A Nova Personagem

28 Capítulo Extra - A Poção Tarada![Parte 2 - Final!]


Dois dias se passaram desde quando os garotos ficaram extremamente tarados.

Agora, os meninos estão em uma reunião.

Lupus pov on

Nós estávamos fazendo nossa tarde de jogos e coisas de homem sem as garotas nos incomodarem reunião semanal. Do nada, o Ryan se levanta e começa a falar:

--Colegas homens machos da Grand Chase, eu tenho...

--Um sonho.—grita Sieghart, zoando com a cara do elfo e nos fazendo rir.

--CALE SUA MALDITA BOCA, ERCNARD SIEGHART! DEIXA EU TERMINAR MEU DISCURO, P**RRA! Grahan, como eu ia dizendo, todos aqui sabem que as garotas fizeram uma poção que aflorou nosso lado queremosfazerfilhos por quase dói dias. MEUS AMIGOS É HORA DA VINGANÇA! Eu consegui reproduzir a poção, com um “sabor” diferente para as garotas não perceberem, alías, nem sabor têm. Assim, que tal vermos como as garotas são taradas!

Tenho que admitir, esse elfo tem idéias ótimas ás vezes. Esse é um plano interessante. Vamos ver no que vai dar.

Kyu pov on

Eu e as garotas estávamos entediadas de novo. Dessa vez, nós estávamos na sala.

O Ryan, o Lupus e o Dio entraram com um frasco no local.

--Que mistura de ervas você fez agora, Ryan?—Pergunta Lupus, olhando para o frasco.

--É um líquido milagroso!

Diz o elfo, com o ego inflado.

--Que que essa m*rda aí faz?

Dio estava com seu melhor olhar de desprezo.

--NÃO É M*RDA COISA NENHUMA! É um suco especial que, por dentro, faz todas as espinhas desaparecerem a ainda impede que as rugas apareçam cedo.

EITA! EU PRECISO DISSO!

--Ryan-kun, poderia me dar um pouco desse suco?

Disse Lire, manhosamente, se aproveitando da paixinte que o elfo tem por ela.

-- Posso tomar esse suco também? – disse Rey.

Depois da briga que tivemos para descobrir quem tomaria, conseguimos um copo para cada um de nós. E assim, bebemos.

~~~~~Lupus POV On~~~~~

Deu certo! Elas tomaram! Eu, Ryan e Dio corremos para a casa da árvore e contamos para os outros. Agora, era só esperar.

