A Outra Face De Um Badboy...

7 Capítulo 7 -Você também está cada vez mais gostosa


Notas iniciais
Oi galerinha!

Cheguei e com capitulo novo.

Triste um pouco porque recebi poucos reviews em comparação aos outros capitulos.

Espero que gostem desse, bem grande.

Cheio de aventuras, continuação depende de vocês!!!

Boa leitura...

* desculpem erros, por revisar!

* pra abrirem a parte onde fala "saia" cliquem sobre o ponto final, pois apenas dá pra ver o Polyvore desse jeito!

POV TIAGO

Me aproximei aos poucos da boca rosada dela, no caminho graças a aparição repentina de meu pai, não consegui beijá-la, mas agora ninguém me detinha.

_ Tiago? Onde você estava cara? – a voz característica de Afonso se fez ouvir. Será que todo o mundo hoje estava empenhado em destruir momentos felizes? Nesse colégio não á realmente qualquer tipo de privacidade.

Revirei os olhos e deixei uma de minhas mãos escorregarem pela parede, deixando ela passar e se desenvencilhar de mim.

Virei o rosto e respirei três vezes pra não me zangar.

_ O que está fazendo com ela? – Afonso perguntou rindo e já começando com a zoação.

_ Nada, apenas estava dando um recadinho! Ela já está pensando em vazar daqui e tudo, né Madalena? – lhe lancei um olhar enquanto que falava também xingando, não era que eu quisesse porque não queria, mas era uma forma de não ser xingado eu, por andar a fazer companhia a tão falada Madalena.

Ela foi encolhida, como sempre escondida entre o cabelo, quase correndo corredor fora.

_ Que recadinho deu para a pãozinho sem sal?

_ Desde quando eu tenho que dar qualquer informação pra você, sobre o que falo ou deixo de falar para os outros? – Peguei pesado? Não! Peguei leve. Amigos, amigos, negócios á parte!

_ Tá bom. Tá bom eu não quero saber nada. Mas aí, já falou com seu pai? – ele perguntou coçando a cabeça.

_ Nem te conto. Tou ferrado. Celular adeus, consola adeus, computador adeus, serviço de limpeza adeus, e só não me tirou do time, porque eu implorei.

_ Não diga ferrado, diga mesmo fodido!

Ele tinha razão ferrado era uma palavra fraca demais pra descrever como eu estava e me sentia. O termo correto era mesmo fodido!

Os dias demoravam eternidades a passar, sem celular, sem consola, sem computador. Parecia que estava num quartel general. E só de pensar que apenas tinham passado cinco dias, desde que meu pai decidiu acabar com minha divertida vida, a tornando numa medíocre vida.

Minha cama, já não tinha mais o aspeto perfeito como antes. Nem o quarto tinha aquela ar de limpo e espaçoso. Agora havia roupa espalhada por tudo o que era canto. Pacotes de bolacha e chocolate acumulados na lixeira e folhas e mais folhas enfeitando a secretária.

Estava farto de passar dias fechado em meu quarto, queria sair, correr, rolar falar pra todas as garotas olá, andar por lugares onde não devia passar, fazer minhas regras e viver.

Estava esticado na cama ouvindo musica, e uma ideia veio em minha cabeça.

Acho que tinha uns assuntos pendentes com um certo alguém. Acho que me estavam devendo umas justificações.

Estava na direção certa até ao quarto dela, quando meu celular deu sinal. Era Afonso. Ou melhor era Lucas telefonando do celular de Afonso.

Tinham planos pra mais tarde e queriam confirmar minha presença. E claro eu não ia faltar. Festas sempre bem vindas.

Guardei o celular rindo, pelas novidades que acabavam de me chegar nos ouvidos, elas foram as suficientes pra me alegrara o dia.

Dei duas batidas na porta, esperando resposta. Mas ela não veio. Repeti o gesto e continuava sem nenhum sinal de vida do outro lado da porta.

_ Hey, Madalena! Está aí?

