Era por volta de meio-dia quando a alma de Carlos, mergulhada em um oceano escuro onde nadava com criaturas existentes somente em sua cabeça, começou a emergir.

Estava mais próximo do calor reluzente. Olhando para baixo, dava adeus àqueles monstros marinhos que emitiam tétricas ondas sonoras ao verem seu soberano partindo.

A luz tremulante estava mais perto.

Ao invés de tudo tornar-se tão claro a ponto de cegá-lo, a escuridão capturou Nunes o deixando como Eva e Stephan, flutuando imóvel.

Reconhecia o ambiente ao seu redor sem poder vê-lo. Sabia que sua cabeça descansava em um macio travesseiro feito de lívidas plumas de ganso; sentia o aroma de um misto quente adentrando o recinto, provavelmente porque a pequena figura nipônica, de modo desatento, deixara a porta aberta. Tinha certeza de que era misto quente, ouvia o leve tostar da casca e aquele som deixava sua língua nadando em uma piscina de saliva.

Nunes fora arrastando os pés até à cozinha, onde encontrou a figura oriental sentada sobre uma das velhinhas fofoqueiras e corcundas da noite passada. Os cabelos negros dela jorravam do topo da cabeça até quase atingir os quadris, estes tão curvilíneos; dirigindo o olhar às coxas grossas e amorenadas, pintalgadas por uma ou outra tatuagem de insetos como abelhas cobertas pelo pólen de uma margarida ou borboletas voando pelo universo brônzeo que era sua pele. Os pés descalços batendo no chão tal como se estivessem pisando nos pedais de uma bateria imaginária. Chegando ao fim, o rapaz decidira retroceder, mirando outra vez a ponta daquela escultura viva, algo que não era feito de clay muito menos trazia o cheiro de resina3 quente, contudo, sentia indizível prazer ao contemplar.

Os olhos pequenos dela se perdiam fitando uma rachadura na parede, estavam analisando-a ou fingiam que ela não existia? O nariz arredondado mexia para lá e para cá seguindo a movimentação de seu maxilar fazendo círculos e mais círculos, triturando o alimento. A imagem era mais suculenta para Carlos do que qualquer prato que já havia provado.

Toda esta observação durou apenas alguns segundos que mais pareceram horas. A bela figura notou a presença sonolenta do felino notívago com surpresa, por um momento, Nunes acreditou ser o fantasma do natal passado perturbando aquela criatura enquanto almoçava.

— Carlos! Não sabia que estava acordado.

A frase foi ignorada pelo sistema mecânico de Nunes que lhe dizia apenas uma coisa: Beba um copo d’água.

Após o primeiro gole esfriar seu peito, uma pergunta foi recebida por seu sistema:

— Você dormiu bem?

— Acho que a pergunta certa deveria ser Você dormiu? — corrigiu o rapaz voltando-se com o copo em uma das mãos.

— A que horas foi se deitar?

— Quase oito — respondeu ele exalando um suspiro cansado enquanto jogava seu corpo sobre a ossamenta de outra pobre velhinha.

— Passou a madrugada naquela maldita garagem de novo? — o tom da questão era o de uma mãe repreendendo o típico comportamento levemente destrutivo do filho.

— Foi — respondeu o filho esfregando os olhos avermelhados.

— Ah querido, sabe que não pode ficar trabalhando muito, isso acaba com você depois — aconselhou a figura ternamente, carregando no olhar um misto de pena e amor.

— Não posso evitar, meu cérebro não desliga! Para onde quer que eu olhe, vejo uma criatura sorrindo para mim.

A pequena figura o encarou por um instante, passou seus dedos sobre a palma lívida do rapaz até suas mãos se entrelaçarem e ela indagar:

— O que você vê quando olha para mim?

Os olhos castanhos de Carlos miravam as fendas fulgurantes da figura em sua frente. Pérolas negras. Deslumbrante par de joias que roubavam o brilho do dia e o mistério da noite, nunca o rapaz capturaria tal essência em suas criações. Olhos de vidro, cristal, tintas azuis, verdes, metálicas, nada seria capaz de transmitir a cândida beleza que aquele olhar lhe proporcionava.

