Ablon e Shamira estavam refugiados em uma pensão antiga no subúrbio da cidade, precisavam de um tempo para pensar em quais atitudes tomar. No Brasil era inicio do mês de Fevereiro no qual o calor deveria reinar, mas as mudanças climáticas eram tantas que o frio vinha avassalador e sem estar preparada para as rajadas de vento geladas e ainda que feiticeira Shamira tremia. A moça ainda vestia as mesmas roupas desde que viera do Oriente, usava uma camisa branca desabotoada nos três primeiros botões e um leve short jeans, nos pés usava sandálias rasteiras que a deixavam extremamente bonita.

Desde a primeira vez que a moça vira Ablon ela se apaixonara, o anjo que salvou sua vida aos seus olhos era incrivelmente belo apesar do rosto e do corpo castigado pelas cicatrizes das batalhas que participara tanto como general quanto como renegado. Shamira esperava que um dia Ablon olha-se para ela como um homem vê uma mulher, porem o anjo pouco tempo tinha para pensar nas coisas mundanas.

– Shamira? – o renegado clamou sua presença.

– Sim?

Ablon circulou a sala até chegar próximo a feiticeira e a envolveu com um abraço apertado. A moça confusa perguntou:

– Porque me abraça assim renegado? Como se fosse a ultima vez?

– Sinto, Shamira, que o tempo que está para chegar nos separará por um tempo indeterminável. Tenho medo de perder a única pessoa que ainda me resta. – no fim de sua frase Ablon suspirou.

De repente a feiticeira de En-dor sentiu o peito apertar, sentiu medo, sentiu sentimentos avassaladores destruindo seu coração. Corroendo-o na saudade e no desespero.

– Ablon, lembra-te de como nossa história começou? – o anjo assentiu. – Então meu renegado, ela começou a tanto tempo que sinto que agora nessa época crucial da vida de todos, ela está para terminar.

Ablon continuou a encara-la, esperando que finda-se sua oratória.

– Antes que você parta talvez para sempre, preciso lhe falar algo que está a muito tempo enterrado no fundo de mim. E depois de lhe contar, tenho um pedido. – a moça rubra abaixou o olhar.

O renegado extremamente curioso segurou o rosto de Shamira. Fazendo-a encara-lo.

– Me diga feiticeira. – falou em seu tom de voz rouco.

Ainda envergonhada, Shamira decidirá que aquela era a ultima chance que tinha de contar a Ablon que ela o amava.

– Meu anjo renegado, no dia em que me salvou eu me apaixonei e com o tempo passando através de nós eu comecei a ama-lo. Toda a vez que eu o via, era como se o amor aumenta-se. Anjo, quero te dizer que nunca me entreguei a homem algum e eu lhe peço que antes que tudo se finde me ame, que me torne uma mulher de verdade porque se não o fizer, serei para sempre apenas sua moça.– a feiticeira fechou os olhos e lentamente os abriu novamente, avaliando o rosto do anjo.

Ablon sentia o coração palpitar dentro do peito e tomado pelo desejo, resolveu por fim no que tanto atormentava sua única mulher no mundo.

O anjo aproximou seus lábios dos de Shamira e os selou. A feiticeira e ele começaram uma dança sensual com suas línguas, ainda que Shamira fosse intocada sabia mais que o anjo renegado, este que agora sentia um calor extremo dentro de seu corpo mais especificamente em um ponto dele. A moça afastou o anjo que ficou a encara-la, levou a mão até os botões de sua camisa e por fim desabotoou-a lançando-a ao chão junto com o moderno e sensual sutiã que usava.

Ablon olhou aqueles seios roliços, branquinhos e extremamente fartos, um pensamento veio a ele de que Deus em pessoa devia tê-los esculpido. As mãos do renegado deslizaram contornando um dos seios de Shamira fazendo-a suspirar, apertou-lhes os seios maravilhado com a excitação que aquele toque passava tanto para ele quanto para Shamira, de repente veio ao anjo uma súbita vontade de levar um dos bicos dos seios a boca e sem resistir Ablon provou da textura e do sabor de um dos mamilos da moça.

Shamira gemeu alto, sentindo os lábios e a língua de Ablon circundarem seu bico intocado e sentia entre as pernas um liquido viscoso descer lambuzando sua calcinha e seu short. Com um impulso e extrema agilidade o anjo deitou a moça no chão de carpete, mamando como um bebe esfomeado nos seios dela. Ao olfato do anjo veio um aroma doce, feminino e muito viciante do qual ele precisava encontrar a origem. Usando seu nariz Ablon retirou o short e a calcinha da feiticeira e por fim detectou a fonte do cheiro viciante, vinha da intimidade intocada de Shamira. Dela escorria um liquido deixando brilhoso e apetitoso aquele pequeno pedaço de carne, o renegado beijou e lambeu a coxas da mulher até chegar no ponto quente e pulsante que exalava o cheiro tão tentador.

O renegado passou sua língua pelas dobras da intimidade e Shamira arquejou a coluna gemendo em extremo prazer, o homem lambia e sugava um ponto em especial fazendo Shamira gritar de prazer, ainda descobrindo aquela feminilidade tão desconhecida ao anjo, Ablon encontrou ali no meio das dobras o lugar exato por onde escorria o mel e por ali deslizou sua língua e com os sentidos de um selvagem massageou com os dedos o ponto onde antes estava sua boca, fazendo movimentos de vai-e-vem com a língua o anjo sentia a barreira que demonstrava a pureza da mulher tão sensual que conhecia.