~~~~~Kyuu POV On~~~~~~

Que suco é esse que não tem gosto de nada? Eu...estou tonta...que pensamentos pevertidos são esses que passam pela minha cabeça?! Espere...eu...

~~~~~Lupus POV On~~~~~~

Peguei o binóculo e fiquei observando elas. Parecia tudo normal, até Kyuu se levantar e enunciar algo para as meninas. Quando ela se virou e andou para o corredor, as outras a seguiram.

-- O que ta havendo? Eu quero ver! Eu quero ver! – disse saltitando Krako Jr, que estava do meu lado.

-- Espera! Ei pessoal...

-- Diz Lupus, como está o plano?

-- Ryan, você checou se é a poção certa? Não teve nenhuma reação pevertida.

-- É a certa, eu tenho certeza.

-- A única coisa que vi foi Kyuu enunciar algo e as outras a seguirem.

-- Ok, mas, eu acho que isso é natural, mas Lupus...

-- Diz.

-- A gente não tem suprimentos para passar um dia inteiro aqui...

-- ...Droga! Vamos ter que ir lá?

-- Sim...

-- E fodeu...

-- “Fodeu” mesmo.

-- Sieg e eu vamos pegar os travesseiros e sprays, o resto vocês sabem. – disse eu, já pegando uma bolsa e colocando os binóculos nela.

-- Bora, Lupus. – disse Sieghart, com duas bolsas.

-- Sim, vamos nos aventurar!

Descemos pelo o elevador de madeira a mão e que descia e subia por uma alavanca que acionava as cordas que ou descia ou subia. Quando chegamos ao chão, Sieg exclamou:

-- Pronto para entrar na Zona das Zumbis Gostosas Taradas?

-- Só Zona Zumbis Taradas ta ok.

-- Encrementa alguma coisa, cara.

-- Espera Sieghart, a gente se separa dos outros no corredor da sala.

-- Ok.. – disse já desanimado Sieg.

Depois que todos estávamos preparados, andamos calmos até a porta, onde teve um barulho estranho que algo caindo com força no chão.

-- Esperem! O que foi isso?

-- Parece uma cadeira pesada que caiu no chão.

-- Cadeira?

-- É, parece.

Não dissemos nada no caminho. Mas, quando íamos chegar no corredor, encontramos Elesis, Lire, Holy, Rey e Arme estavam no final do corredor. Todas com uma lança da cor delas e...de biquíni finíssimo da cor delas.

-- Parados, intrusos! – disse Elesis, pondo a lança em nossa direção.

As outras também fizeram isso. Depois, elas foram para atrás de nós e amarraram meus pulsos com uma corda e nos guiaram para um corredor que eu nunca havia notado. Tinha até um portão, onde Mari e Amy guardavam a entrada. Mari apontou para nós uma lança azul e fiscalizou nossas bolsas.

-- Não podem entrar no reino com isso. – disse ela.

-- “reino”?

-- São intrusos, mas não sei o que nossa rainha dirá sobre seu destino, punição, banimento ou morte.

-- “rainha”?

-- Não responderemos suas perguntas, bárbaro, sigam-me.

Seguimos elas. Na verdade, todas falavam desse “reino” e dessa “rainha” e todas estavam de biquíni muito fino. Encontramos os mascotes Norton e Gram na entrada, que rosnaram para a gente, mas não fizeram nada. “Até esses dois?!” – pensei.

-- Acho melhor deixá-los na prisão até a rainha decidir vê-los. – disse Amy.

-- Ótima idéia, torturá-los também está permitido?

-- Bom, acho que sim, guie você, a ruivinha e a elfa.

Elesis se aproximou de nós, junta de Lire. Guiaram-nos para a Sala de Treino, mas agora, cheia de correntes. Prenderam-me no canto superior esquerdo sem a blusa, enfim, prenderam todos nós sem a blusa num lugar da sala.

-- Ei, Lupus, acho que vai rolar uma treta.

-- Porque você acha?

-- Porque prenderam você e os mais fortes no pescoço também.

-- Até você tem.

-- Então eu virei cachorro?!

-- Isso não é coleira...

-- Virei cachorro! Terei mil e um filhos com a Mari!

-- Cale-se, bárbaro! – disse Elesis, cutucando Sieghart na cabeça com a ponta da lança que não tinha a lâmina.

-- Calo quando eu quiser!

-- Calai-te!

-- Me Obrigue!

Elesis parou de cutucar, mas, em vez disso, disse:

