Notas iniciais
Oiee, pessoinhas!
Bem, nos encontramos lá na nota final.
Boa Leitura.

Renesmee me ignorou aumentando ainda mais o volume da música.

- Será que você pode agir de forma adulta pelo menos uma vez? – perguntei.

Renesmee suspirou tirou os fones e olhou para o outro lado, na qual uma senhora estava sentada.

- A senhora falou comigo? Estou ouvindo vozes chatas em meus ouvidos – como ela podia ser tão...

- Renesmee – chamei.

- O que você quer? – por fim consegui a sua atenção. Falou comigo sem olhar exatamente em meus olhos.

- Será que podemos conversar sobre o que aconteceu? Você fica me evitando...

- Eu não tenho nada para falar com você Swan.

Swan? Agora ela ficaria me chamando pelo sobrenome.

- Tudo bem, você não tem mas eu tenho.

- Senhorita, nós vamos servir o café da manhã e precisamos que todos os passageiros estejam em seus assentos – interrompeu a aeromoça.

Suspirei.

- Tudo bem.

Voltei ao meu lugar e Edward despertou. Nem precisava dizer o quão lindo ele ficava quando acabava de acordar. Fez um biquinho preguiçoso.

Logo as aeromoças traziam o carrinho e parece que Emmett sentiu o cheiro de comida.

- CAFÉ DA MANHÃ... ESTOU CHEIO DE FOME – gritou para todos ouvirem.

Ouvi Renesmee gargalhando do outro lado.

- Bom dia! – murmurei para um Edward ainda sonolento.

- Nossa, dormi por quanto tempo?

- Hmm, algumas horas, estamos chegando... eu acho.

Ele sorriu, me abraçou e depositou um beijo em minha bochecha.

Assim que terminamos o café da manhã o avião pousou no aeroporto. Não preciso nem dizer o quanto eu fiquei com medo. Não era umas das partes favoritas de voar. Quer dizer, não tinha parte favorita.

Só abri meus olhos quando senti que estavamos e terra firme e então eu suspirei aliviada. Estava viva!

Alice tomou a frente e pediu para que a seguissimos pelo aeroporto que ela nem conhecia. Depois de meia hora perdidos Renée achou o balcão de desembarque.

Renesmee apareceu algum tempo depois com Spoc em seu encalço, em uma grande – podemos dizer, gaiola – porque aquilo de longe era confortado para um animal.

- Parece que vai demorar um pouco, vamos pegar as nossas malas – Edward anunciou.

Eu e Esme tivemos o cuidado de colocar nomes em todas as malas. Então em seguida veio, a minha, do Edward, Jasper, Alice... quando chegou na vez de Emm, ao invés dele prestar atenção ele estava olhando absorto para o lado e logo a mala desapareceu na esteira.

- Tio Emm, a sua mala – Renesmee o alertou apontando para a mala que desaparecia.

E Emm tomou atitude que menos esperavamos. Subiu na esteira, sentou encima de alguma mala qualquer, sorrindo nos deu tchau enquanto sumia na esteira atrás de sua mala.

Eu sabia que ele não bati muito bem da cabeça, mas nunca pensei que chegaria a esse ponto.

- Onde vai dar essa esteira? – Jasper perguntou.

- Ela vai dar a volta, então o Emm vai aparecer aqui, em 3...2...1 – Edward apontou para o outro lado e logo estava um Emmett com sorriso de criança no rosto.

Não deixei de rir de sua atitude.

- Cara, eu sempre quis fazer isso, igual nos filmes – ele sorriu levantando sua mala como prêmio.

Spoc latia sem parar dentro de sua prisão, e estavam todos ficando irritados com aquilo.

E Renesmee fez o que eu estava pensando. Libertou o animal. Até que ele era comportado. Ficou ali próximo de nós, cheirando e lambendo ainda preso a coleira, estava bom demais até que...

- Spoc... pega Spoc! — Emmett com toda a força jogou um pedaço de sanduíche que segurava.

Renesmee o fuzilou com os olhos e logo foi puxada com uma solavanco para frente e não foi forte o bastante para segurar a corrente do bichinho.

- Tio Emm – ela gritou chateada.

Enquanto um caos enorme foi criado no saguão do aeroporto. Spoc corria atrás do sanduiche, as pessoas corriam dele e nós corriamos atrás dele.

Todos nós corremos atrás do cachorro tentando impedi-lo.

- SPOC – Nessie gritou de um lado

- SPOQUINHO, SPOQUINHO!

- SEU ANIMAL, EU VOU TE MATAR – Edward gritou.

As pessoas gritavam, corriam, caiam, era um caos total.

Spoc devorou o pedaço de sanduiche. Emmett foi o primeiro a chegar perto dele e então pulou com tudo pra cima do animal e... deu de cara no chão, pois Spoc saiu a tempo de não ser esmagado pelo animal, pelo animal do Emmett.

Ele correu para o lado oposto e todos nós voltamos a correr atrás dele.

- SAI DA FRENTE – gritei para umas pessoas que entraram com tudo em minha frente, a única coisa que vi foi um baque ensurdecedor, malas e pessoas em cima de mim.

- Ai – gemi, empurrando a mulher que parecia ter o dobro do meu peso.

Levantei meio cambaleante e não conseguiram parar o cachorro.

