A Preferida Do Duque.
6 Capítulo 6 - Possível, Lady Dreyar?
Notas iniciais
Cara, dois capítulos seguidos? Isso é uma raridade! Sim, eu sei que é xD não precisam ficar esfregando em minha cara tá seus divos?
Bom, eu disse que dividi em partes certo? Então o terceiro se não ocorrer erros, eu irei postar hoje ainda õ/
E como sempre, eu não abandonei nenhuma de minhas fics ok? Não se preocupem coim isso também.
Como sempre digo essa fic é dedicada para as minhas duas amigas do A.S aquela linda, maravilhosa e diva q tanto amo da @Suupy e @Naome aquela outra diva *u* E para minha amiga do aqui Nhay @Netuno, aquela Deusa, maravilhosa *u* E para vocês leitores também, claro!
Sem mais delongas...
Aproveitem a leitura minna! ♥
( Ah, só mais um recadinho novamente, minna eu to querendo a opinião de vocês, para uma coisa, cês acham que eu devo criar uma ask, para dizer quando os capítulos das minhas fics irão sair? Ou "trailers" do próximo cap? Coisas do tipo? Sei que as minhas estórias ainda não são grandes coisas, mas... É um jeito de me manter conectada com vocês! Desculpe pelo incomodo de fazerem vocês lerem esse recado POAKSPKOAPKOSPOK, então agora de verdade, aproveitem a leitura!)
ATENÇÃO, NESSE CAPÍTULO ESTAREI NARRANDO, PORÉM MIRA TAMBÉM.
Agora é a Mira.
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–Claro que estou... – Falei levantando-me da cadeira, será que estou realmente pronta para ficar novamente a sós com Laxus? Não parece ser uma boa ideia... Hesitei antes de ir, porém continuei, sai do meu quarto e Tycianne fechou a porta logo assim que já estava fora.
Assim que descemos a escada meu coração bateu forte, e logo senti uma pontada que eu nunca tinha sentindo antes, será que isso é por castigo de querer experimentar demais a liberdade? Assim que acordei dos meus pensamentos eu vi que Laxus conversava com uma mulher meio alta, com cabelos longos e ruivos, tinha um corpo bastante bonito, talvez até mais do que o meu.
Eles riam, será que após eu deixar o quarto ontem a noite, ele a chamou? Será que ela é mais uma de suas concubinas? Seja qual for das duas opções, nenhuma delas me agradou, me senti triste com as duas opções que eu pensei.
–Caham! – Me assustei com o som que veio inesperadamente da Tycianne. – A Princesa Mirajane, já está aqui.
Laxus me encarou depois de dar uma bela olhada em mim, que me fez arrepiar.
–Oh, eu vejo que ela está aqui agora. –Ele falou ainda me encarando, e a ruiva deu uma risadinha debochada, corei meio irritada, Laxus se direcionou até mim. –E vejo que-Ele pegou minha mão e a beijou. – Está muito linda, demorastes sabia minha princesa? –Ele falou sorrindo maliciosamente e a garota ruiva revirou os olhos atrás dele, o que me deixou feliz, um ponto para mim!
– Apenas uma hora é muito pouco tempo sabia? Ainda mais quando você mandou me chamar 40 minutos depois do aviso. – Falei seria, pois queria parecer fria e superior a outra mulher, ela me lançou um olhar frio que me fez arrepiar.
–Perdão minha querida, da próxima vez irei me lembra disso, já podemos ir? Estou ansioso para poder te mostrar o lugar, tenho certeza que irá adorar. – Laxus falou sorrindo, mas dessa vez não era um falso, e sim verdadeiro o que me fez pensar no lugar que iriamos, será que é um importante para ele? Não, com certeza não.
–Sim... Estou pronta. – Falei por fim, e ele se voltou para a ruiva que o olhava irritada, ele apenas sorriu friamente e deu um beijo na mão dela.