— Eu vejo a perfeição — admitiu ele sem desviar a atenção do rosto delicado que lhe ouvia. — Eu vejo a sanidade excomungando a loucura, a arte sendo doada aos Céus, e como agradecimento, a cadência de um anjo vindo para me abençoar.

A voz do escultor era suave, quase flutuante, deixou-se completamente dominar pelo sentimento bom que rondava o ambiente, a sensação térmica de ter aquela pequena mão junto à sua. Jamais se imaginou dizendo tais coisas a uma mulher, mas aquela não era uma qualquer, era sua personificação de Afrodite4 e ele, como um simples mortal, desfalecia aos seus pés.

— Ah Carlos, isso foi lindo! Mas não me convenceu.

Adorava quando o jeito contraditório dela escapava pelos poros, como se ouvir tais palavras lhe proporcionassem vergonha. O rapaz sabia que sim, pois via as maçãs do rosto dela enrubescerem a ponto de tornarem-se bolas de fogo. Ela não sabia disfarçar.

— Eu te amo, Jennifer — declarou ele sem medo, ainda encarando a face corada da figura encolhida diante de si. — Sabe por quê?

— Adoraria ouvir.

— Você é a única criatura que eu nunca seria capaz de criar.

Os olhos de Jennifer por um momento se perderam nas poças enlameadas dos dele. Aquelas águas turvas eram brilhantes, porém seria impossível saber o que se passava na mente de Nunes, como se houvesse um predador camuflado, algo estava ali, contudo não podia ser visto.

Ela sorriu, as palavras daquele notívago eram originais, exalavam excentricidade, coisas raras na maioria dos homens.

— Vou aceitar isso como um elogio.

— É o mínimo que isso pode ser — respondeu o artista rouco, brando, divagante.

Após um breve almoço no qual Nunes mordiscou um sanduíche e bebericou um pouco de suco, achou que era a hora de voltar ao trabalho.

Na garagem, seus braços sentiam o peso do esforço repetitivo, resultado de algumas horas atrás, todavia, procurava ignorar o incômodo e prosseguir. Os dedos deslizando pela superfície macia do clay, outrora pressionava, apertava e arredondava certas áreas afigurando um roedor cheio de cicatrizes cujas quais tornavam o semblante de Arkus tanto ameaçador quanto repugnante.

O cenho franzido em uma perpétua expressão de sanha, o único olho apertado trazendo um leve tom rúbido na íris, o nariz afunilado, um tanto curvo na ponta, lábios quase inexistentes, queixo fino e pontiagudo, orelhas largas, grandes, baixas em sinal de cautela. O tronco grande em sinal de força física, braços dos quais podia-se visualizar os músculos tão definidos, de modo a quase tomarem vida própria. Era alto, praticamente um monstro.

Agora Carlos compreendia o motivo de Eva ter recusado a proposta de ser sua esposa e rainha.

Em poucas horas Arkus estava ali, tiranamente encarando a carcaça carente de Eva; seu olho faiscava satisfeito diante da cadência da jovem e bela soberana.

Os olhos atentos de Nunes unidos às suas ligeiras mãos logo iniciaram a operação de dar vida à Astrid, a fatal e maligna condessa.

Os contornos finos que desciam até o queixo davam à viúva negra um aspecto losangular. O nariz arrebitado lhe trazia pompa, os cílios longos e uma das sobrancelhas levantada lhe proporcionavam poderosa graça. Era estupenda e fria ao mesmo tempo, despertando os instintos de qualquer tolo que infelizmente cruzasse seu caminho. Jantar para seus bebês!

A condessa não tinha os seios fartos de Eva, mas eram rijos e joviais tanto quanto os de uma adolescente. A cintura delgada, os quadris curvos tinham sobre eles as palmas de quatro mãos à medida em que a visão se deslocava para baixo, deparando-se com dois pares de longas e esbeltas pernas. Possuía um penteado semelhante a uma colmeia de abelhas, Carlos se deixou levar pelo ritmo baixo da rádio a qual estava sintonizado e tocava Rehab da Amy Winehouse. O escultor achou interessante aquele estilo de cabelo para sua estonteante Astrid.