-- Teremos que lhe calar de outra maneira então.

As meninas colocaram paredes de trocar de roupa em volta do Sieghart, tirando minha visão dele e com Mari dentro. Quatro minutos depois, tiraram as paredes, e consegui ver que Sieghart estava com os olhos arregalá-dos e suava. Quando as meninas saíram, perguntei:

-- O que fizeram com você, Sieghart?

-- E eu que sou tarado, isso deixou minha dignidade com a Mari...

-- O que ela fez?

-- Bárbaros, a rainha solicita-os para decidir o destino de vocês. – disse Amy, tirando a ligação da nossas algemas com a parede.

Elesis pegou a corrente da minha algema que ficava no pescoço e a de Sieghart e puxou. Tive que acompanhar. Amy, todas as outras fizeram a mesma coisa.

-- Espero que a rainha escolha a punição... – sussurrou Lire para Elesis.

-- Também espero! Gostei do de cabelo azul! ♥

-- Eu gostei do elfo! Mas acho que a rainha vai gostar do garoto lutador ali atrás, o de cabelos vermelhos.

-- O com faixas na mão?

-- Sim, faria mais o tipo dela.

-- Entendo, também acho.

Amy estava ali atrás, puxando Azin e Ronan, então, que rainha é essa que ficaria com Jin? Até agora, não vi Gabriela e Kyuu. Talvez estejam falando de Gabriela, é o mais provável. Quando nos levaram para a “sala do trono/Estufa”, encontramos um palcozinho, onde tinha um enorme trono vazio e um lugar onde estaria o concelheiro do rei vazio.

-- Onde está a rainha?! – gaguejou Lire

-- Onde vocês a esconderam, bárbaros? – rugiu Elesis para Sieghart.

-- Calma minhas leais súditas, calma. – disse uma voz calma perto do campo de flores da estufa.

Olhei para a direção da voz e...acho que tive hemorragia nasal. Vi Kyuu com uma coroa, um manto vermelho de rei, biquíni vermelho e fino, mas agora, tinha um panino transparente que cobria a barriga. Ela se sentou no trono, seguida de Gabriela, que estava igual, só que sem a coroa e o manto.

-- Queen, esses são os intrusos que entraram em nosso reino. – disse Gabriela, se curvando diante de Kyuu.

-- Hum...Ás? – disse Kyuu, olhando para uma garota mais atrás.

Mari apressou o passo até Kyuu.

-- Ás, você examinou algum deles?

-- Queen, examinei um deles, parece que são de mente baixa.

-- Baixa Inteligência?

-- Isso, senhora.

-- Hum...Joker?

-- Sim, Queen? – disse Gabriela, indo para o lado de Kyuu.

-- Poderia me trazer o de cabelos vermelhos?

-- Sim, senhora.

Gabriela foi até Arme e pegou a corrente que ligava o pescoço de Jin e correu até Kyuu. Ela se levantou do trono e deu uma volta nele, examinando-o.

-- A minha Jack gosta de você, o que será? Aparência? Estilo? Jeito de ser?

-- ...

-- Sem palavras? Baixa Inteligência...

-- Queen, se afaste um pouco, são bárbaros, não se sabe o que farão.

-- Sim, Joker, obrigada pela preocupação, irei me afastar. – disse Kyuu, já se afastando um pouco, mas sem parar de observar Jin.

Ela suspirou e sentou na cadeira, fazendo Cérbero subir em seu colo e receber carinhos dela.

-- Isso só cabe a Jack fazer. Até agora não mudo minha opinião de bani-los. – disse ela, entediada.

Abaixei minha cabeça, olhando para o chão. Eu parecia o Lass na infância agora.

-- Ei! Você que abaixou a cabeça, dê um passo a frente.

-- Seria possível se eu não estivesse algemado.

-- Oh! Ele fala! Uma criatura com inteligência! Que raro! Me interessou.

-- Queen?! Ele é um bárbaro! A senhora...

-- Joker, eu sei quem lhe interessou e irei falar depois só para você, embaraça-a só de pensar nele, certo?

-- ...

-- Bom, por causa de uma criatura, irei mudar minha opinião, poderemos puni-los.

As meninas tremeram de emoção, mas não disseram nada. Eu já imaginava o pior só com esse negócio de punir. Kyuu levantou-se e enunciou:

-- Levem-nos para os Quartos da Punição, por favor.

-- Sim, rainha! – disseram todas, já nos movendo.