Edward agora parecia próximo a ele, tentava o abordar pelo rabo e então tropeçou em seus próprios pés e foi ao chão assim como eu.

Só restara Jasper, Rose, Alice e Nessie que ainda corriam atrás dele por todo o aeroporto. O mais engraçado era que o animal estava gostando.

Senti uma mão em meu ombro.

- Cara... esse... linguiça... corre – Emm disse ofegante.

- Tudo culpa sua – apontei para ele.

No momento seguinte, vimos mais pessoas correndo atrás do Spoc, mas eram guardas.

Fodeu!

Um apito chato chegou aos nosso ouvidos. Tudo parou, o silêncio tomou o lugar e ai pudemos ver o caos causado pelo animal.

Alice e Jasper foram parar dentro de um carrinho de compras de uma mulher que os olhavam com medo, Renesmee estava esparramada no chão, ofegante, e Rose mantinha as mãos apoiadas no joelho também ofegante murmurando algo desconecto.

Mas o cachorro, a aquele tinha energia e era bem problemático e vimos o pior, o animal veio com toda a furia, estava vendo até em camera lenta, patas ageis, língua pra fora e tcharãm, Spoc pulou com toda força para cima do guarda e o levou ao chão, não bastava começou a lamber o rosto do guarda furioso.

- Sai de cima de mim – o homem gritou. Pegou Spoc enfim pela colera e o segurou firme.

- Quem é dono desse animal? – o guarda perguntou paralisando uma monte de curiosos.

Todos nós apontamos para Renesmee que ainda estava no chão de olhos fechados.

- Garota, venha até aqui – o guarda chamou.

- Talvez... amanhã... estou... morrendo – Renesmee ofegou.

- Venha aqui agora, todos vocês que causaram está confusão.

Com cara de cachorrinhos molhados chegamos até o guarda.

Tudo ao nosso redor voltou ao normal e o guarda pediu para que o seguissimos até um canto.

- Vou perguntar de novo... quem foi que causou toda essa confusão?

Começamos a explicar, todos ao mesmo tempo, cada um falava uma coisa, uma mais alto que o outro, uma confusão de vozes e então o guarda apitou novamente.

-... desse aeroporto mundiça – Alice falou quando todos nós estavamos em silêncio.

- Ops! – ela fez um biquinho travesso se escondendo atrás do Jasper.

- Uma pessoa só, me diz, quem é o dono desse cachorro?

- Sou eu – Renesmee falou. – Mas tudo o que aconteceu foi por culpa dele – ela apontou para Emmett.

- Minha? – perguntou ofendido. – Eu não tenho culpa se você não da comida para esse monstrinho.

- Monstrinho é...

- JÁ CHEGA! – Edward gritou.

Olhamos assustados para ele, incluindo o guarda.

- Vamos acar com os prezuísos causados pela confusão, nos desculpe por isso.

- Tudo bem, agora por favor, deem o fora daqui antes que eu prenda todos vocês.

- Não será preciso, estamos todos de saída – Carlisle pronunciou. Esme, Renée e Charlie pareciam perplexos com o que acabara de acontecer.

- Não vou nem comentar o que acabou de passar aqui – Carlisle pronunciou entrando em um dos táxis que nos esperava.

Nos dividimos nos carros, já que não caberia mais que cinco pessoas em um veículo só.

Foi mais ou menos meia hora e chegamos a um píer, onde uma lancha nos esperava.

Não tinha um lugar mais longe para a fadinha e meu irmão se casarem? Fala sério!

Os meninos que tinham conseguido alugar aquela lancha de última hora.

Edward ajudou-me com as malas e me ajudou a entrar na embarcação também, e depois ajudou a Renesmee com Spoc que se recusava a pisar no píer. Aquele cachorro parecia até gente.

A lancha era linda, grande o bastante para acomodar bastante pessoas.

Com Renée e Esme eu entrei na cabine, parecia até ser uma casa flutuante. Perfeito.

- Casais costumam alugar essa aqui para lua de mel, mas abri uma excessão para vocês – explicou o marinheiro para Esme.

- É perfeito, obrigada! – Esme sorriu.

Dexei a minha mala em uma canto e voltei para a superfície, e me aproximei dos outros que fitavam o imenso mar despreocupado.

Talvez, agora fosse uma boa hora de terminar, o que mal comecei a dizer a Renesmee. Ela estava em um canto distante, distraindo o monstrinho, quero dizer, Spoc que parecia ter medo de água.

- Bella – Edward me chamou.

Olhei para ele, depois para Renesmee, aquela era a chance que eu tinha, mas Edward estava de braços abertos com um sorriso brincando nos cantos do lábios.

O abracei sem nada dizer.

- Você está bem?

- Sim.

- Esteve tão calada todo esse tempo.

Olhei em seu par de esmeraldas, sem lhe dar uma resposta.

Ele me beijou por um momento e retribui, mas não estava me sentindo a vontade com aquela situação.

- Linda paisagem, não acha? – ele virou me corpo para frente, me deixando na borda da lancha. Como aquela cena do titanic, era tão bom sentir o vento, o ar puro, mas ainda sim eu deveria lhe pedir algo.

- Edward... acho que seria melhor se evitarmos contato quando a Renesmee estiver por perto.

Olhei em direção onde ela estava, mas já tinha sumido de lá. Certamente por causa do beijo que acabou de acontecer.

