A Noite Irá Escurecer, Junto Com Você?!
14 A Final... especial Sting x Megan
Notas iniciais
Já fazia certo tempo que os magos estavam parados na frente da guilda, a observando como cachorrinhos abandonados (tirando Rogue).
– Tá... entramos ou não? — a morena perguntara, os olhando confusos.
– E como explicaremos o atraso gigantesco? — respondera o loiro a olhando meio indiferente.
– Não devemos satisfações a ninguém... — dizia Megan. — Sting?
– Hn?
– Vai virar emo? Fala direito comigo, idiota...
Ele sorri, logo enlaçando a cintura fina da morena com os braços. Sussurrando em seu ouvido:
– Eu não sou gay como o Rogue...
A loira e o moreno, que ouvira o sussurro de Rogue com sua audição aguçada de dragonslayer, o olharam com estranheza.
– Entramos ou não..? — perguntou a loira meio irritada com as carícias de Sting para com sua "irmã".
Rogue logo dera um passo a frente, quase escancarando as portas da guilda, com sua expressão fria, adentrando a Saber seguindo-se de Lucy. Os dois não esperaram o casal.
(...)
Sting, mais uma vez, colocava suas mãos atrás da nuca, andando de forma relaxada pela praça florida da cidade. Ao seu lado, Megan o olhava meio irritada.
– Fala sério, não tem grana, mesmo? Eu só quero amendoim!
– Já falei que não trouxe dinheiro! Mas se formos lá em casa eu pego, amendoizera.– ele falava de forma que parecesse caloroso e frio ao mesmo tempo, confundindo a mente da morena.
Megan cruzara os braços, fechando a cara.
– Tudo pelo amendoim... — ela suspirava, enquanto ele sorria de forma pervertida, o que passara despercebido pela morena.
Logo eles andavam descontraídos até a casa que dividiam, a morena não parava de reclamar e o loiro apenas sorria e acentia, sem prestar a atenção nas palavras que ela dizia.
A garota para de repente, encarando a porta da casa.
– Meu amendoim... — ela faz bico e quase quebra a porta ao abrí-la, logo vasculhando a cozinha atrás do que queria. — Cadê? Stiiiiiiiiiiiiing! O amendoim sumiu!
Ele sorri, adentrando a cozinha com um pote de amendoim em mãos, logo recebendo o olhar sedento da amada.
– Você quer? — loiro sorria.
– Me dá... — ela dizia de forma assustadora, se aproximando cautelosamente. — É meu...
– Venha pegar... — após tais palavras, Sting sorri e anda calmamente até ela.
Megan sorria para o pote de amendoim, não percebendo a aproximação de Sting, que ao perceber isto, escondera o amendoim atrás de si e sorrira debochado.
– Vai arriscar...?
Ela olha triste para Sting, logo sorrindo de forma sorrateira.
– Claro que vou...
Ela logo dera um pulinho na direção de Sting, desferindo um beijo suave em seus lábios. O loiro sorrira entre o beijo, colocando as mãos na cintura da mesma e aprofundando o beijo, ainda com uma das mãos ocupadas escondendo o amendoim. A morena de vez em quando tentava agarrar o pote das mãos dele, mas os sentidos de dragão do loiro a impediam. A garota, ao desfazer o beijo apenas pelo oxigênio, gemera de insatisfação.
– Porra, Sting! Me dá logo!
– Já falei pra vir pegar! — ele fechara os olhos por um segundo de forma debochada e logo, o amendoim não estava mais em suas mãos. Megan o agarrara e dera a volta na mesa da cozinha, sorrindo.
– Vem pegar você!
Ele a olhara irritado e debochado.
– Acha que consegue competir com o mestre, menina? — ele se aproximava.
– É por esse motivo que eu namoro ele. — ela sorri se afastando mais ainda, sendo seguida pelo loiro. — Não vou vacilar que nem você!
A garota, após dizer as palavras logo percebera que havia ficado parado por tempo demais e ele estava quase a alcançando. Ao perceber isso ela se vira para tentar correr mas uma mão forte segura seu braço e a puxa para si, chocando seus corpos. O loiro sorria vitorioso ao ver a amada tentar esconder o amendoim. Sting mais uma vez passa um dos braços pela cintura da morena e com a outra mão segura sua nuca.
– Me devolva... — ele olhava de forma penetrante para ele, o mago logo começara a cheirar a curvatura de seu pescoço, fazendo Megan esquecer-se completamente do amendoim.
– N-não...
Ele a prensa na parede mais próxima, agora lambendo o pescoço da mesma, que tentara de alguma forma escapar mas o corpo forte do loiro a impedia. Ele mordiscava o pescoço dela sorrindo vencedor.
– Não adianta... — ele logo tirara o pote da mão dela, logo o jogando na mesa. — Você já era...
Ele continuara, fazendo-a tremer um pouco. O loiro logo dera um chupão no pescoço dela, que logo reclamara, porém, ele calou a boca da morena com um beijo ardente, que a mesma correspondera mecanicamente. A morena logo puxava os cabelos do loiro, o beijando e sussurrando coisas entre as carícias que dava e recebia.
Acho que não preciso dizer que naquele dia, a guilda e o amendoim foram completamente esquecidos, não é?
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