Ao passo em que a mente de Nunes dava um passado, um presente e um futuro às personagens, seus dedos davam-lhes formas.

Eva parecia ainda mais aflita, com as sobrancelhas arqueadas e a boca bem aberta para que seus lamentos fossem ouvidos. Arkus sorria diante de tal hórrida cena contíguo a Astrid, que deleitava-se perante ao doentio regozijo.

Aquela cena não podia estar mais perfeita!

Nunes decidiu parar para admirar o trabalho recém-concluído; aquilo era o mínimo que poderia fazer naquele instante e internamente julgava-se merecedor de tal apreciação. O orgulho aquecia seu peito feito uma chama a se alastrar, o calor subia ao seu semblante e a curva de um largo sorriso se formava. Eram raros os momentos em que arreganhava os lábios e mostrava os lúridos dentes de modo tão solto, sem medo.

Podia ficar ali petrificado olhando para sua escultura durante dez mil anos, mesmo assim o tédio não iria lhe convencer de que seu esforço fora em vão ou ao menos que havia correções necessárias a serem feitas. Estava perfeito.

Estava mal posicionado em um banquinho, surpreendido olhando para a própria barriga, esta um tanto flácida, porém discreta. Carlos sempre fora um sujeito magro e alto. Desde a infância recebera vários apelidos em relação à sua pele sem cor, entre outros atributos dos quais o convenceram de que não era como o restante do mundo.

O que havia de errado em se parecer com um pedaço de palmito? Nunes nunca gostara do calor muito menos da luz do sol que brilhava quase incessantemente nos dias quentes de verão. Não compreendia tal desgosto, apenas se sentia triste ao ter que ir para o colégio ou trabalhar fazendo seu trajeto sob os raios ferventes desta nefanda bola de fogo, tampouco entendia o fascínio dos outros por ela.

Dias chuvosos e nublados lhe davam ânimo para fazer as coisas, outro fato que não sabia explicar. Simplesmente despertava disposto a exercer qualquer função, não importava quantas horas havia dormido ou se ao menos havia dormido, seus olhos estariam estalados feito duas gemas castanhas, seus ouvidos seriam afagados pelo soprar da brisa fria enquanto seus dedos traçariam caminhos dantes desconhecidos por um úmido e pegajoso pedaço de argila.

Dias tão tristonhos para todos menos para Carlos. Dias suaves, os quais sentia-se felizmente absorto no melhor que residia em seu âmago; dias tranquilos que sopravam sem medo seus pensamentos ao vento ascendendo-os aos céus. Dias nos quais realmente se sentia vivo.

Eu sou estranho, pensou o artista ansioso, e nunca vou deixar de ser.

Seu olhar correu pela garagem, tateando visualmente as estantes que o cercavam. Já havia visto todos aqueles rostos, já havia conhecido todas as suas dores e alegrias, foi ele quem as criara. Se são o que são, foi tão e somente por ele, o palmito comprido, barrigudinho e com uma barba mogno bifurcada feito a língua de uma serpente.

Jennifer sempre lhe mencionava crianças no intuito de despertar seu instinto paternal. Tolice dela! O ameno coração de Carlos a perdoava pela cegueira voluntária. Já tinha filhos. Já amparara tantas crianças tristemente perdidas, tropeçando nos próprios pés, afogando-se nas próprias lágrimas. Elas agora lhe sorriam, sim, sorriam! Por mais que os cenhos estivessem franzidos e os caninos expostos, havia deleite naquelas faces distintas, é claro que havia.

Ele as viu nascer, as viu crescer, deu-lhes enfim uma vida, moldou-lhes à sua imagem. À sua imagem.... Será que era correto dizer isto? Afinal, de onde vinham aquelas formas? De onde surgiam aqueles semblantes sombrios? Quando eles começavam a falar e quando Carlos começava a ouvir? ...

