Notas iniciais
Gente,não se preucupa,eu to fazendo no mesmo dia o capítulo 6,mais emocionante pro Lupus que o 5,mas algumas pessoas não podem gostar,jo no liga u.u

Dois meses.

O tempo que passou após Misaki ter morrido e eu ter ‘’casado’’ com Lin.E mesmo ela se oferecendo na cama para mim,eu recuso,sempre.Ando cada dia mais triste que o normal,a morte da Misaki afetou bastante em mim,e hoje,dia 13 de fevereiro de 2050 era o aniversário de casamento meu e da Lin,e ela daria uma baita de uma festa hoje.E também o festival do casal mais perfeito do século esta perto de começar.Ela me escolheria, literalmente.E a competição da feira de ciências da Mari,Lass,Zero, Sieg e Dio estava chegando junto e eles estavam fazer uma maquina muito esquisita que podia mudar a personalidade da pessoa e foi testada no Lass. (Ele ou Ela – fanfic de Kuro Chan,mas evite a parte do Lupus.).Mari estava a fazer outra maquina no qual o objetivo manteve escondido do grupo.Um dia,visitei Mari enquanto ela fazia a tal maquina e a peguei de surpresa:

-- Mari,o que essa maquina faz?

Ela tomou um susto e pegou o pano rapidamente para esconder a maquina

-- Que maquina?

-- Não minta.

Sabendo que não tinha escapatória, Mari retirou o pano e enfim respondeu:

-- Uma maquina que tem o poder de ressuscitar os mortos, mas não sei se funciona...

Curvei-me diante de seus pés e rezei:

-- Por favor,faça o teste pela mor de Deus com um cadáver que irei trazer!

-- Hã...Ok,mas Lupus,se levante,não cai bem um caçador de recompensas assim.

Levantei-me e corri para a cova de Misaki.Ao chegar lá,cavei até o caixão e retirei o corpo.Estava um roxo claro mas a pele continuava a mesma: lisa,macia,exceto pelos cortes de Lin.Levei ele até Mari , implorando de joelhos que fizesse naquele corpo.

-- Ok,Lupus,mas espere até amanhã,preciso reparar os cortes e ferimentos dessa menina.

-- Arigatou,Mari-sensei!

Quando caminhei para casa,Lin me abraçou aos beijos e carinhos na porta.

-- Chegou tarde em fofinho.

-- Você não me ama, pare de fingir.

-- Amo até demais.Eu tenho uma novidade.

-- Que novidade?

-- Estou grávida de uma criança.

-- Do Sieghart de novo?

-- Você estava bêbado.

-- Lhe conheço Lin.

-- Admito que foi do Sieghart..

-- Bingo.

-- Mas eu posso abortar e esperar um filho seu!

-- Sonha Lin.

-- O que eu preciso fazer para você me amar?

-- Jamais vou lhe amar.

-- Ter como parceira no festival?

-- Jamais,eu não vou participar dele.

-- Mas é obrigatório...

-- Então não será com você que eu irei,vá com o Zero.

-- Não amo ele.

-- Vai amar agora.

-- Me ame, vai...

Ela retirava partes de sua roupa e se esfregava em minha perna.

-- Vou contar a Mari que você tem um filho do Sieghart.

Ela parou,se levantou,ajeitou as roupas e implorou que eu não contasse.Eu falei então para que ela fosse com o Zero pro festival.Ela ficou calada, já que não tinha remédio.Ele não foi ao aniversário de casamento, para total desapontamento de Lin.Capotou na cama após o banho.Quando acordou ainda de noite, sem fazer barulho, viu que Lin, sem roupas, passava a mão debaixo de minha blusa, na esperança de retirá-la.Segurei seu antebraço e reclamei:

-- Lin, pare com essa mania!

-- Mas Lupus...

Fui no armário antes dela terminar e retirei uma roupa de dormir para Lin.Enquanto eu botava a força à roupa nela, ela ficava calada, um pouco chateada por não ter conseguido fazer o que queria em mim.Dormi no sótão, onde Lin tinha medo de pisar os pés, ansioso pelo o outro dia que estaria perto de chegar, a garota que realmente amava, iria ressuscitar e enfim, falar com ele.

Notas finais
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