Notas iniciais
Heyy,amadinhas!!
Td bem com vcs?? Pois é, estou aqui - enfim - postando mais um capítulo.
Ainda continuo sem PC o que significa que os capítulos vão demorar a ser postado.
Esse capítulo ficou uma verdadeira m***, pra não falar outra coisa. Não era para ter sido assim. Estou escrevendo meio que correndo então ficou pequeno, só postei mesmo para não deixar vcs sem nada, ok.
Até a nota final
Boa leitura!

A mulher que parecia feliz e nervosa ao mesmo tempo continuava a sorrir, enquanto eu tentava e lembrar-se de como respirar novamente.

Rachel era muito bonita, seus cabelos loiros formavam alguns cachos nas pontas, seus olhos verdes e sua voz eloquente.


Rachel

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– Edward! – chamei mais uma vez, minha voz estava fraca.


Ouvi passos e então Edward apareceu sorrindo. Olhei em seus olhos.


– Quem é, amor? – perguntou sorrindo. – Nossa, você está tão pálida... – Edward parou de falar quando olhou para porta. Nenhuma reação passou pelo seu rosto, ele apenas olhou para Rachel.


– Rachel? – perguntou.


Rachel assentiu chorando e entrou a longos passos diminuindo a distancia entre eles.


Senti algo pequeno e frágil sendo colocado em meu colo, a linda bebê dormia tranquilamente.


Melanie

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Os braços de Rachel envolveram Edward, enquanto ela chorava em seu ombro.


– Ah, meu amor, eu senti tanto sua falta – choramingou enquanto passava suas mãos no rosto dele.


– Rachel... – Edward não conseguia pronunciar mais nada além do nome dela.


– Ah, Edward, tudo bem... estamos juntos de novo.


Edward hesitava em abraça-la, mas eu sabia que ele queria fazer aquilo. Seus braços lentamente a envolveram e depois ele suspirou apoiando o queixo no ombro de Rachel. Mas seus olhos ainda estavam em mim, enquanto eu assistia a tudo.


– Rachel, nós...


– Shhh! – ela o calou no mesmo momento. – Não precisamos dizer nada agora, vou lhe contar tudo o que aconteceu, por tudo o que passei. Ah, Edward eu ansiei tanto por este momento. Pensei que nunca mais teria você assim em meus braços, nunca mais ficaríamos juntos... – Rachel abraçou Edward novamente, cheirando seu pescoço, apalpando seus músculos, bagunçando seus cabelos e então seus lábios beijaram os seus.


Engoli em seco ao ver aquela cena, era demais para mim, eu não queria ver o meu sofrimento, ali ao meu lado, só que não tinha forças para mover sequer um músculo.


Eu começava a sentir uma dor insuportável, da qual meu peito doía, meu coração parecia que estava sendo rasgado aos poucos, minha garganta seca ardia, meus olhos úmidos, meus soluços reprimidos em alguma canto.


Edward não retribuiu o beijo, mas seus olhos estavam fechados, e suas mãos, firme na cintura de Rachel, tempo depois ele a empurrou gentilmente.


– Rachel, aconteceu muitas coisas em dois anos, nós temos que conversar...


– Claro, querido. Estou muito feliz de estar aqui, Edward. Estou com tanta saudade da Nessie, onde está minha princesa?


– Ah, ela...


– Alice, Rose, o bobão do Emmett, Carl e Esme?


– Rachel...


– O que foi, meu amor? Sei que está surpreso em me ver, claro que está. Mas, pensei que estaria com saudades de mim – Rachel fez um muxoxo. – Você está com saudades, não é?


Edward não respondeu e olhou para mim.


– Ah, como eu pude fazer isso? – Rachel bateu em sua própria testa. – Melanie a razão pela qual eu lutei e o encontrei, amor. – Rachel se aproximou e tirou a criança de meus braços trêmulos.


– Melanie? – Edward engasgou e olhou para a criança nos braços de Rachel.


– Sim – a voz de Rachel estava embargada novamente. – A nossa filhinha, Edward. Ela é sua também.