- Isso não vai mudar em nada, se você quer assim... tudo bem – deu de ombros.

Ele se afastou de mim, uma distância desnecessária. Eu sabia que me arrependeria desse pedido idiota, já estava começando desde agora.

Ouvi o entusiasmo de Alice e então percebi que nos aproximavamos da Ilha.

***

Haviam 15 generosos quartos na casa, eu não sabia nem qual escolher, não por onde começar. Nas primeiras semanas poderiamos ficar a vontade, só teriamos que dividir quartos quando os convidados chegassem. Resolvemos que ficar um do lado do outro seria melhor. Eu não me importava de divirdir um quarto desde já, não me sentia muito a vontade dormir em lugares que não conhecia, ainda mais sozinha... tudo bem, não seja covarde.

Coloquei a mão na maçaneta da porta e foi aquele quarto que resolvi ficar. Não era grande, mas também não era pequeno, era perfeito para mim. Havia uma cama de casal no centro, uma grande janela e uma comoda onde seviria de guarda-roupa para mim.

Me senti a vontade, aos poucos me acostumei com aquele ambiente e junto com o resto do pessoal fui conhecer o resto da gigante mansão.

Alice tinha razão, seria uma grande festa.

Todos já estavam acomodados e cheios de energia. Só eu que sentia sono e cansaço pela viagem?

Troquei de roupa, vestindo um shorts jeans e uma regata branca, já que o calor era insuportável. Prendi meu cabelo em um coque e lavei meu rosto com água gelada.

Alguém bateu na porta do quarto.

- Entra – anuncei secando o rosto em uma toalha.

Edward entrou e encostou a porta.

- Edward, eu só disse aquilo porque... não quero que a Nessie sofra.

- Tudo bem, meu amor – ele se aproximou, colocou seus braços em minha cintura.

- Está chateado com isso?

- Não, quer dizer, é isso que ela quer, que fiquemos separados.

- Eu vou conversar com ela, mesmo que ela não queira me ouvir.

- Já pensou que se talvez a ignorarmos ela vai parar com todas essas... birras?

Dei de ombros, talvez não fosse má ideia.

- Viemos aqui para nos divertir, esquecer os problemas... e eu quero aproveitar todos os momentos aqui ao seu lado... eu estou apaixonado por você Bella, a... a todo momento eu quero te beijar, te fazer carinho... cuidar de você... todos aqui sabem que somos adultos e estamos amando, não precisa se esconder e nem esconder os seus sentimentos.

- Edward... você toda a razão – sorri o abraçando.

- Podemos começar a nos divertir bem agora – ele piscou, afastou a alça da regata que eu usava e beijou meu ombro.

- Sério? E o que você tem em mente? – perguntei perversa fitando seu corpo.

Ele gargalhou com a minha atitude.

- Seria maravilhoso ficar aqui com você no quarto e... – balançou a cabeça negativamente mordendo os lábios. – Mas, eu quero te mostrar um lugar especial aqui na ilha e está bastante calor – limpou os requicios de suor em meu pescoço. – Vista um traje de banho, ok?

Eu assenti sorrindo.

- Vou esperar... você lá fora – ainda sorrindo ele me beijou novamente e saiu.

Suspirei voltando a respirar. Edward, como dizem, era um pedaço de mal caminho.

Ele tinha toda e completa razão em relação a Renesmee, era só uma fase e ela entenderia, mas não deixaria de viver o amor que sinto por ele por causa de sua atitude infantil. Eu ainda estava disposta a ter aquela conversa com ela, e não deixaria passar de hoje.

Bem, se Edward pediu para que eu vestisse um traje de banho certamente seria um lago ou um rio, talvez uma cachoeira.

Vesti sem muita escolha o minúsculo biquíni branco que a fadinha obrigou-me a comprar. Não era bem um biquíni e sim um pedaço de pano que só tampava... ah deixa pra lá.

Voltei a vestir o short e a regata por cima do biquíni e saí do quarto. Não havia ninguém dentro da grande casa, pelo menos no andar de cima. Desci a escada a procura de Edward e o achei, vestindo apenas uma bermuda e também uma regata. Parecia tão a vontade que decidi copia-lo.

- Está pronta para enfrentar uma trilha cheia de aranhas, cobras, pedras e... – tentou fazer uma voz um tanto medonha.

- Ah podemos escolher a opção piscina, assim como os outros – sorri já fugindo com medo e apontei para a piscina, onde estavam Emmett, Rose, Alie, Jasper e se estava enxergando bem o monstrinho de quatro patas ou Spoc se prefeir assim.

Edward sorriu pegando em minha mão e me puxando para o lado oposto. Era como se estivessemos fugindo de todos, e a sensação era ótima.

Entramos em uma trillha que parecia sem fim, totalmente diferente do que Edward falou, não tinham aranhas, cobras e pedras, só alguns galhos no caminho, era quando Edward soltava a minha mão e os tiravam nos dando passagem.

Após alguns minutos eu já podia ouvir, o barulho da água, e então mais para a frente avistei a bela cachoeira. A água era límpida e a beleza da natureza tinha um constrate perfeito com a luz do sol.

O lugar era lindo.

- Então, o que achou? – falou um pouco alto, pois o barulho da água corrente abafava nossa voz.

- Maravilhoso!

