Pelo uma das marretas e parto para cima dela, com uma marretada eu arranco o estilete da mão da desgraçada e em seguida dou uma marretada segura no meio da testa dela, com aparência de queimadura depois de Kate encostar a cruz na testa dela, ela cai no chão... Apagada, ou fingindo.

-Corram!- eu grito.

Pego a minha mochila, ponho o estilete dentro dela e saio do cômodo com cuidado para não cair no chão ensopado de gasolina, mas a possuída me puxa pelo pé de volta ao cômodo.

-Se eu morrer você vai junto!

-Nada feito!- digo.

Saco a marreta e martelo a cabeça dela, sem parar.

-Toma isso seu merda! Desgraçado! Quem é o mais perigoso aqui em?- falo possuída pelo ódio.

Quando a cabeça da possuída já está toda quebrada, jorrando sangue eu arrasto o corpo pelo corredor até a sala.

-Marina o que é isso?- Kate pergunta.

-Isso era um demônio!

Arranco uma folha do caderno sinistro que encontrei no meu closet e arranco uma folha, o caderno eu jogo no chão. Enrolo a folha e ateio fogo na ponta da folha enrolada.

-Todo mundo caindo fora daqui!

Todos já estão na rua e eu estou na entrada da casa, com o papel quase que queima até a metade.

-E eu venci!- digo sorrindo.

Jogo a folha queimando para dentro da casa e corro o mais rápido que eu consigo a casa pega fogo, assim que eu escuto a explosão estou pela metade do caminho até chegar à rua então me jogo o mais longe possível para não ser atingida por nenhum pedaço da casa.

Ed me ajuda a me levantar do chão, olho para todos e digo:

-Vencemos!

-Isso pede uma comemoração!- Mark fala.

-Lá em casa! A pizza é por minha conta- falo.

Seguimos o caminho até a minha casa contando para Joe como chegamos até aqui, o que enfrentamos, o que perdemos e o que sofremos para acabar com tudo isso e Joe conta como ele tinha chegado lá.