A Nova Proposta
23 Capítulo 22 - Alexander Gilbert
Notas iniciais
Acho que o título do cap fala por si kkkkkkkkkkkk
Espero que gostem (tenho um aviso importante na nota final, então a gente e vê lá embaixo...)
Elena
*Flash Back*
Assim que nos afastamos de Damon, minha irmã ficou me perguntando por que eu tinha feito isso, mas eu não conseguia falar,tinha certeza de que desabaria a qualquer segundo e não queria fazer isso na frente do meu ex. Por sorte não demorou muito para acharmos um táxi.
- E então, para onde vamos? — motorista perguntou antes mesmo de sair com o carro.
Não pensei nem duas vezes e já fui logo falando o endereço. Tinha pela consciência de Kath me olhou em dúvida.
- Mas esse não é o endereço da casa do Tyler – comentou – Lena, aonde é que nós estamos indo?
- Preciso falar com uma pessoa – expliquei.
- Certo! — apenas deu de ombros – Agora me conta, Lena, por que você mentiu daquele jeito? Quando chegamos a Atlanta, estava tão disposta a contar ao Damon sobre a gravidez e agora fez isso.
- Eu tive meus motivos, Kath – expliquei – Você viu ele saindo do prédio junto com a Hermione e os gêmeos. Eles pareciam tão felizes, eu não podia simplesmente chegar e estragar tudo contando a respeito do bebê.
- Mas ele é o pai, Elena, tem o direito de saber – tentou argumentar – Da mesma maneira que os gêmeos tem o direito de conhecer o irmão.
- As coisas não são tão simples assim, Katherine – dei um longo suspiro e passei a mão pelo cabelo.
- Para mim parecem bem simples – continuou – Quero dizer, é só você ir até o Damon e contar que está grávida, pronto.
- Tudo que eu fiz com o Damon desde que o conheci foi destruir a sua vida, mesmo que inconscientemente – expliquei – Agora ele parece estar feliz e que seguiu em frente, não posso acabar com isso novamente.
- Mas você não está fazendo por um motivo mesquinha e fútil como quando foi embora deixando ele e os gêmeos – ouvir aquilo da minha própria irmã era duro, mas era a pura verdade, eu tinha feito a besteira, agora preciso aceitar isso – Você vai ter um filho, é um bebezinho inocente que não tem a menor culpa de nada que aconteceu.
- Tomei uma decisão muito importante – completei – Vou criar essa criança sozinha, sem a ajudar do Damon ou de qualquer outra pessoa da família Salvatore.
- Como é? — gritou mais alto do que estava planejando, até mesmo um taxista deu um freada brusca, assustado – Você pretende fugir de novo, é isso? Não vai mais dar noticias nem mesmo para os seus próprios filhos?
Antes que eu pudesse responder, o homem avisou que tínhamos chegado ao nosso destino. Eu paguei pela corrida e saímos do carro, caminhando em direção ao prédio.
- Boa tarde, eu gostaria de falar com Sutton Salvatore – falei com o porteiro – Diga ela que é Elena Gilbert e que eu preciso falar urgente com ela.
Ele pegou o interfone e apertou o número de apartamento. Fico falando algo bem baixinho que eu não consegui ouvir, então desligou e se virou para mim novamente.
- Ela disse que já está descendo para falar com você – avisou – A senhorita pode esperar aqui mesmo.
Agradeci com a cabeça e fui para perto da minha irmã.
- Lena, o que está acontecendo – ela quis saber – O que nós estamos fazendo aqui? Quem é Sutton Salvatore?
- Você já vai entender – expliquei.
Por sorte, não demorou muito para que minha amiga aparecesse trazendo o seu filho caçula no carrinho.
- Oi, Lena! — me cumprimentou – Espero que não se importe, eu estava indo levar o Ted para passear. Podemos conversar enquanto andamos?
- Mas é claro! — respondi, para falar a verdade eu até preferia. Confio plenamente em Sutton, mas tenho medo que Stefan ouça alguma coisa e acabe contando para o irmão – Acho que você não conhece a minha irmã caçula, Katherine.