Andamos mais alguns metros, onde um pequeno gramado em baixo de uma árvore era convidativo. Edward forrou o chão com uma pequena coberta que havia pego na casa e ali se sentou ainda fitando a beleza do lugar. Resolvi deitar ao seu lado, fitando o imenso azul do céu dando formas as nuvens que mais pareciam algodão.

- Esse é um dos meus lugares favoritos.

- É mesmo muito lindo.

- Eu venho aqui desde quando era criança... na verdade foi eu que descobri essa cachoeira.

Olhei para ele, interessada na história.

- Quando meus pais compraram a ilha eles só se preocuparam em aproveitar a casa, a piscina e tudo o que tinham direito. Eu também não sabia da existência dessa beleza aqui, até que um dia eu discuti com Esme e então resolvi entrar na trilha... foi uma bela descoberta. Esse lugar me tras paz – ele sorriu e enfim se deitou ao meu lado.

- E agora todos sabem que esse lugar lindo existe?

- Não, sei que parece egoísta da minha parte, mas eu só trouxe uma pessoa aqui antes de você. – explicou enquanto brincava com uma mexa do meu cabelo.

- Hmm... tenho uma ideia de quem seja.

- Quem? – agora ele perguntou curioso.

- Rachel?

- Não. Renesmee – suspirou.

- O que foi?

- Sabe, Rachel foi a minha primeira em tudo, mas não senti que ela era tão importante para desfrutar esse lugar comigo.

Pasmei!

- E eu sou?

- Muito, muito importante – esperei por um sorriso, mas apenas um sério olhar.

A calma que transparecia em seu semblante sumiu por um momento, algo o tinha deixado chateado.

- O que você tem? – virei meu corpo, agora ficando de frente a ele, olhando profundamente em seus olhos.

- O fato de tudo que vem de mim e ser ligado a Rachel me irrita – confessou.

- Como? – eu realmente não tinha entendido suas palavras.

- As pessoas ficam falando e falando da Rachel... tudo se volta a ela. Eu quero esquecer Bella, você agora é importante e então se eu digo algo pensam que tem ligação e tem a ver com a Rachel, mas eu não quero isso... pelo bem de todos.

Eu não soube o que responder. Os outros viviam o passado, até mesmo eu e claro que mesma ficava me comparando com a Rachel, mas não era isso que Edward queria, ele nunca quis.

Eu sempre tivera uma duvida. Sempre pensei que mesmo me amando Edward ainda amava Rachel, mas agora eu sabia, ele não a amava mais.

- Eu não a amo mais – disse com todas as palavras.

- É isso que faz Renesmee me odiar tanto.

- Ela vai ter que aceitar. Mas, vamos ser só Edward e Bella agora, um casal e esquecer todos os problemas – murmurou.

- Por mim tudo bem – sorri. Aproximei-me dele o beijando.

Agora eu tinha certeza, ele me amava, me amava.

Deixei minha gargalhada ecoar quando ele me enxeu de cócegas. Eu me sentia tão feliz.

- Quer nadar? – perguntou tirando sua camisa, equanto eu tentava me recuperar da crise de risos.

Sua bermusa foi parar ao lado da camisa no chão e depois decidido deu um mergulho. Seu corpo ficou submerso por um tempo, confesso que comecei a me preocupar quando ele emergiu, ainda ofegante, passou a mão no rosto, bagunçou os cabelos... como ele conseguia ser tão sexy e...

- Vem, amor, a temperatura da água está ótima.

Medi a temperatura da aguá com a ponta dos pés. Parecia mais um gato com medo de água, e quer saber, a temperatura estava mesmo ótima.

Deixei a minha roupa ao lado da roupa de Edward e entrei na água. Edward me recebeu de braços abertos.

- Eu não sei nadar – avisei me agarrando ao seu corpo.

- Não se preocupe, não vou deixar você se afogar.

- Claro, claro – dei de ombros, eu sabia que ele se achava o super homem.

Se bem que com aquele corpo...

Não perdi mais tempo com pensamentos, eu estava tentada a praticar.

Sem cerimonia aproximei meus lábios do seu, percorrendo todo o contorno do mesmo com a ponta da língua. Ele mordeu o meu lábio inferior e depois o sugou. Dei passagem a sua língua começando um beijo calmo. Era tão bom beija-lo, senti-lo daquela forma, junto a mim era incrível.Toda vez que o tocava eu queria mais e mais, queria gritar a todo mundo o quanto estava apaixonada. O quanto me sentia feliz e completa quando ele me beijava daquela forma. Edward, carinhoso beijou todo o meus rosto, deixando rastros do seu desejo em minha pele ardente. Ainda hesitante, mordeu o lóbulo de minha orelha, sugou o mesmo. Entrelacei a minha mão em seus cabelos, o prendendo ali, naquela tortura maravilhosa. Beijava o meu pescoço com cautela, parecia ter medo de me tocar mais intimamente. E resolvi lhe mostrar que não precisava ter medo, por que eu o queria, queria que Edward me tornasse sua mulher aqui e agora.

Voltei meus lábios ao seu, beijando-o com fervor, aumentando o ritmo dos nossos corações. Mas não seria só um beijo que lhe mostraria que eu era sua. Com a mão que eu mantinha envolta do seu pescoço e segurei a sua que se mantinha comportadamente em minha cintura. Entrelacei nossos dedos, decidi se teria coragem o suficiente para aquilo e então com a minha mão guiando a sua deslizei por partes do meu corpo, comecei pela barriga causando um frio enexplicável fazendo contrair a mesma. Desci para as minhas pernas e subi novamente, deixando-a espalmada em um dos meus seios.

