A Nova Proposta

2 Capítulo 1 - O livro


Notas iniciais
Gente, até agora eu não estou acreditando. Com apenas um capítulo postando nós já temos 33 reviews, 112 leitores, 27 favoritos e 3 recomendações. Nem preciso dizer o quanto fiquei feliz não é?
Quero agradecer a Karen Luanna, a Fernanda e a Kamila pelas lindas recomendações. E também a Lorenna Petrova que deixou uma recomendação super fofa em Proposta Indecente.
E obrigada também pelos lindos comentário e estou feliz que vocês vão continuar acompanhando A Nova Proposta. E por vocês não quererem me matar pelo que a Lena fez kkkkkkk.
Bom, aqui está o cap, espero que gostem.

Atlanta, junho de 2013

Damon

Depois de responder todos os meus e-mails eu desliguei o computador, já passava das onze meia da noite e eu estava exausto. Em outros tempos eu ficaria até mais tarde na editora resolvendo qualquer problema que estivesse acontecendo, mas agora eu faço questão de chegar em casa mais cedo para passar um tempo com os meus filhos e depois que eles dormem, voltar para trabalhar no meu escritório.

Faço questão de estar junto eles todos os dias. Já não tem a mãe por perto e não podem ficar com saudades do pai também.

Eu já ia me levantar quando o meu celular começou a tocar. Soltei um suspiro de frustração, quem poderia ser? O nome de Alaric estava brilhando na tela.

- Alô – eu não escondi a minha voz de sono.

- Ainda bem que eu te encontrei acordado, Damon – meu amigo disse – Preciso falar com você, é urgente!

- O que foi que aconteceu, Ric? — perguntei preocupado, do jeito que ele falar parecia até uma tragédia.

- Eu quero discutir com você os contratos para os novos escritores que publicarem a partir de agosto – explicou – Tem algumas partes que eu queria reescrever, mas preciso da sua autorização.

- Ah, então é só isso – suspirei aliviado, meu amigo tinha mesmo tendência a ser um pouco exagerado – De qualquer maneira só vamos resolver isso amanhã, tudo que eu consigo pensar agora é na minha cama.

- Sabe do que você está precisando, cara? De sexo — continuou – Falando sério, Damon, qual foi a última vez em que você transou?

Revirei os olhos e recostei melhor na cadeira. Para falar verdade, a última vez em que estive com uma mulher foi com Elena, antes dos gêmeos nascerem, mas eu não ia admitir isso para ele.

- Você sabe que eu dediquei os últimos três anos da minha vida ao Chad e à Gwen – respondi, por fim – Meus filhos são tudo que importa para mim agora.

- E enquanto isso a Elena deve estar saindo com vários cara, seja ela aonde estiver – disse – Ou você acha que ela está em abstinência todos esses anos?

- Você vai mesmo começar a falar a Elena – reclamei – Está tarde demais para isso, se não se importa.

- Tudo bem, não está mais aqui quem falou – se desculpou – Mas você tem que admitir que precisa de umas férias. Meredith está mesmo querendo fazer uma viagem, tirar um pouco as meninas da cidade, você e os gêmeos poderiam ir também. Vai ser divertido.

- Eu adoraria, mas minha mãe já me intimou para umas férias em família – disse – Ela e meu pai alugaram uma casa no Havaí e fazem questão de ter todos os filhos e netos lá com eles.

- Está bem, então, quem sabe nas próximas férias – continuou – A Scay agora colocou na cabeça que quer aprender a esquiar.

- É uma boa ideia, já faz tanto tempo que não esquio, e ensinar a Scay vai ser melhor ainda – concordei – Pensaremos nisso com mais calma depois.

- Certo, vou te deixar dormir – avisou – Eu passo na editora amanhã e conversamos sobre o contrato.

Desliguei o celular e sai do meu escritório. Estava passando pela porta do quarto da minha filha quando comecei a ouvir um choro desesperado, entrei apressadamente no local e ela estava se debatendo deitada na cama.

- Gwen, minha princesinha, está tudo bem? — me ajoelhei ficando na sua frente.

- Um monstro, papai – disse depois de abrir os olhos – Tem um monstro querendo me pegar.

- Foi só um pesadelo, filha – expliquei, enquanto passava a mão pelo seu rostinho – Não tem monstro nenhum aqui.

