Notas iniciais
Já modifiquem e todos os outros capítulos e digo aqui agora que decidi modificar a idade que Raf e Sulfus tinham quando o incêndio aconteceu, passando assim de 4 pa 6 anos e logo modificando a o número de anos que passara desde o incêndio de 14 para 11.

A Ninfa da Cascata

Capítulo 15 – Amor e Dúvida

Ninfa fitava o tecto branco, não sabia onde estava, nem o que exactamente tinha acontecido…do que se lembrava, tudo era muito vago…só se recordava de estar deitada na cama, em casa de Sulfus, e de ter tentado fugir, tentando regressar ao lugar de onde nunca devia ter saído e então…tudo à sua volta ficara preto…não se recordava de mais nada…onde estava agora? De certeza que não era o quarto de onde ela tinha tentado fugir…este sítio onde ela estava era branco demais…e depois…o que era este som contínuo que ouvia ecoar pelo quarto? Olhou para a sua direita e viu uma máquina, estranha para si, que tinha umas linhas que se mexiam para cima e para baixo…depois recordou-se que também sentia algo pousado sobre o seu rosto? O que era aquilo? Não sabia mas decerto estava a ajudá-la a respirar…

Tentou mexer-se mas uma pressão sobre o seu braço esquerdo impediu-a de tal coisa, virou o rosto e deparou-se com a figura adormecida de Sulfus…a pessoa que lhe havia partido o coração e que lhe havia ferido de tal maneira…o que estava ele ali a fazer? E porque segurava a sua mão com tanta força? Não conseguiu evitar deixar de notar no aspecto cansado que ele tinha e como o seu rosto estava molhado…como se…tivesse estado a chorar…mas não…era impossível…ele havia-lhe dito que não chorava desde o evento que o marcou há 11 anos atrás…

De repente a porta do quarto abriu-se e a jovem tirou os olhos de cima do rapaz e fitou quem tinha aberto a porta. Era Seraph. Esta ao vê-la arregalou os olhos e colocou uma mão sobre a boca, como se estivesse em choque, ou melhor…não choque mas surpreendida…

“Oh meu deus estás acordada!” exclamou a mulher, Ninfa sentiu o seu tom feliz mas não entendeu o que ela quis dizer com aquilo…por que é que estava tão feliz de a ver desperta? Não era isso que fazia todos os dias, quando um novo dia nascia? Qualquer coisa ali estava a escapar-lhe mas ela não entendia o quê…”Eu vou chamar o médico” Médico? Quem? Aquela pessoa que ela recordava ter vindo ao seu quarto e ter-lhe dito para ficar na cama a descansar? Voltou a olhar para Seraph, que por sua vez apesar de ter dito que ia chamar o médico deteve-se ao ver o olhar confuso da jovem…os olhos desta então moveram-se de novo para Sulfus e Seraph fez o mesmo.

Esteve calada durante algum tempo até que sorriu ligeiramente antes de dizer “Ele nunca saiu de ao pé de ti” e então saiu do quarto para ir chamar o médico. Ninfa continuou a fitar o jovem de cabelos negros que dormia profundamente à sua cabeceira…não conseguiu deixar de evitar em erguer a sua mão livre e ligeiramente tocar-lhe nos cabelos…mas o que estava a fazer? Ele tinha-lhe causado tanta dor, por que é que estava a ser tão carinhosa com ele?

Os seus pensamentos foram interrompidos com um gemido vindo da parte de jovem, viu a sua testa franzir-se e o seu corpo começar a tremer ligeiramente, o aperto sobre a sua mão cresceu e então ouviu pequenas palavras saírem da boca deste “Não…” murmurava ele “Não me deixes…não…não de novo…não…” parecia estar a sonhar…ou melhor…parecia estar a ter um pesadelo! A mão que estava sobre os cabelos dele então moveu-se para o ombro e logo abanou-o ligeiramente, tentando despertá-lo enquanto ele continuava a murmurar vezes sem conta as mesmas palavras até que…

“Não!” e levantou-se do posto onde estava com os olhos arregalados e a suar, os olhos ainda arregalados moveram-se na direcção da jovem loira e o seu queixo descaiu quando a viu desperta…”E-Estás acordada…” de novo aquilo? Mas afinal o que é que lhe tinha acontecido? Por que é que todos pareciam estar tão surpreendidos por vê-la desperta? A jovem sentou-se com cuidado na cama, por alguma razão sentia o seu corpo debilitado…e logo de seguida sem que ela tivesse tempo de reagir, Sulfus abraçou-a com força.