Juro que quando vi, comecei a sentir uma energia igual a da qual eu havia tido ao ver sangue na frente da porta do escritório do meu pai, e eu acho que estava ficando igual naquele dia, pois a Tycianne estava me olhando pasma, branca como papel, o Laxus olhou de relance para mim ainda curvado ao dar um beijo na mão da garota, e fingiu não se importar com o que tinha visto, apesar de seu olhar revelar surpresa.
A mulher ainda o olhava, Tycianne começou a tentar me acalmar, e aos poucos com muito esforço e autocontrole me senti com normal, eu não sei o que é isso que acontece comigo, nem que causa tanto espanto nas pessoas ao ponto de ficarem pasmas, bem pálidas.
–C-calma Mira, o que foi que aconteceu com você? –Tycianne agora estava ao meu lado sussurrando, talvez porque ela não queria que Laxus escutasse.
– Nada, eu acho. –Falei para ela.
Laxus já tinha largado a mulher que agora estava toda abobada, e estava se dirigindo provavelmente para a sala onde eu fui levada ontem pra me arrumar.
–Agora vamos Mirajane? Estamos atrasados. –Laxus falava oferecendo o braço para mim, e eu o agarrei.
Olhei para Tycianne que sorria feliz.
–Sim. –Disse por fim tentando parecer fria.
Laxus me guiava até a saída da mansão, onde se encontrava uma carruagem imensa e bela esperando por nós, ele me ajudou a subir na mesma, por dentro era bem aconchegante, o que era bom, não que as outras carruagens que eu já andei fossem ruins, mas essa é realmente boa.
Logo assim que me sentei ele sentou ao meu lado rapidamente, o cocheiro fechou a porta da carruagem, e começou a fazer a mesma se mexer, eu não queria encarar o Laxus de jeito nenhum, e o pior era que eu mesma não sabia o motivo, percebi que o mesmo me olhava encarando-me, porém me recusei a encara-lo de volta.
–Por quê estás chateada? –Ele falou parecendo estar se divertindo com a situação o que me deixou com uma pontinha de raiva, ele é sínico demais, eu não acredito que terei que conviver com um cara assim.
Ele ainda perguntava o por que de eu estar chateada? Hmpf, que idiota.
–Are are, não estou chateada, deve ser apenas impressão sua. –Falei ainda sem encara-lo.
–Se não estás chateada, por quê não me olha? –Ele pareceu me desafiar.
– Porque... Apenas não quero te olhar, tem algum problema nisso? –Disse bocejando, ou melhor fingindo estar.
Fui surpreendida por ele que puxou meu rosto para frente dele, fazendo-me assim ficar olho no olho com ele, Laxus apenas sorriu vitorioso, o que me deixou zangada novamente.
–Feliz? –Disse fazendo ele me soltar, eu sei que não deveria estar agindo assim com ele, já que não erámos oficialmente casados, nem nos amávamos, então ele não precisaria ficar só comigo, mas mesmo assim... Queria que ele olhasse apenas para mim, será que isso era pedir demais...? Eu esperava que não, já que ele era um tipo casa nova, mulherengo, talvez ele não quisesse apenas uma mulher para passar o resto da vida fielmente a ela.
Me contentei com esse pensamento, e logo fui surpreendida novamente com um beijo, não entendi o motivo do mesmo, já que eu estava ignorando-o, imaginei que ele ficaria zangado no mínimo.
–P-por quê me beijou? – Falei parando o beijo enquanto segurava sua mão.
–Porque você está chateada comigo, e achei esse o melhor jeito de ter você me olhando. –Ele falava com um olhar calmo e selvagem.
Fiquei sem respostas, pois eu estava presa novamente no olhar dele, eu só queria que ele me beijasse... E não olhasse para nenhuma outra. Me beije, me beije... esses eram meus pensamentos naquele momento, porém ele não se mexia o que me deixava nervosa, instantes depois pareceu que ele entendeu o recado pois me puxava para cima dele enquanto me dava um beijo que começava calmo e logo aumentava a velocidade.
Laxus começou a passar a mão dele sobre meu corpo, e me fez ficar no colo dele, mantendo contanto entre nossas partes, ele dava leves mordidas em meu pescoço que me faziam arrepiar, eu acariciava seu cabelo, o mesmo voltou a possuir meus lábios de forma feroz.
