A Noiva do Rei
5 Capítulo 5
CAPÍTULO V
Rin não dormiu bem. Suas emoções estavam à flor da pele. Quando conseguia fechar os olhos, por alguns instantes,imagens de uma limusine preta invadiam seus pensamentos.
Quando se levantou, Sesshoumaru já estava acordado, ao contrário dos outros dias. Encontrou-o na cozinha, vestindo aquela roupa esquisita, e tentando descobrir o segredo do funcionamento da cafeteira elétrica.
- Deixe que eu faço o café — ela se ofereceu, envergonhada em ser surpreendida descalça e de camisola e penhoar, apesar de perfeitamente decentes. Talvez fosse o modo de Sesshoumaru fita-la que a envergonhava tanto.
- Deveria se vestir primeiro — ele aconselhou. — Uma moça não pode aparecer diante de um homem em trajes de dormir.
- Eu não posso. E você? — Ela indicou o cáftan.
- sou homem.
- Posso me vestir como quiser dentro do meu próprio apartamento — Rin insistiu.
Sesshoumaru deu um passo. O movimento foi lento, sensual, predatório. Algo que ela nunca presenciara antes. Os olhos não se afastaram do seu rosto por um único segundo, nem para piscarem.
- Em um minuto farei o café, está bem? Vou me vestir.
Quando Rin voltou, ele também estava vestido. Preparou o desjejum e, para sua surpresa, Sesshoumaru tomou sem reclamar. Seu comportamento não demonstrava que algo incomum havia acontecido. Rin, no entanto, passou o dia inteiro se lembrando daquele olhar.
No final da tarde, depois de mais um dia de trabalho, encontrou-o no topo da escada, brincado com o filho de sua vizinha.
- Outra vez — pediu o menino.
- Minhas pobres costas — Sesshoumaru grunhiu comicamente.
- Está bem, mas será a última vez, combinado?
- Combinado.
- Não vale descer até o andar térreo, OK?
- OK.
O garotinho começou a descer e trombou com Rin, a quem não tinha visto. Ela sorriu. Sesshoumaru veio ao seu encontro no mesmo instante.
- Nós estávamos nos divertindo um pouco.
- Foi o que percebi. Seu amigo Kouga não iria gostar.
- O que os olhos não vêem, o coração não sente. Nicky a deixará entrar na brincadeira, se quiser, não é Nicky?
- Claro!
- Eu adoraria, mas tenho que preparar o jantar para o meu primo.
- Mas Pedro não está com fome, está, Pedro?
- Bem, meu amiguinho, para falar a verdade estou morrendo de fome. Você se importa em continuarmos a brincadeira amanhã?
- Amanhã eu não posso. Vou ficar com a minha avó por uma semana. Minha mãe só está esperando meu pai chegar para sairmos.
- Uma pena — Sesshoumaru se lamentou. — Gostei muito de brincar com você.
- Eu também. Poderemos nos ver novamente na semana que vem?
Sesshoumaru acariciou a cabeça do menino.
- Assim que for possível.
O menino subiu correndo. Sesshoumaru o seguiu. Rin encontrou-o diante de sua porta, esperando-a.
- Você gosta de crianças — ele observou.
- Muito.
- Deveria se casar e ter filhos.
- Tenho Shippo — Rin respondeu, na evasiva. — Com licença. Preciso me trocar.
Ele a impediu de entrar. Embora não a tocasse, seu corpo másculo se colocou de forma a impossibilitar-lhe a passagem.
- Há alguma outra razão, algo mais profundo. Você não deseja se casar. Vejo isso em seu rosto.
- Nem todas foram talhadas para o casamento — ela se justificou. — Por favor. Deixe-me entrar.
As mãos de Sesshoumaru se fecharam gentilmente em seus ombros.
- Fale comigo.
Rin fechou os olhos. Delicado e carinhoso como estava se portando, Sesshoumaru parecia um outro homem. E ela sentiu medo.
