A Pianist Love
20 Capítulo 17
Notas iniciais
NOSSA MÃE DE DEUS! E eu que disse que nunca mais ia demorar tanto assim pra postar. Lá se vão quase dois meses. Me desculpa gente ;-; A mim e a minha beta porque aconteceram sérios problemas com ela e eu não pude substituí-la ♥
Mas enfim, aqui está mais um cap pra vocês e leiam as notas finais, ok? ^^
NARRADORA P.O.V.'s
Já era noite quando Minseul acordou ao som de uma melodia à capela e estranhou o local em que estava. Ainda mais porque estava deitada. Após o primeiro estranhamento, notou alguém ao seu lado, sentado, com fones de ouvido e a cabeça recostada sobre o braço estendido junto à maca. Ela posicionou o pescoço de modo que pudesse visualizar uma parte do rosto de quem a acompanhava e por alguns segundos permaneceu a olhá-lo.
SanDeul estava concentrado em sua música, era uma música que ele havia gravado por brincadeira com os garotos e que só os 5 tinham em seus celulares, por ser uma composição do Jinyoung, Shinwoo e Baro. Enquanto esperava que MinSeul acordasse ele escutava músicas e como não conseguia resistir, acabou cantarolando...
Baby naegero girl tonight (Baby, venha pra mim essa noite, garota)
Neo eobsi nan hurt tonight (Sem você eu estou sofrendo essa noie)
Where you at Where you at? (Onde você está? Onde Você está?)
Where you at? Jigeum eodiya neo? (Onde você está? Onde você está agora?)
It so wonderful tonight – Oh, beautiful night (Esta é uma noite tão maravilhosa – Oh linda noite)
Come back to me now (Volte para mim agora)
– Essa letra... — A garota, que ouvia atentamente a letra da música apenas pela voz de SanDeul, falou posicionando-se sentada em sua maca. — A letra dela e muito bonita, porque parou? — Terminou a pergunta com um sorriso fraco, de canto. O garoto então sorriu um pouco mais intenso.
– Porque acabou. – respondeu abrindo ainda mais o sorriso, mas logo em seguida o desfazendo. — Ya! Você ouviu muito? Há quanto tempo está acordada? Você não sabe o quanto me deixou preocupado? Porque não me disse que-
– Aish...! Eu mal acordo e já sou bombardeada com esse tanto de perguntas... Uma de cada vez, ok? — a pequena garota resmungou, fingindo raiva, finalizando com os braços cruzados e uma careta.
– Ok, ok, ok... — SanDeul fez sinal de rendição, se levantando. — Mas então... Porque você não me disse que era alérgica aos intestinos de cordeiro? — O garoto perguntou quase gaguejando.
– E eu sou, é? — A garota retrucou, desfazendo os braços cruzados. — Eu não fazia ideia disso...
– Quer dizer que lá onde você mora não vende? — Ele franziu o cenho.
– Se tem eu nunca comi. — Foi o que ela respondeu e ele, entendendo, apenas retrucou com um "Ahn...", estranhando. — E por quanto tempo eu fiquei aqui? — Ela perguntou, mudando de assunto.
– Hm... — Ele fez os cálculos, se embolando nas palavras — 3 horas. — assentindo.
– Tudo isso? — ela se espantou.
– Aham, você não está vendo que já está quase escurecendo, não? — SanDeul abriu um pouco a persiana da cortina e ao olharem, a escuridão caía sobre o céu de Seoul. — Eles tiveram que fazer alguns exames e você não despertou em nenhum momento. — O garoto dizia enquanto se aproximava mais uma vez da maca e se sentava sobre a mesma, fazendo MinSeul rir envergonhada de seu comentário.
– Eu devo confessar que sou dura mesmo na queda. Ou melhor, no sono. — E os dois riram da confissão de MinSeul.
SanDeul olhou para o sorriso da garota à sua frente e encontrou a felicidade que a três horas atrás havia desaparecido de seu rosto. Ele se desesperou de uma forma que não conseguiu pensar em suas ações e o sentimento de imediatamente faze-la acordar o fez correr além do permitido pelo caminho até o hospital; sua sorte foi que nenhum carro policial passava no momento. Caso contrário, ele poderia ser parado e isso teria atrasado ainda mais o atendimento de MinSeul.