- Bella... – ele murmurou entre um beijo e outro.

O recado estava dado, e não foi preciso dizer muito para ele saber o que eu queria.

Nossos lábios afastaram-se, ainda ofegantes, olhamos-nos nos olhos. Levei a minha mão ao seu rosto, ainda de olhos fechados, contornei com os dedos, sua bochecha, seu nariz, seus lábios que tinham um leve sorriso, desci pelo pescoço, percorrendo seu tórax, sentindo os músculos, com a ponta das unhas raspando em seu corpo molhado e gemeu, sem pudor desci mais chegando ao cós de sua sunga. Com a mão trêmula invadi sua sunga e o senti estremecer mordendo com força os lábios reprimindo um gemido que veio em seguida quando toquei pela primeira vez em seu membro. Neste momento eu abri meus olhos, sua fisionomia deixava transpaçar excitação – na qual que podia sentir em minhas mão – e dor.

O acariciei com movimentos de vai e vem sentindo crescer ainda mais em minhas mão, cada vez mais duro e excitado.

- Porra... Bella... – gemeu.

- Edward, eu quero você, aqui e agora – sussurrei, foi o máximo que consegui, com a voz rouca, mãos trêmulas e pernas bambas, eu estava excitada, precisava dele o tanto quanto ele precisava de mim.

Edward retribui o carinho, me tocando de uma forma que homem nenhuma havia me tocado.

Senti meu corpo queimando, e querendo-o loucamente só para mim. Sua mãos fizeram o mesmo caminho que as minhas haviam feito no corpo dele. Edward queria me conhecer centimetro por centimetro só com os lábios.

Deixei escapar um gemido de exitação quando seus lábios chegaram a minha barriga, Edward mergulhou me mordendo naquela região.

Um barulho próximo de nós me tirou a atenção em Edward, ele emergiu e olhou para o mesmo ponto que eu olhava. Acima de nós, estava a queda d’aguá da cachoeira e então mais um barulho e as folhas balançaram-se sozinha, e não tinha sido um vento.

- Alguém estava aqui conosco – Edward percebeu o quanto fiquei assustada.

- Tudo bem, fique aqui e eu vou lá ver.

- Não, Edward, não vai – segurei em seu braço.

- Está tudo bem, amor, vai ver que são só passáros.

De longe aquilo não era passáros, não fazeriam o barulho que fez. Parecia mais ter sido uma pessoa.

Sai logo atrás de Edward. Ele pediu para que eu o esperasse lá em baixo. Escalou algumas pedras e chegou perto da queda de água.

— VIU, NÃO TEM NINGUÉM AQUI – gritou lá de cima.

Verificou o lugar mais uma vez e depois voltou me tranquilizando.

Não tinha mais clima para continuar o que haviamos começado. E eu ainda era virgem.

Vestimos a roupa e famintos devoramos os sanduíches que Edward havia feito para nós.

Renesmee’sPOV

Era bom poder estar de volta a ilha, a última vez que vim tinha onze anos, fazia um bom tempo desde a última vez. Spoc agora estava calmo, acho que toda a movimentação de pessoas naquele aeroporto e o voo o deixou agitado demais. Foi engraçado, nunca pensei que meu bebê causaria tamanha confusão e envolveria toda a família. Não podia deixa-lo de castigo, era uma criança, tinha apenas um ano de idade.

Fui obrigada a prende-lo na corrente, ainda não estava pronta para saber que ele se perdeu na mata. Bem que o traidor disse para não traze-lo, mas a única coisa que eu não estava fazendo naquele momento era obedecer suas ordens.

Todos disseram que a minha atitude foi infantil em relação a Swan e o traidor. Todos eles, menos o tio Emm, só ele me entendia. Ninguém ali tinha o direito de me julgar. Será que eles não viam o obvio? Isabella queria tomar o lugar da minha mãe. Isso nunca aconteceria, nunca, pois nem se quer vão ficar juntos por muito tempo. Eu sabia muito bem o tipo de homem que o traidor havia se tranformado, o tipo e come e descarta. Era só isso que ele queria com a Swan, só o seu corpo e depois de te-lo diria estar apaixonado por outra garota, bem que seja, quem iria sofrer no final seria a tolinha apaixonada.

Tudo bem, eu estou totalmente fora de mim, sendo mais fria que o normal, mas ela merecia por ter mentindo. Não me importava com o fim da nossa amizade, não me importava que toda a minha família estivesse junto dela nessa, nunca precisei de ninguém para ser feliz, não seria agora que eu iria precisar.

Suspirei. Eu queria ser eu, somente a antiga Renesmee que curtia a vida sem se preocupar com nada, sem estar magoada.

Comecei a fazer o conhecido caminho, entrei na trilha para o paraíso, o lugar que só eu e o traidor conheciamos. Ele sempre me disse que só eu era especial para estar com ele em um lugar como aquele, somente uma pessoa boa e de coração puro merecia estar ali. Me senti feliz ao lembrar que um dia eu tinha sido importante na vida do traidor porque agora ele só se importava com a Swan.