Tudo estava em silencio.

Mas pensando bem eu talvez tenha sido bem burro. Se ela sem eu falar não abriu a porta, agora que eu falei ela não abriria mesmo. Sinto quando estamos próximos ela me teme. Não gosto disso! Parece que vê em mim o maior terrorista do mundo. Ela se esconde, se encolhe.

Sem medo abri a porta, que casualmente estava aberta. Era um quarto idêntico ao meu, só que tingido de rosa e cinzento. Já o meu era verde, azul e cinzento.

Tinha várias fotos, várias coisas coladas nas paredes, tudo mega organizado, limpo, cheiroso. Uma coleção de pelúcias preenchia a cama. Todas de diferentes tamanhos. De vários personagens. Desde um Mickey pequenino, a um cachorro gigante. Personagens da Disney, da turminha da Mónica, do Snoopy e mais uns quantos que eu não reconheci de onde eram tirados.

Vários quadros descaíam pela parede e uma estante com livros, caixas, eCD’s se destacava.

Estava admirando tudo, quando ouço o barulho da porta abrir.

_ Ahh! Mas que raio tá aqui fazendo? Agora é assim. Entra quando quer e nem na porta bate? – não. A voz não vinha da porta de entrada. Vinha da porta do banheiro.

Madalena envolvia o corpo numa toalha, o cabelo seco caia sobre seus ombros e sua pele estava arrepiada. Suas pernas brancas eram das poucas partes do corpo que não eram cobertas.

Bloqueei, no momento. Acho que até sem ar fiquei. Tudo bem que eu entrei no quarto mas nunca pensei que fosse encontrá-la nesse preparos, né! Estou inocente nos pensamentos e nas acções. Foi sem intenção e sem qualquer malicia, juro e garanto!

_ Eu bati na porta, ninguém falou e eu pensei que…

_ Que podia entrar?

_ Sim! – cocei na cabeça confuso e sem saber o que falar.

_ Seu pai nunca te ensinou que nunca deve entrar sem permissão? Imagina que eu em vez de vir coberta pela toalha vinha nua?

_ Ué. Já vi mulher nua mais vezes, você não ia ser a primeira, por isso não iria ser um choque!

_ Qual é a parte que eu quero me vestir e quero que se ponha fora de meu quarto que você ainda não entendeu? – ela estava enervada. Nossa! Não gosto de mulheres enervadas por isso o melhor é obedecer.

_ Tá bom. Eu saio, mas ó, se vista rápido, preciso falar com você! Quando estiver pronta me chama, tou aqui fora.

_ Ó anta, vai estar aí fora? Se passa alguém pelo corredor e te vê o mais provável é te levar fazer uma visitinha pra seu pai. Se esquece que vocês, garotos, estão estritamente proibidos de entrar na área das garotas!

Talvez ela tivesse razão.

_ Então fazemos assim eu me tranco no banheiro e você se arranja aqui no quarto depois quando estiver decente e composta me chama!

_ Quem dita as ordens aqui é você ou eu? – ela falou autoritária!

_ Nesse momento sou eu! – corri até ao banheiro e me tranquei lá.

O ar estava completamente contaminado com o cheiro dela. O cheiro fresco de frutos tropicais.

Estive trancado naquele cubículo um tempão, tentado a espreitar pela porta, mas controlando minha vontade e permanecendo bem quietinho.

Ela bateu na porta me fazendo sinal pra sair. E quando a vi ela estava bem diferente. Estava vestida! E sem toalhas provocadoras. Digo isso porque um garoto ver uma garota de toalha e fazer de conta que não passa nada é bem complicado.

Afastei esses pensamentos de minha cabeça e me concentrei no que realmente queria.

_ O que quer? O que faz aqui? Que tem pra gente falar?

_ Acho que ficamos no meio de um papo, faz um tempo , não?

Ela engoli em seco se apercebendo de minha aproximação e recuando um pouco.

_ Que papo?

_ Ainda não terminou de contar sua história! Estou esperando o próximo capitulo!