Edward deixou seu olhar, que antes, estava em mim, ir de encontro à criança. Seus olhos brilharam, mas nenhuma reação a mais.


Eles tinham um bebê. Edward era pai de mais uma menina. Eu sentia que o perdido para sempre.


– Não quer segurá-la?


– Eu... eu quero, mas...


– Não fique com medo – Rachel sorriu. – Eu lembro que você tinha medo de segurar a Nessie e machuca-la, mas a Mel está um pouco maior agora, ela já fez um ano, um ano e quatro meses, exatamente. – Sorriu.


Edward aninhou a criança em seu colo e depois seu olhar voltou para mim.


– Ela parece com você, não acha?


– Você... por que não me contou que estava grávida?


– Eu ia contar, naquela noite, mas...


– Ah meu Deus! – Edward sussurrou.


– Tudo bem, Edward. Podemos conversar sobre tudo depois, eu vou lhe contar tudo, eu prometo. Mas, quero muito ver a nossa filha, está no quarto? Quero ver os outros também... Talvez depois de um banho – Rachel sorriu minimamente.


– Não, Rachel. Temos que conversar agora, como eu disse muita coisa aconteceu.


– Claro – deu de ombros. – Ah, quem é essa moça bonita? E por que você está chorando, querida? – Rachel se referiu a mim.


Edward olhou para mim.


– Ela é minha na...


– Secretária – murmurei entre as lágrimas.


– Não... quer dizer, você é minha secretária, mas é minha namorada também. Bella, por que...?


– Namorada? – Rachel perguntou.


– Sim, Rachel. E eu a amo.


– Edward...? – Rachel perguntou indignada.


– Eu vou para casa – sussurrei.


– Não, fica Bella. – Edward encurtou nossas distancia ficando do meu lado.


– Eu quero ir e vocês têm muito que conversar...


– Você faz parte da conversa.


– Não... Edward, eu preciso ir para casa – tentei ser forme e inibir as lágrimas, mas como eu já sabia, era impossível.


– Bella, não chore, por favor...


Desvencilhei-me dos seus braços e sai pela porta que permaneceu aberta todo esse tempo. Edward me seguiu.


– Bella, espere...


Parei em frente ao meu carro e me virei para ele.


– Você tem que ficar... Vou contar tudo a Rachel, é você que eu amo e não ela...


– Vocês têm uma filha! – exclamei. – Um bebê, Edward.


– Isso não muda em nada, continuou amando você.


– Mas vai ser diferente, Edward. Você diz que não, mas eu vi em seus olhos, você ainda a ama.


– Está errada.


– Não estou.


– Está... vamos parar com essa discussão infantil. Eu sei dos meus sentimentos.


– Estou com medo, o.k.? Eu sei que vai ser só uma questão de tempo e então... Eu não quero te perder, mas se eu te deixar agora, talvez doa menos – apenas sussurrei, tentava engolir o choro, mas era impossível.


– Bella, pare de falar isso – Edward segurou em meus ombros. – Nada vai mudar, nada. Eu vou conversar com Rachel, ela vai entender e nós vamos ficar juntos.


– Você promete? – murmurei.


– Claro... nós nem deveríamos estar tendo está conversa...


– Volta pra lá, Edward. Vocês realmente têm muito para falar. Eu só quero ir pra casa.


– Me promete algo então, antes de ir?


Assenti.


– Não quero que chore mais e nem sinta medo, e está terminantemente proibida de pensar em me deixar.


Assenti novamente.


– Eu amo você, só você – ele me abraçou.


– Te amo muito, Edward. Muito mesmo.


Segurou meu rosto em suas mãos e então me beijou.


Empurrei seu corpo delicadamente depois de um tempo e entrei no carro indo para casa.


Edward’s Pov.


Suspirei ao vê-la ir embora. Adentrei novamente minha casa e Rachel segurava Melanie em seu colo, andava de um lado ao outro olhando as fotos espalhadas pela casa.