Respirar aquele ar era tão bom, era puro. Desviei de alguns galhos, me encantei com alguma flores, tropecei em pedras mas me mantive em pé. Cheguei a um lugar que eu nunca tinha percebido, havia duas saídas, uma para a esquerda onde a trilha tornava-se ingremi e a outra continuava plana e reta. Eu não tinha muita certeza qual delas eu tinha que entrar, todas as vezes em que fui até aquele lugar estava acompanhada e agora estava sozinha. Opitei em subir, acho que estava no lugar certo. Depois de uma longa caminhada percebi que tinha ido ao lugar errado, quer dizer, eu estava próxima a cachoeira de qualquer maneira, mas estava no topo, perto da queda d’aguá.

Sai um pouco mais para o lado, foi preciso escalar algumas pedras escorregadias e enfim cheguei a aguá límpida. Eu estava com o intuito de nadar, mas estava no lugar errado, não estava afim de cair lá em baixo. Molhei as mãos me acostumando com a temperatura da água. Bebi um pouco da mesma de tão limpa que era e então foi ai que eu ouvi. Era uma risada, uma risada feminina que eu conheceria em qualquer lugar.

Voltei um pouco para trás e me apoei entre um galho e outro, onde eu tinha uma visão ampla lá de baixo e lá estavam, um pouco afastados da queda d’aguá, Swan estava de costas para mim, sua cabeça tombada para o lado e sozinha? Segurei-me com mais força e indo um pouco mais para o lado, uma pedra deslocou do lugar fazendo um barulho alto.

Swan olhou para onde eu estava, mas a tempo consegui me esconder. Ainda era visivel e então o traidor emergiu ofegante. Conversaram por um momento, Swan apontou para o lugar em que eu estava antes e então vi meu pai, quer dizer o traidor sair da água.

Corri de volta pela trilha. Não queria que eles me vissem ali, nunca.

Corri, corri, corri, algumas lágrimas começavam a molhar o meu rosto. Swan era tão especial assim para ele, tão pura quanto ele dizia a mim para merecer estar ali com ele? Não ela não era, ela não merecia mas ele estava tão cego por ela que não se importava mais com isso.

Só parei de correr quando cheguei a beira da praia, ofegante me sentei ali sem me importar com a água. Ele era um mentiroso, sempre fora.

Eu tinha perdido tudo, o seu carinho, seu respeito, amor e confiança. Tudo por culpa da Isabella, eu tinha perdido o meu pai.

Senti a necessidade de vingança. Eu queria que ela fosse embora de vez das nossas vidas, para sempre.

Eu tinha algo em mente, mas precisaria da ajuda de alguém. De longe vi tio Emm jogando pedras para o mar. Ele seria o único, seria o único a me ajudar Isabella iria desistir do traidor. Limpei as lágrimas e corri até ele que estava do outro lado da praia.

- TIO EMMETT! – Balancei os braços para o idiota que tentava enxergar. – HEI, TIO EMMETT! – acenei mais uma vez e desta vez ele viu quem era.

- Calma, baby, respire! – explicou respirando fundo como se eu não soubesse respirar.

- Preciso... da... sua... ajuda – tentei explicar muito cansada e ofegante.

Ele balançou a cabeça negativamente, tirou o balde de brinquedo das mãos do meu priminho lindo e enxeu com aguá do mar.

- Toma, beba isso – empurrou o balde em minha direção.

- Está louco? Essa aguá não é potável, é salgada e suja.

- Claro, claro! – sorriu jogando o balde nas ondas que foi embora com as ondas. O pequeno Brian ficou olhando seu brinquedinho indo embora. – Mas, o que quer dizer potável? Ta falando difícil agora né?

Revirei os olhos ignorando sua pergunta idiota. Talvez, pedir a ajuda dele não seria boa ideia.

- Olha...

- Olha o que?

- Não é olha de olhar tio Emm, é olha de escutar – ele me olhou confuso. — Ah esquece – bati na testa.

- Eu preciso da sua ajuda em um coisa – expliquei com poucas palavras, tentar conversar formalmente era perca de tempo com tio Emm.

- Ah não sei não sei, baby, estou cuidando do Brian.

- Por favor, tio Emm, vai ser rápido, é só desta vez, qual é?

- Não sei.

- Você nem sabe o que eu quero – cruzei os braços fazendo biquinho.

- Tudo bem o que você quer?

Me aproximei dele e cochichie em seu ouvido. Emmett sorriu travesso.

- Isso inclui o bobão do seu pai?

Dei de ombros.

- Ok – balteu palmas. Aquilo era tão... tia Alice.

- Mas tem que prometer não contar para ninguém, vai manter segredos?

- Eu prometo – bateu no próprio peito.

- Então repita comigo, levante a mão direita.

Emmett levantou sorrindo a mão esquerda.

- Direita, tio Emmett – levantei sua mão certa.

- Eu já sabia que era essa – se defendeu.

- OK, agora repita tudo o que eu disser.

Ele assentiu.

- Eu Emmett McCarty Cullen...

- Eu Emmett McCarty Cullen...

- Prometo ser fiel, manter segredos, não fazer perguntas e ajudar Renesmee todas as vezes que precisar.

Tio Emm repetiu tudo, esquecendo do final, mas estava valendo.

Apertei sua mão.

- Bem vindo ao O.A.I

- Yeah! – sorriu. – Eu sou integrante do O.A.I.