_ Não tem capitulo nenhum. Ela já terminou.

_ Não, não! Eu apenas ouvi o prologo, agora quero a história em si.

_ Me larga, Tiago! – sua suplica rouca, genuína, clamorosa me fez dar conta eu já estava agarrando seus braços finos, não queria forçaá-la brutamente, por isso aos poucos fui diminuindo a força com que a amarrava e acabei por soltá-la.

Levei a mão até seu rosto e toquei em sua pele suave, fina, branca. Desenhei linhas sem traço e depois de um tempo admirando quais as suas reações perante meu toque falei:

_ Porque tem tanto medo de mim?

_ Sabe o mal que já fez comigo? Sabe quantas vezes me humilhou? Não? Pois se soubesse e se sentisse na pele o que eu passo, talvez soubesse porque eu tenho tanto receio de si e de Lucas e Afonso.

Me aproximei um pouco, e mais e mais. Ficamos nos olhando, delimitei seu rosto com os dedos e depois, me curvei com a intenção de lhe cravar um beijo.

Mas no preciso momento em que o encaixe dava o nó ela virou o rosto evitando o que quer que fosse acontecer.

_ Não! – Madalena sussurrou entre dentes.

_ É a primeira garota que me recusa um beijo!

_ Na vida, tem sempre uma primeira vez pra tudo… — ela não me olhava nos olhos. Ela nunca olhava. Ele sempre evitava esse olhar.

Mas ok. O rosto virado também disponibiliza uma bela área pra beijar e foi isso que eu fiz. Depositei um leve beijo em sua bochecha.

Depois disso ela me olhou frágil, com o olhar brilhante, cintilando. E se ele estava assim só significava uma coisa não tardava e lágrimas cairiam. A abracei e ela não recusou. Agarrou meus braços e percebi que segurou o choro.

_ Em cinco anos, que já passaram eu deixei de conhecer a definição de beijo, hoje você me recordou de como ela é!

Ela falou aquilo baixinho perto de meu ouvido. Não era muito bom em decifrar trocadilhos mas esse supostamente queria dizer que ela não recebia um beijo desde á cinco anos, certo? Se era isso, como é possível. Ela é um ser humano. Apenas um ser humano, frágil, inocente,… Apertei-a pra mim um pouco mais e farejei o cheiro de seu cabelo longo e loiro.

Senti algo vibrando em meu bolso. Será que não havia jeito de me deixarem em paz. Cada vez que estou com ela tem sempre alguém interrompendo!

Peguei o celular, de novo Lucas! Que raio ele queria agora?

Ela se afastou e ainda olhei pensando duas vezes no que fazer. Lá atendi, não fosse importante.

_ Bem eu tenho que ir! – treino do time repentino. Não podia mesmo falhar.

Me dirigi até á porta e antes de a fechar:

_ Logo o pessoal vai no linhas cruzadas. Porque não vem também?

_ Acho que não. Não pertenço a sua turminha. Não estou pra zoações.

_ Vem. Te esperamos pronta ás nove na entrada das traseiras. Não se atrase, por favor! – fui encostando a porta mas a voz dela me fez parar.

_ Tiago?

_ Que foi? — ela ficou um pouco hesitante. Madalena queria me dizer alguma coisa apenas não sabia bem como.

_ Um dia eu te conto minha história!

_ Estamos todos? – Lucas perguntou baixo olhando para os presentes. Enquanto Afonso fazia a vigia.

_ Não!

_ Quem falta, cara? – Acho que tinha esquecido avisar quem acompanharia a gente nessa noite. Só espero é que tudo dê certo.

_ Madalena!

Todos começaram rindo.

_ Quem?

_ Você ouviu bem!

_ E o que ela vem fazer, junto com a gente?

_ Se divertir!

_ Cara, cê tá muito engraçado hoje! — Afonso me deu uma valente palmada de amigo nas costas. Acho que nenhum deles tinha entendido que eu não estava brincando.