Senti algo crescendo entre suas pernas, o que piorava a situação da minha parte, pois aquilo me deixava louca, aqui estou eu, em uma carruagem com um duque considerado príncipe por seus empregados e bom... Concubinas, logo me casaria com esse homem, de mente difícil.
E pra falar a verdade, não sei se estou muito preparada para isso... Pois eu terei que ter muita cabeça para isso, já quê ele tem muitas mulheres ao redor, e quando eu digo muitas, é muitas mesmo, que chega a ser até exagero da parte dele, e eu o odiava por isso.
Mas a questão não é essa, eu tenho medo de me apaixonar por este homem grotesco, em minha opinião isso não seria uma opção muito saudável, já que eu teria que lutar contra ciúmes pois ele tem mulheres ao redor dele, e isso me irrita demais...
Ele me puxava mais para perto dele, a mão dele agora percorria em minha perna, ele começou a levantar meu vestido até a parte da bunda para ter mais acesso a mesma, agora a mão dele subia mais, Laxus agarrou minha cintura e a apertou com força, ao mesmo tempo ele dava leves chupões um pouco acima dos meus seios o que me fez gemer bem baixo, e pelo que notei ele tinha gostado de ouvir.
Senti que minha região estava começando a ficar bem úmida, e ele percebia também, o que me fez corar, será que ele pararia igual a noite passada? Depois de alguns amassos a carruagem parou, indicando que chegamos, pulei para o outro lado do banco que ficava ao lado dele, e me ajeitei, pois eu estava totalmente descabelada.
–Mais tarde continuamos, ou seja, não pense que irá se livrar de mim princesa Mirajane.-Laxus tocava levemente em meu ombro o que me fez arrepiar.
O cocheiro abriu a porta e se curvou ao olhar para Laxus que estava olhando calmamente para fora, o mesmo se levantou e saiu da carruagem estendendo a mão para me ajudar a descer, corei com o que ele fez, pois eu pensava que o mesmo nunca faria isso.
Agarrei a mão dele e com a outra segurei meu vestido para não tropeçar, olhei para fora por fim, e vi que estávamos em um campo verde totalmente lindo, tinha um riacho na frente, muitas rosas vermelhas também, as minhas preferidas! Algumas árvores bem grandes, ficavam em volta do riacho, e pelo que parecia estava vazia, o silencio daquele lugar era tão bom... Tranquilo...
Corri até a metade do campo e girei, enfim liberdade!
Autora Povs:
Laxus correu logo atrás de Mirajane que parecia estar se divertindo, ele sorriu ao ver a cena já que o loiro tinha ficado preocupado a alguns instantes atrás quando a albina estava meio estressada, e ele ficou mais preocupado ainda quando percebeu que era ele o motivo da raiva da mesma.
O loiro permanecia calado e parado atrás da albina que não parava de girar no campo, qualquer pessoa dava para perceber a tamanha felicidade que a mesma transparecia, Laxus riu um pouco e Mirajane percebeu pois logo parou e corou de constrangimento.
–Por quê não continuou se divertindo? Era uma cena engraçada. –Laxus falou tentando reprimir mais um riso.
–I-idiota! É que... eu nunca vim em um lugar tão grande assim, aberto... Ele dá um ar de liberdade, algo que eu nunca tinha experimentado... – A albina falava sonhadora.
– Eh... – Laxus foi para o lado de Mirajane. –Eu venho aqui sempre que me sinto sufocado. –O loiro agora olhava para a albina que estava com os olhos brilhando.
–É um belo lugar de fato, não sabia que existia um lugar assim pelos arredores do reino, obrigada por você me mostrar esse lugar Laxus. Realmente obrigada! – Mirajane foi para frente de Laxus que se espantou com o movimento da garota que se encontrava agora abraçando-o, ele aos poucos foi relaxando e passou a mão na cabeça da albina, acariciando-a, a mesma hesitou em ficar ali, porém continuou, ela estava gostando da mão do loiro em sua cabeça, era relaxante, confortável, era como se ela já tivesse sentindo essa mão a um tempo atrás, era calorosa, familiar... E ela gostava dessa sensação.