Já fora da estufa, Amy disse para Elesis:

-- A rainha é tão gentil! Fico feliz em tê-la como soberana.

-- Também acho. Deu praticamente de presente estes garotos! Acho que teve piedade de nós.

-- ...

O Quarto das Punições era praticamente o dormitório. Quebraram minhas algemas e me trancaram num quarto. Tentei correr para a porta que iria fechar, mas elas foram mais rápidas.

-- Ei! Tirem-me daqui agora!

-- Impossível, bárbaro, espere a súdita, ou se tiver sorte, poderá ter uma de alta categoria ou melhor, a própria rainha para lhe punir! Se bem que eu acho que a rainha irá para o lutador...

Fiquei calado. Fui para o canto do quarto, onde abracei minhas pernas e coloquei a cabeça baixa. Nesse meio tempo, como eu estava cansado disso, adormeci. Acordei quando ouvi a porta destrancando.

-- Ei...mas você irá mesmo punir esse?...

-- Irei, mas não digamos punir, irei fazer outra coisa.

-- Certo, mas tenha cuidado, ele está desalgemado.

-- Certo, terei cuidado.

A porta fechou. Não sai do meu canto, mas eu vi ela sentar na cama e me observar.

-- E então? Vai sair daí para eu fazer as perguntas?

-- Me obrigue, Kyuu.

-- Queen, por favor.

-- Queen, Kyuu, tanto faz!

-- Ora! Que gatinho preguiçoso! Irei fazer o gatinho obedecer a gatinha.

Ela não sei como, mas me puxou, fazendo-me ficar de pé ao seu lado e com um golpe, me jogou ao chão e ficou emcima de meu abdome.

-- Eu não queria puni-lo, mas, você que pediu isso. Fico até triste de ser assim as coisas...

-- Kyuu...saia...de...cima...de...mim!

-- Ora! Você está corado, já é um começo.

-- Apenas...saia de cima de mim.

-- Que linha é essa em seu peito? – perguntou ela, já traçando a cicatriz que Lin fez em mim em forma de X no dia que recusei amá-la.

-- Nada que a Queen queira saber.

-- Mas eu quero saber!

Num movimento, eu troquei os lados: Ela ficou embaixo, com os braços sendo segurados por mim e eu emcima dela.

-- Ficará querendo saber. – sussurrei para ela em seu ouvido.

-- ...

-- Eh? A gatinha ficou calada.

-- E-Eu não fiquei calada! – disse ela corada.

-- Oh, ficou corada. – disse rindo um pouco

-- Pare de rir da sua rainha!

-- Você não é uma simples rainha que comanda os outros, é a minha rainha. – disse com voz rouca e sedutora em seu ouvido.

Ela tremeu um pouco, mas riu baixinho, dizendo:

-- Certo, você derrotou sua rainha, merece parabéns por isso, mas agora, antes que eu resolva lhe algemar, saia de cima de mim.

-- Quero ver você tentar.

-- Ora seu...

-- Você, sem nenhuma poção e apenas assim, teimosa e com essa roupa já me deixa assim...

-- N-Nani?!

-- Você sem poção me deixa louco... – disse, fechando os olhos.

-- ...

-- Mas, parece que você não é tão tarada assim...

-- Etto...

-- Será que eu que darei a punição?

-- S-Saia de cima de mim, Lupus Urameshi Wild! – disse ela fechando os olhos e corada.

-- Você sabe meu nome...Kyuu, você tomou o “suco” ou não?

-- ...

-- Não tomou, até suspeitei.

-- E nem a Gabriela, nós duas estamos fazendo teatro, mas, suspeitamos desse “suco que evita espinhas e tira as rugas mais cedo”. A voz de vocês estava alta, isso era algo que eu suspeitava ainda mais.

-- Então se eu te seduzir não terá problema, já que você está sem a poção.

-- P-Pare agora com isso! Tire sua mão de minha perna agora!

-- Lembre-se, que você fez isso em mim sem uma poção.

Ela estendeu o braço a uma garrafa térmica que tinha no criado-mudo perto de nós. Como eu vi que ela iria bater em mim com a garrafa, com a mão, sem me interromper, joguei para o chão.

-- Droga...

-- Escapatórias: Zero.

-- Só tem uma! E farei isso por mim e pelas outras!