As duas e cumprimentaram. Logo depois saímos do prédio e estávamos andando por uma área verde que tinha no local.
- E então, Elena, pode me falar o que você tem de tão urgente para conversar comigo – Sutton quis saber – Confesso que fiquei muito curiosa, até porque Damon contou que você tinha voltado para Toronto.
- E eu fui, mas eu tive um bom motivo para voltar – falei – Vou direto ao assunto, eu estou grávida, de um filho do Damon.
- Uau! — ela parou e ficou me encarando – Parabéns! O Damon já sabe disso? Aposto que deve ter ficado radiante, ele é tão dedicado ao Chad e à Gwen, tenho certeza de que com esse bebê não vai ser diferente.
- Não contei para ele – expliquei – E, sendo sincera, não vou contar para ele.
- É por causa da Hermione, não é mesmo? — apenas balancei a cabeça afirmativamente – Olha, Lena, não vou mentir para você, a família toda foi passar férias no Havaí e o Damon a levou, os dois pareciam muito felizes juntos.
- E é exatamente por isso que eu vou criar o meu filho sozinha – avisei – E vou precisar de sua ajuda para isso.
- Minha ajuda – pareceu espantada – Mas no que eu poderia te ajudar, Elena?
- Eu não me orgulho do que fiz, de ter abandonado os meus filhos deixando que Damon os criasse pelos últimos três anos – lembrei – Desde o momento em que soube que estava grávida encarei isso como uma forma que o universo encontrou de fazer com que eu me redimisse por tudo isso.
- Ainda não estou entendendo aonde eu entro nessa história – quis saber, mais uma vez.
- Apesar de tudo, não quero me afastar dos gêmeos, fiz promessas a eles e ainda quero cumpri-las – continuei – Mas vou precisar me manter afastada deles, pelo menos nesses meses até o bebê nascer. Então eu só quero que você me ajude a manter contato com os meus filhos.
- Mas e depois que o bebê nascer? — continuou a fazer perguntas – Não vai poder escondê-lo para sempre dos gêmeos, nem mesmo do Damon.
- Até lá eu invento uma desculpa, tenho bastante tempo para isso – garanti – Até lá eu preciso saber se posso contar você.
- Não posso dizer que concorde com isso que está fazendo – admitiu – Mas eu vou te ajudar sim, só que com uma condição, vou querer notícias de vocês, sempre.
- Tudo bem – concordei.
Na minha cabeça tinha uma voz gritando que eu indo embora estava fazendo quase a mesa ma coisa que há 3 anos, mas nem isso iria me fazer mudar de ideia. Estava totalmente decidida quanto a minha escolha e seria o melhor, não só para mim, mas também para o Damon.
*Fim do Flash Back*
Apesar de todo esse estresse, eu tive uma gravidez bem tranquila. Sentir meu bebê crescendo dentro de mim era uma das sensações mais maravilhosas desse mundo, sem contar que eu estava sendo totalmente paparicada pelas pessoas a minha volta.
A coisa mais difícil todo esse tempo foi precisar ficar afastada dos meus filhos, claro que falava com eles por telefone sempre, mas não é a mesma coisa que vê-los pessoalmente; evitava ao máximo falar com Damon, a única vez que eu pedi para chamarem ele foi para avisar que os gêmeos não podiam passar o natal, desculpa que eu dei foi que eu estava ocupada demais com o meu livro para poder dar atenção a eles, então era melhor que ficassem mesmo com ele. Também conversava com Clary direto, ela tem sido uma grande amiga para mim, obviamente pedi que não me desse notícia a respeito do pai dos meus filhos e ela estava respeito isso.
Claro que minha maior preocupação no momento é o bebê. Quando eu estava com 4 meses, descobri que estava esperando um menino e decidi chamá-lo de Alexander, um nome forte e imponente. Também já tinha escolhido os padrinhos, Clary e Jem.
Agora eu estava aqui, podendo entrar em trabalho de parto a qualquer momento e precisando ficar de repouso. Estava usando esse tempo para colocar a leitura em dia e para fazer pesquisas para o meu novo livro.