- Tem sim – balançou a cabeça positivamente – É que ele se escondeu quando você entrou.

- Tudo bem, então vamos procurá-lo. Será que está debaixo da cama? — falei enquanto me abaixava mais e olhava lá embaixo – Não tem nada aqui. Quem sabe no armário então? — ela concordou, então fui até lá e abri a porta – Está vendo, vazio. Não tem nada com que se preocupar.

- O monstro que viu que você estava chegando e fugiu – explicou, apenas dando de ombros – E depois que você for embora, ele volta.

- Tudo bem, então – passei a mão pelo cabelo – Você quer dormir com o papai essa noite?

Ela concordou com a cabeça e eu peguei no coloco enquanto deitava a cabeça no meu ombro e prendia as perninhas em torno da minha cintura. Fui até o meu quarto, que ficava no final do corredor, e coloquei Gwen deitada na minha cama.

- Fique aqui enquanto eu vou até o banheiro – avisei – Está tudo bem?

- Sim, papai! — concordou enquanto coçava os olhinhos – Eu estou tão cansadinha, papai.

- Eu também estou, meu amor – dei um beijo no topo da sua cabeça – E nós já vamos dormir.

Fui para o banheiro banheiro fiz a minha higiene pessoal e troquei de roupa. Quando retornei ao meu quarto, minha filha já estava dormindo, toda encolhidinha na cama.

Deitei ao seu lado e a observei por alguns minutos. Era incrível como ela poderia se parecer com a mãe na maneira de dormir... Pensar em Elena ainda era muito doloroso, pensei que estivéssemos bem, nos conhecendo melhor e que em breve nos casaríamos e nos quatro seríamos uma família completa, por isso a grande surpresa quando cheguei em casa naquela tarde e não a encontrei mais.

Já faz pouco mais de três anos, mas ainda me lembro como se fosse ontem.

*Flash Back*

Estava olhando pela janela do carro a caminho de casa, por sorte tinha conseguido terminar o trabalho mais cedo e poderia passar um tempo com Elena e com os meus filhos. Quem sabe eu a convencia de ficar um tempo com os gêmeos enquanto ela descansa um pouco?

- Matt, será que você pode dar uma paradinha? — pedi enquanto passávamos em frente a uma floricultura que ficava perto do meu prédio.

- Claro, senhor Salvatore – concordou enquanto estacionava em um local vago.

- Eu já volto – avisei abrindo a porta do veiculo – Só vou até ali comprar umas flores para a Lena.

A floricultura estava vazia, com exceção de uma mulher atrás do balcão, que eu imaginei ser a vendedora.

- Posso ajudá-lo? — perguntou assim que eu entrei no local.

- Sim! — respondi – Eu quero comprar um buquê de rosas, seis brancas e seis vermelhas. As melhores que você tiver.

- Claro, vou fazer o buquê agora mesmo – pegou o papel para embalar as flores – Gostaria de escrever um cartão também.

- Não precisa – balancei a cabeça negativamente – Essa flores são para a minha namorada,quero fazer uma surpresa para ela.

- Ela deve ser mesmo uma mulher de sorte – deu um pequeno sorriso – Não é todo cara que compra flores para a namorada assim, do nada.

- Na verdade, sou eu quem tenho sorte por tê-la – a corrigi – Ela e meus filhos são tudo para mim.

- Que coisa mais linda de se dizer – observou, por fim.

Quando ela terminou o buquê, paguei pelas flores e voltei para o meu carro, em pouco minutos estávamos entrando no prédio. Assim que sai do elevador, dentro do meu apartamento, Jane apareceu, estava totalmente afobada.

Ainda bem que o senhor chegou – disse – A senhorita Gilbert sumiu, desde de cedo.

- Como assim a Elena sumiu? — falei um pouco mais alto do que estava planejando – E os gêmeos? Aonde estão?

- Estão no quarto – não pude deixar de respirar aliviado – Ela saiu antes do almoço, dizendo que iria dar uma volta e que não demoraria, as horas foram passando e nada dela voltar. Os gêmeos começaram a chorar e, por sorte, tínhamos um pouco de leite guardado, mas eu estou verdadeiramente preocupada.