Shamira começou a gritar o nome do renegado, estava quase alcançando o ponto máximo de prazer: o chamado orgasmo. O anjo compenetrado em sua tarefa sentiu as paredes da intimidade da moça apertar e sugar sua língua ainda mais fundo e por fim uma inundação do mel que Ablon tanto desejará encheu-lhe a boca, o homem engoliu e sentiu na boca de querubim o gosto de mulher.

Shamira extasiada sentiu vontade de mostrar ao anjo que também podia lhe dar prazer, já entendida do assunto através de livros e pesquisas. A moça se ajoelhou, olhou para o homem que estava selvagem a sua frente e pediu para que ele se senta-se no sofá que ali havia. Ablon obedeceu, mas antes Shamira o livrou de todas as suas roupas e foi só então que o anjo percebeu que uma parte inusitada de seu corpo estava extremamente dura e rígida. A mulher beijou o anjo em sua boca e depois começou um rastro de beijos pelo peito e o abdômen
do anjo, olhando nos olhos dele Shamira tocou com a mão o membro latejante fazendo-o serrar o maxilar evitando um gemido. A feiticeira deslizou a mão para cima e para baixo até por fim abaixar-se e de leve lamber a cabeça vermelha do membro do anjo, sem aguentar Ablon gemeu rouco pelo prazer desconhecido que recebia, depois de lamber a mulher desceu a boca engolindo toda a extensão fazendo os mesmos movimentos de vai-e-vem que o anjo antes fizera nela. Chupando e se movimentando com maestria a feiticeira de En-dor ouvia os gemidos roucos e altos do anjo, que agora se sentia no melhor dos paraísos sentindo ali a boca macia e quente da moça, sentia tanto prazer que não tardou a chegar ao orgasmo enchendo a boca da mulher de um liquido branco chamado sêmen.

Shamira subiu ao colo de Ablon, o que o anjo viu foi inexplicável a cena era tão ardente que em menos de um segundo ele já sentia seu membro latejando novamente. A feiticeira havia engolido todo o sêmen, mas no canto de sua boca entreaberta escorria uma gota, os lábios estavam vermelhos e um tanto inchados contrastando com os cabelos negros e a pele clara.

O renegado deitou-a novamente no chão e a olhou, não sabia muito bem o que devia fazer, mas o instinto lhe era forte e ele desejava se enterrar nas carnes quentes e úmidas da feiticeira. O anjo introduziu seu dedo indicador que era comprido e grosso na vagina da mulher e estocou um pouco sentindo se ela estava molhada o suficiente para que o membro do anjo extremamente grosso e grande não a machuca-se e mesmo sabendo o que queria Shamira adorou sentir o dedo de Ablon dentro de si.

Ablon posicionou com a mão o membro na entrada da moça, sabia que para ela doeria bastante, mas logo depois ele mostraria que essa dor iria dar lugar a algo muito melhor. Segurando nos ombros de Shamira e com as pernas da mulher envoltas na sua cintura, Ablon se afundou por total fazendo a feiticeira dar um grito de dor, o anjo não se movimentou esperando que a dor da moça passa-se e sentiu o inconfundível cheiro de sangue. Percebendo que a moça ainda estava com dor, o renegado beijou-lhes novamente os seios, depois o pescoço até chegar a boca de sua mulher devorando-a com ardor e em seu membro sentiu a excitação de Shamira molha-lo. Devagar o anjo começou a estocar, o prazer era indescritível, com tamanho prazer Shamira já não sentia mais dor e clamava para que o anjo fosse mais rápido. Com medo pela moça o anjo lhe respondeu que tinha medo de machuca-la se acelera-se seus movimentos e então a feiticeira disse algo que o levou para o estopim.

– Mostre para mim o Primeiro General. – a voz chegou sensual e desejosa aos ouvidos do anjo e foi naquele momento que ele mostrou a ela o verdadeiro general que era.

Ablon estocava com força animalesca, fazendo os peitos de Shamira pularem a sua frente. O anjo gemia rouco quase que rosnando no ouvido da feiticeira que gritava pelo nome do amado, o orgasmo veio em seguida com um grito de prazer. As paredes da vagina de Shamira apertavam e sugavam o membro do anjo que em fim se retirou de dentro dela e observou extasiado seu sêmen escorrer de dentro da moça. O anjo ficou excitado novamente, mas a vergonha o tomou e tentou esconder o membro duro da feiticeira de En-dor que não tardou a descobrir a situação do renegado. A moça o sentou no chão e subiu em cima dele, deslizando o membro duro para dentro de sua vagina apertada começando uma nova série de movimentos com muitos gemidos e gritos.

A noite inteira o renegado e a feiticeira provaram do prazer e as ultimas palavras que trocaram foram simples, três palavras e um amor eterno.

As palavras simples eram:

– Eu te amo.

Notas finais
Se quiserem mais noites de amor entre Shamira e Ablon é só pedir kkkk. Beijos,espero que gostem.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!