Ela trocou de lado comigo, me beijou e pegou minha mão e colocou em seu seio direito [já tinha censura nessa treta antes, mas é um sacrifício u.u]. Isso me tirou de mim, mas percebi que ela se jogou para trás, pegou a garrafa térmica e tentou desesperada tentando abrir. Me joguei em seu lado, segurando sua barriga e uma mão dela.

-- O que você...

Ela abriu completamente e tomou o liquido verde de dentro. “Isso é...a poção do Ryan!” – pensei. Joguei logo fora o resto, fazendo derramar no chão. Kyuu sorriu agora pra mim e me jogou pro lado.

-- Punirei você!

-------Depois da Punição Semi-Hentai------

Eu suava muito. Nunca pensei que Kyuu era capaz de fazer aquilo. O chão ainda estava molhado, igual a Kyuu, que se levantou e abriu a porta, dizendo:

-- Na próxima vez, lembre-se disso.

E saiu, deixando a porta aberta. Sai correndo para a casa da árvore e percebi que a maioria de nós estava lá.

-- Lupus! Você está bem? Sua sanidade está boa?

-- 1° — Estou assustado, 2° Minha sanidade está boa.

-- Ótimo! Que medo me deu...

-- Como as garotas tem rainha, precisamos rebater. Escolheremos um de nos para ser Rei e o outro o “Joker” e o Ás.

Escolheram: King – Eu, Joker – Zero, Ás – Sieghart, Valete [Não sei porque. By Lupus] – Ryan. Me colocaram uma coroa, um manto de rei e começaram a me proteger. Chegamos lá. Como vocês devem estar se perguntando: Passamos pelas guardas, onde deixamos outros súditos seduzirem elas um pouco e depois voltarem. Kyuu estava na Estufa de novo, só que comendo uma maçã. Ela olhou para Sieghart e Ryan e perguntou:

-- Vocês de novo? Querem mais punição?

-- Você é uma falsa, esse trono, não pertence a uma rainha de sangue não puro igual a você!

-- Nani?! – disseram Mari e Gabriela juntas.

-- Chega! Não agüento essa blasfêmia! – disse Kyuu.

-- O verdadeiro rei está aqui! – disseram eles, abrindo espaço para eu passar.

Quando Kyuu me viu, massagueou o trono ao seu lado, que estava vazio.

-- Quem é este rei? – disse ela

-- É o soberano legitimo!

-- Veremos!

-- Deixe-os batalharem e descobrirá quem é o rei.

Trancaram-nos na Sala de Treino, mas...como eu ia batalhar...se me prenderam num canto da parede?! Kyuu caminhou até a mim e disse:

-- Essa batalha é, quando eu terminar, irão tirar-lhe as algemas e me algemarem, para você tentar fazer sua parte. Não pode tirar a roupa do outro, mas pode pegar na pele dele, sem tirar a roupa, entendeu?

Assenti. Kyuu não fez nada demais, só me beijou.

-- Não posso fazer nada contra você, bom, nada que lhe contageie.

-- Ei, sua voz não está igual a das outras...

-- O efeito acabou...e você jogou a garrafa fora, onde eu não pude beber mais da poção para durar mais...

-- ... Só isso?

-- Sim...

-- Eu agüento mais.

Ela me abraçou, mas seus.....ficaram precionados em meu peito, onde me fez corar demais, acho que meu nariz sangrou. Senti sua mão por baixo de minha blusa, abraçando-me mais forte.

-- Não exagere no meu, ok?

-- ...

Agora, as garotas trocaram: EU MUAHAHAHAHAHAHA! Puniria Kyuu. E não vou contar a vocês o processo u.u. Mas eu ouvi vozes no corredor depois de terminar como: Porque eu estou só de biquíni?! Eu não sei usar lança!. Parece que elas voltaram ao normal. Tirei Kyuu das algemas e tirei sua coroa, igual a ela, tirando a minha.

-- A gente não é rei e nem rainha de alguma coisa, certo?

-- Você é rainha sim, a minha.

-- Se for assim, você é meu rei.

Kin: AGORA! VOCÊS NÃO SABERÃO DE MAIS NADA! ACABOU A HISTÓRIA TODA!

Matheus: Que final-bosta em.

Kin: Ok, Ok, pra recompensar o final sem criatividade, e também pq eu não sei fazer menina tarada, vou dar um spoiler: O mundo da Kyuu é o inverso desse.

Matheus: Os fodas virão manes covardes?

Kin: Isso.

Matheus: Então o Lupus vai virar um pamonha.

Kin: Isso...

Matheus: E a Kyuu..

Kin: OK! JÁ DEU!CALA A BOCA!

~{Fim}~
Notas finais
reviews!
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!