- Tudo bem, Jane, fica tranquila – estava tentando me manter calmo, mas eu também estava nervoso, aonde a Lena poderia estar? — Já tentou ligar para o celular dela?

- Claro sim – balançou a cabeça afirmativamente – Ela esqueceu o telefone dela aqui.

- Certo! — passei a mão pelo cabelo – Talvez ela tenha ido ver a Caroline, quando essas duas conversam esquecem da vida. Tenho o número dela lá dentro, vou buscar.

Quando cheguei ao meu quarto, vi que tinha um papel dobrado em cima do meu travesseiro. Peguei e reconheci na mesma hora a letra de Elena.

Damon,

Essa não é uma carta muito fácil de escrever e, acredite, eu pensei muito até decidir deixá-la para você. Antes de mais nada quero que você saiba que ainda te amo muito, não menti a respeito disso, em nenhum momento, e esses três meses que passei com você e os gêmeos foram os mais felizes da minha vida.

Mas eu não posso continuar com isso, Damon. Já te falei antes que as coisas entre nós aconteceu rápido demais e que eu precisava de um tempo para colocar tudo no lugar na minha cabeça. E, por fim, cheguei a uma conclusão.

Desde pequena eu tive um sonho de terminar os meus estudos, crescer profissionalmente, conhecer alguém legal, me apaixonar, me casar e só então começar a pensar em ter filhos; mas quando eu te conheci as coisas fugiram do controle e começaram a acontecer ao contrário. Só tenho 22 anos, ainda não estou preparada para começar uma família, eu não sei se dou conta.... por isso preciso ir embora...

Estou voltando para a casa dos meus pais em Toronto e te peço, não venha me procurar ou então eu sumo novamente e dessa vez não digo para onde fui. Sei que não tenho direito de pedir isso, mas espero que um dia me perdoe.

Elena.

Não consegui acreditar que estava mesmo lendo aquilo. A Elena tinha tido coragem de ir embora, depois de tudo que nós passamos, não é possível que ela tenha mesmo tido coragem de fazer isso.

- Senhor Salvatore, está tudo bem? — voltei para a sala, totalmente atordoado – Encontrou o telefone da amiga da senhorita Gilbert?

- Eu preciso ir a um lugar – avisei – Fica de olho nas crianças mais um pouco, por favor.

Ela concordou com a cabeça e, no segundo seguinte, eu estava entendo no elevador. Passei o antigo endereço de Elena para Matt e não demorou muito para estarmos lá.

- Damon? — Caroline abriu a porta assim que eu toquei a campainha – Eu não esperava te ver aqui.

- Não faça essa cara, Caroline, sei que esperava sim – disse – Aonde está a Lena? E não adianta tentar disfarçar, tenho certeza de que ela veio para cá, você é a única amiga que ela tem aqui em Atlanta.

- Tudo bem, Damon, ela veio aqui sim – respondeu – Mas quero que você saiba que eu não concordei com essa loucura. Sabe que no inicio eu não aceitei essa história de contrato e de gravidez, mas você a faz feliz e é isso que importa.

- Eu acredito em você – afirmei com a cabeça – Mas aonde é que ela está agora.

- Ela arrumou as malas com as coisas que ainda estavam aqui e foi direto para o aeroporto – olhava para todos os cantos, menos para mim — E não adianta ir até lá, essa hora ela já deve estar a caminho de Toronto.

Então era isso, Lena tinha ido embora, e não tinha nada que eu pudesse fazer para mudar isso.

- Eu sinto muito, Damon – continuou – Tentei convencê-la a ficar, mas ela estava totalmente decidida.

- Acho que vou indo, então – avisei – Deixei os gêmeos com a Jane e agora tenho que cuidar deles sozinho, não é mesmo?

E, mais uma vez, a mulher que eu amo está me decepcionando. Agora é oficial, nunca mais vou me apaixonar novamente, e não tem ninguém que me faça mudar de ideia dessa vez. Vou dedicar o restante da minha vida a Chad e Gwen e eles são tudo que importa agora.

*Fim do Flash Back*

Apesar de o tempo já ter passado, aquelas lembranças ainda me machucavam, e muito. No dia seguinte, pedi para Alaric passar 1 milhão de dólares para conta dela, meu amigo pensou que eu estivesse louca, mas esse tinha sido o acordo desde o começo e eu sou um homem de palavra. Elena não me ligou reclamando ou devolveu o dinheiro, e não quero saber o que foi que ela fez com isso.