- Não posso. Por favor, deixe-me passar!
Ele não tornou a insistir.
- Como queira.
No quarto, ela trancou a porta e se atirou na cama, sem forças. Por que Sesshoumaru tinha de lhe fazer perguntas que a angustiavam? Por que não se ocupava com seus próprios assuntos?
Estava se dirigindo à cozinha, como fazia toada as noites, quando ele tornou a detê-la.
- Kouga consertou o fio do telefone e eu me aproveitei da situação. Espere.
- Não tornou a encomendar o jantar, não é? Até eu, que sou uma leiga em questões de estratégia, entendo que isso significa perigo.
- São meus próprios homens que me atendem. Não há riscos de infiltração.
- Meus vizinhos não são cegos — ela protestou. — Como pode um pobre imigrante mexicano se dar ao luxo de comprar o que há de mais caro em iguarias? As pessoas farão comentários.
- Não sou capaz de viver de cachorros quentes — ele retrucou. — Gostei do bolo de carne com legumes, mas estou acostumado a pratos mais requintados.
- Acabará morrendo devido ao excesso de colesterol.
- Justamente você me diz isso? Por acaso sabe de que são feitas as salsichas?
- Eu adoro cachorro quente!
- E eu adoro salmão, aspargos e crepes flambados de sobremesa.
- Coitado do seu povo! Será que eles sabem que você come como um rei enquanto são obrigados a se alimentar de carne de carneiro fria em suas tendas?
Ele apertou os lábios.
- A maioria dos nômades gosta dos frutos dos oásis, cordeiros assados e ensopados e semolina. Alimentam-se muito bem, se quer saber.
- Eu só queria fazer uma ligeira comparação.
A batida na porta dispensou uma resposta. Em seguida, os homens entraram, carregando caixas de papelão comuns.
- Um jantar disfarçado. — Sesshoumaru sorriu. — Lagostas. Hoje eu gostaria que provasse.
Mal acabou de falar, Sesshoumaru se muniu de um garfo e uma faca e levou um pedacinho à boca de Rin.
- É muito gostoso — ela respondeu, desconcertada ao notar o modo com que ele ficou olhando fixamente para seus lábios. De repente, ele estendeu a mão e tocou seu queixo.
- Caiu um pouco. Deixe que eu limpe.
O que havia caído, Sesshoumaru retirou com a ponta de um dedo e levou de volta aos lábios de Rin. Mas o gesto se tornou puramente sensual em uma fração de segundo. Sesshoumaru encontrou seus dentes e sua língua.
O instinto de autopreservação a fez recuar.
- Obrigada por me oferecer seu jantar, mas acho que continuo preferindo meus cachorros quentes.
- Como queira.
Ele estava encontrando dificuldade para respirar e agir com naturalidade. Não devia tê-la tocado. Isso só pioraria as coisas.
Para acompanhar o lanche, Rin abriu uma lata de batatas chips.
- Mais colesterol ainda — Sesshoumaru apontou para a lata.
- Olhe quem está falando — Rin riu, e apontou a lagosta mergulhada em manteiga.
- No final da refeição, o árabe se serviu de um crepe recheado com geléia de frutas.
- Não quer experimentar?
Lembrando de sua fraqueza de poucos minutos atrás, Rin balanço a cabeça e mentiu.
- Obrigada. Não gosto de doce.
Sesshoumaru não insistiu. A jovem era pura e seus pensamentos transparentes e ele estava começando a perder o controle de suas ações. Kouga tinha razão. Um envolvimento com Rin seria um desastre.
O pesadelo que ela conseguira evitar, permanecendo acordada por quase todas as horas das últimas duas noites. Atacou-a sem piedade. Talvez fosse devido à terrível tempestade que se abatera sobre a cidade, com seus raios e trovões.
Quando acordou, tremendo de horror, estava nos braços de Sesshoumaru.
- Não!Não! Eu preciso salva-los! Não posso deixá-los morrer!
