A Nova Proposta
25 Capítulo 24 - Novas Mentiras
Notas iniciais
Postei hoje por que amanhã não vou ter como postar :C
O titulo do cap é bem sugestivo, espero que gostem
Elena
Estava lá sentada na poltrona do quarto do meu filho enquanto o admirava mamar como se não houvesse mais nada de importante no mundo. Passei a mão por seu rosto e Alec ficou ali me encarando com aquelas enormes íris azuis.
Ainda achava incrível o fato dele estar cada dia mais parecido com o pai. A principio eram apenas os olhos, mas a medida que seu rosto “desamassava” podia ver claramente as expressões de Damon naquele serzinho, acho que a única coisa que puxou de mim foram as minhas bochechas.
Fiquei encarando um ponto qualquer na parede e totalmente perdida nos meus pensamentos que nem percebi que ele tinha parado de sugar. Quando olhei para baixo vi que Alec tinha dormido, então levantei com todo o cuidado e o coloquei de volta no berço antes de sair do quarto.
Meu escritório ficava no andar de baixo do apartamento, assim eu tinha um lugar tranquilo para escrever, mas eu sempre levava a babá eletrônica para o caso de meu filho começar a chorar. Quando eu disse para a minha editora que estava grávida ela conseguiu um prazo maior para escrever o meu novo livro, tinha que entregá-lo até o final de outubro e já estava com metade dele pronto, só que ainda tinha muito o que fazer.
Ainda não tinha digitado nem uma frase inteira quando o telefone começou a tocar. Fui até a sala para atendê-lo e visualizei o número da casa dos meus pais no identificador de chamadas.
- Alô! — disse no momento em que coloquei o aparelho no ouvido.
- Elena, querida – ouvi a voz de minha mãe do outro lado da linha – Só liguei para saber como é que você e o Alec estão.
- Estamos muito bem – garanti – O Alec acabou de mamar e está dormindo, então estou escrevendo o meu livro.
- Já percebeu que sua vida, nesses últimos meses se resume somente a amamentar o Alec e escreveu o seu livro – lembrou – Você deveria sair um pouco de casa, tomar um sol. Isso não faz bem só para você, mas para ele também.
- Sei disso, mãe, e é claro que eu saio de casa – garanti – Mas eu também preciso terminar o meu livro, eu tenho um prazo, sabia?
- Você devia pedir mais um tempo para a sua editora – sugeriu – Agora você é mãe e precisa se dedicar ao seu filho 24 horas por dia.
- Mãe, eu não preciso de mais tempo para escrever – revirei os olhos, mesmo ela não podendo ver – Não se preocupe que eu sei muito bem o que estou fazendo.
- Bom, mas não foi para isso que eu te liguei – continuou – Queria saber se você quer ir ao shopping comigo, mas já vi que você não vai querer.
- Hoje vai ficar difícil – respondi – Mas quem sabe um outro dia, preciso mesmo comprar roupas novas para o Alec, poucos macacões que estão cabendo nele.
Foi nesse momento que a campainha tocou. Ergui as sobrancelhas confusa, não estava esperando por ninguém, quem poderia ser?
- Mãe, eu preciso atender a campainha – avisei enquanto caminhava em direção a porta.
Quando eu girei a maçaneta, tive a maior surpresa da minha vida. Lá estava Damon parado na minha frente, tinha um dos seus sorrisos tortos que sempre me encantaram, mas não pude deixar de notar um certo tom de ironia nele.
- Lena, quem é que está ai? — a voz da minha mãe me tirou do transe, nem sei quanto tempo fiquei ali encarando aqueles olhos azuis – Lena, você ainda etá ai?
- Eu preciso desligar – avisei – Ligo para você mais tarde, mãe.
- Elena, está mesmo tudo bem? — perguntou, mas uma vez – Você etá com uma voz tão preocupada.
- Está tudo bem sim – foi tudo que eu disse antes de desligar – O que você está fazendo aqui?
- Oi, para você também, Elena – falou – Você não vai me convidar para entrar?
Estava tão chocada que a única reação que tive foi me afastar e dar espaço para que ele passasse. Damon parou e cruzou os braços e olhou para mim.
- E então, não vai me dizer o que veio fazer aqui? — quis saber – Confesso que você era a última pessoa que eu pensei em encontrar aqui.