Gwen se mexeu, mas não abriu os olhos em nenhum momento e não pude deixar de sorrir. Eu me deitei logo estava caindo na inconsciência.

Quando acordei minha filha ainda dormia profundamente. Ela estava tão bonitinha daquele jeito que tinha vontade de deixá-la ali, mas hoje era dia de semana e Gwen precisava ir para a escola, da mesma maneira que eu preciso ir trabalhar.

- Gwen! — cheguei bem perto dela – Está na hora de acordar, minha princesinha!

- Não, papai! — ela reclamou enquanto virava de costas para mim, não sei como é que uma menina de três anos consegue ser tão temperamental, mas ela é.

- Você tem escola hoje – lembrei, mas não tive nenhuma reposta – Tudo bem, você não me deixa escolha.

Comecei a fazer cosquinha nela e Gwen se contorcia de tanto gargalhar. Isso sempre funcionava, cócegas era o ponto fraco, tanto dela quando de Chad.

- Para, papai! — pediu, sem conseguir parar de rir.

- Tudo bem, vamos tomar café – a peguei no colo – Seu irmão já deve estar nos esperando.

Como eu te suposto, meu filho já estava sentado na sua cadeirinha alta e comia o seu cereal. Coloquei Gwen na cadeira ao lado do irmão e também me sentei.

- Bom dia, senhor Salvatore – Jane se aproximou, trazendo um pote nas suas mãos – Aqui está o mingau de morango, exatamente como você gosta, Gwen.

- Oba! — ela bateu palminhas antes de pegar a colher e começar a comer.

- Por favor, Jane, me traga duas torradas o meu café – pedi – Vamos comer bem rapidinho, vou levar vocês dois para a escola hoje.

- Oba! — meus filhos disseram ao mesmo tempo.

- Precisa que eu vá buscá-los hoje? — Jane perguntou, a escolinha deles não ficava muito longe, então ela costumava pegar um táxi para ir buscá-los.

- Não precisa – avisei – A Gaby vai buscá-los hoje, disse que precisa passar um pouco mais de tempo com os sobrinhos.

- Oba! — Gwen ficou totalmente animada nesse momento – Eu adoro sair com a tia Gaby.

- Eu também! — foi a vez de Chad falar – Ela sempre dá muito sorvete para gente.

- Sei! — revirei os olhos, minha irmã sempre foi uma tia coruja que faz todas as vontades dos sobrinhos, não são com os gêmeos, mas com os filhos de Stefan e e Sutton também, fico imaginando como vai ser quando ela tiver os próprios filhos – Só espero que ela não dê tanto soverte assim, os dois perdem a fome.

Terminamos o café da manhã e Jane os levou para se arrumar para a escola enquanto eu também ia trocar de roupa. Os deixei dentro da sala de aula, como faço todos os dias, e segui para a editora.

- Bom dia, Rose – cumprimentei a minha secretária.

Anna pediu demissão do seu emprego de secretária aqui na Salvatore's Publisher há, mais ou menos, um ano, ela e Gaby decidiram abrir uma empresa de organização de festas e estão fazendo um enorme sucesso (tanto que foram elas quem fizeram o aniversário de três anos do Chad e da Gwen). Foi muito difícil arranjar uma secretária nova e eu tive umas cinco diferentes até encontrar Rose, pelo jeito ela vai continuar aqui por muito tempo, para o meu alívio.

- Bom dia, senhor Salvatore – retribuiu o meu cumprimento – O senhor Saltzman ligou um pouco antes do senhor chegar e disse que está vindo para cá o problema que já tinham conversado antes.

- Oh sim, é claro – concordei – Assim que ele chegar, diga que pode ir até a minha sala.

Ric não demorou muito para chegar e discutimos a respeito do contrato. Por sorte, ele não comentou mais o fato de que eu preciso transar nem nada do tipo, não estava com vontade de falar sobre isso hoje. Quando ele saiu, minha secretária entrou no local.

- Senhor Salvatore – ela disse – A senhorita Granger está ai fora querendo falar com o senhor, disse é urgente.

- Oh sim, pode deixá-la entrar – avisei.