Um braço dele circundava a cintura dela com força e a outra mão pousava delicadamente sobre os seus cabelos loiros “Perdoa-me…perdoa-me por favor…eu não quis dizer aquelas coisas, juro que não quis! Eu…eu não estava em mim…desculpa ter-te magoado, desculpa não ter acreditado em ti, perdoa-me por favor!” Ninfa jurava que entre as palavras que dizia, que Sulfus soluçava…e isso foi confirmado quando ele se afastou um pouco dela e ela viu as lágrimas que corriam pelo seu rosto. Instintivamente a jovem ergueu as duas mãos, colocou-as sobre as faces do jovem e afastou-lhe as lágrimas dos olhos. Depois sorriu-lhe um pouco…ele parecia tão sincero quando lhe suplicara que o perdoasse…Sulfus percebeu aquele sorriso como um aceite de desculpas.

“Eu…eu nem acredito que afinal sempre estivestes aqui ao meu lado, Raf”

Ninfa arregalou os olhos…Raf? Por que é que ele lhe estava a chamar pelo nome da sua amiga? Retirou as mãos do rosto do jovem e fitou-o confusa “Oh…desculpa, desculpa” Sulfus abanou a cabeça “Eu não te devia ter chamado isto, não sem antes de explicar tudo como deve de ser” quando estava prestes a conta-lhe tudo o que tinha acontecido e o que descobrira, o médico e a sua mãe entraram no quarto.

“Meu deus, isto só pode ser um milagre!” exclamou o médico ao ver Ninfa desperta “Tudo indicava que ela poderia não despertar…” e logo de seguida chamou uma enfermeira que por ali passou, que assentiu ao quer que seja que ele lhe dissera e depois entrou no quarto com ele “Jovem, eu preciso que saia por uns momentos, precisamos de fazer uns testes para confirmar se está tudo bem com ela”

Sulfus hesitou…sabia que ela iria ter medo ao ficar sozinha no quarto com dois desconhecidos…olhou para ela e assegurou-a com o olhar “Ninguém te vai fazer mal, só vão verificar se não tens nada de mal, eu volto já está bem?” pouco a pouco mas hesitação, Ninfa assentiu e Sulfus saiu do quarto com a mãe.

Passaram alguns minutos e os dois continuavam do lado de fora do quarto, Sulfus não se afastara muito da porta e observava o que se estava a passar pelo pequeno vidro que estava na porta, tudo indicava que ela estava a reagir bastante bem e com calma a tudo o que o médico lhe pedia para fazer, não conseguiu evitar sorrir ao ver isso. Logo viu o médico a dirigir-se para a porta, ele afastou-se dela e deixou o médico sair.

“É um verdadeiro milagre” confessou o médico olhando para a ficha da paciente “Ela está bastante bem para quem acabou de acordar de um coma profundo, é um verdadeiro milagre, como disse há pouco tudo indicava que as hipóteses de ela despertar eram mínimas”

“Doutor posso pedir-lhe um favor?” disse então Sulfus

“Diga”

“Lembra-se da família Eryn…? A família que…”

“Que morreu naquele infeliz incêndio, sim lembro-me vagamente. Por que pergunta?”

“É que…encontrei provas de que ela” disse Sulfus indicando Ninfa com a cabeça “…poça ser a filha, daquela família, a que nunca encontraram o corpo”

“Tem a certeza disso?”

