A Pousada do Fim do Rio
A Pousada do Fim do Rio
A Pousada do Fim do Rio
Para Olívia MacBride, a floresta é um santuário-um refúgio isolado dos terríveis segredos do passado. Agora, porém, um homem assombrado por esse mesmo passado está determinado a descobrir a verdade. E nessa busca ele pode até encontrar a chave para o coração de Olívia.
Gabby Porphirio
Sinopse
Para Olívia MacBride, a floresta é um santuário-um refúgio isolado dos terríveis segredos do passado. Agora, porém, um homem assombrado por esse mesmo passado está determinado a descobrir a verdade. E nessa busca ele pode até encontrar a chave para o coração de Olívia.
Notas adicionais
O monstro estava de volta. Cheirava a sangue. Seu som era de puro terror.
Ela não tinha opção além de correr e, dessa vez, na direção dele.
A floresta luxuriante que um dia fora seu porto seguro, que sempre fora seu abrigo, girava num pesadelo. A gigantesca majestade das árvores não era mais um testamento grandioso do vigor da natureza, mas uma jaula viva que podia prendê-la e escondê-la. O luminoso tapete de musgo era um pântano borbulhante que sugava suas botas. Ela atravessou o lodo por entre as samambaias, rasgando seus leques encharcados, escorregou num tronco apodrecido e destruiu a vida florescente que ele acalentava. Sombras verdes deslizavam á frente, ao lado, atrás dela; pareciam sussurar seu nome.
"Livi, meu amor. Deixe-me contar uma história."
A respiração aos soluços, a dor do medo e da perda. o sangue que manchavaseus dedos tinha ficado gélido. A chuva caía, um tamborilar constante contra as copas varridas pelo vento.
Ela esqueceu se era a caçadora ou a caça. Iria encontrá-lo, ou ele a encontraria? E de algum modo a coisa terminaria. Ela não acabaria como uma covarde. Se houvesse alguma luz no mundo, encontraria o homem amado.Vivo.
Tocou o sangue na palma da mão como uma esperança. Fechou a mão em volta da única arma que tinha; sabia que mataria para viver.
E através da luz profunda e verde, assombrada por aspectos mais escuros, viu o monstro de seus pesadelos.
Coberto de sangue, observando-a.
Ela não tinha opção além de correr e, dessa vez, na direção dele.
A floresta luxuriante que um dia fora seu porto seguro, que sempre fora seu abrigo, girava num pesadelo. A gigantesca majestade das árvores não era mais um testamento grandioso do vigor da natureza, mas uma jaula viva que podia prendê-la e escondê-la. O luminoso tapete de musgo era um pântano borbulhante que sugava suas botas. Ela atravessou o lodo por entre as samambaias, rasgando seus leques encharcados, escorregou num tronco apodrecido e destruiu a vida florescente que ele acalentava. Sombras verdes deslizavam á frente, ao lado, atrás dela; pareciam sussurar seu nome.
"Livi, meu amor. Deixe-me contar uma história."
A respiração aos soluços, a dor do medo e da perda. o sangue que manchavaseus dedos tinha ficado gélido. A chuva caía, um tamborilar constante contra as copas varridas pelo vento.
Ela esqueceu se era a caçadora ou a caça. Iria encontrá-lo, ou ele a encontraria? E de algum modo a coisa terminaria. Ela não acabaria como uma covarde. Se houvesse alguma luz no mundo, encontraria o homem amado.Vivo.
Tocou o sangue na palma da mão como uma esperança. Fechou a mão em volta da única arma que tinha; sabia que mataria para viver.
E através da luz profunda e verde, assombrada por aspectos mais escuros, viu o monstro de seus pesadelos.
Coberto de sangue, observando-a.
Escrito por
Gabby Porphirio
Classificação 14+
Livro em andamento
Publicado em 25 de jul. de 2010 18:43
Atualizado em 25 de jul. de 2010 18:43
492 palavras
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Notas adicionais
O monstro estava de volta. Cheirava a sangue. Seu som era de puro terror.
Ela não tinha opção além de correr e, dessa vez, na direção dele.
A floresta luxuriante que um dia fora seu porto seguro, que sempre fora seu abrigo, girava num pesadelo. A gigantesca majestade das árvores não era mais um testamento grandioso do vigor da natureza, mas uma jaula viva que podia prendê-la e escondê-la. O luminoso tapete de musgo era um pântano borbulhante que sugava suas botas. Ela atravessou o lodo por entre as samambaias, rasgando seus leques encharcados, escorregou num tronco apodrecido e destruiu a vida florescente que ele acalentava. Sombras verdes deslizavam á frente, ao lado, atrás dela; pareciam sussurar seu nome.
"Livi, meu amor. Deixe-me contar uma história."
A respiração aos soluços, a dor do medo e da perda. o sangue que manchavaseus dedos tinha ficado gélido. A chuva caía, um tamborilar constante contra as copas varridas pelo vento.
Ela esqueceu se era a caçadora ou a caça. Iria encontrá-lo, ou ele a encontraria? E de algum modo a coisa terminaria. Ela não acabaria como uma covarde. Se houvesse alguma luz no mundo, encontraria o homem amado.Vivo.
Tocou o sangue na palma da mão como uma esperança. Fechou a mão em volta da única arma que tinha; sabia que mataria para viver.
E através da luz profunda e verde, assombrada por aspectos mais escuros, viu o monstro de seus pesadelos.
Coberto de sangue, observando-a.
Ela não tinha opção além de correr e, dessa vez, na direção dele.
A floresta luxuriante que um dia fora seu porto seguro, que sempre fora seu abrigo, girava num pesadelo. A gigantesca majestade das árvores não era mais um testamento grandioso do vigor da natureza, mas uma jaula viva que podia prendê-la e escondê-la. O luminoso tapete de musgo era um pântano borbulhante que sugava suas botas. Ela atravessou o lodo por entre as samambaias, rasgando seus leques encharcados, escorregou num tronco apodrecido e destruiu a vida florescente que ele acalentava. Sombras verdes deslizavam á frente, ao lado, atrás dela; pareciam sussurar seu nome.
"Livi, meu amor. Deixe-me contar uma história."
A respiração aos soluços, a dor do medo e da perda. o sangue que manchavaseus dedos tinha ficado gélido. A chuva caía, um tamborilar constante contra as copas varridas pelo vento.
Ela esqueceu se era a caçadora ou a caça. Iria encontrá-lo, ou ele a encontraria? E de algum modo a coisa terminaria. Ela não acabaria como uma covarde. Se houvesse alguma luz no mundo, encontraria o homem amado.Vivo.
Tocou o sangue na palma da mão como uma esperança. Fechou a mão em volta da única arma que tinha; sabia que mataria para viver.
E através da luz profunda e verde, assombrada por aspectos mais escuros, viu o monstro de seus pesadelos.
Coberto de sangue, observando-a.
Autor
Gabby Porphirio
Classificação 14+
Livro em andamento
Publicado em 25 de jul. de 2010 18:43
Atualizado em 25 de jul. de 2010 18:43
492 palavras