A Preferida
29 “Tudo tem que se acertar”
Notas iniciais
Como vão?
Eu sei que esse capítulo está minúsculo. 400 palavras é pouquíssimo, mas, eu fiz esse capítulo ontem a noite, enquanto assistia um filme. E, sem ele, não haveria como o Dylan e a Jenny se acertarem. ^^
Espero que gostem e, ele não vai ter Banner pois... É uma conversa de telefone '-'
Como fazer Banner disso? kk'
Beijos!
Enjoy!
PS: TALVEZ, ainda hoje eu coloque outro capítulo. Mas não prometo nada!
Ok, agora podem ler XD
- Dylan?
— Sim? – Ouvi sua voz soar pelo telefone. Parecia que ele havia acabado de acordar.
— Estava dormindo? – Perguntei sorrindo, ao imaginá-lo cochilando na escrivaninha, com várias pilhas de livros, cadernos e folhas à sua volta.
— Não, não. – Ele falou rapidamente. Ouvi um barulho de algo caindo no chão com um baque surdo. – Só... Estudando.
— Estudando? – Sorri. – Pensei que, depois de se tornar um professor, não precisaria mais estudar. Apenas passar conteúdos para os alunos.
— A peça de teatro é um conteúdo? — Ele perguntou. – Você acha que é fácil fazer uma sala de quarenta alunos se interessarem?
— Hey! Calma aí. – Eu o cortei. – Sei que não deve ser fácil.
— Acho que para você, é mais fácil do que imagino. – Ele disse com pesar.
Fiquei calada por alguns minutos. Ele não precisava ser tão grosso. E eu sabia que não estávamos mais falando sobre conteúdo.
— Aliás – Ele continuou, aparentemente inabalado. – De onde você tirou meu número de telefone?
— Bom... – Tentei recuperar o bom humor. – Eu tenho meus contatos.
Ele riu.
— É... – Disse. – Acho que você também tem os seus.
— O que quer dizer com isso? – Ele perguntou. Podia imaginá-lo franzindo o cenho.
— Podemos nos encontrar? – Ignorei sua pergunta.
— Para que?
— Queria que nós saíssemos. Queria conversar um pouco. Pessoalmente. – Dei de ombros. – Como aquele dia na Times Square.
— Ah... – Ele parou. – Aquele dia...
— Sim... Queria esclarecer algumas coisas também... Sobre... – Nem precisei terminar.
— Hnnn... Sei, sei. Sei exatamente sobre o que. – Ele suspirou e eu pude perceber frustração na sua voz.
— Então... Você aceita? Vamos?
— Como... – Dylan hesitou. — Um encontro?
Fiquei imóvel por, pelo menos, uns dois minutos.
— Jennifer? Está aí?
— Ah... Sim. Sim. Estou. – Respondi.
— Então?
— Bom... – Passei a mão na testa. – Ok. Como um encontro.
— Ok, então. – Ele pareceu inabalado. – Nos encontramos aonde? Na Times Square?
— Sim, sim.
— Tudo bem, então. Vejo você daqui a pouco?
— Uhun. – Concordei e desliguei o telefone.
A conversa fora breve, mas assim que eu me encontrar com ele, tudo vai se acertar.
Tudo tem que se acertar.
Eu não posso deixar que ele suma da minha vida pessoal assim, só por causa de um jogo estúpido.
Não.
Eu não vou deixar que ele vá embora assim.
Notas finais
Prometo recompensar no próximo ^^
Beijos!
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