– Bom, mas agora que eu acordei, já posso ir pra casa, ou melhor, encontrar com a unnie, não é? — A garota perguntou, interrompendo o momento de silencio que ficou no quarto de hospital quando as risadas se acalmaram.
– Hm... Isso eu ainda tenho que ver com o doutor. Vou procurá-lo pra dizer que já acordou. Já venho, hm? — SanDeul disse não tão animado pelo final da pergunta de MinSeul e saindo então do quarto, à procura do médico que a atendeu. Ao encontrá-lo, os dois caminharam até o quarto de MinSeul que já se encontrava inquieta, andando pelo quarto.
– A-ah! Que bom que você chegou doutor! Eu vou poder ir pra casa agora, não é mesmo? — A pequena quase saltou no colo do Dr. Kang com um coreano arranjado, esperando uma resposta positiva para sua pergunta.
– MinSeul-sshi... O que faz fora de sua maca? — o jovem Doutor a pegou pelo braço e calmamente a induziu à maca.
– Mas doutor... Eu já me sinto bem! — MinSeul fez birra, sorrindo, na intenção de convencer o doutor.
– Sim, e eu fico feliz com isso. Mas é a primeira vez que isso acontece, não é mesmo? — O Doutor perguntou e foi respondido com um aceno de MinSeul. — Não sabemos se o seu organismo pode reagir de alguma outra forma a essa alergia então é melhor que passe a noite aqui em observação e se não sentir mais nada amanhã de manhã você já pode voltar pra casa. — O Doutor disse calmo para que a pequena não se decepcionasse tanto.
– Ok... — Mesmo assim não foi o suficiente. MinSeul cruzou os braços com uma cara triste. O Doutor não podia fazer mais nada então se retirou do quarto deixando MinSeul e SanDeul sozinhos de novo.
– Ya... Não fique assim. É só por uma noite, hm? E olha o que eu descobri: vou poder ficar aqui com você. Você não vai ficar sozinha a noite toda... — SanDeul tentou animar a garota.
– Sério? — Ela perguntou descruzando os braços e sorrindo, sendo logo respondida com um "Uhum" de SanDeul. — Ahm... E você sabe se eu vou ter que ficar aqui no quarto o tempo inteiro?
– Não. Desde que eu esteja com você pra se acontecer alguma coisa eu avisar o doutor, não será preciso disso. — O garoto respondeu feliz, formando simultaneamente um belo sorriso no rosto de Minseul. — Vamos fazer o seguinte então, vai pensando aí em algumas alas do hospital que você queira ir que eu vou ligar para os meninos avisando o que aconteceu e que eu não vou dormir em casa hoje. — SanDeul se levantou e foi para fora do quarto ligar para Jinyoung. O mais velho ficou um pouco preocupado com a pequena, mas sabia que ela estaria em boa companhia com seu amigo.
A noite a partir dali seguiu-se de um passeio por algumas alas do hospital e ainda uma visita à pediatria. SanDeul contou piadas paras as crianças e eles passaram bons momentos se divertindo com suas palhaçadas. Já quase no final da noite os dois jovens se dirigiram à área externa do hospital onde conversaram um bom tempo e puderam se conhecer melhor. SanDeul compartilhou como conheceu os garotos e Minseul o contou como ela descobriu o interesse pela cultura coreana, que é tão diferente de sua cultura nativa. Os dois estavam sentados em um banco que ficava no jardim lateral do hospital e aos poucos o sono foi chegando na pequena. Enquanto SanDeul estava lhe contando sobre sua estadia no Japão ela não conseguiu resistir ao sono que a pegou de jeito e sua cabeça tombou para o lado, indo de encontro com o ombro de SanDeul. O rapaz não percebeu os sinais de sono que a garota havia emitido, então quando isso aconteceu ele ficou um pouco surpreso, porém feliz. Ao perceber que MinSeul estava dormindo riu abobado de seus pensamentos e quis acordá-la imediatamente mas não o fez. Ele se sentia confortável naquela situação e gostaria que Minseul estivesse acordada para ter certeza se ela sentiria a mesma coisa.
Despertando de seu egoísmo percebeu que estava ficando um pouco frio e acordou a pequena para que pudesse se dirigir ao quarto. Minseul, quando percebeu a posição em que adormeceu, se desculpou imediatamente, porém, SanDeul disse que não seria necessário.
