A Origem (Quando Chega A Meia-Noite)
3 Me Adaptando
"Querido diário, o tempo parece voar aqui em Weastfall.
Hoje o dia está lindo, não há se quer uma nuvem no céu, isso é muito raro aqui, dificilmente faz sol e fica tão quente e abafado. Continuo com saudade dos meus amigos, da minha antiga cidade.
Aqueles sonhos estão cada vez mais doidos e confusos. Sempre acordo assustada e com calafrios.
Mamãe sempre tão ocupada e cantarolante. As vezes queria ser como ela...
Bom, vou para mais um dia de aula..."
– Um amigo meu está vindo para a cidade hoje. Vem comigo, tenho uma surpresa pra você. — disse Thomaz
Ele parecia diferente, estava muito animado, sorridente.
– Que amigo? — perguntei curiosa
– AAH! É surpresa , mas acho que você vai gostar dele. Me espera na hora da saída. — disse isso e desapareceu em meio aos outros alunos
Estava ansiosa para saber o que Thomaz tanto queria me mostrar e para saber sobre o tal amigo dele.
Finalmente o tempo havia passado, eu aguardava por Thomaz ao lado de fora do portão da escola.
– Poxa, como você demorou, achei que não ia aparecer mais. — reclamei
– Alguém está ansiosa hoje... — provocou ele
Fiz uma careta e ele riu.
– Pensei que vampiros não pudessem andar debaixo do sol. — observei
– E não podemos. Você não imagina o quanto estou sofrendo. Mas nós vampiros temos nossos truques.
– Que truques? — perguntei super curiosa
– Você não vai querer saber. — desconversou
Estávamos caminhando a um certo tempo, parecia que não iámos chegar nunca ao nosso destino, já estava ficando impaciente, quando ele disse:
– Chegamos. — ele estava parado em frente a um portão de ferro, no meio da floresta
– Que lugar é esse? — perguntei
– Resolvemos criar um esconderijo secreto para vampiros. Entre logo, estão nos esperando — apressou-me
– Estou indo... — reclamei
Era enorme, eu estava fascinada, havia um garoto sentado em uma das mesas, espera, eu conhecia ele. Era Nicollas, um dos alunos da escola.
– Você não imagina o quanto estou sofrendo. Mas nós vampiros temos nossos truques.
– Que truques? — perguntei super curiosa
– Você não vai querer saber. — desconversou
Estávamos caminhando a um certo tempo, parecia que não iámos chegar nunca ao nosso destino, já estava ficando impaciente, quando ele disse:
– Chegamos. — disse parado em frente a um portão de ferro, no meio da floresta
– Que lugar é esse? — perguntei
– Resolvemos criar um esconderijo secreto para vampiros. Entre logo, estão nos esperando — apressou-me
– Estou indo... — reclamei
Era enorme, eu estava fascinada, havia um garoto sentado em uma das mesas, espera, eu conhecia ele. Era Nicollas, um dos alunos da escola.
– Thomaz, eu conheço ele, é um dos garotos lá da escola. O que ele faz aqui? — perguntei indignada
– Fica calma. Ele é um dos nossos, pode confiar no Nicollas. — respondeu ele tentando me acalmar
– De novo você me incluindo nessa história. Posso saber como assim sou uma de vocês? — eu já estava nervosa
– Ainda não. Você não está pronta para isso. — justificou Thomaz
Eu estava impaciente e confusa.
– Ele esta chegando. Posso sentir seu cheiro. — alertou
– Ele quem? — perguntei
De repente um cara alto, aparentemente forte, de pele branca e cabelos escuros se aproximou de mim.
Senti meu corpo todo se encolher.
– Thomaz meu amigo, quanto tempo! Cara como você está? Não mudou nada! — esse cara parecia supreso e feliz ao mesmo tempo
– Ale! Realmente, a quanto tempo não nos vemos. Mih, esse é o amigo de quem lhe falei. — os dois se abraçaram e se comprimentaram
– Ele também "é um de nós"? — questionei
– Sim! É um amigo meu, de muitas aventuras passadas. — Thomaz foi sarcástico, eu havia entendido muito bem que as aventuras passadas eram na verdade séculos passados...
''Vampiros e suas piadinhas...'' — pensei
– Oi, sou Ale. — comprimentou-me
Sorri timidamente e pude sentir meu rosto corar.
– Oi, sou Mih, Milena. — abaixei a cabeça rapidamente antes que alguém notasse meu (crítico) estado
– Poxa, hoje escureceu bem depressa. Acho melhor te levarmos pra casa. — disse Thomy (apelido que eu dei para o Thomaz)
Concordei e voltamos. Cheguei muito rápido em casa. Me despedi dos garotos e entrei.
– Fico muito contente que você tenha feito novos amigos e que até já está se divertindo com eles. — disse mamãe sorridente
– É mamãe, sabe, até que estou gostando daqui. Acho que estou me adaptando. — sorri de volta
– Vá deitar querida, está muito tarde e hoje o seu dia foi agitado que eu sei. — disse mamãe tranquila
– Ok mãe, está realmente tarde. Vou dormir. Boa noite. — disse sonolenta
– Boa noite. — respondeu ela beijando minha testa
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