Uma criança voltava tranquila da escola e ao longe já avistou sua mãe, John Pacivius era um garoto feliz, tinha 7 anos de idade e vivia uma vida tranquila. Abraçou-se com sua mãe e entrou em casa.

A sala de estar era grande e confortável, John pôs sua mochila em cima do sofá e foi almoçar. John havia se mudado para aquela casa no interior do estado de Posher já havia duas semanas.

Quando terminou de almoçar, ele foi para o quintal de sua casa para explorar o que havia por ali, era tudo novo para ele e estava curioso para saber o que havia por ali. Enquanto batia com um graveto em algumas pedras ele notou um som diferente do normal, ele parou e se agachou para ver o que era, um baú pintado com uma tinta cinza para se disfarçar nas pedras.

Naquele momento a curiosidade falou mais alto e John abriu o baú, ele imediatamente vomitou ao ver o conteúdo da caixa e logo em seguida desmaiou.

A mãe de John observava seu filho do segundo andar da casa, quando ele caiu ela desceu correndo as escadas para socorrer o filho. Enquanto ela estava com o garoto nos braços ela olhou o conteúdo da caixa, havia apenas um peculiar amuleto de madeira que aparentava ser muito antigo. Ela carregou o menino para dentro de casa e o colocou deitado na cama.

Algumas horas se passaram e o garoto não acordava, logo ela se deu conta de que havia algo de errado, então ela pegou um antigo telefone celular que era de seu falecido marido, discou um número e foi atendida.

— Acho que o meu filho foi possuído! – Gritou ela.

Ela disse o endereço de sua casa e desligou o telefone.

Trinta minutos se passaram e a campainha da casa tocou, ela desceu as escadas correndo e abriu a porta, em sua frente havia um homem muito alto, musculoso, com longos cabelos loiros, ele segurava uma maleta em uma mão e uma bíblia debaixo do braço, em seu rosto haviam uma cicatriz em cada olho e uma outra no queixo que se extendia pelo seu pescoço, ele logo disse tranquilamente enquanto olhava para a ela.

— Boa tarde senhora Pacivius, em que posso ajudar?

— M-Meu filho… – Disse a mãe de John – Eu acho que ele foi possuído…

— Não se preocupe senhora, vou resolver isso num instante. Sou Edgar, o Exorcista, e seu filho já está a salvo.

Edgar subiu as escadas e foi direto para o quarto de John e a Senhora Pacivius o seguiu, ele pediu para que ela se retirasse e fechasse a porta e ela o obedeceu.

O Exorcista analisou o garoto, escutou sussurros saindo da boca do garoto, ele aproximou sua orelha e escutou:

— Auxilium…

Aquilo não significava nada e então ele aproximou um crucifixo do rosto de John e abriu suas inchadas pálpebras para fazê-lo ver, imediatamente o garoto gritou e pulou no pescoço de Edgar em uma velocidade anormal, ele socou as costelas do garoto, o jogou longe e pegou um frasco do bolso de seu casaco. O garoto se movimentava de maneira estranha, usava os braços e pernas como apoio assim como um animal quadrúpede, como uma fera prestes a assassinar sua presa. Novamente o garoto pulou na direção de Edgar que dessa vez pôde se esquivar e perceber que os olhos agora eram alaranjados. Quando John pulou novamente Edgar o segurou pelo pescoço, usou o dedo indicador e o polegar para abrir a boca do garoto e despejar o líquido na boca dele, quando o frasco se esvaziou ele disse com raiva;

—Esci di lì!

Edgar jogou em cima da cama, Edgar pensou consigo mesmo enquanto limpava a testa de suor: “essa foi fácil”.

Ele abriu sua maleta, colocou água benta dentro do frasco, pegou um livro antigo e muito pesado e folheou-o até encontrar uma descrição que coincidia com as características daquele demônio, pegou um punhado de sal grosso e jogou no garoto, nada aconteceu e ele não via nenhum demônio saindo do corpo de John Pacivius.

Edgar achou isso tudo muito estranho, deu as costas e escutou um som, rapidamente ele girou e acertou com o livro na cabeça do garoto que tentava incessantemente pular em seu pescoço, ele acertou o livro outra vez e notou que a cabeça de John já estava sangrando muito, mais uma vez o garoto tentou pular no pescoço de Edgar e novamente foi atingido com o livro, mas dessa vez ele caiu no chão e uma névoa negra começou a sair de seu nariz, boca e glândulas lacrimais e de repente uma aranha do tamanho de um cachorro surgiu daquela névoa, antes que Edgar pudesse fazer alguma coisa a aranha desapareceu.

Edgar se deu conta do problema que ele causou e correu verificar o pulso do garoto, não havia pulso, ele matou John Pacivius e não havia nada para se fazer a respeito, de dentro da maleta ele pegou um papel e escreveu:

Sinto muito Senhora Pacivius, teu filho morreu”.

Ele deixou o bilhete no chão, abriu a janela e disse como se aquilo fosse uma situação normal:

— Sinto muito Senhora Pacivius! – E pulou a janela.

Fim do Prólogo.

Notas finais
Talvez eu (O autor) continue a escrever essa historia, mas a falta de um título complica minha vida.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.