– Isso foi confortável. — O rapaz respondia enquanto se levantava e caminhava para dentro do hospital. MinSeul se envergonhou de suas palavras, abrindo um sorriso bobo ao ouvi-las. Ela então sentiu o vento gelado subir por suas pernas e tratou logo de seguir o rapaz.
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SanDeul havia dormido mesmo no hospital, em umas cadeiras improvisadas que arranjou. Ao amanhecer, o doutor veio olhar como Minseul havia dormido e após constatar que ela não havia sentido mais nada e estava tudo bem com seu organismo, ela recebeu alta. Enquanto ela se trocava, SanDeul foi acertar as contas do hospital na recepção e após tudo pronto eles finalmente puderam deixar o hospital.
– Ah... Me deu fome. Onde podemos ir para comer alguma coisa? — SanDeul insinuou para Minseul.
– A lanchonete da unnie!
Os dois jovens seguiram para a lanchonete La Cha Ta, que ficava um pouco longe do hospital. No caminho eles conversaram mais e Minseul contou à SanDeul como é a relação entre ela e sua irmã mais velha. As duas são muito próximas desde pequenas. Ennie é apenas um ano mais velha que Minseul então as duas viveram praticamente tudo juntas. Quando Ennie resolveu que iria se mudar pra Coreia do Sul, Minseul foi contra no começo, afinal, Seoul não era ali do lado e sim lá do outro lado do mundo de onde elas moravam. Mas aos poucos a pequena viu a felicidade que sua irmã tinha no rosto só de pensar em ir para a cidade que tanto sonhou, e, após três anos sem vê-la, já estava na hora de fazer uma visitinha.
Então eles chegaram à lanchonete. Minseul mal podia acreditar que iria ver sua irmã depois de tanto tempo; conversas pelo Skype não era a mesma coisa que sentir seu abraço e já havia uma semana que elas não se falavam devido à surpresa que Minseul queria fazer. Isso aumentou ainda mais a saudade.
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~Enquanto isso dentro da lanchonete
– Baby in a city light In in in a city love light. In a city light, In in in a city love light ~ Uma das garçonetes cantarolava algo enquanto limpava uma pequena sujeira no balcão. Ao instantaneamente olhar o movimento além dos vidros da janela de onde trabalhava, percebeu que um cliente não desconhecido caminhava até a porta na intenção de adentrar à lanchonete. Ela em um impulso correu pra perto de sua unnie que não estava muitos passos à distância.- Unnie! Aquele não é o
garoto do outro dia? – Yoi chamou à atenção de Tanaia que se encontrava concentrada em suas contas no caixa.
– 61, 62,63... Hm? O quê. rapaz? 74,77, hm? Aish! Me perdi nas contas! – Tanaia tentara dar atenção à Yoi e continuar com sua contabilidade, mas não havia conseguido.
– Daquele dia que a Ennie unnie quase descobriu sobre o nosso plano. Ele está entrando na lanchonete de novo. – Yoi disse curiosa sobre o rapaz, tom que fez com que Tanaia desistisse de tentar recontar o dinheiro do caixa e prestasse atenção no que sua amiga estava querendo.
– Oh sim, é ele. Mas espera, ele está acompanhado... Parece que ele tinha mesmo uma namorada. – Tanaia olhava agora com atenção para os dois jovens que adentravam o local.
Ao fixarem os olhos na garota, as duas ficaram surpresas porque ela não era coreana. Por mais que os cabelos de Minseul não as deixassem ver muito foi o suficiente para causar um pouco de inveja nas duas amigas.
– É... Provavelmente não rolaria nada entre eu e ele mesmo, parece ser tão novo. Então tudo bem se essa for mesmo sua namorada. – Tanaia desdenhou.
– Que desperdiço... – Resmungou Yoi.
– Mas ande, vá lá atender os dois porque parecem estar procurando alguém. – A mais velha das duas ordenou ainda prestando atenção nos clientes que acabaram de chegar e com um pensamento estranho sobre a garota.