Ela ouviu o barulho da carruagem saindo e se soltou rapidamente de Laxus, olhando confusa para ele que apenas ria do susto da garota.
–A carruagem... foi embora. –Mirajane apontava para carruagem e a seguia com o dedo abrindo a boca. – O que faremos agora?
–Não se preocupe princesa, a carruagem voltará mais tarde, o cocheiro só quer nos dar um momento de privacidade, e de qualquer forma tem uma casa nesse terreno, e é conhecida por mim, bastante conhecida... – Laxus ria da cara da albina que estava totalmente espantada.
–Mas... e se ele não voltar? – Ela ainda estava meio espantada com o fato da carruagem ter deixado os assim, no meio do nada.
–Como eu comentei, tem uma casa nesse terreno que é bastante conhecida por mim, já fui lá várias vezes, é uma casa bem aconchegante até. – Ele sorria docemente para ela, porém a albina achava que era um sorriso falso do rapaz.
–Tem certeza? – Mirajane ainda o olhava com desconfiança.
–Claro. – Laxus sorria para ela, mas a mesma ainda não parecia estar totalmente confiável.
–Hm, ok então... – A albina rodopiou.
– Quero te mostrar um lugar especial por aqui, tenho certeza que você vai amar. – Laxus falou pegando um cesto que aparentemente tinha comida, e segurou a mão de Mirajane com a outra e a puxou pelo lugar.
A albina o olhava estranho, talvez por curiosidade já que ele queria mostrar um lugar especial para ela, esse pensamento a deixava feliz.
* * *
Assim que o casal saiu da mansão, Tycianne suspirou sorridente, ela pensava em voltar para o quarto onde dormira na noite passada, porém não teria nada para fazer, então a garota decidiu passear pelos jardins da mansão, que por sinal eram exageradamente grandes.
A garota se sentou em um banco que tinha em frente a uma estatua, suspirou e começou a olhar o céu que estava bem calmo essa tarde, ela torcia para que tudo desse bem entre o Laxus e a Mirajane, já que a mesma só queria a felicidade da albina, por ser a única e melhor amiga da garota.
–Ore... cá estou eu, sem fazer nada... Que vida tediosa. –A garota resmungou.
Ficou um pouco silencioso, e a jovem já estava começando a ficar sonolenta, capaz de dormir ali mesmo.
– Pronto! Terminei. – Ela se assustou com a voz que vinha atrás dela, na hora que ela ia se levantar acabou se batendo com um rapaz que aparentava a mesma idade que a dela, a batida fez com que o jovem derrubasse Tycianne no chão e caindo por cima dela, o que a irritou.
–O-o que pensa que estás fazendo? Não sabes se comportar bem não perrapado? Ora essa, era só o que me faltava. –O rapaz ainda permanecia de cabeça baixa, ela percebeu para onde ele estava olhando e logo deu um soco no rapaz rumando-o para longe dela, e se levantou rapidamente. – Kyah! Além de perrapado, você é um pervertido?! Gr, lhe perguntarei novamente, o que pensas que está fazendo? Primeiro não olha por onde anda, segundo fica olhando para partes de zona segura dos outros, e terceiro até agora não me pediu desculpas. – Tycianne ainda encarava o rapaz que estava cabisbaixo.
–Desculpe, não era a minha intenção. – O rapaz falou olhando o chão.
–E você fala isso olhando para o chão? – Tcyanne falou irritada.
O rapaz levantou lentamente a cabeça, fazendo o cabelo voar, assim que ele a encarava, a garota levou um pequeno susto de surpresa, pois o rapaz era totalmente lindo, os olhos verdes claros que a instigavam naquele momento, o cabelo preto que cobria uma parte do rosto, porém bem volumoso e brilhante, o que o deixava lindo.
