A Origem Da Guardiã Da Lua
5 Um Homem que nunca foi...bem... um homem.
Notas iniciais
Espero que curtam
bjs
– COMO É QUE É?
Quase todos gritamos ao esmo tempo. Exceto Sand que parecia já saber... ou simplesmente porque ele era mudo.
– Eu disse que sou o Homem da Lua.
– Mas você é… — eu fiquei apontando para ela com uma das mãos e na outra eu estava segurando, ou melhor, me apoiando no cajado – Você é...
– Uma garota? – Ela disse com uma sobrancelha arqueada.
– Não queria ser tão racista mas...
– Sim! — todos dissemos juntos.
– O que eu posso fazer se vivemos em uma sociedade machista?
- Não vivemos não! — Coelhão falou.
- Sejam absolutamente sinceros...
Ela apontou o dedo para todos nós. Sinceramente eu fiquei com medo.
– Sand acreditou em mim.
O pequeno dourado sorriu.
– Coelhão, você teria mesmo continuado até se tornar o que é agora, sob o comando de uma garota?
– Errr... Não. – ele admitiu culpado
– Norte?
– Não.
– Fada?
– Provavelmente não, desculpe.
– Não precisa pedir desculpas, Fada. – ela se virou para mim – E para você eu Nem preciso perguntar, Sr. Rebelde sem causa!
– Por quê? – perguntei ofendido e magoado pela sua indiferença comigo, considerando o climão de ainda pouco... Se eu tivesse só...Pera! Que isso Jack Frost?!
– Porque você nunca seguiu ordens de ninguém.
– É, bem... isso é verdade.
– Viu?
De repente, a fábrica foi invadida por uma areia negra.
– Breu! – Coelhão gritou.
Todos nós pegamos nossas armas. Luna pegou uma faca de caça. As areias começaram a envolver todo o meu corpo, eu mal conseguia respirar.
Uma explosão aconteceu, toda a areia negra se transformou em areia prateada, eu caí no chão de joelhos. Luna absorvia a areia com suas mãos gritando pelo esforço. Quando acabou. Ela se manteve em pé alguns segundos e vacilou, eu a peguei em meus braços, a poucos centímetros de sua cabeça bater no chão. E a menos centímentros ainda do meu rosto.
“Ótimo, sempre que ela está nos meus braços ela está semi ou completamente desmaiada!”
Mas eu não conseguia ficar com raiva, ela era muito bonita e eu nem tinha certeza se um dia eu poderia tê-la em meus braços de novo.
– Bonita...- ela entreabriu os olhos confusa – a palvra que eu procurava para a sua história, é bonita.
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