- Isso! – sorriu batendo em sua mão em um comprimento que só nós usavamos.

- Espera ai, o que significa O.A.I? – perguntou confuso enquanto voltavamos para a casa, meu tempo era curto. Brian estava inquieto em meu colo, talvez estivesse com fome.

- Não fazer perguntas é um dos juramentos tio Emm, vem temos pouco tempo.

- Hei, isso não é justo.

No jardim da casa sentamos na cadeira de balanço.

- É o seguinte, vamos precisar de farinha, ovos e manteiga.

- Vamos fazer bolo? Ainda bem, estou cheio de fome.

- Não vamos fazer um bolo – suspirei. – Faz parte do plano... mas tem um problema, as garotas estão na cozinha preparando o amolço, você vai ter que...

Expliquei duas vezes o que tio Emm tinha o que fazer. Esperava que desse certo.

Memórias — Pitty

Já apostos, eu entrei na casa sorrindo. Lá estavam minha avó, Renée, tia Alie e tia Rose. Todas atarefadas. Seria fácil conseguir aquilo. Me aproximei mais da cozinha e preparei meu teatrinho, espero que tio Emm estivesse pronto para atuar também.

- TIA ROSE, TIA ROSE – entrei desesperada. – EU ACHO QUE O TIO EMMETT DESMAIOU.

Como o previsto todas correram da cozinha, aquele era a única oportunidade. Peguei os ingredientes para o bolo, quer dizer, para o plano e sai pela porta dos fundos, esperando que tio Emm voltasse logo.

Sem sombra de dúvidas o traidor e a Swan voltariam e entrariam pela portas do fundo.

Comecei a montar a armadilha, espalhei quase todo o pote de margarinha no chão, espalhando tudo até que sumisse sua cor amarelada e ficasse bem escorregadia. Agora era com tio Emm.

A Swan e o traidor podiam chegar a qualquer momento. Ansiei pela chegada deles antes de tudo. Já pensava eu mesma fazer. Para adiantar despejei todo o conteúdo de farinha que havia no saco dentro do balde. E coloquei os ovos também, ainda inteiros, seria ótimo ve-los quebrar na cabeça da Isabella.

Tio Emm voltou correndo e fez a sua parte. Com a ajuda de uma escada ele colocou o balde no alto e pendurou um corda, na qual Isabella puxaria quando estivesse escorregando na manteiga. Agora era só esperar e assistir tudo.

No mesmo momento eu vi Isabella e o traidor descerem a trilha sorridentes.

Puxei tio Emm para um canto afastado dali, atrás de algumas árvores onde eu veria tudo de camarote.

O traidor mantinha um dos braços em sua volta, mas assim que chegaram perto da porta Swan o deixou e tudo aconteceu.

Foi tudo muito rápido. Seus pés escorregaram como eu havia planejado, antes de ir ao chão suas mão procuraram por um apoio puxando a corda. Foi lindo, o baldo virando todo em sua cabeça, em seguida os ovos estouraram em sua cabeça e ao seu redor.

- Bella – o traidor correu para ajuda-la.

Era impossível conter a risada de satisfação, fora tão engraçado.

Todos no mesmo momento sairam para ver o que tinha acontecido. Com a visão ampla não foi possível que os outros contesse o riso. Todos riram.

Isabella levantou sem entender nada. O traidor parecia irritado com tudo aquilo.

- Você está bem querida? – Renée perguntou.

- Sim, só acho que torci o pulso, mas estou bem.

- Quem fez isso? – o traidor perguntou.

Foda!

Bella’sPOV

Tudo tinha acontecido tão rápido que nem fui capaz de absorver o que realmente tinha acontecido.

- Quem foi que fez isso? – Edward repetiu furioso.

Rose bufou.

- Emmett McCarty Cullen, apareça agora.

Emmett? Por que ele faria aquilo?

- Não fui eu, eu juro – apareceu de trás de uma árvore. – Foi tudo plano da Nessie – confessou apontando para a árvore.

- Vou matar você tio Emm – Renesmee saiu de trás da árvore de braços cruzados.

Renesmee? Por que ela tinha feito aquilo? Nunca pensei que ela chegaria tão baixo.

- Você fez isso? – perguntei deixando algumas lágrimas escaparem, não era de dor e nem vergonha, era de decepção.

Renesmee me encarou.

- Você mereceu – sorriu irônica.

- Mereci?

- Sabia que poderia ter machucado ela com essa brincadeira infantil? – Edward perguntou furioso com Renesmee.

- Quem disse que eu me importo?

- Claro que não se importa, você só pensa em você.

- Só penso em mim? Você teve coragem de leva-la a cachoeira... pensei que lá fosse um lugar especial para você, só eu e você sabiamos de lá e pensei que só eu era importante o bastante, mas parece que me inganei.

- Bella é tão importante para mim quanto você é.

- Eita, perai gente, para o mundo que eu quero descer – a fadinha entrou na discussão. – Que cachoeira é essa?

- Será que não entende Renesmee? Bella é importante – Edward explicou.

- Ela quer ficar no lugar da mamãe, mas ninguém vai substituir ela, ninguém – Renesmee deu as costas a Edward e correu em direção a praia.

Passei a mão em meus cabelos tirando o excesso de farinha e a segui.

- Bella, filha, não vale a pena discutir – meu pai disse segurando meu braço.

