Notas iniciais
Espero que gostem do cap e da fic!

A Princesa e o Mosqueteiro

Capítulo 1 – Primeira tentativa

Hoje vou vos contar uma linda história de amor que já não sei se acabou bem ou mal já que a li há muito tempo atrás…mas mesmo assim vou vos contar. Esta história passa-se em Paris, em França. Fala sobre um amor proibido entre uma princesa e um mosqueteiro…então vamos começar.

Há muito tempo, em França, mais precisamente em Paris, nasceu uma linda menina, filha do rei Malachia e da rainha Angelie. A menina
era linda. Chamava-se Raf. Loira como a mãe e de olhos azuis como os seus pais. Quando cresceu toda a gente dizia que era a imagem perfeita da mãe, e que fisicamente não tinha nada a ver com o seu pai, mas psicologicamente era muito parecida.

O casal já tinha um filho mais velho chamado, Adam, que quando a irmã nasceu tinha 5 anos.

Mas houve um outro casal, que eram amigos dos reis, tiveram dois filhos. Ao mais velho chamaram-no de Sulfus, e o seu pai tinha a certeza que um dia viria a ser um bom mosqueteiro como ele uma vez foi, e cinco anos depois tiveram a pequena Érica.

Passaram alguns anos e agora os nossos protagonistas tinham 20 anos. Raf e Sulfus tinham perdido as suas mães quando eles tinham apenas 10 anos, enquanto que Érica tinha 5 anos e Adam 15 anos.

Estes dois, agora na fase adulta, conheciam-se desde pequenos, já que os seus pais eram muito próximos. Os dois, sempre sentiram algo mais do que amizade…amor. Este amor foi, como é que hei-de dizer…foi
desabrochando dia após dia, semana após semana, mês após mês, ano após ano…mas o problema é que eles nunca tinham coragem de confessar os sentimentos um ao outro e agora muito menos…Raf estava comprometida a casar com um dos mosqueteiros, Gabi.

Sulfus, agora, Sir Sulfus, sempre que podia, adorava ouvir a princesa cantar quando estava cansado, adorava aquela voz doce enquanto descansava.

O líder dos mosqueteiros, neste preciso momento, estava atrás de um arbusto, a observar a princesa, enquanto esta cantava descontraída.

Sulfus admirava a voz e a beleza da rapariga “Ela é tão linda” pensava ele.

Até que foi interrompido pelos seus dois melhores amigos, Sir Shade e Sir Eric que tal como ele, eram mosqueteiros. Sulfus assustou-se
“Então? Outra vez a observar a princesa sem ela perceber?” perguntou Eric.

“O que fazem aqui?” perguntou o rapaz de olhos âmbar.

“Chamar-te. Temos treinos lembraste?” disse Eric.

Sulfus, no entanto levantou-se e foi com os seus melhores amigos “Ainda continuas apaixonado pela princesa?” perguntou Sir Shade.

“Não…porque dizes isso?” perguntou Sulfus tentando disfarçar.

“Sulfus…pára com isso. Eu conheço-te. Eu sei que desde pequeno que tu estás apaixonado por ela…e quem sabe? Talvez ela sinta o mesmo
que tu” encorajou Shade.

“Só nos meus sonhos Shade…achas que ela alguma vez iria sentir o mesmo que eu sinto por ela?”

“Tu não sabes…pode sentir e tu não saberes…” disse Eric.

“Porque haveria ela de me amar? Afinal ela é uma princesa enquanto eu sou-” Sulfus ia continuar mas Shade interrompeu-o.

“-o líder dos mosqueteiros. Todas as raparigas gostam de rapazes fortes e que estejam prontos a protege-las contra tudo e todos” disse Shade.

“Sim, mas caso não saibas ela já está comprometida a casar com aquele maníaco do Gabi” disse Sulfus.

“Temos a certeza que esse acordo não vai durar muito mais tempo. E além disso há anos que eu e os rapazes queremos apanhar o Gabi em
flagrante e desfigurá-los para depois mostrar a toda a gente de França quem Sir Gabi é na realidade e assim o rei iria recompensar-te permitindo que tu pedisses a mão da princesa em casamento” disse Eric olhando para o ar como se estivesse a ver tudo o que podia acontecer.

Sulfus olhava com uma cara estranha para o ar “Eric…estamos a olhar para onde afinal?” perguntou Sulfus.

“Se queres que te diga não sei” disse Eric olhando de novo para ele.

“E já agora se fizéssemos alguma coisa de mal a um dos mosqueteiros éramos banidos e íamos para a cadeia e não me apetece muito ir para lá” disse Sulfus “E aí é que nunca tinha oportunidade de casar com a princesa”

“Pára de ser negativo homem!” exclamou Shade “Lembraste de
quem nós somos? Os Mosqueteiros. Os Três Mosqueteiros. Um por todos e todos por um. Juntos na vitória e na derrota. Prontos a servir Vossa Alteza Real”

Os três tiraram as espadas e ergueram-nas no ar “Um por todos e todos por um! Juntos na vitória e na derrota!” exclamaram os três.

******

Uma figura estava sentada numa cadeira que à primeira vista dava para entender que era um trono.

Diante daquela figura, mais três estavam de pé. Todas cobertas por um tipo de manta castanha “O que temos de fazer chefe?” perguntaram.

“Têm de sequestrar a princesa e matar o príncipe” disse a figura.

“Tudo bem. Só uma pergunta…porque é que quer raptar a princesa? Não precisa de raptá-la para ser rei…já se vai casar com ela” disse um.

“Vocês não percebem pois não? Se eu não raptar a princesa e
casar-me com ela, não posso estar à vontade para fazer aquilo que quiser com França” disse ele “E quando vocês matarem o príncipe e a princesa vai dar a entender que morreu, vão coroar-me por ser o noivo da princesa” disse o homem “Perceberam idiotas?”

Os três assentiram e saíram da sala.

*******

A princesa estava sentada sobre a cama do seu quarto olhando para fora da janela observando Sulfus e os amigos com as espadas erguidas no ar e de repente o seu pai entrou “O que fazes aqui há tanto tempo filha?”

“A pensar” murmurou ela sem tirar o olhar da janela.

“A pensar nele?” perguntou o seu pai. Ele há muito que sabia que sua filha era apaixonada pelo líder dos mosqueteiros.

“Não…” murmurou ela tentando disfarçar.

“Filha…desculpa…mas o teu amor por ele nunca será possível e tu sabes disso”

“Eu sei pai” disse ela respirando fundo para que não entrasse em paranóia “Pai se me dás licença eu vou apanhar ar"

Raf saiu e foi para o jardim apanhar ar. Enquanto passeava no jardim cumprimentava as pessoas quando passavam por ela.

Ela tinha sempre um ar feliz mas agora no fundo do seu coração a tristeza de não poder ficar que ama reinava nessa parte.

Sentou-se na escadaria que dava para entrar no palácio “Porquê eu? Porque é que eu não posso ficar com a pessoa que amo mais do que qualquer coisa no mundo?” pensava ela com tristeza.

De repente ouviu as vozes das suas damas de companhia, Úrie, Dolce e Miki “Princesa, venha para dentro que está a começar a escurecer” disse Miki.

“Já vou” disse a princesa…mas quando se levantou uma espécie
de cofre, quase caia por cima dela, se ela não se tivesse desviado o cofre já a tinha esmagado.

As damas foram logo ter com ela e levaram-na para dentro “Princesa está bem?” perguntou Úrie.

“Sim estou obrigada” murmurou.

TBC…

Notas finais
Deixem reviews please!!!!!!!!!