Limpem isso'', qual é? Isso lá é coisa que um pai diria se visse algo assim?

– Bem, se ele não quer cuidar da filha nós cuidaremos.- falei, Kol sorriu.

– Tudo por uma peste.- Kol disse, revirei os olhos e olhei pra Davina.

– Feitiço de proteção pra Hope.- ela sugeriu, assenti.

– E eu vou... Avisar o Marcel, talvez ele ajude em algo, afinal, Hope é a irmãzinha dele.- falou Kol, sorri e assenti.

– Certo, vou falar com os lobos, talvez saibam de algo, uma bruxa tentando fazer alianças, não sei.- digo.

– Eu vou dar uma olhada no Niklaus.- Elijah garantiu, sorri pra ele e me virei, Bekah estava parada. Escorada na porta.

– Ah, bem... Eu vou, queimar os corpos que chegarem.- ela disse, e saiu. Uni as sobrancelhas momentaneamente confusa. Depois sorri, Rebekah, sempre interessada e queimar os corpos.

Sai do casarão e caminhei ate o Bayou. Parei ao chegar lá e logo perguntei a Aiden se havia ocorrido de alguma bruxa fazer algum acordo. Aiden disse que não. Suspirei e caminhei de volta ao casarão.

Alguma bruxa devia estar jogando esse jogo com cuidado, movendo cada peça que tinha em seu poder. O único problema nisso era, se não sabíamos quem era essa bruxa, não poderíamos saber qual seria o seu próximo movimento.

Droga. Fui atrás de Elijah, mas antes de avista-lo, avistei o fantasma de Freya (N/A: Na minha historia, Freya é a fantasminha camarada que ajuda todo mundo que quer ajudar a Hope), a olhei um momento, ela começou a andar, e eu soube que deveria segui-la.

Freya normalmente, só aparecia para Hope, que sempre contava quando ela aparecia. Mas as vezes, ela aparecia para nós. Indicava aonde estava o perigo. Ela se importava com Hope. Freya nunca falava. Mas sempre ajudava. Isso era uma das coisas que eu estranhava nela.

Respirei fundo antes de começar a segui-la. Ela me guiou até o cemitério Lafayatte. Parando na frente de um tumulo. Ela se virou pra mim antes de tocar o tumulo e sumir. Uno as sobrancelhas estranhando. Leio então o nome no tumulo.

Monique Deveraux.

Me viro e começo a caminhar de volta pro casarão me perguntando o que Monique poderia quer haver com isso...

Klaus

Ameaçaram minha Hope. Eu não ligava, mas... Por que? Por que fizeram isso afinal? Não tinha o menor sentido. Respirei fundo duas vezes.

Andei em direção a janela, olhando a paisagem... Tudo estava estranho, havia uma nova presença no ar, um novo perigo... Mas, o que seria? Olhei pro lado e por um instante pensei ter visto meu pai, meu verdadeiro pai, Ansel ali, ele me olha e sussurra:

– Eu estou voltando, filho.- então eu pisco e é como se ele evaporasse. O que está acontecendo? Penso hesitante.

Respiro fundo e volto a pintar, uma floresta escura, um lobo sobre um penhasco, corpos de outros animais a seus pés, a lua cheia...

Assim que acabo saio, não há ninguém em casa, com exceção de Elijah.

– Onde estão todos?- pergunto

– Bom, estão tentando descobrir qual é a ameaça a sua filha. Não que você pareça se importar.- diz ele, reviro os olhos.

– Eu me importo com a minha filha, mas, ela pode se cuidar.- digo.

– Não era o que você achava até pouco tempo.- Elijah comentou.

– Ah, não? É que, antes eu não tinha visto do que ela é capaz.- argumento.

– Todos sabiamos do que ela era capaz, irmão. Menos você.- Elijah falo. Suspiro.

– Esse dialogo já está me chateando, Elijah.- falo me levantando.