Por um instante, Carlos se viu isolado em uma floresta brumosa, com árvores amontoadas tal qual pessoas doidas para verem a novidade que acabara de chegar à cidade. Por detrás da madeira apodrecida, pequenos pares coloridos de olhos jogavam suas luzes sobre o escultor. Nunes era a atração distinguível daquele lugar.

Examinou o próprio corpo. Desejou ter um espelho naquele momento, mas tudo que pôde fazer foi distribuir sua visão em pontos limitados. Seus olhos miraram primeiramente em sua mão direita e de chofre perderam o brilho ao notarem as garras substituindo suas unhas e um tom verde musgo se apossando do salmão pálido que cobria sua pele. Olhou para sua outra mão e desacelerou a respiração ao percebê-la da mesma forma, óbvia reação humana, mas tais aspectos adquiridos pelo escultor não eram humanos.

Orelhas alongadas e pontudas feito as de um morcego, focinho largo e cheio de dobras semelhante a um porco, uma expressão descontente e um sabor agridoce em seus lábios, havia mordido a própria língua com seus gigantescos caninos.

Suas vestes ainda eram as mesmas. O colete sem mangas e desfiado protegendo uma camiseta acinzentada do Black Sabbath, a calça jeans rasgada nos joelhos e um sujo allstar de um vermelho tão escuro que lembrava sangue. Agora entendia o motivo de tanta atenção e curiosidade, mas Carlos não era assim nem nunca fora. Os goles de ar que ingeria como se estivesse quase sem fôlego agitavam os olhares misteriosos e atentos, nenhuma daquelas coisas se importava com o pânico germinado e crescente no âmago confuso do artista.

O que está acontecendo comigo?

Esta era a questão ecoando na mente turbulenta de Carlos. Não adiantava buscar ao redor, as árvores não tinham boca para lhe contar nem mesmo olhos, mas ainda sim se amontoavam sobre seu corpo trêmulo. Observava aqueles pequenos faróis acendendo e apagando tão calmos em sua direção, não se importavam com sua confusão, pelo contrário, apreciavam; deleitando-se no momento de absoluta insanidade daquele forasteiro curioso.

Não havia para aonde correr. Desarmado, Nunes suportava a munição atirada dolorosamente pelos olhos daqueles que o despiam em silêncio. Era uma chuva de balas matando-o aos poucos, a dor que crescia de dentro para fora, o tremor dando nós em sua garganta, atrofiando seus pulmões, turvando sua visão enquanto aqueles olhos continuavam a lhe admirar.

O que querem de mim?!

Carlos não precisava perguntar, tampouco as coisas precisavam responder. Nada. Elas não queriam nada. Apenas ficar ali, olhando para ele, descascando as camadas risíveis que revestiam aquele ser estranho, examinando o pavor de se estar tão inerme feito um filhote de ave que caíra do ninho, era só isso, mais nada.

Antes que suas garras pudessem se encarregar de rasgarem a si próprio, sua mente lhe concedeu a bênção de retornar à garagem, seu santuário de regozijo absoluto. Estava ainda em seu banquinho, vestindo o surrado e amassado avental, a pontada em sua coluna o advertiu sobre a mania de sentar-se incorretamente, porém o fato era este, ele nunca iria aprender até tornar-se um velho ranzinza e corcunda.

O trabalho não havia terminado ali, aquela era somente a primeira parte de sua insana fantasia.

A segunda fase era um tanto mais simples, relevando o fato de que não era necessária a criação e detalhamento intenso, porém ainda possuía seu grau de dificuldade.

Nunes fizera uma confortável cama de plastilina5 onde sua guerreira caída e seus anti-heróis pudessem descansar, onde pudessem fechar os olhos e se esquecerem por um momento de seus destinos, seus desejos, suas aparências. Um cubo de papelão, sem topo e sem fundo, fora colocado ao redor assemelhando-se cada vez mais com um quarto seguro, um tranquilo refúgio para suas almas atormentadas.

Adormeceram sob uma espessa camada de silicone da qual fora despejada sobre seus corpos inertes. Parecia que foram soterrados; seria triste e até loucura da parte de Carlos, se isso não fosse tão preciso para a metamorfose de seus queridos filhos.