- Rin!
As mãos em seus ombros a sacudiram e ela abriu os olhos. Sesshoumaru estava sentado em sua cama, a expressão solene à luz do abajur. Usava uma calça de pijama de seda, mas o peito forte estava nu.
- Rin, fale comigo.
- Eu... eu estou bem. Tive um pesadelo, mas já passou.
- Você gritou. Pensei que os pesadelos pertencessem ao passado.
- Até aquele instante, Rin não imaginava que Sesshoumaru estivesse a par do acontecido.
- Pertenciam.
O olhar dele abandonou-lhe o rosto para descer até o vale profundo entre os seios. Apesar do corpete de renda ser forrado, os mamilos escuros ficavam visíveis. Rin não havia notado esse detalhe antes. Mas, também, nunca se importava em se esconder antes, pois nenhum homem a vira de camisola.
Ela ergueu instintivamente as mãos sob o olhar perturbador, mas não conseguiu esconder a evidência das sensações novas que a invadiam. Os mamilos se tornaram duros e palpitantes e ela corou de vergonha.
- Lindos — Sesshoumaru murmurou, sem parar de fita-los. — São como o cair da noite sobre as rosas.
Os olhos intrigados mergulharam nos olhos embevecidos.
- Nenhum homem lhe descreveu seu corpo antes?
- Nenhum homem o viu.
Sesshoumaru respirou fundo. Seus olhos tornaram a deslizar sobre a pele acetinada entre o decote, sobre a veia que pulsava rapidamente no pescoço, e sobre os lábios úmidos. Não a tocou, mas o brilho dos olhos foi suficiente para Rin se assustar. Sesshoumaru lhe provocava sensações estranhas. Não tinha certeza se as apreciava ou não.
- Você deve sair daqui. — murmurou, rouca.
- Daqui a pouco — ele assentiu. Antes Chérie, quero ter certeza de que os pesadelos não voltarão.
- Estou bem.
- A melhor forma de se afastar um pesadelo é criar uma experiência que o suplante. Você não concorda?
- Isso depende da experiência que você tem em mente — ela respondeu, quase sem fôlego.
- Algo muito inocente. Como você, chérie — ele acrescentou com um sorriso suave. — Não há o que temer. Será apenas um contato que lhe provará que a inocência pode ser tão árida quanto o deserto.
Conforme falava, Sesshoumaru a levantou do travesseiro e deslizou as mangas da camisola até a cintura. Suas mãos macias e quentes começaram a se mover pelas costas nuas, fazendo com que os seios de Rin roçassem no peito dele. Ela arquejou. A sensação era poderosa e indescritível. Fazia os seios incharem, todo seu corpo inchar. E provocou um súbito calor mais embaixo. Suas mãos ficaram tensas sobre os ombros de Sesshoumaru.
- Relaxe — ele murmurou em seu ouvido. Ela não podia. Seu corpo parecia estar se derretendo, mas os seios continuavam rígidos. E suas mãos. — Você está gostando? — Sesshoumaru perguntou, movendo-a de um lado para o outro para que o atrito entre suas peles se intensificasse.
Ela estava cravando as unhas nos ombros dele, sem perceber.
- Você...precisa...parar.
- Só mais um pouquinho. Prometo — ele sussurrou e mordiscou o lóbulo de sua orelha. — Não farei nada que a comprometa. Nada que a envergonhe. Apenas quero tocá-la.
Rin não conseguiu afasta-lo as carícias eram enloquecedoras. A fazia ansiar por coisas vergonhosas.
Apesar da mente relutante, ela se afastou para facilitar o acesso dele aos seus seios. Mas a vergonha a impediu de encara-lo e ela escondeu o rosto no peito dele.
- Não tenha vergonha de gostar daquilo que eu posso lhe oferecer — ele falou baixinho. — Não vou lhe fazer mal.
