A Place in the Sun: Seu lugar ao sol.
9 Chapter 9.
Notas iniciais
NOTAS INICIAIS: Eu voltei! -não me diga!- E vou postar os capítulos que já tenho aqui até amanhã. E, cara, eu amo essa história. ♥ Bem vindos de volta!
Depois da reunião com Quiron, Nico e Will saíram juntos da casa grande. O garoto loiro permaneceu em silencio, o que era estranho para Nico. Will sempre falava pelos cotovelos. O sol despontava no horizonte, afinal eram quase cinco da manhã. Nico estava exausto, não havia dormido nada naquela noite e a ressaca causada por conta das garrafas de Whisky e Smirnoff, (E depois, da garrafa de Vodka que ele, Jason e Clara viraram enquanto esperavam Quiron os atender.) estava o deixando incomodado. Irritado. Nico cruzou seus braços sobre sua camisa negra e encarou o horizonte. Só queria ir para seu chalé e descansar. Mas ao que parecia, Solace tinha outros planos:
— Podemos conversar? — Perguntou o filho de Apolo. Nico suspirou antes de responder.
— Claro, Solace. Pode falar. — Disse-lhe Nico com a maior naturalidade que conseguia por na voz. Sua cabeça doía, deixando-o ainda mais azedo do que o de costume.
— No seu chalé? — Perguntou Will ao filho de Hades. Nico assentiu e eles caminharam para lá. Após alguns minutos, Nico e Will estavam dentro do chalé 13 enquanto Nico perpassava a chave na porta. O rapaz virou-se para encarar o filho de Apolo.
— Vamos lá. O que houve? — Perguntou Nico secamente. Depois de ter sido ignorado por dias, não queria ficar perto dele.
— Só quero conversar. Não precisa vir cheio de pedras. — Will defendeu-se e ergueu suas mãos em rendição.
— Will, eu estou cansado, minha cabeça está doendo e tudo que eu quero é deitar e dormir. Por favor, fale logo o que tem para falar ou saia. — Nico sabia que estava sendo rude, mas não conseguia se arrepender. Will Solace não merecia seu arrependimento; não depois de ignora-lo por quase duas semanas. Por um momento, Solace olhou para a porta, provavelmente pensando em sair dali, mas então olhou para Nico, bem no fundo dos olhos.
— Nico... Eu sinto muito. — Ele começou hesitante, mas logo começou a falar rápido e sem demora. — Fui idiota. Pensei que você precisaria de um tempo para processar aquele beijo e Clara disse o mesmo. Achei que você, hm, não saberia lidar com pressão e meio que eu me sentiria pressionando você se ficasse toda hora em cima. Eu agi mal e me arrependo muito. Do fundo do meu coração; me perdoe.
Di Angelo estava sem palavras. Seu coração batia forte em seu peito, mas tomou o cuidado de manter sua expressão fria e livre de qualquer um dos sentimentos malucos que sentia. Ele suspirou profundamente e olhou bem no fundo dos olhos de Will, como o garoto havia feito a alguns instantes.
— Saia. — Sua voz era dura como a lamina de sua espada. Will deu um passo para trás, seu rosto se encheu de um sentimento que Nico conhecia muito bem: decepção.
— C-como? — Perguntou, para Nico, Will só queria confirmar suas palavras, mas estava claro que o garoto queria ter entendido errado. Nico deu dois passos para frente, ficando quase colado á Will.
— Você desaparece por quase duas semanas, depois volta e me dá uma desculpa ridícula como está. Você quer o que? Quer que eu diga "Nossa Will, que bom que você mudou de ideia! e te abrace como se nada tivesse acontecido? — Nico sorriu-lhe com sarcasmo, odio dançava em seus olhos, porém somente os Deuses poderiam sentir a dor que habitava em seu peito. E era muita dor. — Você me beija, meu primeiro beijo, depois some. Some como se eu não valesse seu tempo!
