Notas iniciais
Nesse capítulo, quem narra a história é o príncipe Theodore, contando como se sentiu quando anunciaram sua Seleção.

Theodore não sabia direito como reagir quando seu pai anunciou a Seleção. Seu pai, seu avô e seu bisavô acharam o amor na Seleção deles, mas seu tataravô não. Ele encontrou uma mulher bonita e meiga e quando se casou com ela descobriu que ela não era tão meiga assim, era uma peste, aliás. Assim que teve um filho com ela, garantindo assim um herdeiro, ele a envenenou. Além do mais, Theodore não se sentia pronto para casar, e seu pai estava dizendo que em um pouco menos de dois anos estaria casado?! Como assim! E se ele não encontrasse ninguém? E se a Seleção dele fosse um fracasso? Mas por outro lado, talvez ele encontrasse o amor de sua vida, e ele desejava isso com todas as suas forças.

É claro que ele não expressou nenhuma de suas duvidas e sentimentos, só vestiu a sua máscara de indiferença pra ninguém saber no que ele estava pensando. Isso era uma coisa que só ele na família conseguia fazer. A April não queria esconder o que pensava, a Alicia não conseguia (por isso ficou obvio o alívio dela por não ser a primeira se casar) e a Juliet não precisava (aquele anjo nunca pensaria nada ruim).

O duro era aguentar as piadinhas imaturas da April, até mesmo a Juliet, que tinha 9 anos era mais madura que ela. Que por sinal tinha 16, quase o dobro da idade da caçula da família.

– Mas não tem pressa. Enquanto ainda estamos longe dessa data, os únicos que tem que se preocupar com isso sou eu, a rainha, o Theodore e alguns funcionários. Vocês podem simplesmente imaginar como vai ser a nova integrante de nossa família. – Então, perguntou à rainha. — Será que ela vai ser parecida com você, querida?

– Não seja ridículo, Richard! Nenhuma mulher chega aos meus pés!

– Claro, Lia. Se você diz.

Notas finais
Espero que tenham gostado!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.