Hermione Granger é uma das nossas editoras, chegou aqui há um ano e meio, mas era muito eficiente e sempre tentava fazer o melhor trabalho possível. Ela era morena com os cabelos lisos e os olhos cor de chocolate, muito bonita, certamente se eu não tivesse desistido do amor e nós não trabalhássemos juntos, certamente sairia com ela.

- Com licença, senhor Salvatore – ela disse ao entrar na minha sala, estava segurando uma folha que parecia que tinha acabado de ser impresso – O senhor sempre fala que precisamos sempre estar de olho nos lançamentos literários pelo mundo para procurarmos algum possível lançamento para a nossa editora, certo?

- Exatamente – concordei com a cabeça.

- Eu encontrei esse livro que está sendo publicado no Canadá hoje – explicou – É um daqueles novos romances eróticos, se chama Proposta Indecente.

- Interessante – concordei, colocando a mão no queixo – Mas já existem muitos livros sobre esse tema.

- Mas esse promete ser um sucesso – garantiu – E essa autora, Elena Gilbert, ela é nova, mas parece ser uma grande escritora.

- Espera – a interrompi – Como você disse que era o nome dela?

- Elena Gilbert – repetiu – E o melhor é que o livro ainda não tem uma editora para publicá-lo aqui nos Estador Unidos. Está tudo aqui, nessa matéria de jornal.

- Será que eu posso ficar com isso? — pedi, apontando para a folha na sua mão – Gostaria de dar uma olhada.

- Claro! — a colocou em cima da minha mesa – Espero ter ajudado.

Dei um fraco sorriso enquanto ela saia. Durante esses três anos eu fiquei imaginando como seria receber notícias de Elena e agora que eu tenho, não sei exatamente como agir. Peguei o papel e comecei a ler.

Novo 50 tons de cinza?

Hoje, em Toronto, acontece a festa de lançamento do livro “Proposta Indecente” publicado pela Toronto's Entertainment. É o primeiro livro da jovem escritora, Elena Gilbert, que tem tudo para ser um grande sucesso, segundo Andreia Spelman, editora-chefe do grupo.

A história gira em torno Elizabeth Judith, uma estudante universitária que conhece o famoso empresário, Daniel Walter. Ele lhe propõem que os dois tenham um filho juntos, e em troca lhe dará uma grande quantia em dinheiro. Várias coisas acontecem, mas nada sai como tinham planejado, só que para saber o que acontece no final, vocês precisam ler o livro.

A história tem sido bastante comentada em todo o Canadá até antes mesmo de ser lançado, devido as cenas de sexo, que a autora garante que tirou inspiração de suas próprias experiências.

Segundo sua empresária, Clarissa Fray, os direitos de tradução e publicação do livro já foram vendidos para mais de 20 países, mas eles ainda não tem uma editora nos Estados Unidos.

A festa de lançamento será hoje a noite em uma conhecida casa de festas de Toronto.

Não podia acreditar no que estava lendo. Então Elena continuava a morar em Toronto e agora está publicando um livro sobre a nossa história. Não pude deixar de sorrir, ela ainda não tinha uma editora para publicar a sua história aqui e isso vai ser uma vantagem ao meu favor.

- Rose – peguei o telefone e disquei o ramal da minha secretária – Procure o telefone de Clarissa Fray, em Toronto. Diga a ela que eu sou Damon Salvatore, presidente e dono da Salvatore's Publisher e que eu estou interessado e publicar o livro da cliente dela

- Está bem, senhor Salvatore – respondeu – Farei isso agora mesmo.

Pronto, agora era só esperar a resposta da empresária. Não vai ter mais jeito, Elena vai ter que voltar a Atlanta e me encontrar, sem dúvida ela vai ter muitas respostas para me dar.

Notas finais
Bom, como vocês puderam ver, o Damon descobriu aonde a Lena está e descobriu sobre o livro.
Qual será a reação dela quando souber que a Salvatore's Publisher quer publicar os seu livro?
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Ajudinha visual:
A Hermione, como vocês devem estar imaginando, é a Emma Watson mesmo, mas não é ela com a aparência da Hermione, tinha pensado no visual dele em The Bling Ring. Para quem ainda não viu, aqui está uma foto:
http://globosite.in/wp-content/uploads/2013/03/Emma-Watson-em-The-Bling-Ring.jpg
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