— Nico... — Will tentou falar, mas Nico o interrompeu ao apontar o seu indicador no rosto do loiro.
— Nunca mais volte a falar comigo, Solace. Nunca mais pise aqui. — Seus olhos, por mais que odiasse admitir, se encheram de lágrimas cristalinas. Ele sabia que Will estava o vendo quase chorar, mas não se importou. O ódio dentro de si, misturado ao álcool em excesso e toda aquela magoa que sentia desde sempre o deixaram imune a qualquer vergonha que pudesse sentir naquele momento. Ele odiava Will Solace, odiava-o por ter se apaixonado, odiava-o por ter se permitido ser machucado. — Saia! — Gritou Nico enquanto Will o olhava atônito. O filho de Apolo tentou levar suas mãos até o rosto de Nico, mas o garoto irritado consigo mesmo, — irritado com o mundo, irritado com seu pai por ter o feito semideus, irritado com Bianca por ter morrido, irritado com Percy, irritado com o maldito beijo que deu em Jason, irritado com o acampamento meio-sangue e com todas as pessoas ali — simplesmente desapareceu nas sombras, deixando um Will solitário e descrente parado no centro do Chalé de Hades.
✴
Jason
— Will! — gritou o filho de Zeus enquanto corria até a tenda medica. O filho de Apolo levantou seus olhos do curativo que fazia numa garota de Athena e sorriu para Jason, mas seu sorriso não tocava seus olhos. Jason não percebeu, estava muito ocupado se preocupando com o seu melhor amigo para notar detalhes. Antes que Will pudesse falar, Jason continuou:
— Você viu Nico hoje? Tipo, depois que vocês saíram, eu não encontrei-o em lugar nenhum. Ele não foi tomar café-da-manhã, não apareceu no almoço e agora já é quase hora do jantar e ainda não vi Nico.
A julgar pela expressão de Will, Jason não deveria ter ido perguntar a ele sobre Nico, mas quando o filho de Zeus estava prestes a dizer que procuraria em outro lugar, Will chamou um de seus colegas e pediu para que o mesmo tratasse de sua paciente, depois, chamou Jason para fora da tenda. O filho de Zeus o seguiu obediente.
— Vou te falar a verdade. — O filho de Apolo disse-lhe. Sua expressão era indecifrável. — Eu e Nico tivemos uma discussão no chalé dele. E então, ele desapareceu nas sombras. Viajou nas sombras, como vocês falam.
— Oh Meus Deuses! — Jason exclamou. Sua cabeça girava como uma roleta de cassino, seu coração batia forte e suas pernas tremiam. Nico não poderia andar nas sombras novamente tão cedo. Ele morreria caso tentasse, ou melhor, se perderia nelas de uma vez por todas. O mundo de Jason parecia sair de orbita. Ele amava seu melhor amigo com toda sua alma, mesmo que fosse apenas amizade -apesar do beijo que deram quando estavam chapados — Jason não saberia viver mais sem Nico.
— Jason... — Chamou Will, inseguro. — Você está bem?
— Claro que não! — Bradou Jason. — Will, Nico não podia viajar nas sombras sem virar uma sombra! Sabia que enquanto conversamos meu melhor amigo pode estar morto?
— Eu estou bem vivo. — interveio Percy que surgira praticamente do nada. Ao seu lado, Annabeth e Piper esperavam de olhos semicerrados. Apesar da brincadeira de Percy, os três tinham rosto sérios e as bocas cerradas numa linha firme. Piper apertava suas mãos nervosamente enquanto Annabeth tinha os braços cruzados sobre o peito. — Novidades? — Perguntou o filho de Poseidon. Algo se apertou no peito de Jason, uma dor tão forte que o fez dar um passo para trás. Nico estava morto. Ele tinha certeza disto, só não sabia como dizer aos amigos.
— Jason! — Gritou Piper, tirando-o de seu estupor. O garoto a olhou, seus olhos azuis estavam caóticos, milhares de emoções passando por ele.