A blusa do jovem estava meio caída por conta do trabalho que ele estava fazendo –jardinagem-, ele apenas sorriu, um sorriso fraco, porém dentro dele com milhões de pensamentos malignos, principalmente ao ver o rosto de Tycianne. Meu bom Deus, quem é este belo rapaz? Pensou Tycianne com a mão no coração, pois o mesmo batia aceleradamente.
O jovem balançou a cabeça fazendo o cabelo se movimentar, o que deixou-o mais sexy do que já estava, o coração de Tycianne quase saltava pela boca, o rapaz começou a andar em direção a ela, mas Tycianne estava sem reação para nada, apenas o encarava, em instantes os lábios do rapaz possuíam os da garota que se assustou mais ainda com isso, o beijo era quente e feroz, era o primeiro beijo dela, ela nunca sentiu essas sensações, que esse belo rapaz passava para ela.
O beijo estava ficando mais quente, o garoto pousou a pão na cintura da garota a qual estava lutando com todas as forças para se afastar do moreno – o que era impossível, pois ao mesmo tempo ela não queria.- ela resolveu se entregar ao beijo, mesmo sento totalmente inexperiente, o jovem puxou mais o corpo de Tycianne para perto colando-os, “o que é isso que eu estou sentindo? Deus, me perdoe se isso for algo de muito pecado! Mas eu não tenho escolha, se não me dares força entregáreis-me de corpo e alma para esse rapaz desconhecido.” Ela pensou aflita, a jovem não sabia ao certo se queria se entregar realmente para o rapaz, ainda tinha duvidas, pois queria que esses acontecimentos fossem com o cara que ela ama, ela soltou uma mão que logo foi pega pela mão do rapaz, e foi nesse instante que ela sentiu uma sensação familiar, ela achava que conhecia esse moreno de algum lugar, pelo toque das mãos... o calor que a mesma emanava, ela já tinha pegado em uma mão assim.
Na mesma hora ela se soltou do rapaz com os olhos esbugalhados.
–Heh. –O rapaz apenas fez esse barulho e a olhava com um olhar frio e distante.
–N-não chegue perto de mim de novo! Ouviu bem? –Tycianne tentava se acalmar, “ele não poderia ser aquele garoto... Não, ele estava morto certo?” Ou era isso que ela pensava... Ela correu para dentro da mansão deixando o moreno ver os passos da jovem seguindo direto para o casarão, ele apenas se sentou no banco e encarou o céu.
* * *
Mirajane se encontrava em uma caverna enorme, e clara, Laxus continuava a puxa-la, eles viram a saída da caverna e logo foram em direção a ela, a albina ficou surpresa com a cena que via, uma cachoeira imensa, com a água puríssima que chegava a mostrar o reflexo de tudo, tinha muitas árvores e flores ao redor, o que a deixava encantada.
Laxus a soltou para dar-lhe a liberdade de vasculhar o local do modo que bem entendesse, pois ele era seguro e tinha certeza disso.
–Está com fome princesa? – Laxus mostrava a cesta.
–Não. –Mirajane falou encarando a cachoeira, o loiro logo percebeu que era mentira ao se aproximar da albina, pois ouviu o ronco na barriga da garota e riu com isso, a jovem não gostou nada disso e corou. – Quer dizer... sim.
Laxus arrumou o lugar onde seria o piquenique, ficava em frente a cachoeira, Mirajane permanecia agora sentada encostada na árvore encarando a água com a fisionomia encantada, o loiro apenas a apreciava, adorava ver desde muito tempo atrás, como ele ficava fascinada por pequenas coisas, uma borboleta voava ao redor dela, e a albina ficou toda abobada, levantou o dedo e a borboleta pousou no mesmo, a garota sorria docemente para a borboleta.
Logo Mirajane ergueu o dedo novamente para a borboleta ir embora, e assim a mesma fez, Laxus a interrompeu oferecendo um sanduiche, a albina o encarou com um olhar faminto e atacou o sanduiche pois estava morrendo de fome mesmo, mesmo tendo comigo antes de vir, talvez fosse pelo nervosismo que a própria sentia de estar a sós com o Laxus, ela estranhava isso, mas não podia lidar bem com essas sensações, e nem o loiro conseguia pois ele sempre queria estar agarrado a albina.