- Aqui está a sua vitamina de banana, aveia e mel – minha mãe apareceu com um grande copo com aquele líquido branco, não pude deixar de fazer uma careta – E pode beber tudo, vai te dar energia.
- Tenho a impressão de que isso vai é induzir o meu parto – reclamei.
Meus amigos e meus irmãos sempre vem aqui para saber como eu estou, mas a minha mãe decidiu se mudar para o meu apartamento e avisou que não vai sair daqui até o meu bebê nascer. Certamente está tentando se redimir por tudo que fez quando eu estava grávida dos gêmeos, mas tem momento que eu acho que ela está exagerando um pouco.
- Ora, Elena, deixa de ser boba – se sentou no sofá aonde eu estava deitada – Tomei isso durante a sua gravidez e dos seus irmãos. E vocês três nasceram na época normal.
Então eu peguei o copo de tomei um gole. Quando eu era pequena sempre gostei dessa vitamina, mas de um tempo para cá venho sentindo o meu estômago revirar só de pensar nele.
- Sabe, mãe, eu queria te agradecer por tudo que tem feito por mim desde que eu contei que estava grávida – comentei, por fim.
- Ora, minha querida, mas é claro que eu estou te apoiando – garantiu – Achou mesmo que eu fosse te abandonar.
- Foi o que você fez da outra vez – lembrei – E ainda me aconselhou a ir embora e deixar os meus filhos com o Damon.
- Elena, a verdade é que eu não me orgulho do que eu fiz – admitiu – Mas eu achava que você era nova demais e tinha todo um futuro promissor pela frente, julguei que seria a melhor para você não ter tantas responsabilidades tão cedo na vida.
- Mas só se passaram três anos – continuei – Acha que agora eu sou capaz de tomar conta de um bebê?
- As coisas mudaram, minha filha, você agora é uma escritora publicada e está construindo a sua vida – explicou – Acho que eu te julguei mal, você sempre deu conta. Percebi isso pela maneira madura como nos contou que estava grávida e que criaria esse bebê por mais que as coisas fosse difíceis.
- Mesmo ele não tendo um pai – completei.
Meus pais sabiam muito bem que o pai do meu filho era o Damon mas que eu não iria contar a ele sobre o bebê. Para a minha surpresa, os dois não fizeram a menor objeção.
- Sabe mãe, eu quero muito que você conheça o Chad e a Gwen – continuei – Os seus netos são as coisas mais lindas do mundo, tenho certeza de que você irá amá-los.
- Estou ansiosa por isso – garantiu – Mas você sabe que vai precisar explicar o Alexander para eles, não é mesmo?
- Já pensei nisso tudo – estava querendo o copo na minha mão, agora ele estava pela metade – Infelizmente vou precisar mentir para o Damon. Por mais dura que seja, sei que esse é o melhor para todos nós.
Minha mãe tocou o meu braços, demonstrando que estava me apoiando. Foi nesse momento que a campainha tocou e eu estava preparada para me levantar.
- Não precisa se levantar – ela avisou na mesma hora – Deixa que eu vou até lá.
Estava bem próxima da porta, então no momento em que ela abriu pude ver Clary. Ela estava trazendo uma sacola nas mãos.
- Bom dia, mamãe do ano – foi se aproximando de mim – Como é que você está se sentindo hoje?
- Entediada – revirei os olhos – Não aguento mais ficar trancada nesse apartamento, é sério.
- Deixa de ser amarga – brincou eu fiz uma careta – Tenho uma coisa para te animar, trouxe um presentinho.
Ela me entregou a sacola que estava segurado. Clary estava sempre me trazendo presentes, disse que o afilhado dela seria totalmente estiloso.
- Ah, Clary, você sabe que não precisava – sorri e abri o embrulho, dentro tinha um macacãozinho azul com o desenho de um leãozinho e também uma mantinha da mesma cor – É lindo, mas não precisava. Ele tem tanta coisa, acho que não vai usar nem metade das roupinhas.