“Absoluta mas para ter ainda mais certezas, gostaria de lhe pedir um favor. É possível fazer-lhe um teste de ADN para se descobrir se ela é mesmo a Raf Eryn?” pediu o jovem

“Mmm…sim é possível, só preciso de uma autorização da pessoa encarregue da jovem” disse o médico

“Posso ser eu…não sou legalmente a pessoa encarregue dela visto que só a acolhemos na nossa casa há pouco mais de um mês mas ela não tem mais ninguém” disse Seraph

“Como assim?”

“Eu encontrei-a a vaguear pela floresta e a minha família decidiu acolhe-la, visto que ela não tinha ninguém” disse rapidamente Sulfus, obviamente sem mencionar o facto de ela viver com lobos e muito menos o facto de viver num lugar repleto de magia.

“Estou a ver” disse o médico “Muito bem, eu vou tratar disso. Podem entrar se quiserem” e afastou-se, Sulfus entrou no quarto mas Seraph não, decidiu dar-lhes algum espaço e tempo juntos.

Sulfus voltou a sentar-se ao lado de Ninfa que agora estava livre da máscara de oxigénio e de todos aqueles fios que a ligavam a máquinas, tomou-lhe as duas mãos e sorriu-lhe “Bom…há muita coisa que tenho de te explicar…não te recordas do que aconteceu depois de teres fugido de minha casa?”

A jovem abanou a cabeça “Bom…eu fui à tua procura e encontrei-te na floresta, desmaiada e a arderes em febre, muito mais do que estavas antes. Eu trouxe-te para aqui, os médicos mais tarde disseram-me que tinhas entrado num coma profundo.” Ninfa pôs a cabeça de lado um pouco, a palavra coma não lhe dizia nada “Uh…digamos que estivestes a dormir profundamente durante dois dias”

Logo suspirou “Eu…chamei-te há pouco de Raf porque…bom…é algo difícil de explicar…eu tenho razões para crer que tu és a Raf, que tu és a minha amiga que eu achava que tinha perdido há onze anos atrás…” Ninfa arregalou os olhos, como é que isso era possível? “Vem, eu mostro-te o que me leva a pensar isto” tomou-lhe a mão e ajudou-a a levantar-se da cama, levou-a até a um pequeno espelho que se encontrava no quarto. Desviou-lhe os cabelos e deixou-a ver a marca que ele tinha visto.

“Já alguma vez te tinhas apercebido desta marca no teu pescoço?” a jovem abanou a cabeça “Esta marca…é a mesma que a Raf tinha…é isto que me leva a crer fortemente que tu és a Raf…mas para confirmar…” soltou-lhe os cabelos e virou-se para ela “Pedi ao médico que fizesse um teste de ADN” ela olhou-o confusa, ele suspirou “Vão tirar-te apenas um bocadinho de sangue para saber quem és, mas não tens de ter medo, eu vou estar contigo” ela parecia ficar assustada, nervosa…não só pelo que ele lhe tinha acabado de dizer mas também…pela determinação que ele tinha em confirmar se ela era a sua amiga perdida…por que é que ele queria saber assim tanto…? Não…não lhe chegava o que ela mesma era…?

Tentou relaxar e esquecer tudo aquilo quando sentiu os lábios do rapaz sobre os dela, ao início apanhou-a de surpresa mas então instintivamente relaxou-se e retribuiu a carícia, não durou muito até os dois se separassem…ele olhou-a nos olhos e acariciou-lhe o rosto e logo os cabelos, depois abraçou-a, colocando o seu queixo sobre o topo da sua cabeça e fechando os olhos…ela por sua vez…não se conseguia livrar das suas dúvidas…

Passaram três dias e finalmente foi concedida a saída de Ninfa do hospital, ela poderia ter saído logo no mesmo dia em que tinha despertado mas o médico que a acompanhava achou melhor ela ficar em absoluto repouso por mais uns dias. Durante esse período de tempo também foi feito o teste de ADN que ajudaria a provar que Ninfa era Raf. O resultado já tinha chegado e…a resposta foi positiva e foi algo que sem sombra de dúvida deixou Sulfus bastante contente e aliviado…por outro lado Ninfa…ou talvez agora se devesse chamar Raf…ficou de pé atrás, desconfortável por saber aquilo….