Laxus sentou ao lado de Mirajane, que agora estava corando com a aproximação repentina do rapaz, ele a abraçou e deitou-a no chão, depositando um beijo calmo e apaixonante, o que ela estranhou pois era sempre um beijo selvagem que ele dava nela, o loiro deitou por cima dela, beijando-a de leve no pescoço fazendo a albina dar leves gemidas, ela estava corada por fazer isso em um local aberto como aquele, mas não estava ligando, pois estava com o loiro.
Ele a puxou para cima dele, o loiro puxou um dos seios da albina para fora, e deu leves chupões nele o que fez a garota gemer um pouco mais alto, e ele sentia prazer nisso, ele puxou o vestido em tentativa de rasga-lo, pois todos os vestidos que ele comprava eram fáceis de ser retirados, porém ele lembrou que Mirajane era uma princesa, ou seja não usava vestidos fáceis de serem tirados, Laxus passou a mão pelas costas da garota e sentiu o zíper, na mesma hora puxou para baixo, levando junto a parte de cima do vestido que caia em cima do colo dos dois.
Laxus segurou as costas da garota com firmeza, a pele dela era tão macia, e ele gostava daquela pele, a mão direita dele pousou na cintura da garota e a outra agarrava um dos seios, ele voltou a abocanha-lo fazendo a albina senti mais prazer, pois ela gemia, o rosto dela estava vermelho de vergonha, pois ela tinha medo que alguém aparecesse ali, não seria algo legal alguém ver os dois daquele jeito.
O loiro voltou a ficar por cima dela, e ela pousou as duas mãos no peitoral dele, e antes de mais nada interrompeu o beijo.
–Aqui não... se alguém nos ver? Não é algo perigoso? – Mirajane falava preocupada com a situação em que se encontravam, e Laxus apenas deu uma risada maliciosa antes de falar.
–Você acha que eu te traria para um lugar onde vem pessoas minha doce princesa? –Laxus falava com os olhos transparentes de luxúria.
–N-não sei oras, só estou dizendo que se alguém nos visse aqui... – Mirajane foi interrompida por Laxus que pousou o dedo em seus lábios.
– Não precisa se preocupar com nada minha querida e futura lady Dreyar, esse terreno é uma das propriedades Dreyar, ou seja todo esse terreno, ou melhor falando tudo isso aqui é meu, achas mesmo que eu te traria para um lugar que viriam pessoas? Não seria uma boa ideia... Por quê achas também que eu disse que por aqui tinha uma casa que eu conhecia muito bem? É porque a mesma também é minha meu bem, então não se preocupe está bem? –Laxus tentava passar confiança para ela, e ela parecia hesitante. – Não precisa fazer isso se não quiser, podemos ir com calma. –Laxus foi se levantando, já para se sentar. – Se não quiser isso, é só falar, eu posso esperar... – Mirajane o puxou para um beijo, ela estava toda corada e ele a olhava surpreso pela ação repentina da albina, já que ele nunca imaginou a garota fazendo isso, ela pensou na possibilidade de ele usar outra garota para satisfazer as necessidades dele e acabou agindo por puro instinto de agarra-lo.
O loiro foi deitando-a novamente cuidadosamente e devagar, ele puxou o resto do vestido da garota para fora, deixando-a pelada, a albina estava deitada tentando esconder as partes que ela mais odiava do corpo dela, Laxus ficou um pouco distante para apreciar a bela visão que estava tendo.
– Maravilhosa... ou melhor dizendo perfeita. – Laxus a encarava com luxúria, ele enfim iria possui-la, o loiro puxou a camisa para fora, e começou a dar alguns leves beijos na região intima dela até os seios que foram abocanhados por ele, Mirajane gemeu alto, fazendo o membro do jovem crescer mais ainda, iria ter um limite que ele não aguentaria mais.