Melanie era pequena apesar de já ter um ano de idade. A primeira vez que olhei para ela eu senti uma emoção inexplicável, da qual, eu senti quando segurei Renesmee pela primeira vez. O tempo tinha sido curto, mas era incrível a forma de como eu já a amava, eu queria protege-la, dar carinho... eu era pai de mais uma menininha, mas uma princesinha em minha vida. E sim, Melanie mudava tudo. Mudava toda a minha situação.


Sentei no sofá. Em minha cabeça passava milhares de coisas, latejava sabendo o que viria pela frente. De um tapinha ao lado no sofá, para que Rachel se sentasse.


– Eu... posso coloca-la em um lugar mais confortável? – perguntou-me referindo-se a Melanie.


– Claro, é... pode coloca-la em meu quarto – cocei a cabeça.


Rachel subiu as escadas que já conhecia, parecia feliz por estar ali, em nossa casa.


Meio minuto depois ela voltou. Seus braços agora descansavam em seu corpo. Parecia ter sido um alivio não segurar mais o peso de Melanie.


– Tudo bem... eu sei que muitas coisas aconteceram. Afinal, foram dois anos, certo?


Assenti.


– Você está muito diferente – passou as mãos em meus cabelos. – Eu esperei cada segundo para estar aqui, contei cada centavo que ganhei para poder voltar. Todas as noites eu imaginava como seria sua reação a me ver e como eu beijaria você e diria que o amo demais... mas, agora eu nem sei por onde começar, estou confusa para falar a verdade. Você está agindo de forma que não consigo entender e aquela garota e... Como pode não me amar mais? Edward, foram dois anos e eu pensei que você estaria esperando por mim...


– Pensei que estivesse morta – interrompi seu discurso. – Rachel, quando eu cheguei ao local do acidente você tinha simplesmente sumido. Como acha que eu me senti? Renesmee sofreu por muito tempo, eu sofri por muito tempo. Eu enganei a todos por dois anos, Rachel. Por que voltou? Onde estava? Não entendo nada...


– Calma... Edward eu vou lhe contar como tudo aconteceu.


– Estou ouvindo.


– Não entendo porque está me tratando assim, ou falando assim comigo.


Suspirei.


– Desculpe... estou nervoso.


– O.k. Na verdade eu não me lembro muito bem como tudo aconteceu. Eu perdi minha memória, por isso não voltei.


– Perdeu a memória?


– Sim, deixe que eu conte. Algumas horas antes de discutirmos naquela noite, meu exame de sangue tinha chego. Eu já sabia, mas eu precisava ter certeza que estava grávida. Então a palavra “positivo” me causou uma grande emoção. Eu estava louca para te contar, mas resolvi esperar que todos fossem embora, afinal eu queria que você fosse o primeiro a saber.


“Eu ansiei por este momento, mas você não me deu a oportunidade. Ao invés de perceber o motivo do meu sorriso preferiu ter mais um ataque de ciúmes. Nunca lhe dei motivo para desconfiar de mim e James. Quando discutimos eu fiquei muito nervosa. Por um momento eu tinha esquecido de tudo, de toda a minha felicidade e só me importei em revidar sua agressões verbais. Eu não queria ouvir você dizendo aquelas coisas então resolvi sair, só queria esfriar a cabeça e claro, com intuito de você vir atrás de mim e me impedir, como nos filmes românticos...” – Rachel riu um tanto nervosa. “Mas, você não veio. Aquilo me entristeceu, muito. Você sempre foi o tipo de marido atencioso e que se desculpa, mesmo estando com a razão. Eu pensei que talvez você precisasse de um tempo e eu lhe daria esse tempo. Eu queria mesmo era conversar com alguém, então eu resolvi ir até a casa dos seus pais. Eu gostaria de conversar com Esme, contar a ela como andava a nossa relação.”