— Por Athena, Jason! Diga o que aconteceu! — Annabeth exclamou, o rosto da filha de Athena estava tão assustado que por um momento Jason sentiu pena de dizer aquilo a ela.
— Nico viajou pelas sombras... — Jason contou-lhes a história de Will, que até aquele momento permanecia parado no canto, apenas observando com os olhos arregalados de pavor. Percy, lento como sempre, demorou a entender mais que os outros:
— O próprio Hades mandou um recado para Nico, dizendo que se ele usasse suas mirabolices do mundo inferior, viraria uma sombra ou morreria e... Oh meus Deuses... — Percy olhou atônito para Jason. Seus olhos esverdeados brilharam com o entendimento. — Não. — Ele disse. A voz do filho de Poseidon soava absolutamente inexpressiva. — NÃO! — Gritou ele ao fechar suas mãos em punho e surpreendendo a todos, foi para cima de Will. — A culpa é sua! A culpa é sua! Desde o dia na fogueira eu sabia que você ia foder com todo! A culpa é sua! — Se Jason não houvesse o segurado, a este momento, Solace teria belos hematomas, isso porque Jackson não teve tempo de desembanhar a espada.
— Acalme-se, Percy! — Piper ordenou, usando a maior quantidade de charme que conseguia. Imediatamente o filho de Poseidon parou de atacar Will e gritar coisas como "Eu vou matar você". Ele olhou atônito para as pessoas ao seu lado, enquanto Jason segurava seus braços. Will estava encolhido próximo a parede, seus braços cruzados.
— Eu... Eu juro que... — Ele tentava dizer-lhes, mas Annabeth o interrompeu.
— Percy está nervoso, Will. É claro que você não tem culpa. — Disse-lhe, mas seus olhos acinzentados estavam se avermelhando a cada instante enquanto lagrimas brilhantes desciam por sua face. — Não temos certeza de nada, — a voz da filha de Athena tremia. — Certo? Nico pode estar bem... — Ela não conseguiu continuar,um soluço interrompeu de sua garganta e ela foi em direção a Percy. Mesmo que o garoto tivesse seus olhos verdes fixos em Will, ele a envolveu num abraço apertado, balbuciando coisas como "Eu estou aqui, meu amor. Estou aqui." Annabeth chorava nos braços de Percy enquanto Jason assistia tudo mortificado. Será mesmo que Nico estava morto?
✴ Nico
Nico havia viajado nas sombras sem um rumo definido, mas ao final, parou na estatua da liberdade, aos pés dela. Era um tanto comico, ele sempre acabava aos pés de alguém. O filho de Hades abraçou a si mesmo enquanto apoiava seu queixo esguio em seus joelhos. O jovem olhou para o horizonte escurecido de Nova York. Era tarde, provavelmente seus amigos estariam jantando. Ele não queria jantar. Não queria nada. Somente ficar ali para sempre. Lágrimas traiçoeiras rolaram por sua face pálida, mas ele não as afastou. Pela primeira vez Nico se permitiu chorar. Havia tanto guardado dentro de si que em pouco tempo seus olhos estavam vermelhos -assim como seu nariz- e soluços fortes interrompiam por sua garganta. Havia tanta dor, tanta dor. A morte de sua mãe, os anos que perdeu num cassino mágico, a sua paixão por Percy Jackson, a morte de sua irmã, o assassinato que ele cometeu ao proteger Reyna, o assassinato que ele cometeu ao permitir que Octavian se explodisse, a chance que dera a Will, a decepção que sofreu, o beijo que ele dera em Jason, mesmo sendo amigo de Piper. A vergonha de ser gay. O medo que as pessoas tinham dele por ser filho de Hades. O que ele passou no tártaro... Tudo. Tudo aquilo contribuía para as lagrimas fortes que escorriam por seu rosto e os barulhos dolorosos que sua garganta emitiam. Ele não era mais Nico Di Angelo, filho de Hades, dezesseis anos em alguns dias, o todo poderoso. O filho de um dos três grandes. Não. Ele era Nico. Um garotinho morrendo de medo. Sem ninguém.