– Aonde vai?

– Ficar bêbado.- digo e saio andando em direção ao Rousseau's. Mas, antes que eu chegue lá... Minha visão fica borrada, tudo começa a escurecer, e eu fico a deriva...

Elijah

Assim que Klaus saiu, senti uma forte dor de cabeça, me levantei, minha visão estava embaçada e confusa, o mundo parecia girar 360° graus por minuto, senti um forte enjoo e cai de joelhos. Algo molhado quente escorria por meus olhos, eu via vermelho, passei a mão no rosto e vi sangue, ergui o olhar e vi Tatia, parada me encarando.

– Você me matou.- ela disse e sumiu. Comecei então a vomitar sangue. Minha cabeça latejava.

– Elijah.- ergui o olhar novamente, Hayley me olhava assustada.- Mas que diabos tá...- ela então caiu com as mãos na cabeça.

5 minutos. 10. 15. 30. 1 hora... Então a dor passou, me levantei, Hayley estava desmaiada, a peguei no colo e a levei com cuidado até nosso quarto. Poucos instantes depois Hayley acordou.

– O que houve?- ela pergunta sentando-se.

– Alguma bruxa está nos atacando com tudo que tem.- digo sentando ao lado dela. Hayley fecha os olhos e põe uma mão na cabeça.

– Minha cabeça tá latejando.- ela diz.

– Ei...- Kol aparece na porta- Estou interrompendo alguma coisa?- ele pergunta. Hayley tira a mão da cabeça e joga uma almofada em Kol.

– O que você quer?- ela indaga depois que a almofada atinge a cara de Kol.

– Os vampiros do Marcel, estão todos desmaiados e a pele tá toda ressecada... É algo de dar nojo.- Kol disse, Davina apareceu atrás dele.

–Está esquecendo a melhor parte.

– Estou?- Kol indaga.

– Está. Eles não estão assim a toa. Alguem esta usando magia sacrificial.- Davina garante e cruza os braços.

– Viu? Não esqueci. Só deixei essa parte pra você.- Kol disse, Davina revira os olhos.

– Alguma ideia de quem pode estar fazendo esses feitiços?- indago.

– Deixa eu pensar... Não. Nenhuma ideia.- Kol falou.- Talvez seja algum morto querendo vingança.- Kol disse.

– Se eu não tivesse acabado de ver o fantasma de Oliver, te xingaria.- Hayley garantiu.

– Eu... Vi o fantasma de Tatia.- falei

– E eu o de Mary Alice.- Kol falou

– Eu... Vi o fantasma da Genevieve.- Davina disse. Nos entreolhamos nervosos.

– O que diabos tá acontecendo?- Kol pergunta, olho pro lado e arregalo os olhos.

– Freya.- digo, todos se viram para olhar na direção que eu estava a olhar, apesar de eu saber que eles não veriam Freya. Ela só se mostrava para uma pessoa por vez.

– CUIDADO!- Davina e Hayley gritam em uníssono. Mas... Elas também estavam vendo Freya? Dahlia surge atrás de Freya, e a segura pelo ombro. Começa a escorrer sangue pelo nariz e pelos olhos de Freya. Dahlia nos olha e sorri maldosamente antes de sumir. Vemos Freya começar a se contorcer no chão. Como se estivesse tendo uma convulsão ou algo pior... Então Freya some.

– Tenho a seria impressão... Que isso significa problemas.- Kol diz, assentimos. Confirmando impressão. Estamos com problemas. Graves problemas... E tenho a seria impressão, de que Hope é o centro de tudo.

''A chamam de Esperança, mas era será a morte de vocês.

Seguidoras de Esther.''

Notas finais
Então, eu planejava fazer maior. Sorry. E eu não tenho postado pq, eu tava ensaiando com o Lucas (meu love) pra peça da escola. Romeu e Julieta. Afinal, eu e ele pegamos os papeis principais. Bjs