- Também não queria vir até aqui – admitiu – Mas eu vi um e-mail que você mandou para a Sutton, muito interessante. Nele tinha uma foto em que você segurava um bebê muito parecido comigo. Será que você não tem nada para me falar?
As palavras dele foram como um banho de água em cima da minha cabeça. Foram meses sendo cuidadosa, não aparecendo Atlanta e ficando longe dos gêmeos para ninguém descobrisse a respeito da minha gravidez, não acredito que Sutton foi tão descuidada.
- Damon... — minha voz saiu como um sussurro – Eu...
- Não, Elena, deixar eu terminar de falar, por favor – pediu – Por que você não me contou sobre o bebê? Por mai que as coisas estivessem ruins entre nós depois de tudo que aconteceu na noite do lançamento do seu livro, mesmo assim eu não fugiria da minha responsabilidade. Ele é meu filho e quero que ele tenha os mesmos direitos que Chad e Gwen tem.
Respirei fundo e fechei os olhos, ainda podia sair dessa, tinha um trunfo na manga e iria utilizá-lo. Pensei muito um pouco antes do Alec nascer como iria fazer quando tivesse que apresentá-lo aos irmãos e para que Damon ficasse desconfiado, seria duro, mas era a minha única opção.
- Damon, você entendeu tudo errado – comecei, agora não tinha mais jeito – O Alec não é seu filho.
Dessa vez o banho de água fria foi em cima dele. Senti o brilho nos seus olhos desaparecer no mesmo instante em seus bracos descruzara e caíram na lateral do corpo, estava me encarando ainda sem acreditar. De repente, ele começou a rir.
- Como você pode ser tão cara de pau mentindo desse jeito para mim – disse – É óbvio que ele é meu filho, eu vi as fotos, o bebê é a minha cara.
Já estava esperando por essa relutância e estava preparada também.
- Sei que é difícil de acreditar, mas é verdade – insisti – O que eu ganharia mentindo para você?
- Você não tem certeza se eu sou o pai, é isso? — perguntou – Se for isso, eu faço o tete de DNA. Tenho certeza de que é só burocracia, mas se te deixar mais tranquila...
- Damon, não... — o interrompi, firme – Tenho 100% de certeza de que ele não é seu. Eu já estava grávida quando cheguei a Atlanta para falar com você sobre a publicação do meu livro.
- Ah... — agora não tinha mais como ele argumentar, era muito difícil mentir desse jeito, mas era o melhor, para nós três – Se você já sabia que estava grávida, isso muda tudo.
- Eu não sabia exatamente, desconfiava, mas ainda não tinha feito o exame – dei de ombros, fingindo indiferença – Descobri alguns dias depois de chegar a Atlanta. E, na verdade, essa gravidez foi um dos motivos para eu te pedir para ver o Chad e a Gwen.
Esperei que Damon falasse alguma coisa, mas ele continuava em silêncio, provavelmente esperando que eu falasse mais alguma coisa.
- Estava prestes a ser mãe novamente e eu sabia que não tinha sido uma mãe boa o suficiente para o Chad e para Gwen- completei – E percebi que ainda tinha uma chance de eu me redimir.
- Então por que não contou para nós naquela época? — dessa vez ele perguntou – Acho que os dois tinham o direito de saber que iam ganhar um irmãozinho.
- Não achei que era o momento certo – ainda estava olhando para um ponto no chão – Tinha acabado de voltar para a vida deles. Os dois só tinham três anos, isso era demais para as cabecinhas deles.
- Só tem uma coisa que ainda está me intrigando – colocou a mão no queixo, pensativo – Se eu não sou o pai, quem é? Por que ele não está aqui com vocês?
Sabia que ele iria me questionar dessa maneira, esperar que eu acabasse caindo em contradição e precisasse admitir que tinha mentindo. Mas eu o conheço muito para para saber que iria fazer.
- O pai do Alec é um cara que eu conheci em um café aqui em Toronto – expliquei – Nós saímos algumas vezes, transamos e eu acabei engravidando. O problema é que ele mora em outo país e não tenho o telefone ou o e-mail dele, então tive que me virar sozinha mesmo.
- Você me disse, na noite em que passamos juntos, que você usava anticoncepcional injetável – lembrou – Aquilo era mentira também?