“Algumas lágrimas ofuscavam a minha visão, as deixavam turva, mas nada que pudesse me atrapalhar. Eu dirigia absorta, até que um carro passou ao lado do meu em alta velocidade. Assustei-me e o xinguei mentalmente e seguiu meu caminho. Um pouco mais a frente o transito estava livre, estava preste fazer uma curva e meu celular tocou em um bipe. Era mensagem da nossa filha. Ela queria saber onde eu estava e que você estava desesperado. Eu achei que podia fazer aquilo, dirigir e responder a mensagem ao mesmo tempo. Foi em fração de segundos, olhei para frente e meu carro tinha invadido a pista na contramão e nessa mesma vinha um grande caminhão. Me lembro até mesmo de sua buzina. Não tive muita escolha ou eu jogava o carro para o lado e batia na árvore ou escolhia morrer embaixo de um caminhão. Só pensei em nosso bebê naquele momento. Ele tinha o direito de viver e eu lutaria por ele. E bem, depois eu só me lembro de ter acordado em lugar totalmente diferente.”


Olhei para ela e assenti para que continuasse.


“Eu estava próximo aqui de Forks. Port Angeles; um casal tinha me tirado do carro ainda desacordada – disseram eles – e me levaram para a casa deles. Quando acordei eu não sabia de nada, estava confusa.”


Flashback de Rachel


– Hei, tem que se acalmar, querida. Descanse mais um pouco. – Era uma senhora grisalha, sua voz afável acariciaram os meus ouvidos. Senti algo molhado limpando meu ferimento.


– Ai!


– Shhh! Você vai ficar bem, fique quieta.


– Onde estou? Ai! Quem é você? Como me chamo?


Milhares de perguntas vieram a minha mente naquele momento. Eu não sabia quem era ou onde estava, nem ao mesmo o meu próprio nome.


Um homem se aproximou de nós. Era mais novo que a senhora, alguns anos talvez.


– O que foi, Beth? – sua voz grave ecoou pela sala.


– Ela perdeu a memória – sussurrou Beth.


O homem olhou para mim novamente e depois para Beth. Ele fez um aceno com a cabeça e Beth me deixou sozinha.


Andei pelo quarto. Não reconheci nem sequer um objeto. O que estava fazendo? Quem eram aquelas pessoas? Quem era eu?


A porta se fechou atrás de mim. Beth e o homem tinham voltado.


Beth se aproximou.


– Não toque em mim – desvencilhei-me de seus braços.


– Via ficar tudo bem, Jill; você perdeu a memória, querida?


– Jill?


– Sim, este é o seu nome – disse o homem. – Não se lembra de nada? Sou Guy Lewiston, seu pai.


– Guy?


– Eu sou Beth, sua mãe.


– Vocês são meus pais?


– Sim.


– E o que aconteceu? Não sei onde estou... minha cabeça dói.


– Você é a nossa única filha, você acabou de sofrer um acidente de carro e chegamos a tempo de te ajudar.


– Ah – foi a única coisa que pude dizer.


Beth e Guy pareciam nervosos, mas sorriram depois.


Fim do Flashback


“Eu passei a reaprender as coisas. Foi através dos enjoos e o tamanho de minha barriga que acabei realizando um teste de farmácia, então foi ai que descobri que estava grávida e bem, o mistério sobre o pai da criança permaneceu. A casa dos meus “pais” era simples. Eu estava convicta de que meu nome era Jill Lewiston, meus pais eram Beth e Guy Lewiston e que aquela era a minha vida. Os meses passavam rapidamente. Estávamos felizes. Eu consegui um trabalho em uma lanchonete perto de casa. As pessoas me perguntavam quem era o pai da criança e aquela situação me deixava muito sem graça, pois eu não me lembrava de nem ao menos de ter feito ela. Era estranho. Beth e Guy disseram que eu tinha namorado, um rapaz daquelas redondezas e que ele era o pai. Então eu fui atrás dele – quando tive a oportunidade, porque Beth sempre me impedia de fazer isso. – Sai escondida e fui até o endereço, seu nome era Joe e então eu perguntei se ele se lembrava de mim. No mesmo momento ele disse que não e outros rapazes – deveriam ser seus amigos – riram de mim. Foi constrangedor. Sem duvidas Joe não era pai do meu filho, ele tinha 17 anos, eu tinha 35 como dissera Beth. Eu resolvi seguir minha vida levando este mistério comigo. Minha filhinha iria nascer e eu iria amá-la mais que tudo neste mundo. Eu sempre senti e desconfiei que Beth e Guy escondiam algo, mas porque eu duvidaria dos meus pais, aliás, eu estava somente confusa com toda a perca de memória.”