O tempo correu ameno, impassível como sempre foi. O artista já passara dias e noites admirando aqueles delgados ponteiros se arrastarem pelos números feito a coreografia de uma dança tão banal. Nunes já conhecia aqueles passos, um a um ia contando-os, sem pressa, porém soltando profundos suspiros tediosos.

A dança chegara à sua marca final e aquela euforia ao soar os aplausos jamais abandonaria o experiente escultor. A cada vez que criasse um novo ser repleto de horror e digno de pena sua alma estava ali, latejando incessante feito as batidas tétricas de um coração partido; seu sangue alimentando aquelas bestas feito a chuva irrigando o solo onde se ocultavam as longas e fortes raízes de um velho e majestoso carvalho. A vida estava ali.

Nada havia acontecido à Eva, Arkus e Astrid, seu criador os removera com desvelo daquela prisão macia de silicone e plastilina que tanto os sufocava. Suas formas foram gravadas naqueles moldes e agora, sem suas carcaças de clay intermediando, os moldes foram unidos com barras de madeira e elástico para que não pudessem se soltar.

Por uma pequena abertura no topo do molde, Carlos inseriu um filete de resina de modo lento e paciente. Seus olhos fixos no diminuto buraco para certificar-se de que o conteúdo não fosse capaz de transbordar; sentia-se tal qual um químico criando uma poderosa fórmula de regeneração, até estava usando luvas cirúrgicas.

Isso seria incrível!

Mas tudo aquilo não passava de uma pueril fantasia na qual a única finalidade era matar o tempo. Ela também servia cruelmente para fazê-lo lembrar das péssimas notas expostas em seu boletim e dos severos castigos decorrentes à sua malfadada falta de talento para as Ciências Exatas.

Com a resina inteiramente dentro do molde, Carlos tapou a pequena abertura com o seu polegar e começou a girar a peça de um lado para o outro no intuito de que o conteúdo tomasse conta de toda a área. Sua mente mais uma vez brincou com as imagens, remetendo-o a outra profissão; agora sentia-se como um confeiteiro untando uma assadeira com farinha, preocupando-se para que todos os espaços fossem cobertos e a massa de um suculento bolo de chocolate não grudasse em nenhum dos cantos.

Cinco minutos, somente cinco minutos foi o que bastou para que o artista pudesse retirar um a um dos elásticos e deixar de lado as placas de madeira. Agora eram apenas ele e o molde ainda unido; estava ansioso para abri-lo.

Fora necessário um esforço mínimo para que pudesse libertar o que ali entre as paredes de silicone nascera — era como se uma tímida borboleta acabasse de sair de seu casulo —; Carlos contemplou a figura segura em suas mãos com um olhar dardejante, intenso tal qual o de um pai vislumbrando o momento em que o médico levanta seu filho e a pobre criaturazinha não faz outra coisa se não chorar. Sim, aquela era a adequada comparação para ser usada.

Eva, Arkus e Astrid estavam ali, livres; despertos para o mundo, condenados a representarem seus papeis pelo resto de suas vidas.

Notas finais
3. Resina: é um líquido usado na fabricação de esculturas, mais precisamente a resina de poliuretano, que é excelente para fundir peças e de secagem rápida. 4. Afrodite: é a deusa do amor, da beleza e da sexualidade na antiga religião grega. Responsável pela perpetuação da vida, do prazer e da alegria. 5. Plastilina: é uma argila que não seca. É a famosa massa de modelar. Ela serve como simples brinquedo infantil ou para fazer esculturas elaboradas ou ainda como base para a confecção de moldes como o de silicone. Caso vocês tenham curiosidade, deixo aqui o endereço de dois vídeos mostrando como fazer molde de silicone e como fazer esculturas em resina, espero que gostem ^^ https://www.youtube.com/watch?v=JBtbVKWaVmc https://www.youtube.com/watch?v=oGy5Ok007Xw Obrigada por estarem comigo em mais um capítulo, até a próxima!!! *-*