- Não era mentira – balancei a cabeça negativamente – Eu usava anticoncepcional injetável, há mais de dois anos, mas com toda essa confusão de terminar o meu livro eu acabei perdendo a minha consulta de revisão. O resto, bom, você já sabe.
Até que isso não era totalmente mentira, só ocultei alguns pequenos detalhes.
- E é o nome dele? Do pai, quero dizer? — foi impossível não revirar os olhos, Damon não desistia nunca?
- Jace. O nome dele é Jace Wayland – disse o primeiro nome que veio na minha cabeça, já fazia quase um ano desde a última vez que falei com o Jace e a possibilidade dos dois se encontrarem em algum lugar é quase impossível – Olha, Damon, eu realmente agradeço a sua visita, mas eu tenho um monte de coisa para fazer hoje.
- Tudo bem, eu entendo, não vou te atrapalhar mais – garantiu – Mas antes de eu ir, será que eu posso ver o seu bebê? — fiquei olhando meio incerta para ele, não sei se essa era mesmo uma boa ideia – Ora, por favor, Lena, é rapidinho.
- Está bem – dei um longo suspiro antes de responder – Mas, por favor, seja silencioso, ele acabou de dormir e espero que continue assim pela próximas três ou quatro horas.
Infelizmente, quando entramos no quarto Alec já estava totalmente acordado, mas estava ocupado demais tentando colocar o pé na boca para começar a chorar.
- Você acordou – o peguei no colo, fazendo com que e soltasse um pequeno sonzinho – O senhor está muito saidinho essa semana, sabia? Preciso conversar sobre isso.
Damon me encarava atentamente enquanto eu conversava com o meu filho, estava com um sorriso bobo.
- Alec, esse daqui é o Damon – virei-me para os dois pudessem se ver – Ele estava doido para te conhecer.
- Será que eu posso segurá-lo?- concordei e deixei que ele o segurasse, com todo o cuidado – Oi Alec, você é uma graça, sabia disso?
- É Alexander – decidi explicar – O nome dele é Alexander, mas a Clary começou a chamar ele de Alec, depois a minha mãe, os meus irmãos também e o apelido acabou pegando.
- Alexander – repetiu – Esse era o nome do meu avó materno sabia? — balancei a cabeça negativamente – Ele costumava nos visitar e levar um monte de balas para mim e para o Stefan, tudo dentro de um saco para que nossos pais não descobrissem que estávamos comendo besteira antes do almoço e também levava a gente para encher a cara de sorvete.
Já tinha ouvido Damon falando a respeito da família antes e nunca posso deixar de me surpreender o quanto ele parecia uma criança quando fazia isso.
- Ele não conheceu a Gaby, morreu alguns meses antes dela nascer, mas sei que teria amado a neta – completou, suspirando – E tenho certeza de que também teria gostado de você, Alec, o xará dele.
Tive que me segurar ao máximo para não começar a chorar naquele momento. Uma cena entre pai e filho, mesmo eles não sabendo disso, era a coisa mais linda que eu já tinha visto. Por alguns segundos, cogitei a ideia de jogar tudo para o alto e contar logo a verdade a ele.
- Esses olhos azuis dele estão me intrigando – disse – O pai dele também tem olhos azuis assim?
- Sim! — afirmei – Na verdade, ele é bem parecido com o pai.
- Você não tem vontade de procurá-lo para contar a respeito do filho de vocês? — virou-se para poder me encarar – O Alec tem o direito de conhecer o pai, não é mesmo?
- Sei disso – concordei – Mas não posso fazer nada a respeito disso. Como eu disse, o Jace voltou para a casa dele.
- Mas um dia ele pode voltar para Toronto – sugeriu – Se você um dia encontrá-lo, casualmente, na rua, vai contar que vocês tiveram um filho?
- Damon, tenho certeza de que é impossível acontecer – revirei os olhos – E mesmo que aconteça, não sei como estará a vida dele na ocasião. Ele pode ter casado e um filho só iria atrapalhá-lo.
Esperei que ele respondesse alguma coisa sobre isso, mas permaneceu quieto. Tenho certeza de que no fundo dos seus pensamentos, Damon está aliviado por eu ter dito que Alec não é seu filho.
- Parece que tem alguém aqui precisando trocar a fralda – mudou de assunto — Se você me permitir, eu posso fazer isso.