Tinham regressado à casa dos Zolfanello mas o recém casal já estava pronto para sair, apesar de Sulfus achar que ela não se devia esforçar ainda, Raf tinha insistido em irem de imediato ao local pois havia algo que tinha de fazer. Convencido, acabou por ceder e neste momento estavam a sair dos estábulos com Basilisk e Angel.

“Tens mesmo a certeza que estás capaz…?” perguntou Sulfus só para confirmar ao qual a jovem de cabelos assentiu determinada, ele suspirou e os dois galoparam pela floresta fora em direcção ao local. Demorando o mesmo tempo de sempre, chegaram ao local onde desceram dos cavalos e entraram na gruta. Sulfus não conseguia deixar de estar nervoso pois temia a reacção de Raf perante o estado em que o local se encontrava, no entanto ela parecia bastante calma…parecia que já sabia o que lhe esperava. E ele teve as suas confirmações pois quando chegaram ao final da gruta e depararam-se com o lugar completamente congelado, ela permaneceu serena…não mostrava qualquer tipo de choque.

Quem por sua vez ficou chocado e surpreendido foi Sulfus pois assim que Raf tocou na neve…cada passo que ela dava, cada coisa que ela tocava com a ponta dos dedos, cada gesto que ela fazia…o lugar começava a ganhar vida, a relva começava a ficar verde de novo, a neve começava a desaparecer, as folhas das árvores e dos arbustos voltaram a crescer, as flores desabrocharam…e o que mais surpreendeu o jovem foi quando Raf descalçou as botas que tinha calçada e colocou os pés sobre o gelo…este mesmo começou a derreter e a cascata voltou a cair sobre o lago graciosamente como antes.

O lugar estava de novo de volta ao seu esplendor…o paraíso estava de novo vivo…

Sulfus no entanto assustou-se quando viu Raf cair para trás, por sorte estava mesmo atrás dela e conseguiu ter reflexos rápidos para a apanhar nos seus braços “Estás bem?!”

Raf olhou para ele e assentiu, então uma voz surgiu por cima deles “Ela vai ficar bem, só precisa de descansar um pouco. Trazer de volta a vida este lugar cansou-a um pouco” os dois olharam para cima e viram o espírito, nenhum dos dois parecia surpreendido em vê-la. Sulfus pegou em Raf ao colo e encostou-a a uma árvore para a deixar descansar. Ela sorriu-lhe ao qual ele retribuiu.

Foi então que os lobos surgiram e ao verem a jovem de cabelos loiros de novo ali, nenhum dele hesitou em correr até ela. Esta por sua vez meteu-se de joelhos e meteu os braços em roda dos lobos, sorrindo a cada lambidela que eles lhe davam, as crias tinham saltado para cima do seu colo e aconchegaram-se nele.

“Então…já me podes dizer como é que ela veio aqui parar…?” perguntou Sulfus olhando para o espírito, mas este abanou a cabeça

“Não direi”

“E por que não?!”

“Porque é ela que se tem de lembrar do que aconteceu e não eu a contar tudo. Por outro lado tu podes…não terás de ajudá-la a recordar, falando-lhe de todos os momentos que viveram em quanto crianças até ao dia do incêndio, depois o resto é com ela”

Sulfus ficou meio desconfortável com todo o mistério do espírito…por que é que ela não podia simplesmente contar-lhe o que tinha acontecido?! Suspirou e sentou-se ao lado de Raf, que deitou a sua cabeça sobre o seu ombro, o jovem de cabelos negros ergueu-lhe um pouco o queixo, colocando uma mão sobre este, os dois olharam-se directamente nos olhos e inclinaram-se para se beijar.