Di Angelo estava tão torturado por sua dor que só percebeu Hades ao seu lado quando a mão do Deus pousou em suas costas. O garoto o olhou, várias coisas passaram pelos olhos do mesmo: surpresa, raiva, tristeza e por ultimo, medo. O que Hades, o rei dos mortos, estava fazendo ali? Com certeza daria-lhe um sermão sobre o quão patético ele estava sendo. Nico trancou seus lábios e tentou limpar as lagrimas que insistiam em descer por seu rosto, mas antes que fizesse algum progresso, Hades segurou suas mãos.
— Não esconda suas lágrimas, filho. — Pediu o Deus num tom brando. Seus braços fortes envolveram o garoto num abraço — meio estranho, por estarem um ao lado do outro e não de frente — o Deus beijou seu garoto na cabeça com toda ternura que alguém poderia ter. — Estou aqui. Você sabe, estou aqui para tudo.
Nico não acreditava no que estava ouvindo. Seu pai estava mesmo ali. Abraçando-o, confortando-o, dando lhe atenção e amor. Algo em seu peito se aqueceu, como fogo derretendo uma pedra de gelo. Geralmente, quando se é consolado, você para de chorar, respira e vê as coisas boas da situação. Naquele caso, não foi bem assim. Nico se apoiou no pai e chorou como criança. Nunca se sentira tão vulnerável e ao mesmo tempo, tão protegido. Seu pai estava ali. O amava e estava ali, somente para vê-lo. Somente para conforta-lo em seus braços. Naquele momento, aquilo era tudo que ele queria.
Di Angelo chorou por mais algum tempo. Não sabia direito o quanto tempo ficara nos braços do pai, mas o Deus em momento nenhum se mostrou impaciente ou irritado. Quando o choro do garoto aumentava, Hades apertava-o em seus braços com mais força, as vezes beijava seus cabelos ou os acariciava. Por fim, Nico se acalmou e aos poucos o choro cessou. Mas mesmo assim Hades não o soltou, continuou ali o abraçando.
— Sabe, Nico. — Murmurou o Deus rompendo o silencio. — Eu também já me apaixonei por homens. Mortais, é claro, mas a essência não muda.
Nico levantou seu rosto e fitou o pai com descrença. O Deus sorriu-lhe, era engraçado olha-lo. Nico tinha seu nariz esguio colorido de um vermelho forte, enquanto seus olhos estavam inchados e ele tinha pequenas olheiras avermelhadas, causadas pelo choro. Hades achava-o tão forte que não conseguia acreditar na imagem que via.
— Isso... Isso é sério? — Perguntou Nico ao pai. Jamais imaginara que seu pai, o Deus Hades. O Deus dos mortos. Um dos três grandes... Poderia alguma vez ter se envolvido com alguém do mesmo sexo.
— Sim, filho meu. — Respondeu-lhe Hades. — Eu já amei muitos mortais, mulheres e homens. Mas certa vez eu tive um caso, meio que... Importante com um mortal em particular. — Nico o olhava, admirado. Mal conseguia acreditar em seus ouvidos. — Era 1973. Eu conheci Ramal, um filho de Zeus.
— O QUÊ? O senhor namorou um filho de Zeus? — Gritou Nico, seus olhos se arregalaram de tal forma que Hades pensou que sairiam das orbitas.
— Sim, Nico. — Disse o Deus com uma risadinha. Ao contrario de Nico, o homem falava com total naturalidade. — E, apesar de ter sido por apenas alguns meses, fora um dos casos mais importantes que tive com mortais.
— Você o amou? — Nico perguntou ao Deus. Seus olhos fixaram-se sérios no rosto do pai. O Deus o encarou por alguns instantes, mas quando respondeu, não era o que Nico esperava ouvir:
— Me diga você, Nico. — Disse-lhe o Deus com a voz seria. — Você o ama?