- Não precisa se preocupar, Damon – avisei – Eu troco a fralda dele rapidinho.
- Por favor, Lena, deixa eu fazer isso – insistiu – Outro dia mesmo eu estava pensando o quanto eu sinto saudades de ter um bebezinho em casa, as vezes eu queria poder voltar ao tempo para quando Gwen e Chad nasceram.
- Tenho certeza de que logo você e Hermione irão encomendar um bebê – murmurei tão baixinho que duvido muito que ele tenha ouvido.
Eu me apoiei na poltrona de amamentação e o observei enquanto trocava o Alec. Sabia que o quanto Damon tinha jeito com bebês, quando ainda morávamos juntos era ela que na maioria das vezes cuidava da higiene pessoal dos gêmeos e ainda fazia isso com o maior orgulho do mundo.
- Prontinho, mamãe, eu já estou limpinho e pronto para outra – me devolveu o meu filho, que soltou uma gargalhada enquanto eu o segurava – Bom, acho melhor eu ir embora.
- Tem razão – concordei – Vamos te levar até a porta.
Assim que chegamos ao andar de baixo do apartamento eu abri a porta para que ele saísse. Mas em vez de ir direto para o elevador, parou e ficou me olhando.
- Mais uma vez, obrigado por me deixar vê-lo – disse – Eu ainda devo ficar em Toronto por mais um dia, qualquer coisa você pode me ligar.
- Pode deixar que eu ligo – garanti – E também te ligo para combinarmos de quando eu posso trazer os gêmeos aqui.
- Sim! — inclinou-se e deu um beijo no meu rosto – Tchauzinho para você também, Alec – passou a mão pela cabecinha dele antes de se afastar.
É claro que o dia já estava totalmente perdido para a escrita do meu livro, só conseguia pensar no Damon e na decepção nos seus olhos quando eu disse que ele não era o pai do meu filho, não conseguia me concentrar em mais nada que não fosse isso. No dia seguinte acordei com uma dor de cabeça horrível e fui até a cozinha tomar um remédio, como Alec ainda estava dormindo, decidi ficar na cama por mais alguns minutos.
Logo depois do almoço recebi uma ligação de Kath me convidando para dar uma volta no parque e eu aceitei na mesma hora, estava mesmo precisando de sol e de um pouco de ar fresco. Claro que ela percebeu na hora que tinha alguma coisa errada e tive que contar toda a verdade.
- Você fez o que? — minha irmã gritou mais alto do que estava planejando, estávamos em frente a uma pracinha observando as crianças brincarem – Elena, você está ficando maluca? Uma coisa é esconder a gravidez dele e outra completamente diferente é mentir dizendo que ele não é o pai.
- Eu ia ter que fazer isso mais cedo ou mais tarde – lembrei – Ou como sugeriria que eu fizesse? Pedisse para que Chad e Gwen não comentassem com o pai quando conhecessem o irmão?
- Pensei que você fosse acabar mudando de ideia sobre não deixar o Damon conhecer o filho – deu de ombros.
- Eu não ia desistir porque sei que essa é a melhor opção – insisti – Você viu o quanto ele estava feliz ao lado da Hermione. Tenho certeza de que eles devem estar muito bem, se não estiverem prestes a se casar.
- O fato de ele estar com outra não o impede de ter filho com você – argumentou – Só vi o Damon junto com os gêmeos uma vez, mas ele parece ser um ótimo pai para eles e tenho certeza que seria para o Alec também.
Dei uma rápida olhada no meu filho, que dormia tranquilamente enquanto tomava um pouco de sol. Essa mentira era para o bem dele também; sei que Damon nunca o rejeitaria e o trataria da mesma forma que trata Chad e Gwen, mas não posso dizer a mesma coisa da sua família, não posso permitir que ele seja maltratado enquanto estiver na casa dos pais.
- Nada do que você disser vai mudar a minha opinião, Katherine – minha voz era firme, deixando bem claro que aquele era o fim da conversa – O que está feito, está feito.
- Se você diz – e não comentou mais sobre esse assunto pelo resto do nosso passeio.
Antes de voltarmos para o meu apartamento, fomos até a padaria comprar um bolo e refrigerante para lancharmos. Já estávamos nos aproximando da escadaria de acesso ao prédio quando vi Damon sentado em um dos degraus, o que será que ele quer?