- Mordeu o lábio. Não sabia o que responder. As sensações não deixavam. Sesshoumaru a tocava com os polegares de uma forma que os mamilos se tornaram ainda mais inflamados. Todo o seu corpo começou a latejar.
As mãos de Sesshoumaru tornaram a deslizar por suas costas.
Em seguida ele a abraçou e ficou imóvel. Rin podia sentir o quanto o coração dele batia forte. Mas não tinha coragem nem vontade de mandá-lo parar. Queria que as carícias continuassem mais e mais. Que jamais terminassem. Nunca imaginara que um homem pudesse dar tanto prazer a uma mulher.
Não sabia que suas mãos haviam mergulhado entre os cabelos de Sesshoumaru até ele gentilmente afasta-las e faze-la se deitar novamente. Segurava-a pelos pulsos e olhava para os seios. Agora vai me despir por inteiro, Rin pensou. Suas mãos, então me tocarão e ele me verá...
- Não!
Se Sesshoumaru a despisse, veria a cicatriz. Mas ele, alertado por Kouga, percebeu o motivo da súbita relutância.
- De que lado do quadril, chérie?
- O esquerdo — balbuciou, depois de um momento de hesitação.
Ele sorriu e começou a descer muito lentamente a camisola até alcançar o quadril. Ela prendeu a respiração.
- Rin, seu corpo é uma dádiva dos deuses. Algumas cicatrizes não o alteraram. Pense nelas como marcas de bravura. Você é maravilhosa. — Ele sorriu. — Agora, tente dormir. Garanto a você que não voltará a ter pesadelos. Sonhará com meus olhos.
Um calor intenso subiu-lhe ao rosto.
- Isso é timidez e me encanta. — Sem demonstrar o que tinha em mente, ele a vestiu e beijou-a na testa. — Você me deu o maior presente que um homem pode desejar, sem se dar conta do que fez. Você me convidou para ser o primeiro em sua vida.
- Não foi minha intenção.
- Nada me daria maior prazer — ele continuou, e havia sinceridade em sua voz. — Mas nossos destinos são muito diferentes. Eu só tiraria sua virgindade se pudesse lhe oferecer um futuro comigo. Infelizmente não posso.
Hesitante, Rin ergueu a mão e tocou-o no rosto. Ele apertou sua mão e soltou-a. Ela traçou a linha daqueles lábios com as pontas dos dedos. Depois fez o mesmo com as sobrancelhas. Sesshoumaru era dono de um charme devastador.
Estava se apaixonando por ele como dezenas de mulheres antes dela.
Ele segurou-lhe novamente a mão e beijou-a.
- Bonne nuit, ma chére.
- Não compreendo.
- O que não compreende? — ele brincou. — O francês ou a razão de você ter me permitido tanta liberdade?
- As duas coisas.
- Você é muito jovem, curiosa e tímida. Uma combinação arrebatadora. Um dia, um homem a levará para a cama e você descobrirá que uma cicatriz não significa nada para alguém apaixonado. — Ele ajeitou o lençol. — Durma bem.
- Você também.
Sesshoumaru olhou em sua direção Rin não conseguiu decifrar o brilho que viu. Em seguida dormiu e não teve pesadelos.
Formou-se um elo de amizade entre Rin e Sesshoumaru depois daquela noite, mas também um novo tipo de tensão. Sesshoumaru fazia questão de não se aproximar demais ou toca-la indevidamente. Também não se referiu uma única vez ao que acontecera. A julgar pelo seu comportamento, parecia impossível que tivesse sido real.
A tensão parecia aumentar a cada dia.
Em certo momento Kouga descobriu que Sesshoumaru mandava buscar comida fora e reclamou:
- Você precisa cooperar conosco ou não haverá condições de protegê-lo.
- São meus próprios homens que tem comprado e trazido as refeições. Não se vestem mais de terno ou cáftans. Parecem carregadores de empresas de mudanças e os pratos são trazidos em caixas de papelão.
- Sim, mas o restaurante que os tem fornecido é público.