Ele possuiu os lábios da albina que sucumbia pelo encaixe perfeito, porém ele queria tortura-la um pouco, e decidiu que continuaria quando chegassem em casa, ele puxou-a para seu corpo e beijou-a apaixonadamente.
–Iremos continuar isso em casa, não quero que sua primeira vez seja aqui, futura Lady Dreyar. – Ele enfatizou o Lady Dreyar o que fez Mirajane arrepiar, era verdade, ela seria a mulher dele, isso a deixava alegre. – Se vista, iremos partir daqui a alguns instantes minha doce princesa. – Ele deu um beijo calmo nela e foi para um lado.
Mirajane começou a se vestir hesitante e preferiu não encara-lo por enquanto, sentou-se na beira da cachoeira, “será que o papai realmente acertou em querer que eu me case com Laxus? Será realmente uma boa ideia? Acho que não será tão saudável para mim”... Mirajane pensava enquanto balançava os pés na água.
Depois de algumas horas em silêncio, Laxus havia adormecido nesse tempo encostado na árvore, Mirajane percebeu e viu como ele parecia uma pessoa totalmente diferente de quando está acordado, dessa vez ele parecia calmo... Sem se preocupar com nada, apenas com este momento, e isso era belo nele, ele tinha cílios longos o que deixava o rosto mais bonito ainda.
A albina acariciou sua face e sem a mesma perceber Laxus abriu um olho e o fechou rapidamente fingindo que estava dormindo, e para a tristeza de Mirajane, ela não sabia de nada, ela sentiu seu corpo ficar sonolento e decidiu tirar um cochilo também, se aconchegou nos braços do rapaz e dormiu.
O Duque sorriu ao ver sua doce princesa dormir em seus braços, ela dormia despreocupadamente, como se confiasse nele, e esse pensamento o deixava esperançoso, no fundo, no fundo ele não achava uma má ideia se casar por agora, apesar de no começo ele ter se oposto ao casamento, aos poucos foi mudando a ideia.
Ele ainda queria curtir um pouco mais, e isso era um fato, ficar preso a uma mulher para a vida toda não era o que ele queria, não por enquanto, ele abraçou o pequeno corpo da albina para aquece-la já que estava fazendo frio, ele depositou um beijo na testa de Mirajane e apertou o corpo meio frágil da mulher.
–Mira... Princesa Mirajane, por quê não consegue lembrar das coisas? E por que agora minhas memórias estão se esvaindo aos poucos? – O loiro murmurava para si mesmo em uma tentativa fula de obter resposta. – Logo o jovem adormeceu, mas acordou uma hora e meia depois, com Mirajane ainda dormindo em seus braços.
Ele carregou-a, até a carruagem que ficará esperando por um bom tempo por eles, Laxus pediu desculpa ao cocheiro, e perguntou se ele podia pegar uma cesta de piquenique que estava na caverna, e o pobre homem concordou sorrindo, o loiro colocou cuidadosamente a albina na poltrona da carruagem, e acariciava seu cabelo.
O cocheiro entregou a cesta e voltou para seu posto, levando-os de volta para a mansão Dreyar, o caminho de volta não demorou tanto quanto o de ida, a carruagem parou e Laxus carregou Mirajane que ainda permanecia dormindo, quando ele parou na entrada da casa, várias das concubinas dele encaravam a cena, principalmente Kadjia que encarava aquilo com raiva, pois Laxus nunca levará nenhuma de suas mulheres para a melhor propriedade dos Dreyar que pelos boatos eram perfeitas.
Kadjia estava realmente irritada com isso, pois ele levou Mirajane para lá e nunca a tinha levado para esse lugar que diziam ser fantástico, Laxus ignorou seu olhar de raiva, levantou seus ombros e ignorou o olhar de todas subindo ainda com Mirajane em seu colo, ele abriu a porta do quarto em que a princesa ficava e viu uma pessoa que nunca deveria ter encontrado esse local, Laxus quase deixava Mirajane cair, mas a segurou com força nessa hora, ainda pasmo com a pessoa que estava lá dentro.
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