- Oi, Elena – levantou-se assim que me viu – O porteiro disse que você tinha saído com a sua irmã, então eu decidi esperar. Queria ter uma conversa com você, se não se importa.
- Claro que não me importo – respondi, antes de dar uma olhada em Katherine – Vem, vamos até lá em cima, ficaremos mais a vontade lá.
Ele nos ajudou a subir com o carrinho pela escada e depois chamamos o elevador. Assim que entramos no local eu apertei o botão do meu andar.
- E então, Katherine, como está indo a escola? — Damon perguntou para a minha irmã, quebrando o silêncio constrangedor que tinha ficado no local – Você vai começar o último no outono, não é mesmo? Já sabe aonde quer fazer faculdade?
- Está tudo bem no colégio – garantiu – E eu estou querendo ir para a universidade da Georgia, como a Lena fez, assim eu vou poder ficar perto do Tyler.
- Que legal – completou – Certamente será muito bem-vinda lá em Atlanta.
Por sorte não demorou muito para o elevador chegar e não pude deixar de agradecer mentalmente por isso. Acho que nunca fiquei tão feliz de ver o meu apartamento.
- Kath, será que você pode levar o Alec lá para cima enquanto eu e o Damon conversamos? — pedi para ela assim que tranquei a porta.
- Claro! — concordou assim que o retirou do carrinho – Também vou dar um banho nele, acho que esse passeio o deixou agitado.
Ela me deu uma rápida olhada, como se me desejasse boa sorte. Fiquei esperando até que Katherine desaparecesse no alto da escada.
- E então, Damon – virei-me, novamente, para o meu ex-namorado – O que você quer falar comigo?
- Olha, Lena, eu não vou mentir, eu pensei muito sobre toda a nossa conversa de ontem – explicou – Vim para Toronto pensando que fosse conhecer o meu filho e confesso que fiquei decepcionado quando soube que não era o pai do Alec.
- Sinto muito quanto a isso, Damon – foi tudo que pude dizer a respeito disso.
- Na realidade eu vim aqui hoje com a intenção de lhe fazer uma resposta – o olhei confusa antes dele acrescentar – Nada parecido com a proposta que eu te fiz há cinco anos, pode ficar tranquila.
- Então o que é? — decidi perguntar.
- Primeiramente eu pensei em te oferecer para assumir a paternidade do seu filho, o Alec se parece um pouco comigo e ninguém iria contestar isso – arregalei os olhos na mesma hora, e não tive tanto trabalho inventando uma mentira dessas para ele querer me ajudar dessa maneira – Mas sei que você não vai aceitar.
- Sei que pode parecer o fim do mundo para algumas mulheres criar um filho sozinha, mas não para mim – garanti – Eu e Alec estamos muito bem do jeito que estamos.
- Acredite, Elena, eu sei que você é teimosa o suficiente para não querer aceitar isso, o que eu quero te propor é outra coisa – sorriu e não pude deixar de retribuir o seu gesto – Quero que você e o Alec viagem para Atlanta comigo.
- Como é? — gritei um pouco mais alto do que estava planejando, não podia acreditar que ele estava mesmo me propondo isso.
Notas finais
E o que vocês acharam da nova proposta? Mas obre ela no próximo cap.
***
Agora duas boas notícias.
A primeira é que eu estou com uma ideia de fic nova, na verdade ela é a mistura de duas outras fics que eu já tinha planejado (Of Love and Shadows e Paixão Arrebatadora) e vai ser uma versão menos dramática das duas... E quero postá-la logo depois de terminar Pecados íntimos (que vai ser a fic depois dessa).
A outra boa noticia é que eu estava planejando o bônus dessa fic e eu tenho tanta ideia boa para ela que dá até para escrever uma fic nova, mas eu fico meio incerta de escrevê-la, pois seria focada mais na Gwen na faculdade (embora também vá aparecer o Damon e a Lena em Atlanta), por isso eu queria a opinião de vocês, eu posto ou não posto a terceira temporada da fic? (caso eu poste vou fazer ao mesmo tempo que Pecados íntimos, pois estou muito ansiosa para postar essa fic).
***
Bom, é isso, comentem e digam o que estão achando.
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