A Nova Historia Dos Marotos
5 O Presente!
Notas iniciais
*Pvc Lílian
O James quer fazer uma reunião na sala precisa de novo, mas vai ser depois do jantar.
O dia continua normalmente até o almoço, quando vou ver o treino da quadribol da Grifinória. Estou feliz vendo o meu namorado "É tão estranho o chamar assim — sorrio com o pensamento — demorei tanto tempo pra perceber que o amava". James jogava realmente bem, antes eu fazia questão de achar defeitos nele (uma coisa que agora eu acho muito difícil). Ele é animado, engraçado, gentil, corajoso e muitas outras coisas que eu fingia não ver.
Sinto mãos cobrindo meus olhos.
— Adivinha quem é?
— Hum... deixa eu pensar... Amos? — brinco, pois sei quem é.
— Nossa... é assim? — ele fala saindo de perto de mim com uma cara de cachorro abandonando.
— Ei, volta! — puxo ele de volta — Eu estou brincado — digo rindo e roubando um beijo dele.
— Eu acho bom — ele tenta fingir estar bravo mas não consegue e começa a rir, ele me abraça e meu beija.
— JAMES! – grito.
— O que meu lírio?- Diz ele. Quase me esqueço porque eu fiquei brava com ele quando ele me chama assim.
— Você está todo suando e vem me abraçar?
— Sim! — e me abraça com mais força.
— Moreno vai tomar banho... — antes que eu possa terminar a frase ouvimos uma gritaria.
— O que está acontecendo?
— Não sei, mas se ficarmos aqui não vamos descobrir — fala me puxando.
Saímos correndo em direção ao castelo. Quando chegamos lá encontramos os Marotos, Frank, Alice e Marlene parados perto do Salão Principal.
— O que aconteceu? ...Escutamos uma gritaria... — pergunto tentando recuperar o fôlego.
— Um menino foi torturado com a maldição Crucio — conta Sirius sério.
— De que casa ele era?- James pergunta.
— O que isso importa agora?- quis saber Lice.
— Da Grifinória — Pedro responde, ignorando a Lice.
— Como era o menino, quantos anos ele tem?
— Ele tem 11 anos, era moreno de olhos azuis, usava óculos e o mais importante adorava aprontar.
— James esse menino meio que parece com você quando chegou aqui — fala Frank.
— E dai?
— Como assim e daí? Quem fez isso está atrás de você! — digo impressionada com a tranquilidade dele.
— Calma não vai acontecer nada comigo — diz me abraçado a dando um beijo na minha testa.
— Tá, mas toma cuidado!
— Vamos comer.
Estamos indo em direção ao Salão principal quanto Pedro arrota e vem na nossa direção. Os Marotos e Frank começam a correr. Eu, Lice e Lene ficamos olhando a brincadeira mais idiota. Mas fazer o que? Nossos amigos estavam se divertindo, até que James vem e me puxa pra brincadeira. Frank puxa Lice e Sirius puxa a Lene. Começamos a correr e resolvemos brincar de uma Polícia e Ladrão (brincadeira trouxa).
— Vocês são a polícia e nós os ladrões — fala Sirius.
— 10 segundos pra vocês correrem — fala Lene.
— Não tem que contar até 30? — fala Frank indignado.
— 1, 2, 3... 6, 7...
Eles saíram correndo, por mais que a gente estivesse roubando.
— 9... 10!
Saímos correndo atrás deles. Eu vou atrás do Tiago, Lene atrás do Sirius e Lice atrás do Frank. Remus e Pedro ficaram rindo e olhando a gente brincar.
—Nem pra ajudar a gente! Que amigos — Sirius fingindo estar indignado, mas quase não da para ouvir o que ele fala por causa do trovão.
— Ah não! Sabe, eu estou com muita preguiça e também vocês precisam correr pra perder algumas calorias... — fala Remus.
No mesmo instante que a professora McGonagall vem em nossa direção, começa a chover.
— Vamos entrem, além de estar chovendo está na hora do jantar — fala a Professora, entrando no Castelo novamente e nesse momento a chuva piora.
Corremos para dentro do Castelo para não nós molhamos.
— Nossa que chuva...
— Vamos que eu tô com muita fome — fala James, nos empurrando.
— Não sei como esses garotos conseguem comer tanto e não engordar — digo impressionada.
— Nem eu — concorda Lene.
Chegamos no Salão principal, comemos e fomos pra sala precisa. Assim que a sala se fechou, me jogo no sofá que a sala oferece.
*Pvc James
— Ah Lily, vai mais pro lado — peço pra minha querida namorada.
— Não, tem mais sofás na sal...- não deixo ela terminar a frase e me jogo em cima dela.
— SAI... James!!
— Não — digo rindo, ela revira os olhos sabendo que eu não vou sair dali.
— Vamos começar — pede Almofadinhas.
Eu fico na mesma poltrona que Lily, Sirius e Lene então na poltrona da nossa frente. Alice e Frank estão do lado deles. Aluado e Rabicho do nosso.
— James, explique o porquê que você saiu correndo do nada — pede Frank.
— Ah isso, sabe aquele homem estranho que eu disse que tinha visto no primeiro dia de aula? Então, parecia ser ele! Eu tenho quase certeza que era ele.
— Gente... Pensem, esse homem só aparece na frente ou quando está perto do James, e hoje esse maluco saiu correndo atrás dele. E depois de um tempo um menino foi torturado...
— E o menino ainda tinha algumas coisas parecidas com o James... Usava óculos, era moreno, gostava de aprontar e o mais importante era da Grifinória como muito orgulho.
"Só pode ser brincadeira esse cara vai começar a botar o terror em Hogwarts, e isso pra chamar minha atenção?".
— O que vamos fazer?- pergunta Alice.
— Não sei, mas se as coisas piorarem a gente vai ter que tomar nossas próprias providências — fala Sirius com firmeza.
— Também acho.
— É melhor irmos dormir, está ficando tarde.
Quando todos foram embora, deixando eu e Lily sozinhos, chamo ela pra uma dança lenta.
A sala abre mais espaço pra nós dois dançarmos.
— Eu não quero que nada aconteça com você. — fala Lily muito preocupada.
— Eu vou fazer o possível – digo. Não gosto de Lily preocupada — Eu tenho um presente pra você.
Levo a mão no bolso e pego uma caixinha. Olho no fundo dos seus olhos e sorrio vendo que ela está curiosa.
—Eu quero que você use essa pulseira/colar quanto eu não estiver perto.
— Me promete que sempre vai estar perto?- ela pede.
— Não sei se sempre sou estar, ainda mais com tudo que está acontecendo. Mas você pode ter certeza que eu te amo.
— Então eu não vou precisar usar esse presente...
— Mesmo comigo perto, use Lily, eu irei ficar feliz de ver você usando.
Eu não gosto de menti, mas foi o único jeito que eu encontrei para fazer ela usar a pulseira. O presente era meio que um escudo contra maldições simples, mas maldições imperdoáveis não.
— Bom, vamos dormir.
Fomos pro Salão da Grifinória, eu vou pro dormitório masculino e Lily pro feminino.
Coloco meu pijama e fico pensando se fiz certo em mentir pra Lily e pros meus amigos. Eu sei que corro perigo porque não quis ser comensal e o Lord das travas vai fazer de tudo pra mim ir pro seu lado. Se for preciso matar alguém que eu amo, ele vai matar.
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