“Melanie nasceu e foi só alegria. Eu me dediquei somente a ela. Beth e Guy estavam muito felizes, apesar de suas discussões constantes. Guy era contra alguma coisa que Beth andava fazendo, eu não sabia o que era. Eu criei Mel com dificuldade, o baixo salário que recebia na lanchonete mal dava para no sustentar. Guy estava desempregado, pois tinha problemas de saúde e Beth cuidava de Mel enquanto eu trabalhava. Foi difícil para todos, mas ainda assim eu me sentia muito feliz. O tempo passou e começava a ter lembranças de pessoas que eu não conhecia. Eu conseguia ouvir a sua voz, Edward. Só não fazia a mínima ideia de quem pertencia àqueles rostos e vozes. Então eu imaginei que eu estava começando a criar um pai para Mel em minhacabeça. Talvez estivesse louca, mas eu duvidava dessa hipótese.”


“Certa noite Mel acordou chorando. O barulho da discussão de Guy e Beth era extremo, capaz de ouvir a metros de distancia. Beth chorava e Guy lhe dizia que Jill tinha morrido, que tinha que me deixar ir e que estava na hora de me dizer a verdade. Aquelas palavras me assustara, claro que sim. Eu era Jill, por que ele estava dizendo que eu tinha falecido ou que tinham que me deixar partir? Colei mais o ouvido a porta.”


Flashback de Rachel


– Ela não é a nossa Jill, Beth. Temos que deixa-la ir. Já imaginou como estão os familiares dela? Preocupados, pensando que ela está realmente morta...


– Ela não pode ir, Guy. Não agora...


– Beth, nós não temos esse direito. Vou contar a ela. Vai fazer dois anos, não posso mais com essa mentira.


Ouvi passos pesados em direção à porta e então me afastei. Guy abriu a porta e olhou em meus olhos.


– Sinto muito, querida.


– Vocês mentiram?


– Beth sofreu muito com a morte de Jill...


– Então, eu não sou Jill? Quem sou? E quem são vocês? Não são os meus pais de verdade?


– Não – Guy suspirou. Beth apareceu, seus olhos emergidos. Sua voz rouca repetia um pedido de desculpas. – Perdemos nossa filha em um acidente de carro. Beth não superou essa perda, achou que se nós tivéssemos você por perto às coisas iram melhorar. Desculpe-nos. Foi um erro estupido.


– Mas, qual meu verdadeiro nome? Quem sou então?


– Nós também não sabemos. Beth me contou que você andou tendo sonhos e que chama o nome de um rapaz. Edward.


– Edward?


– Sim. Quando encontramos você, guardamos todos os tipos de objetos que podia fazer você lembrar-se da sua verdadeira família. Essa foto, por exemplo:


Guy entregou-me uma foto. Era pequena, do tipo que cabe em uma carteira média.


Olhei para as pessoas que sorriam. Uma linda garota, adolescente. Seus cabelos eram ruivos, não escuros, mas de uma cor muito bonita, próximo ao cobre. Seus olhinhos brilhavam, seu sorriso era sincero. Um de seus braços apoiados no ombro de um homem muito bonito. O homem da qual eu sonhava, eu via. Era loiro, alto e não parecia muito feliz a fotografia. Virei à fotografia e em uma caligrafia perfeita estava escrito.


Edward e Renesmee. Para lembrar sempre de nós quando não estiver por perto. De sua filha e sempre amiga, Nessie.


Edward o nome do qual eu chamei todas as noites. Renesmee, minha filha.


Sequei minhas lágrimas. Eu tinha uma família.


– Vocês não tinham esse direito.


– Nós sabemos, desculpe-nos...


Fim do Flashback


Naquele momento em que segurava a foto milhares de lembranças ressurgiram. Meu nome, as pessoas da qual eu convivi, a nossa casa.


Eu me senti traída. Enganada.