Ela estava atrasada e se não se despachasse ficava pelo caminho. Olhei pra todos os lados e no fundo do corredor. Me admirei pois pela primeira vez vi ela se encaixar numa saia.

_ Ele não estava de bocha! Estava falando sério!

_ Vamos mas é embora, se não, não temos tempo suficiente pra aproveitar a noite. E olhe que eu estou cheio de ideias de como quero passar ela. – Eu até pareço que adivinho quais são as ideias do Lucas, logo com Soraia!

Soraia caso não saibam é uma das garotas que se deixa cair nas cantigas de Lucas, e que sempre vem com a gente lá no Linhas cruzadas. Digamos que ela diverte ele, e nem queiram saber como!

_ Afinal veio! – comentei quando eles já tinham passado na porta.

_ Vim! – ela confirmou.

_ Vamos? – estendi a mão mas ela recusou, pousar a sua. Andou na minha frente e me obrigou a correr para a acompanhar. Essa menina estava passando das marcas no que toca a ser diferente das outras.

Sentamos numa mesa e pedimos umas bebidas. Todos bebemos o mesmo. A noite estava pouco animada e quase não havia aquele fogo, como em todas as outras noites.

Mas isso mudou assim que uma loira seguida de duas morenas entraram no bar. Devo confessar que a temperatura aqueceu. Aquilo sim eram três mulherões! Não sabia o que me cativava na loira, mas que me chamava a atenção isso chamava. A mim e a todos os caras que lhe puseram a vista em cima.

Fingi ir pegar um bebida e acabei por meter conversa com ela e depois da conversa veio a parte melhor. Fomos dançar na pista e acabamos com os corpos e as bocas coladas.

POV MADALENA

Não suportava vê-lo pegando a loira. Se enroscando nela, segredando em seu ouvido, entrelaçando as mãos, se beijando, se abraçando. Mas que enjoo, meu deus!
Foi pra isso que eu vim com eles pra ver Afonso se divertindo com uma qualquer, Lucas se esfregando em Soraia e aquele, sei lá que nome lhe chamar comer uma loira. O que é certo é que vi eles passando na porta e depois esquece. Até imaginava pra onde ele ia. E o que faria com ela.

Fui até ao balcão acho que estava precisando de algo bem forte. Um copo não foi o suficiente e dois também não. O segundo pedia por um terceiro e o terceiro implorava o quarto.

_ Garota, não acha que já bebeu demais? – o grandão atrás do balcão cacarejou!

_ Acha? – eu bebido demais? Era impossível eu nem sequer alinhava nessas coisas!

_ Tenho certeza. Acabou! Chega por hoje!

_ Não! Eu quero mais. Quem paga aqui! Eu ou você?

_ Ela tem razão ela paga, você serve. Mais nada! – desviei o olhar para o lado e o bom de um petisco me defendia. De onde uma coisa como essa vem? Desse mundo não é com certeza.

_ Qual seu nome?

_ Não interessa. E o seu?

_ Madalena!

_ Nome bonito! – o “Não interessa” me deu o copo dele, visto que o incompetente do boi que ganhava a vida a servir bebidas não se dispunha a me servir mais.

_ Não costuma vir aqui muitas vezes pois não? – ele perguntou, enquanto eu me ria que nem uma perdida sem razão nenhuma.

_Vim com uns amigos!

_ E onde eles estão?

_ O Afonso e o Lucas estão ali, o outro está enfiado no banheiro, entregue aos prazeres de uma loira.

_ Ciúme?

_ Qual quê! Eu não tenho ciúme daquele moleque babaca mimado! – claro que eu não tinha ciúme, como eram capazes de afirmar tal coisa? Afinal que razões eu tinha pra ter ciúme? Nenhumas. Exactamente!

_ E você não está interessada em fazer também uma visita ao banheiro?

Pisquei os olhos umas quantas vezes para me certificar que ouvi bem!