– Annyeonghaseyo, sejam bem vindos à lanchonete La Cha Ta~ — Yoi cumprimentou com um reverencia os dois jovens, sendo bastante simpática. Ao voltar à posição normal, em pé, não pode disfarçar o susto. Agora ela já tinha uma visão melhor sobre a acompanhante do rapaz e foi inevitável sua curiosidade. – Unnie? Unnie como entra aqui assim e nem se quer vai falar com a gente no balcão? E o que foi isso? Você muda o visual assim do nada e nem nos avisa? – Yoi estava completamente à vontade em falar daquele jeito com a garota à sua frente, que não fez outra coisa além de rir.
– Pelo visto parece que não fui só eu que te confundi com a garçonete daqui. – SanDeul interveio, também rindo da situação embaraçosa.
– Como? – Uma mistura estranha de sentimentos Yoi começou a ter naquele momento.
– Eu acho que você deve estar me confundindo. – Minseul se pronunciou pela primeira vez, deixando Yoi completamente desconcertada, fazendo com que a levasse a mão direita à cabeça dando uma leve batida em sua própria testa.
– Com licença, há algum problema aqui? – Tanaia observava a cena de longe e achou estranho os movimentos expressivos de Yoi, indo logo ver o que acontecia. Quando chegou à mesa e reparou com clareza na garota que estava sentada não deu outra, sua expressão de espanto foi a mesma que Yoi, mas ela, mais centrada, apenas observou a pequena Minseul.
– O-o-Ela... Ela é... – Tanaia gaguejava.
– Ennie? – Minseul perguntou, não querendo levar mais alguns puxões de cabelo – Não, eu não sou a Ennie.
– WOA~ — Um coral feminino espantado se ouviu, fazendo com que as pessoas presentes olhassem em direção à mesa 23. As duas amigas então puxaram uma cadeira e se sentaram junto ao casal de amigos.
– Mas se você é a unnie, quem você é? — Aumentara ainda mais a curiosidade de Yoi.
– Já te disseram que você parece muito com ela? Parecem até-
– Gêmeas? — Minseul sabia que a mais velha iria dizer aquilo, afinal, todos dizem. — Não, não somos gêmeas, mas eu sou irmã da Ennie, irmã mais nova. Prazer, vocês podem me chamar de Minseul, que é o nome coreano que escolhi. — A garota esclareceu o mal entendido e arrancou olhares ainda curiosos das duas funcionárias que agora percebiam algumas diferenças, além do corte de cabelo, entre as duas irmãs.
– A Ennie-sshi não está aí, está? — SanDeul perguntou, revelando o motivo de estarem ali.
– Õh, ainda não está no horário da Ennie, ela só entra as duas. Você deveria saber disso, não é? — Tanaia estranhou que a própria irmã de sua amiga não sabia o horário em que ela trabalhava.
– Bem... A Ennie havia me dito os locais que ela trabalhava, mas eu não lembro muito bem os horários, agora estou me lembrando... Ela trabalha aqui das 2h às 7h da noite, não é mesmo? — Minseul explicou.
– Hmhum. Mais que susto você deu na gente dongsaeng da unnie. Eu não me lembro dela ter nos dito que você viria, se não eu já tinha ficado alerta. — Yoi disse sendo engraçada.
– Bem, eu... A Ennie não sabe que eu estou aqui. — Minseul revelou um pouco apreensiva.
– Oh, meu Deus! E você veio só? Ela me disse que você nunca esteve em Seoul antes. — Tanaia ficou ainda mais surpresa.
– Na verdade eu vim sim e foi até meio confuso conseguir chegar aqui. — A jovem Minseul lembrou-se do que havia sido Seoul pra ela até ali e riu consigo mesma.
– Por um acaso vocês não teriam um telefone que pudessem ligar para a Ennie-sshi? — SanDeul perguntou, afim de encurtar o papo. Não que ele quisesse ser grosso, mas seu estômago começara a pedir por comida e seria uma desculpa para uma pausa no papo e, em seguida, ele pedir algo pra comer.
– Sim, deixa só eu ir pegar meu celular. — Tanaia se levantou e foi em direção ao balcão. O movimento era calmo na lanchonete então ela não se preocupou em ficar conversando.