Guy e Beth devolveram também meu celular. Procurei seu numero e então ouvi sua voz pela primeira vez em tempos. Era noite de Natal.


Com muito esforço e trabalho eu descobri que morávamos em Forks e que não era muito longe dali. Minha memória estava melhor a cada dia que passava.


Passei a enviar-lhe mensagens. Queria que soubesse que estava voltando, e bem, aqui estou.


Assim que Rachel terminou de contar tudo eu suspirei. Ela não tivera culpa de nada. Eu não podia culpa-la por ter nos abandonado ou por ter simplesmente sumido. Ela tinha sido sequestrada.


– Você tem que denunciar eles, Rachel. Isso foi um sequestro – disse alarmado.


– Não posso, Edward. Apesar de tudo eles foram acolhedores e se não fosse eles que tivessem me tirado do carro talvez Mel não estivesse aqui hoje, por pouco não a perdi.


Assenti. Afinal ela tinha razão.


– Eu já disse tudo o que tinha que dizer, acho que agora é a sua vez.


– Minha vez do que?


– Aquela garota?


– Não é uma garota, é uma mulher – contra-ataquei.


– Nossa, não pensei que seria assim... você está tão...


– Rachel, eu passei meses e meses procurando por você. Eu senti sua falta, eu chorei, me senti culpado, senti saudades e menti para todos. Sua “morte” – fiz as aspas com os dedos – tem me causado muita dor de cabeça. A Bella apareceu e tudo mudou, eu não amo mais você, me desculpe, mas...


Ouvi Rachel fungar e então parei meu discurso.


– Rachel. Ah! Por favor, não chore – pedi me aproximando.


– Eu pensei que... – ela balançou a cabeça negativamente. – Eu ainda te amo, Edward.


Eu não podia dizer o mesmo. Talvez pudesse, se fosse Bella dizendo aquelas palavras.


– Então, acho que era melhor eu não ter voltado, estou morta, não é mesmo?


– Pare com isso. Renesmee quer muito você de volta. Ela é a que mais sofreu com toda essa história.


– Renesmee? Onde ela está?


– Rachel, aconteceu muitas coisas enquanto você estava fora...


– Edward, toda vez que pergunto da nossa filha você muda de assunto. O que aconteceu? Onde ela está?


– Renesmee... Renesmee sofreu um acidente, ela foi atropelada.


– Ah meu Deus! Ela está bem? Está lá encima dormindo? Meu Deus, minha filhinha...


– Ela não está lá encima – expliquei enquanto Rachel já estava no terceiro degrau da escada. – Ela ainda está no hospital, está em coma.


Rachel olhou-me boquiaberta. Já havia lágrimas em seus olhos.


Continua...

Notas finais
Vish!
Pois é, Rachel veio p/ ficar pelo jeito né?
E ela é muito bonita por sinal. Todas conseguiram ver a foto? Por que n sei se abri em todo os PC's , mas enfim.
Ah, Mel, que fofa que é, meldels.
Bem, esse capítulo se resume o que realmente aconteceu com a Rachel.
O que vcs acham? Ela ta blefando Ou está dizendo a verdade?
Bellinha, tadinha! Ela ainda queria dizer que era só a secretária do Edward, mas nosso Ed não deixou.
Ah, vcs viram o que ele disse.
- Não é uma garota, é uma mulher! - huahua. frase do dia.
Ok. Twihard Mode on:
Ahhhhhhhhhh, sairam tantas coisas nesse tempo. As imagens, Bella, Nessie, Edward, Jake. ahhhh
o Trailer, quem viu o Trailer levanta a mão o/
PQP, eu estou surtada até agora com o trailer.
I Was Born To be a Vampire! Pfvr, Bella de vampira é tudo.
Surtem comigo meninas - atrasado.
huahua. Muito foda.
Agora estou a espera de OTR pra morrer de vez.
kkk.
Td bem, agora a louca vai embora.
Obg pelos comentários no cap anterior. Responderei assim que for possível.
Comentem neste capítulo também, por favor.
Até breve.
Bjos e mais Bjos da LSCullen