Nico encarou Nova York. Havia escurecido mais ainda, porém as luzes da cidade brilhavam tanto que chegava a doer os olhos. Seu rosto, pela primeira vez não estava corado ao falar de sua opção sexual. Depois de tudo que conversou com Hades, nem mesmo seu coração doía ao falar de Will. Ele o amava?
— Eu... — Nico suspirou pesadamente. — Não sei, pai. Eu gosto muito dele. Mas... Não sei. Talvez eu não saiba o que é amor, afinal.
— Entendo. — Assentiu o Deus. Sua aura emanava um poder diferente, forte e imponente, porém brando, até mesmo carinhoso. Hades provavelmente seria o melhor pai do Olimpo. Hades o mimava sempre, deu-lhe Julies Albert, mesmo que não fosse o melhor presente do mundo, era uma tentativa. Deu-lhe Hazel, sua irmã que tanto amava. Deu-lhe a vida, afinal de contas. — Eu espero que você descubra logo se o ama. Afinal, é mil vezes melhor que esteja com um filho de Apolo do que com aquele insolente filho de Poseidon...
Desta vez o rosto de Nico ficou vermelho feito rabanete. Até seu pai sabia sobre sua paixonite por Percy?! O rapaz quis se jogar da estatua da liberdade.
— Eu... — Nico não sabia o que dizer, por fim, riu. Uma pequena risada, porém sincera. Hades sorriu de forma terna para o garoto e passou sua mão grossa pela bochecha do filho único.
— Volte para o acampamento, Nico. Até Hazel já fora informada de seu desaparecimento. Zeus já está ameaçando enviar um raio para que parem de rezar para você estar bem, sendo que você está aqui, batendo um papo com o pai. — Hades revirou seus olhos. — Mas saiba, Nico. Eu te amo, você é meu filho preferido, não apenas por ser o único. É meu filho preferido desde que existiu o primeiro semideus com meu sangue. Você é um verdadeiro filho do mundo inferior, um garoto que se tornará um homem forte. Não importa o que você escolha ou quem você escolha. Você é meu filho. Poderoso, honrado e acima de tudo: um herói.
O Deus acariciou a bochecha de Nico novamente e então, virou fumaça. Deixando uma pequena frase pairando no ar:
Não importa o que aconteça, eu me orgulho de você.
Nico suspirou profundamente e se preparou para viajar nas sombras. Sabia que não deveria arriscar tanto, mas também sabia que seu pai estava com ele. Quando o Deus acariciou-lhe na bochecha, sentiu poder emanar de sua mão. Sentiu a energia do Deus dos mortos, uma energia que queimaria qualquer mortal que não fosse filho dele. Havia força nos membros de Nico. Ele poderia ser qualquer coisa naquele momento. Poderia sempre ser o que quisesse. Ele era filho de Hades. Um verdadeiro filho do Deus dos mortos.
✴
Nico viajou pelas sombras assim que conseguiu se concentrar em seu objetivo — O Acampamento Meio-sangue. — o que não foi fácil, afinal a conversa com seu pai, aquela atenção toda, aquele carinho todo, havia deixado-o completamente abalado. Não sabia se era para o bem ou para o mal.
Quando enfim conseguiu concentrar-se, o filho de Hades adentrou as sombras geladas da noite. Quando chegou ao acampamento, surpreendeu-se com o local onde "aterrizou". O chalé de Poseidon, onde Jason, Piper, Annabeth, Percy, Will e Clara dividiam uma garrafa de vodka.
— NICO! — Gritou Will e antes que os outros registrassem o que Will falava, o loiro correu em direção ao filho de Hades. Abraçou-o com tanta força que Nico sentiu seus ossos estalarem, porém, estava feliz. Retribuiu o abraço de Will com a mesma força, o mesmo carinho e talvez, só talvez, com o mesmo amor.
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