A Primeira Vez Tuckson

1 Capítulo 1 One Shoot


— Tenente, me acompanha para um drink?...meio sem jeito

Ela, com um sorriso malicioso: — Por que não? E o surpreende.

Sentam no balcão, ele pede um Scott...

— Dois, por favor! Retruca Benson.

Conversam sobre trabalho, e pedem outra dose...

Tucker não acredita que ela, sua paixão antiga, está ali...ao seu lado...acompanhando-o de igual pra igual.

Pedem a terceira dose, já estão soltos, com sorrisos e olhares desafiadores.

Ele segura as mãos de Olivia e pergunta de ímpeto: — Vamos pra um lugar mais tranquilo?

Benson sorri, olha o relógio.. — Hummm ok.Tenho um tempinho.

Imediatamente Tucker saca a carteira do bolso e pede a conta.

— Vamos!...guiando-a pelo braço num suave toque.

— Meu carro está logo ali...acionando o alarme, de seu Tuckson preto.

Abre a porta pra ela e dá a volta...

Ele a leva para seu apartamento...sorrisos e olhares...ao trocar a marcha ele esbarra em sua perna...- ops...me desculpe! Olivia sorri... — não foi nada.

— Chegamos...Tucker a olha nos olhos e Olivia desvia o olhar abrindo a porta do carro.

— Entre...quer beber alguma coisa?

— Um vinho, pode ser?

— Claro, te acompanho....

Benson senta no sofá e o espera...

Tucker vem da cozinha com as duas taças e a garrafa de vinho.

Senta ao seu lado, com um olhar penetrante, Benson sente seu rosto corar...

— Podemos fazer um brinde?

Juntam as taças e bebem um pouco.

— Brindamos o que?

— Você!

— Eu?

— Sim, você! Tucker se aproxima um pouco mais... Benson morde os lábios e sente um arrepio na espinha.

Tucker pega a taça de suas mãos e pousa-a sobre a mesa de centro, a puxa pela nuca num beijo voraz. Benson não reage, e aos poucos cede a investida.

— Tucker, Tucker... Ela se afasta...

— O que foi isso?

Ele a puxa de volta: — vem aqui! Não fuja...

— Tucker, eu...antes que Benson continue Tucker a beija novamente e ela não resiste...se entrega ao momento.

Tucker a toma nos braços. Suas línguas se cruzam numa dança de pleno prazer. Se apertam, mordiscam seu lábios...

Tucker morde sua orelha e lambe seu pescoço. Benson retira a blusa dele, expõe seu abdomen e morde seus peitorais.

— Venha vamos pro meu quarto! Levantando e a erguendo...

— Tucker, não...espera...

— Esperar? Esperar o que?? Se beijam novamente com mais intensidade.

Se agarram e se encaminham pelo corredor até o quarto.

Tucker aperta suas coxas sob a calça.

Benson se arrepia....- Tucker...Tuc...

Ele a encosta na parede com os braços acima da cabeça, e a toca com seu membro ereto sob as calças. A vira de costas e beija sua nuca, puxando levemente seus cabelos.

— Eu não...

— Se entrega pra mim!

— Tucker...

— Benson, eu te quero! Ele abre a calça jeans acariciando sua vagina.

— Tira a roupa pra mim...sussurra ao pé do ouvido...

Benson abre sua blusa e deixa-a cair, ficando apenas de soutien.

—Isso!!! Hummmmm...Isso!!

Tucker abre seu jeans e deixa-o escorregar, ficando de cuecas.

Tucker a vira de frente e se beijam enlouquecidamente...ele abre o soutien, deixando os seios de Benson a mostra. Ele a toca com os dedos sobre a calcinha enquanto se delicia em seus seios fartos...um convite ao prazer.

Benson estremece.

— ohhhhhhhhh

Ele a puxa pra cama....ela de calcinha e ele de cuecas ainda.

Se agarram, rolam na cama...Tucker para em cima de Benson, beija seu pescoço e desce com sua língua, usufruindo cada centímetro de seu corpo.

Benson está úmida, ardendo em chamas...

Ele puxa sua calcinha e delicia-se em sua vagina.

— Tucker...Tucker...

— Hummm, o que foi?

— Vem pra mim!

— Não....ainda não! ...e mordisca a parte interna de sua coxa, enquanto tira sua cueca, revelando seu pênis ereto já umedecido.

Ele vai subindo...virilha...barriga, enfia a língua em seu umbigo...suga seus seios...

Benson está a ponto de explodir de prazer...Tucker posiciona suas pernas em flexão e a toca com o pênis, iniciando a penetração.

— Tucker....ohhhhhhhhh ohhhhhhhhhhh

— Cheguei, é assim que você quer?

Benson o olha...- Quero! Ahhhhhhhhh

Tucker acelera o vai e vem, está quase explodindo.

— Vai....vai...

Benson chega ao auge do prazer e seu corpo estremece.

Tucker sorri e goza , retirando seu pênis antes da ejaculação. Cai ao seu lado, urrando de prazer.

Se olham, sorriem...

Suas respirações voltam ao normal, seus corações desaceleram. Eles se sentam na cama.

— Tucker, o que foi isso?? Não devíamos...xiiiiiiiiiiiiiiiii ele a impede de continuar.

— Olívia Benson, eu sonho com este dia há muito tempo. Posso te chamar de Olívia?

— Ed!!

— Olívia, eu sou apaixonado por você, e nunca, nunca pude deixar esse sentimento extravasar. Quando você permitiu minha aproximação me senti um adolescente.

— Ed, estou surpresa. Eu já te olhava com outros olhos, já te desejei também, mas não tive certeza se seria correspondida.

— Ed toca em seu rosto, acaricia seus cabelos, a admira e a beija suavemente, fazendo-a deitar devagar.

Se acariciam mutuamente e se excitam novamente. Se olham, a cumplicidade é imediata.

— Eu te quero! Ed Tucker.

— Eu te desejo, Olívia Benson.

Ed a vira de costas e penetra a vagina por trás.

Olívia treme a cada centímetro deslizado.

Ed a beija nas costas...- Posso ir até o fim?

— Pode! Ahhhhhhhhh ohhhhhhhhhhh

— Isso, vamos quero ver você gozar.

Ed acelera e circunda dentro dela

— Ed...Ed...eu vou.......ohhhhhhhhhh ohhhhhhhhhhhh

— Isso.....também vou..... Yeahhhhhhhhhh

Se beijam perdidamente finalizando um momento de explosão e paixão.

— Ed, preciso voltar pra casa. Que horas são?

— 1h da manhã. Sua babá dorme na sua casa?

— Sim. Hoje sim.

— Então te levo pela manhã. Podemos ficar juntos essa noite?

Olívia sussurra...- Podemos! Se beijam calorosamente...Se aconchegam e adormecem abraçados.

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