- Eu já deixei essa conversa ser adiada por muito tempo – desvencilhei meu braço e segui a garota problemática.

No começo eu senti raiva, sentia a necessidade de lhe dizer muitas verdades, mas percebi que ela só tinha medo, uma criança com medo.

- Renesmee, espere! – disse se aproximando.

- Me deixe em paz Swan, vai lá se consolar com a sua nova família.

- Eu vou te deixar em paz, eu vou... depois que dizer que o tenho para dizer.

- Já não está feliz? Conseguiu o que tudo queria, o meu pai, o carinho da minha família...

- Qual o seu problema? Por que você tem que fazer uma tempestade em um copo d’aguá? Será que não consegue enxergar a realidade? Por que não deixa de ser uma garotinha mimada e enxerga as coisas como as outras pessoas? Eu nunca quis tomar o lugar de ninguém aqui, nunca planejei nada disso e você sabe. Eu deveria estar furiosa com você, mas não estou porque eu sei o que você sente...

- Não, você não sabe, ninguém sabe.

- Você só sente medo, apenas medo Renesmee..., você sempre teve tudo, sempre teve toda a atenção só para você, não é? Pois saiba que você ainda tem tudo isso, eu não quero roubar a sua família, só quero que você me aceite.

- Isso nunca vai acontecer.

- Edward ama você mais do que a própria vida, não sei porque duvida disso.

- Porque você tirou isso de mim, você tirou tudo Isabella, o carinho e a atenção do meu pai, ele não se importa mais comigo, toda a minha família está do seu lado, do seu lado e não do meu...

- Seu egoismo vai além do que eu era capaz de imaginar.

- Por que não pode ir simplesmente ir embora? Por que não me deixa em paz?

- Eu queria mesmo poder fazer isso... – limpei as lágrimas. – Mas não posso, sabe o porquê? Porque eu tenho coração e eu amo as pessoas Renesmee, eu amo o Edward... sei que você ainda não entende o significado dessas palavras, não é? Mas um dia você...

- Você sabe que ele mente, não sabe? – ela me interrompeu. – Ele só quer o seu corpo, assim como ele fez com as outras Swan e depois vai te dizer adeus.

- Edward mudou, ele me ama.

- Não ama.

- Ama, eu não tenho qualquer duvida sobre isso. Olha, eu não vou desistir dele e nem de você...

- Você nunca tomara o lugar da minha mãe.

- SUA MÃE ESTÁ MORTA... está morta – Renesmee chorou ao ouvir aquelas palavras.

- Sai daqui.

- Resnesmee eu não quis... – comecei.

- SAÍ DAQUI, ME DEIXA SOZINHA.

Eu sabia o quanto aquela palavras a machucavam, sabia que tinha tocado em uma ferida não cicatrizada. Não tinha o direito de ter dito aquilo, mas na hora eu não tinha pensado... Nunca quis magoa-la, nunca e acabara de fazer aquilo. Limpei minhas lágrimas entrando na casa. Eu sabia que tinha sido cruel com ela, aquelas palavras doiam mais que tudo em seu coraçãozinho, saí do controle e fui hipócrita.

Fechei a porta do meu quarto e sentei formando uma barreira na mesma. Edward batia na porta. Eu a tinha magoado de verdade e sabia que agora a ferida que há tempos não pulsava ardia em seu peito.

Não desistiria de Edward muito menos de Renesmee e eu sabia que após esse fato ocorrido o nosso amor corria perigo.

Continua...

Notas finais
Bem, primeiramente agradecer as noves fofoletes que deixaram comentários no capítulo anterior, são vocês que fazem a fanfic ir pra frente. Obrigada.
Aiai, vou falar a verdade, não curti muito esse capítulo, acho que vocês também não né? Renesmee muito malvada, mas como a própria Bella já sabe ela só tem medo.
Bella, ainda virgem, Renesmee sempre atrapalhando os momentos Beward, talvez não era para ser. hahaha.
Então receberam o convite do casamento da fadinha?? kkkk
*Ah, sobre a votação, só cinco leitoras votaram.
Manuca Ximenes e RennieAnderson votaram em Nessie/Jake
LittlePervertd, Mariza e JaqueeCullen votaram e Nessie/Seth
então, Nessie e Seth foi o escolhido, mas calma as leitoras que querem Nessie e Jake, vai ter muito Jacob na história ainda. Um beijo do tamanho de um elefante em cada uma de vocês que votaram.
**Ah JaqueeCullen, que comentário incrível flor, estas coisas acontecem mesmo na vida real, e ainda bem que você preferiu a alegria dos seus pais, é o certo a se fazer.
Obrigada as 41 fofoletes que marcaram a fic como favorita. feliz da vida.
Leitoras fantasminhas por favor comentem, please. Galerinha é sério, a cada capítulo o n° de reviews diminui, estou ficando com medo, está todo mundo abandonando a fic.
Se tiver ruim é só falar ok?
Pronto desabafei!
Eu tenho uma OneShot,é pequena mas garanto boas risadas com a fadinha o link é esse aqui pra quem quiser ler: https://www.fanfiction.com.br/historia/177989/A_Ilha_De_Esme
Bem, depois de comentar o capítulo, dar o resultado da votação, desabafar e fazer um marketing descarado eu me vou.
Até semana que vem!
Milhões de beijos da LSCullen.