- Faço questão – colocou a mão sob a minha barriga – O pequeno Alec merece o melhor, não é mesmo?
- Alec? — a olhei em dúvida – O nome dele é Alexander, já é tão bonito. Não queria começar a dar apelidos para ele, vai acabar pegando.
- Alexander é um nome muito grande para um bebezinho tão pequeno – explicou – Melhor chamá-lo de Alec, é bonitinho.
- Eu gostei – minha mãe avisou.
Preferi não falar nada. Sabia que acabaria sendo voto vencido e quando eu menos esperasse, todos estariam o chamando de Alec, inclusive eu mesma.
Acho que vou levar isso lá para cima – avisei, já fazendo menção de me levantar do sofá.
- Não precisa se esforçar atoa, minha filha – minha mãe já avisou – Eu levo para lá, pode continuar deitada.
- Mas eu quero ir até lá – disse – Por favor, eu preciso me levantar.
Infelizmente, no momento em que eu fiz, senti uma dor forte na minha barriga, já tinha passado por isso e sei que é a primeira contração. Quando olhei para baixo, lá estava a poça de água embaixo de mim.
- Acho que a bolsa estourou – minha voz estava mais calma do que eu achei que estaria – O bebê vai nascer.
- Essa não! — Clary começou a andar em círculos, totalmente desesperada – O que é nós vamos fazer?
- Fica calma, Clary – foi impossível não sorrir – Já passei por isso antes e não é tão desesperador assim. Nós dois vamos ficar bem.
- Ela tem toda razão – minha mãe avisou – Você está de carro, não é mesmo? Vai levando ela para o hospital que eu vou avisar ao Grayson que você estão indo e também aviso a todos.
- Mas mãe, você não vai estar lá comigo – reclamei – Pensei que fosse estar ao meu lado nesse momento.
- Sei disso, meu amor – passou a mão pelo meu cabelo – Mas o seu pai estará lá com você, o tempo todo.
Meu pai é obstetra e fez questão de acompanhar o meu pré-natal desde o principio. No inicio fiquei meio incerta por ele fazer o meu parto, mas agora estou aceitando, pelo menos terei alguém conhecida comigo o tempo todo.
- Tudo bem! — acabei concordando com a cabeça – Vamos então, Clary.
No caminho até o hospital tive uma nova contração, acho que tinha me esquecido o quanto aquilo podia doer. Tentei me manter o mais calma o possível.
- Vendo tanto que você está sofrendo acho que nunca vou querer ter filhos – minha amiga observou, fazendo uma careta – Não sei como é que você consegue ficar tão calma? Dá para ver que você está sentindo dor.
- Eu tive parto de gêmeos, um só vai ser moleza – lembrei – Tenho certeza de que vai dar tudo certo.
Quando cheguei ao hospital, meu pai já estava me esperando na porta com uma cadeira de rodas e já foi me levando para a sala de exames. Clary foi junto comigo e não soltou a minha mão por nenhum minuto.
- Elena tenho uma notícia não muito boa – meu pai disse, estava passando o aparelho de ultrassonografia na minha barriga – Mas você vai ter que ficar calma.
- Tem alguma coisa errada com o meu bebê – já comecei a me levantar, totalmente preocupada – O que foi que aconteceu?
- Acabei de ver aqui na ultrassonografia que o bebê está atravessado – explicou – Não vamos poder o parto normal.
- Mas como assim ele está atravessado? — o olhei confusa – Tivemos uma consulta a duas semanas e ele estava na posição normal, pronto para se encaixar.
- Ele deve ter se mexido, isso pode acontecer – explicou – O importante agora é que precisaremos fazer uma cesariana de emergência.
- Cesariana? — senti meu corpo gelar – Você quer dizer que eu vou precisar passar por uma cirurgia.
- É uma cirurgia bem simples, Elena – garantiu – E você vai estar acordada o tempo todo, sei que essa é a sua maior preocupação.
Quando eu tinha 11 anos precisei retirar o apêndice, tomei anestesia geral e durante o tempo em que estive desacordada tive inúmeros pesadelos. Desde aquela época tenho verdadeiro pavor de entrar no centro cirúrgico.