A polícia desconfiou de uma operação de contrabando ao surpreendê-los, várias noites, carregando caixas pela porta dos fundo do restaurante.
Rin escondeu o rosto entre as mãos e riu.
Sesshoumaru não achou graça.
- Você pode desfazer o mal-entendido.
- Já desfiz — Kouga replicou, irritado. — Quase me esfolaram vivo. Queriam que lhes explicassem as circunstâncias que o levaram a se hospedar com Rin.
- O problema é seu.
- Mas envolve você — Kouga retrucou.
- Se tivesse no comando, cuidaria dos assassinos em pessoa.
- Nós adoraríamos colocar nossas mãos sobre eles, também, só que até o momento não temos idéia de onde se esconderam. Já vasculhamos todos os cantos da cidade e nada.
Embora tenham sido vistos na costa de Yucatán no início da semana, não devem ter entrado no país, ainda. Entretanto, como devem surgir a qualquer momento, você faria um enorme favor a si mesmo e a nós, se usasse de descrição.
- Tenho sido discreto.
- Oh, sim, mandando comprar comidas exóticas importadas.
- Peça que ela pare de comprar aquelas carnes esquisitas que vêem embrulhadas em uma tripa cor de laranja.
- Salsichas — Rin corrigiu.
- Se nós levarmos outros tipos de ingredientes à sua casa, tais como legumes e verduras, você se importa de tentar agrada-lo, Rin?
- Traga-me cogumelos, filé mignon e cicuta. Farei um jantar inesquecível
- Não é permitido envenenar dignitários estrangeiros — Kouga comentou.
- Desmancha-prazeres!
- Providenciaremos as compras imediatamente — Kouga prometeu. — Você promete, agora, que não vai mais encomendar jantares através dos seus homens, Sesshoumaru?
Ele continuava relutante.
- Está bem. Afinal ela não cozinha tão mal assim.
- Eu cozinho muito bem!
- Faça uma torta de maçã com creme que eu fico para jantar -Kouga insinuou.
- Por que não? Basta me trazer as maças e o creme de leite.
Sesshoumaru se colocou entre eles.
- Infelizmente essa não é uma boa idéia. Kouga é conhecido pela maioria dos terroristas. Não pode ser visto aqui.
- Ele tem razão — Kouga concordou desanimado.
- Não fique triste. Eu guardo um pedaço de torta.
- Isso me consola. Bem, boa noite.
Rin o acompanhou até a porta, ciente de que Sesshoumaru não perdia um único movimento seu.
- Cuidado com ele — Kouga avisou antes de sair. — è um homem que faz sucesso com as mulheres e você seria uma experiência totalmente nova.
- Obrigada pelo alerta, Kouga, mas não sou tão tola quanto pareço.
- Cuide-se assim mesmo.
- Você, também.
Ela fechou a porta e se sentiu aliviada por ter conseguido se manter fria. Kouga não deveria saber que Sesshoumaru já a descobrira como mulher. A lembrança da noite a fez estremecer. Precisa tentar tirar aquele homem de sua cabeça. O que acontecera entre eles não deveria se repetir.
- Que tal uma xícara de café? — ela ofereceu, no esforço de quebrar o silêncio.
- Kouga está atraído por você — Sesshoumaru comentou em poucas palavras. — Está acostumado ao perigo e não desistirá facilmente.
- Eu percebi, mas não estou interessada nele além da amizade.
- Eu aceito a xícara de café.
- Obrigada Rin repetiu. — É educado agradecer quando uma pessoa se oferece para servi-lo.
O cenho de Sesshoumaru continuou franzido.
- A cortesia valoriza as pessoas. Você poderia tentar usa-la.
Ele não respondeu. Rin foi para a cozinha e preparou o café. Quando voltou à sala e colocou a bandeja sobre a mesinha, Sesshoumaru ergueu os olhos para ela.
- O brigado.
Rin sorriu.
- De nada.
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