A Namorada Perfeita

1 Capítulo 1 Shut Me Up


Notas iniciais
Rachel está fervendo... Quinn traça Rachel logo!

Eu Rachel Berry namoro Quinn Fabray... Isso ai! Quinn Fabray quem diria.

Eu tinha a namorada perfeita.

Quer dizer, quase perfeita. Quinn ainda não tinha a coragem de me "por na linha". Nunca se quer fez menção em tirar minhas roupas pra querer fazer outra coisa, ou que estava afim de... Enfim.

Ela é romântica demais, sabe? Não tem maldade na nossa relação, mas não sei do quê estou reclamando! Mas, é a falta de sexo, cara. Aliás, falta não, nunca tivemos mais do que beijos.

É feriado e vamos viajar pra uma fazenda do pai dela, eu já estou pronta, esperando ela no carro Sport. Ela vestia uma camisa gola V branca, de manga média, uma calça skinny preta e uma vans marrom que eu havia dado a ela de presente. Estava com o cabelo loiro bagunçado, com ares apressados, e aquele rostinho de quem dava conta de tudo, porém não.

– Tudo pronto. Vamos?

Ela disse. Assenti com a cabeça, liguei o som e ela acelerou. Ficamos conversando sobre um monte de coisa, até que chegamos ao assunto que eu queria: Sexo.

Era mais ou menos seis da tarde, estava claro até. Estávamos numa rodovia deserta, ela apertava forte o volante do carro, parecia irritar-se com cada palavra minha. Eu realmente reclamava de tudo, mas algo tinha que ser feito!

Aí começamos a discutir sobre coisas nada a ver, já era umas 20h00 quando ela parou o carro bruscamente, desceu, abriu minha porta e me puxou.

– Quando você vai calar a boca, Rachel?!

– Quando você largar de ser tão idiota mesquinha e estúpida!

– Como?!

– Você ouviu bem!

Fechei a cara, virei em direção contrária dela, fiquei de braços cruzados, resmungando.

– Se estou assim, a culpa é sua.

Ela ficou calada. E eu continuei falando, falando, reclamando. Aí eu senti duas mãos me puxando pela cintura, nada delicadas.

– Me solta, Quinn!

Por favor, não me solta...

– Já sei como resolver isso – ela disse muito próxima ao meu ouvido, com aquela voz rouca dela... Enquanto suas mãos acariciavam minha barriga, provocante. Ela me empurrou até o carro, me pressionou contra ele, ela me encarou por breves segundos.

Seu rosto estava tão malvado. E o jeito que ela me segurava já nem era mais o mesmo. Era assustador, mas ao mesmo tempo, excitante. Quinn colou seu corpo ao meu, ela mordia o lóbulo da minha orelha, beijava meu pescoço, e aonde pudesse alcançar. Levemente passou o dedão em meu lábio inferior, o puxando. Ela sorriu maliciosa, e encaixou sua boca na minha.

Eu estava surpresa demais com aquilo tudo. Mas, não deixava de ser maravilhoso. No carro, começou a tocar Faggot de Mindless Self Indulgence. Essa música causava certo efeito em Quinn, ela ficou mais furiosa. Era cruel, carnal, escuro... Seus olhos cor de avelã dela faiscavam a cada olhar que ela me lançava.

Seu beijo era urgente, molhado, quente, perfeito. Porém, bruto, selvagem, lento, rápido, animalesco. Ali me apertava, mordia, fazia tudo... E aquilo tudo me deixando cada vez mais excitada.

Ela segurou uma das minhas pernas, me fez sentar no capô do carro. Estava quente e ela me fez deitar naquilo. Senti muita dor, mas foi passando e dando lugar a uma sensação melhor, suave, ardente. Soltei um grito, misturado com dor, prazer, ou não sei. Quinn tocava todas as partes do meu corpo de maneira provocante.

Seu sexo não era baseado apenas nas genitálias, era simplesmente magnifico e me fez chegar ao ápice sem mesmo me tocar... E olha que sou bem difícil de me satisfazer!

Mas, não tinha acabado. Aquela áurea negra e maldosa da minha namorada não tinha sumido. Ela me levantou dali e me jogou forte contra a porta de motorista do carro. Com uma habilidade impressionante, tirou minha blusa, deixando exposto todo meu busto, com exceção dos seios, ainda cobertos por causa do sutiã. Ela olhou, e soltou um sibilo, semelhante à de um animal faminto, pronto pra atacar sua presa. Ela me mordeu tão forte, que eu até tentei gritar, se não fosse pela língua dela já estar invadindo minha boca de novo.

Apertou forte minha cintura com as duas mãos, enquanto mordia meu lábio e o puxava, ela fazia movimentos com o corpo dela no meu, e aquilo estava começando a me animar de novo. Ela afastou meu sutiã, mas não o tirou, e ficou brincando com o bico dos dois. Brincando de morder. E estava doendo, mas eu queria que ela continuasse. Era como se ela estivesse lendo meus pensamentos. Ela ia justamente aonde eu queria que ela fosse. Aonde eu queria que ela me tocasse, me machucasse...

Quinn começou a falar algumas coisas bem sujas no meu ouvido, estremeci ao imaginar ela fazendo tudo o que me disse, mas que seria possível em um ambiente mais apropriado e com certos apetrechos...

Soltei um gemido longo quando ela apertou minha genitália forte, ainda por cima do shortinho que eu usava.

E o mais estranho, estávamos no meio da rodovia, mas não passava carro algum. Pra quê pensar nisso, pra quê?

– Q-Quinn...

Eu gemia, mal conseguia falar. Quinn não tinha dito mais nada desde então, somente continuava a me excitar, sem nem ao menos tocar em partes mais intimas mesmo. Eu não estava mais aguentando, segurei a mão dela e coloquei dentro do meu short. Ela parou tudo e ficou me olhando por um tempo. Aposto como eu estava vermelha. Ela foi se aproximando lentamente, pra me dar um beijo, porém não, ela desceu o rosto, até minhas coxas, e foi beijando... Ela chegou até meu short, e tirou, jogando pra dentro do carro. Minha namorada me fez sentar direito no carro, e então, eu só senti a língua dela, molhada e quente, invadindo meu intimo.

Eu precisava de mais, muito mais que aquilo... Após algum tempo, ela me jogou no banco de trás do carro, ficou por cima de mim, e sem cerimonia alguma, introduziu dois dedos no meu sexo inchado e extremamente excitado. Soltei um grito de dor e susto.

Ela realmente estava fazendo aquilo e eu estava gritando demais, mas todos eram gritos abafados, pois ela ora mordia minha língua, ou me beijava, ou simplesmente me deixava sem ar suficiente pra falar alguma coisa. Ela dava fortes estocadas, rápidas, violentas, sem pena alguma, e eu estava gostando daquilo...

Até que ela resolveu por a mão inteira. Não teve jeito, gritei alto. Acho que ela gostou, pois resolveu me fazer sofrer ainda mais. Eu estava suando, ela também, e todo aquele contato me fazia querer mais e mais!

E há pensar que horas antes, Quinn era a minha namoradinha perfeita, boazinha, submissa e irritante. Vou pensar bem na reação das pessoas antes de provocá-las.

Notas finais
Rachel estava fervendo kkkk. Quinnie eu TE AMO!
CRITICAM... EU SOU DIVA HAHAHAHA A PRÓXIMA IRA SER DA BRITTANA.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!