- Vamos preparar sala de parto para você – meu pai avisou – Você pode ter algum acompanhante com você lá dentro, então, Clary, sugiro que você venha comigo para poder de arrumar.
- Eu? — olhei confusa para ele e para mim repetidas vezes – Lena, eu sinto muito, acontecesse que eu nunca consegui ver sangue. Você me perdoa.
- Tudo bem – disse, dando de ombros.
Foi nesse momento que a porta do quarto em que estava foi aberta. Jeremy entrou no local, acompanhado de Tessa.
- Você está bem, Lena? — perguntou, totalmente preocupado. Eu apenas balancei a cabeça afirmativamente.
- Nós vamos precisar fazer uma cesariana de emergência – meu pai explicou – Clary não quer acompanhá-la na sala de cirurgia, se você quiser ir.
- Mas é claro que eu quero – garantiu, antes de se virar para mim – Lena, nada me deixaria mais feliz do que assistir o nascimento do meu sobrinho.
- Claro que vou querer você comigo, Jer – garanti, não pude deixar de dar um sorriso bobo.
Ele saiu juntamente com o nosso pai. Alguns minutos depois a enfermeira foi me buscar para a cirurgia, eu estava totalmente nervosa, a expectativa de ver logo o rosto do meu pequeno Alexander e saber se estava tudo bem como ele era muito grande.
Já tinha tomado a anestesia, o que tinha aliviado um pouquinho a dor. Jeremy estava ali ao meu lado. Não demorou muito para o meu pai aparecer.
- Prontinho, Elena, vamos começar logo com isso – avisou.
Não sei exatamente quanto tempo se passou, Jeremy estava conversando e me distraindo, quando eu percebi um chorinho alto e bem fininho estava preenchendo o ambiente. Pude ver meu pai segurando o bebê todo ensaguentado e entregando a enfermeira, que o embrulhou em um pano azul.
- E ai está! — disse – Forte, saudável e, como pode ver, bem chorão.
- Eu quero ver – estiquei os braços – Por favor, deixa eu ver o meu filho. Eu quero segurá-lo.
- Você já vei poder vê-lo – avisou – Só vamos limpá-lo, pesá-lo e fazer os primeiros exames.
Logo a enfermeira voltou e entregou o “embrulhinho” para o meu irmão. Ele deu sorriso bobo ao olhar o sobrinho.
- Jer, eu quero ver o meu filho – pedi, mas uma vez.
Então ele se aproximou e se abaixou para que eu pudesse ver o meu bebê. Seu rostinho ainda estava bem amassado, mas ele abriu os olhos nesse mesmo instante e pude ver que eram profundamente azuis, iguais aos do pai.
- Olha, Alexander, essa daqui é a sua mãe – ele disse – Ela estava doida para te ver.
- Oi, Alec, meu amorzinho – sussurrei, pelo jeito esse apelido iria pegar mesmo – Estou muito feliz por você estar aqui comigo, só quero que você saiba que eu te amo muito e vou te proteger de tudo – dei um beijinho no topo da sua cabeça, ele era totalmente carequinha.
Em menos de meia hora eu já estava no meu quarto e quando levaram o meu filho para amamentar liberaram para que eu recebesse visitas. As primeiras a irem foram Clary e Tessa, não demorou muito para a minha mãe aparecer, um pouco mais tarde foi a vez de Katherine e até mesmo April apareceu.
A noite eu fui dormir totalmente exausta, mas estava muito feliz.
Notas finais
O que acharam do Alec, fofo né?
Será que agora demora muito para o Damon saber a verdade?
***
Agora uma notícia não muito boa...
Como vocês sabem a minha prova do mestrado está chegando e eu tenho um MONTE de coisa para estudar e está cada vez mais difícil de atualizar duas vezes por semana.
Não quero deixar vocês sem post, então vou passar a postar uma vez por semana.
Espero que vocês entendam (logo as coisas voltam ao normal, eu prometo)
***
Bom, é isso
Comentem e digam o que estão achando
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