“Hum…Raf…” foi então que de repente ela quebrou o beijo e afastou-se, o rapaz ficou confuso com isto mas ainda mais quando ela se levantou e correu para a zona escondida por detrás da cascata.

“O que é que foi? Fiz alguma coisa de mal?” perguntou o rapaz, virando-se para o espírito que ainda ali estava

“Não percebeste pois não?”

“Se tivesse percebido não estaria a perguntar”

“Cuidadinho com o sarcasmo rapazola…mais uma vez não percebeste o que ela está a sentir, não percebeste que de certa forma a magoaste”

“O quê…?”

“Tu continuas a trata-la pelo seu nome verdadeiro e só assumiste os teus verdadeiros sentimentos por ela quando descobriste quem ela era. Não chegas lá?”

“Eu…”

O espírito suspirou “Ela acha que tu só a amas por que descobriste que ela é a tua amiga de infância desaparecida, ela acha que tu não a amas por quem ela sempre foi, acha que não amas a rapariga que sempre esteve ao teu lado, ela crê que tu só a amas por que sabes finalmente quem ela é e que não amas o seu outro lado.”

Sulfus não conseguia acreditar no que tinha ouvido, o espírito tinha razão, ele mais uma vez não tinha entendido o que ela estava sentir…quando ela era a Ninfa, a rapariga que lhe salvou a vida, a rapariga que lhe mostrara coisas que ele não sabia serem possíveis de existir, a rapariga que esteve sempre ao seu lado nos bons e maus momentos, sempre a confortá-lo quando ele precisava, enquanto ela era assim ele tinha sempre duvidado sobre os seus sentimentos para com ela….mas assim que descobriu que ela era Raf, a menina que conhecera durante 3 anos até ao dia em que ela desaparecera depois daquele terrível incêndio, enquanto essa rapariga ele não havia hesitado em dizer que a amava…

Levantou-se do sítio onde estava sentado e caminhou até onde tinha visto a jovem ir…deparou-se com ela sentada à entrada da gruta onde antes ela dormira com os lobos, um pouco molhada devido aos salpicos da cascata que caia à sua frente, mas não parecia importar-se com isso. Algo que ele notou logo foi o olhar triste no seu rosto enquanto segurava um pedaço do seu cabelo dourado e o acariciava entre as duas mãos. Aproximou-se dela cautelosamente mas ela nada fez nem para se afastar nem para reagir perante a sua presença, simplesmente continuou ali.

Sentou-se ao lado dela e fitou-a, então abriu a boca para falar mas voltou a fechá-la, pensando melhor no que ia dizer antes de falar, então um pequeno sorriso apareceu nos seus lábios e disse “Ninfa…” a jovem ergueu a cabeça surpreendida e logo pouco a pouco olhou para ele, aquele sorriso continuava nos lábios dele “Se quiseres posso continuar a chamar-te Ninfa, não me custa nada” colocou uma mão sobre o rosto dela e acariciou-o “Eu não fazia ideia que te sentias daquela maneira…desculpa eu não te queria fazer sofrer, sou mesmo parvo, não consigo fazer mais nada senão continuar a magoar-te e o pior é que nem me apercebo de estar a fazê-lo…mas…”

Encostou a sua testa à dela e sorriu “Eu amo-te por aquilo que és e que sempre foste, seja como Raf, seja como Ninfa, não me importa, eu amo-te porque sempre estiveste ao meu lado, porque sempre me apoiaste e nunca me deixaste sozinho” pouco a pouco um sorriso apareceu nos lábios da rapariga e então Sulfus beijou-a como nunca tinha antes feito. Ela retribuiu e colocou os seus braços em roda dele e logo descaiu-se para trás, trazendo-o com ela. Quebraram o beijo por breves momentos para se olharem olhos nos olhos e logo beijaram-se de novo, movendo as suas mãos por entre os rostos e cabelos de ambos. Dando assim início à sua tarde e logo noite de amor.

TBC…

Notas finais
espero que gostem e deixem reviews