– O que vocês acham de prepararmos uma surpresa pra unnie? Quer dizer, pregarmos uma peça nela? – Yoi fez cara de traquina, o que arrancou um sorriso de canto e curioso de Minseul. Pregar peças na irmã era sua especialidade, mas dessa vez as coisas se encaminharam de uma forma que ela nem teve tempo direito de pensar em algo.
– Aigoo... É vem a maknae e seus planos... – Tanaia insinuou enquanto se sentava. Havia escutado a pergunta de Yoi, mesmo ainda longe da mesa.
– Vamos lá unnie, a Ennie está mesmo precisando de uma sacudida... – Yoi já havia pensado no que fazer desde que Minseul havia dito que Ennie não sabia de sua vinda. Ela expôs o seu plano para o restante e eles ficaram impressionados com da cabeça daquela pequena saiu aquela ideia brilhante.
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Como ainda era manhã e faltava muito para as 2 da tarde, após a explicação do plano de Yoi e as modificações que MinSeul achou necessárias, o casal de amigos p}ode enfim tomar seu café da manhã e nada de “tripas” dessa vez.
– Õh, ainda são 11 da manhã. O que gostaria de fazer até dar o horário da Ennie-sshi chegar? – SanDeul perguntou, trazendo Minseul de volta à lanchonete, já que parecia estar tão longe dali com seus pensamentos.
– Daeh? Oh! Não sei... Não faço a mínima ideia. O que sugere? – Terminou a pergunta já com os pés na terra e animada para mais um passeio.
– Bem, com o incidente de ontem eu não pude terminar o nosso passeio e não te mostrei aquele lugar. Que tal irmos hoje? – SanDeul sugeriu animado, e ao que Minseul concordou com a ideia, eles se despediram das garçonetes prometendo estarem de volta antes das 2h para o combinado.
Seguiram o caminho de carro e SanDeul conseguiu estacionar no mesmo lugar do outro dia. Ao caminharem por todo o condomínio Heaven e virarem a última “esquina”, Minseul ficou surpresa com a visão que viu. Não havia mais prédios e o branco com cinza deu lugar ao verde de uma clareira onde não havia muitas árvores ao redor e só uns raminhos muito bem aparados com algumas folhas em tons diferentes. O lugar dividia espaço com bancos tradicionais de ferro pintados de preto, postes de luz, também em preto, para iluminar a noite e também algumas pistas para não caminharem por cima da grama.
Os dois jovens passaram pelo meio do local que Minseul achou que seria o lugar secreto de SanDeul, mas ainda não era ali. Ao andarem mais um pouco SanDeul afastou um arbusto entre três árvores que cercavam o lugar.
– Õh, ainda está aqui. – Ele se referia ao tronco que achou jogado e arrastou quando menor, para que pudesse se sentar quando precisasse ir pra lá. E a vista era impressionante. Se podia ver uma boa parte de Seoul do alto e toda aquela agitação, como se estivesse em um prédio alto, mas de lá a visão era ainda mais ampla.
– Woa~ — Minseul olhou surpresa com as pessoas quase invisíveis lá embaixo.
– Eu queria poder te trazer aqui de noite pra você ver como com as luzes acesas de toda a cidade fica ainda mais bonito, mas como eu não sei se vou ter mais a chance, não quis perder a oportunidade. – SanDeul falava olhando pra frente e Minseul não pode evitar em olhá-lo depois para a direção do horizonte.
– Dá pra ver tudo daqui. – a garota se remexia em seu lugar tentando reconhecer alguma rua.
– Eu acho que por esse motivo aqui me faz tão bem. Estando nesse lugar eu sinto como se estivesse acima de todos os problemas que me rondam ou de algum sentimento que me angustia. Saio daqui toda vez mais confiante que posso resolver qualquer coisa. — SanDeul percorria os olhos pelo lugar enquanto compartilhava com Minseul seu segredo.
– Lugares assim são mesmo mágicos, acredito nessas coisas.
Notas finais
Ya! Mas é aqui no Nyah, só. OKAPSKAOSKAOPKSAOPS Migrei pro AS assim como as pessoas bonitas desse lugar e a partir do próximo cap já vou estar postando direto lá, ok? O link meu profile se encontra no meu perfil aqui do Nyah.
Então migrem junto comigo pra lá, nem que sejam só com as visualizações, hm? Esperarei por vocês ♥
Obrigado por tudo até agora e até mais~
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