_ Me vai mostra como ele é? – vi uma mão estendida na frente e depois fui puxada, mas voltei atrás pra pegar minha bolsa e mais importante meu copo.


POV TIAGO



Vinha do banheiro ainda ajeitando minha roupa. A loira tinha lá ficado se arranjando. Mal passei na porta varri o bar, procurando por Lucas e Afonso. Caminhei até eles e estranhei a falta de Madalena na mesa.


_ Onde está Madalena? – perguntei pra Lucas que descolou os lábios do pescoço de Soraia.

_ No balcão! – olhei pra lá e não vi rasto dela.

Sabia que não valia de nada ficar fazendo perguntas para aqueles dois, eles estiveram mais empenhados em botar conta um ao outro do que propriamente de deitar olho ao que Madalena fazia.

Ele falou que ela esteve no balcão, se a informação estiver correta, o cara do balcão viu-a.

_ Por acaso, viu por aqui uma garota, loira com uns dezassete, dezoito anos? Ela estava com uma saia e com uma blusa azul.

_ Aí, ela saiu mesmo agora com um cara. Se correr ainda apanha ela.

_ Obrigado! – como assim com um cara? Será que estávamos falando da mesma pessoa? Ela não sairia com um qualquer! Logo ela, a nerd, a responsável e sempre com o manual das regras a rás. Devia conter em seu manual que nunca se deve dar bola pra gente desconhecida.

Saí do bar e sim ainda os apanhei.

_ Larga ela? – gritei pro cara que a segurava.

_ Tem mais garotas lá dentro. Essa é minha! Se vira! – o engraçadinho não estava disposto a ajudar!

_ Larga ela. E não repito mais.

_ O que faz aqui, Tiago? – ela estava bêbeda, se notava por sua voz. Daí essa sua inconsciência de sair com um cara, muito mais velho e cheio de segundas intenções!

_ Te salvo! Se liga, Madalena. Você tá vazando com um cara e vai acabar fazendo coisas que depois se vai arrepender. Vamos voltar para o colégio! – agarrei um braço dela e a puxei.

_ Bem. Ele tem razão eu tenho que voltar para o colégio. Mas a gente se vê outro dia! E talvez você me mostre o banheiro! — ela até foi bem mandada e não foi preciso armar barraco. Se desprendeu dos braços do outro e concordou com o que falei.

_ Vá vamos embora. Chega de aventuras por hoje.

Chegamos no colégio e eu tive que tapar sua boca, pois seu riso fazia ruido demais. Tive que abraçá-la de lado e passar seu braço por trás de minha nuca, para mantê-la de pé.

_ Vá Madalena, seja compreensível. Se cala um pouco. Te garanto que nunca mais te levo naquele bar! Acabou!

A levei no quarto e sentei ela na cama. Sentei do lado dela e arrumei sua bolsa. Ela se chegou pra mim e com a ponta da unha batendo em meu peito falou:

_ Eu queria seu beijo, que-queria te beijar, queria te abraçar! Eu adorei seu abraço! E esse seu perfume, meu deus do céu! Você está cada vez mais gostoso! Mas agora, depois de te ver com aquela loira, acho que te ganhei fastio!

Ela fez um ar muito estranho e depois caiu, para o lado que nem cachorro morto. Boa noite, Madalena. Agora só abriria o olho amanhã de manhã.

Será que o que ela falou era verdade? Costuma se falar que é inconscientemente que se falam as maiores verdades!

Isso eu confirmaria amanhã. Tirei as botas que ela calçava e a cobri com uma manta. Saí e antes de fechar a porta ainda olhei para Madalena mais uma vez!

_ Você também está cada vez mais gostosa...

Notas finais
Será que ela falava sério, ou foi tudo efeito da bebida? Pois isso é o que eu quero saber, por isso toca, todos os que lerem esse capitulo a deixarem review pra mim. Queria ter a noçao de quantos leitores fieis eu tenho.

Beijão da Duda e já sabem quanto mais depressa de expressarem, mais depressa eu me expresso!

=X